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Jonasnuts

Repetições

Já o disse aqui antes, mas não me canso de agradecer o facto dos Blogs do SAPO terem a funcionalidade "Rascunho".

 

A quantidade de posts que ali estão por publicar, porque a minha auto-censura fala mais alto, é enorme.

 

Mas enquanto escrevo os posts que sei que não vão ver a luz do dia, destilo o meu mau-feitio, que um blog, pelo menos este, também convém que seja terapêutico. E há coisas em que é mesmo preciso destilar o mau-feitio, que ele não fica a fazer nada aqui engarrafado.

 

 

Alguns verão a luz do dia, mas mais tarde, quando o cansaço de um Verão atipicamente movimentado der lugar a uma energia recuperada nas férias que se aproximam.

 

Pode ser que quando eu regressar, veja as coisas doutra forma. Duvido. Mas pode ser que sim :)

Dos casamentos

Ontem fui a um casamento. Daqueles com igreja e missa e sessão longa de fotos e almoço tardio que mesmo assim se arrasta até às quinhentas.

 

Não vou a casamentos de frete. Aqueles, de pessoas que só nos lembramos de ver precisamente nos casamentos da família, e nos funerais. Não frequento, não vá pensarem que um dia retribuo o convite.

 

Portanto, só vou a casamentos de pessoas de quem gosto muito. Foi o caso de ontem. Eu era da noiva, apesar de conhecer o noivo quase há tanto tempo como a noiva. Mas, apesar de passar mais tempo com o noivo, que é meu colega, eu sou da noiva.

 

Não sou especial fã do casamento. É uma instituição que respeito (como respeito todas as instituições), até sou testemunha de um, mas nunca fez parte dos meus planos. Aquela coisa das meninas sonharem com o vestido, e com o dia, e com a festa, e com o ritual, nunca foi a minha onda.

 

Mas a verdade, verdadinha, é que há qualquer coisa que me deixa com a lágrima ao canto do olho, quando sou da noiva, e a noiva entra (seja na igreja, seja no registo, seja lá onde for).

 

Não sei qual é o próximo casamento a que eu vou, não tenho nada previsto nos próximos anos, mas deixo a sugestão de entrada de noiva mais original (e provavelmente anti-lágrimas)

 

 

 

Link do vídeo.

Para quem gosta de baixo

Está a começar no Jardim Marquês de Pombal, em Oeiras o concerto do Stanley Clarke, do Marcus Miller e do Victor Wooten.

 

É onde eu estou neste momento.

 

Não porque goste especialmente de baixo, na realidade, a maior parte das vezes nem o consigo distinguir no meio dos outros instrumentos, mas porque gosto dele.

 

Links e espaçamento de texto mais tarde, que o browser do meu telemóvel não suporta não sei o quê e eu não sei fazer links directos no html.

O Senhor Palomar persegue-me

Estou neste momento na apresentação do novo livro de Mia Couto, Jesusálem.

 

Estou sozinha, portanto, mais atenta às conversas que me rodeiam. Uma delas chama-me particular atenção.

 

Mas ninguém sabe quem é o Senhor Palomar? Quem será o Senhor Palomar?

 

E eu rio-me.

 

Não porque saiba quem é, vou já avisando, mas porque a coisa está a tomar umas proporções que ultrapassam, acho, as expectativas do próprio.

 

Por isso e porque na realidade, não quero saber :)

 

Deve ser um stress, ser o Senhor Palomar e não saber quem é o Senhor Palomar.

Os Podcasts da Antena 3

Este post anda-me atravessado há uns meses valentes.

 

Primeiro que tudo importa referir que um podcast não é um ficheiro de som. Habitualmente oiço as pessoas dizerem que querem um podcast no Blog, para descobrir mais tarde que se estão a referir a um ficheiro de som. Ora, um ficheiro de som já tem nome, chama-se ficheiro de som. Podcast não é nome fino de ficheiro de som.

 

Podcast é um conjunto de ficheiros de som, que têm associado o componente episódico (portanto, vêm em episódios com uma frequência mais ou menos regular), normalmente podem subscrever-se via gestor de ficheiros de som (o iTunes, por exemplo), o que significa que, sempre que sincronizamos o leitor de mp3, ele descarrega todos os episódios do podcast que ainda não ouvimos. É uma espécie de feed de rss, mas de som. Já agora, que esta coisa dos nomes está na moda, iPod não é o nome fino dos leitores de mp3. iPod é o nome de uma marca de leitores de mp3. E um mp3, é um ficheiro. Os aparelhómetros que lêem mp3 são leitores de mp3.

 

Divergi, mas vou retomar.

 

As minhas manhãs radiofónicas são com a Comercial. Já antes expliquei aqui os motivos, não interessam agora para o caso. Mas há coisas na Antena 3 que me agradam, nomeadamente as coisas do Markl. Pelo que subscrevi o podcast quer do Há vida em Markl quer do Laboratolarilolela. Aproveito as horas semanais de auto-estrada para pôr o Markl em dia.

