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Ensitel

por jonasnuts, em 27.12.10

No passado dia 22 fui surpreendida, ao receber uma nota de citação pessoal.

 

Parece que a Ensitel não gosta mesmo nada dos posts que aqui escrevi sobre a minha experiência enquanto cliente deles, e acha que eu não tenho o direito de partilhar, neste meu espaço, aquilo que penso e sinto acerca da empresa.

 

Posto isto, os senhores, em vez de me telefonarem e perguntarem como é que poderiam resolver o problema, decidiram que era mais eficaz pedirem aos advogados que os representam que me escrevessem, intimando-me a apagar os posts em causa. Não pediram direito de resposta, não perguntaram como é que poderiam resolver o problema, não quiseram, sequer, saber, porque razão é que eu estava chateada com eles, não, decidiram que o que queriam era que eu apagasse os posts. Não apaguei.

 

Assim sendo, os senhores cumpriram a ameaça, e no dia 22 recebi a tal citação pessoal, que é um documento de 31 página (sim, 31) em que sou intimada pelo tribunal a constituir um advogado, e é um procedimento cautelar.

 

Basicamente querem que o tribunal me mande apagar os posts que escrevi sobre a Ensitel. Estão ali, linkados na barra da direita do Blog. São 6. Com este 7.

 

Portanto, a Ensitel não gosta que os clientes expressem livremente a sua opinião. A liberdade de expressão é muito linda e coiso e tal, mas só quando não chateia. Se chateia, já não há liberdade de expressão para ninguém.

 

Eu não minto nos meus posts sobre a Ensitel. Descrevo a situação, dou os factos, e escrevo o que penso acerca da coisa.

 

A Ensitel está a precisar de contratar uma empresa de Relações Públicas, mais do que uma sociedade de advogados. Triste é que, passado tanto tempo, ainda não tenham percebido isso.

 

Para quem tiver pachorra para a novela toda, é seguir os links.

 

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629 comentários

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De Anónimo a 01.01.2011 às 20:25

Por acaso gostava de saber em que contexto se refere a palavra povo?
Será no contexto de classe? (Povo, Burguesia, Clero e Nobreza)
Será no contexto de população de um país?
Se for no contexto de país será que não se inclui no mesmo povo que nós?
Se for no contexto de classe será que acha que por uma pessoa pertencer a uma determinada classe é diferente dos restantes?
E também não percebo se a crise foi causada pelo povo português (visto que a crise é internacional) ou causada pela classe povo (visto que esta crise começou por trapalhadas feitas nas mais altas esferas americanas).
Também me é difícil perceber como alguém que defende tanto o sistema jurídico vem atacar comentários negativos em relação a empresas que não cumprem a lei nem com os consumidores nem com os trabalhadores. Será a lei só para alguns?
Por outro lado acusa alguém sem apresentar provas, de agir com má fé , mas exige que o relato dessa pessoa não fosse feito sem provas.
Não será isto tudo um bocado incoerente ? Então porque exigir coerência aos outros?
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De Texy a 01.01.2011 às 20:39

Ó Anónimo Cobarde da Treta. O conceito de povo aqui usado refere-se ao povo honesto, digno e que faz da união a sua força e se não esconde anónimamente como cobardemente tu o fazes! Nem se refere aos lambe-botas patronais. Percebes-te ou é preciso desenhar? Cobardolas.
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De Anónimo a 01.01.2011 às 22:56

As perguntas eram para o 1º anónimo.
Aliás coloquem ou não o nome, somos quase todos anónimos. :)
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De José Nunes a 06.01.2011 às 01:14

simplesmente patético e descabido!!!!
Fale sózinho, para não perturbar ninguém...

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