 

E tenho sempre a mesma reacção. Será que os senhores da Antena 3 ouvem os podcasts que produzem? Eu aposto que não. Não sei muito bem os termos técnicos, mas há-de haver por lá um botaneco que serve para equalizar as vozes das pessoas. Para ouvirmos o Markl temos de ter o volume bem alto, mas deixar a mão no botão, que é para podermos baixar violentamente o volume quando fala alguém que esteja em estúdio. No Laboratolarilolela, das duas uma, ou optamos por ouvir as letras das músicas, ou optamos por ouvir os comentários. As duas coisas, em simultâneo, não dá, porque o som nos fura os tímpanos.

 

É extraordinariamente mau.

 

E já agora, se passar por aqui alguém da Antena 3, uma dica. No final do episódio, não precisam de anunciar o podcast. Sabem, é que nós já estamos a ouvir o podcast, não precisamos de ser informados nem da sua existência nem do seu endereço.

 

Muito agradecida.

Os nomes das coisas

Os nomes parecem ter uma enorme importância para as pessoas. Parece que há uns nomes melhores que outros. Mais respeitáveis. Mais sonantes.

 

Blogosfericamente falando, dizem as más línguas que, Blog que é Blog tem de ter 2 nomes.

 

Isso faz com que este Blog se encaixe na Classe C (ou mesmo D) da Blogosfera. Para se ser Classe A (não é o carro, é a separação dos targets por níveis de rendimento), precisa de ter dois nomes. Há excepções, mas a maioria da realeza Blogosférica, principalmente a mais antiguinha, tem 2 nomes.

 

Seja como for, de regresso aos nomes próprios. Existe sempre uma enorme curiosidade em saber quem se esconde por trás de um pseudónimo. Como se o uso de pseudónimo implicasse logo um segredo, ou algo menos próprio, é assim um bocadinho devasso, e, como se sabe, as pessoas gostam sempre de um bocadinho de devassa. Muita não, mas um bocadinho, para apimentar o marasmo do dia-a-dia.

 

E andam atrás. Andava tudo roxo para saber quem é O Meu Pipi (alguns ainda andam). Antes da Ana de Amsterdam ter publicado o seu nome, andava tudo numa de quem é ela, quem é ela, o Jumento é outro que tal, toda a gente quer saber quem é o Jumento, e agora, o mais recente mistério Blogosférico é o Senhor Palomar.

 

Costumo ser bem informada, nestas coisas Blogosféricas, deformação profissional claro, pelo que é com frequência que recebo telefonemas a perguntar coisas daqui e dali, quem é que se vai mudar, o que é que aconteceu naquele fim-de-semana, se ele foi despedido ou se saiu pelo seu pé. Enfim, as tricas Blogosféricas. Ontem, só ontem, recebi 4 contactos (por diferentes meios, curiosamente) de pessoas a perguntarem-me, olha lá ó Jonas, quem é este Senhor Palomar?

 

Não percebem a minha resposta. O Senhor Palomar é o autor do Blog Senhor Palomar. Sim, está bem, mas quem é ele? É o Senhor Palomar. Está bem, mas como é que ele se chama? Palomar, presumo que o senhor seja um aditivo, mais do que nome próprio. Vá lá pá, deixa-te de merdas, quem é ele?

 

E eles não percebem. E eu não percebo.

 

Curiosamente, escrevi um mail ao Senhor Palomar, ontem, antes do dilúvio de contactos detectivescos. Soubesse eu o que sei agora, abstinha-me, que o senhor deve ter a caixa de correio muito cheia de pessoas a querer tirar nabos da púcara.

 

E eu não percebo esta ânsia de se querer saber os nomes por trás dos nicks. É para quê? Para poderem dizer que sempre tinham suspeitado de que tinha de ser fulano ou sicrano? Para saber, depois de arquivarem e catalogarem a pessoa, se podem gostar ou se devem odiar?

 

 

Custa-lhes muito escrever Senhor Palomar?

 

Da próxima vez que for dar sangue....

Sou dadora de sangue. Tenho daquele tipo de sangue esquisitóide, que é raro e muito apreciado, e desde que soube disto, passei a ser dadora. Dou sempre que posso. Para amigos, familiares, conhecidos, desconhecidos ou só para reforçar os bancos. Faz parte. Também estou inscrita como dadora de medula e, quando eu for desta para melhor, espero que aproveitem o que houver para aproveitar, e despachem o que já não der serventia a ninguém.

 

À conta da recente polémica levantada pelos novos critérios do IPS, ocorreu-me uma sugestão.

 

Todos os dadores, no momento do preenchimento do formulário antes da doação, deveriam escrever que são homens, e homossexuais. Isto resulta melhor se se for, de facto, um homem, mas acho que mesmo assim eles perceberiam a dica.

 

Bora? Toca toda a gente a sair do armário, no momento de dar sangue?

 

Quando lhes começar a faltar sangue, a ver se não mudam logo os critérios.

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