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Mau feitio

por jonasnuts, em 30.09.06
Sim, tenho mau feitio.
Mas deixem-me explicar o que é que entendo por mau feitio, ou o que é que provoca os tais acessos de mau feitio. E é verdade, implica uma explicação, porque só há muito pouco tempo é que me apercebi das causas.

O meu mau feitio vem da minha intransigência. Nasce do facto de eu não me contentar com o trivial, o normal, o assim assim. Pelos vistos, gosto das coisas boas, óptimas, excelentes.

Por isso reclamo tanto, quando aquilo que espero não atinge os meus padrões mínimos. E aparentemente, os meus mínimos são mais altos do que os da maioria das pessoas.  Porque de facto, comparada com a maioria, eu refilo muito.

Acho que tenho de aprofundar esta questão, e ver se rentabilizo esta pré-disposição para a reclamação.

(Não, não vou estagiar para a DECO, os spammers)

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Shift

por jonasnuts, em 28.09.06
Como é que eu hei-de começar isto?

Bom, já toda a gente sabe que eu tenho mau-feitio (basta olhar para as Tags mais frequentemente usadas neste Blog), e os mais próximos também sabem que quando embirro inicialmente com uma coisa, dificilmente a recuperação é completa. Sim, sou preconceituosa em relação a alguns temas.

Um desses temas é a língua portuguesa. Trabalhando numa área em que a língua inglesa é usada com frequência (eu própria a uso, e às vezes abuso), e tendo crianças novas em casa, o inglês dá jeito. Se se me sair um shit " pela boca fora (ou outra um bocadinho pior) não vem daí mal ao mundo.

Mas nos aspectos mais públicos da minha vida, quer pessoal quer profissional, tento usar a língua portuguesa para comunicar.

Irrita-me quando a vejo remetida para segundo plano e/ou quando a vejo mal tratada.
É por isso que uso SEMPRE o corrector ortográfico nos meus posts e nos comentários, e tenho um corrector ortográfico no meu cliente de mail , e etc., etc., etc.

Confesso que deve ser irritante, a minha mania de corrigir os erros dos outros.

Não faz mal, é igualmente irritante ouvir o comentário "Deixa lá ir os erros que ninguém nota".

Tudo isto por causa da shift , conferência com objectivos muito meritórios, organizadores dedicados e com vontade de fazer coisas novas, e etc. e tal.

O problema é a língua, meus caros. Querem uma versão inglesa, porque esta conferência também será frequentada por estrangeiros? Acho óptimo. É mais uma forma de mostrarmos que nós os tugas sabemos receber (além de sermos poliglotas).  Mas por omissão, mostrem a versão portuguesa do site, e já agora, que a versão portuguesa esteja completa, e vá, actualizada.

Amanhã, fico sem saber se sigo a versão inglesa do programa e vou assistir à intervenção da Lilia Efimova às 10h30 da manhã, ou se vou pela versão tuga , e me encontro com as maravilhas do Blogging on the edge apenas às 15h30.

Por outro lado, pode ser que a senhora esteja em loop , e dê uma de manhã e uma à tarde. É uma reprise na matiné

Ah  pois, isto é muito orientado para os estrangeiros que, coitadinhos, vêm de tão longe para participar na Shift (provenientes da Loft , provavelmente). Não discuto, mas se querem fazer conferências especiais para estrangeiros, vão para o estrangeiro. Aí ninguém nota o desrespeito pela língua portuguesa, e sempre se livram de uma massiva plateia de SAPOs .

Pronto, fica destilado o mau-feitio para a próxima hora ou coisa assim.

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Do lado de lá do power point

por jonasnuts, em 20.09.06
Já falei aqui várias vezes na minha resistência em produzir documentos cuja finalidade eu pense ser nula, e como ultimamente o Power Point anda na moda, tenho, apesar de tudo, feito algumas coisitas.

Antes de mais, não tenho nada contra um bom documento informativo, seja um power point , um word , um html , etc. O formato é indiferente, desde que a informação que veicula seja verdadeira e tenha um objectivo específico. Pronto, fica feito o disclaimer do post .

Já há algum tempo que penso nos destinatários de tais documentos. Pela minha experiência, os destinatários finais dos documentos, vulgo power points, nunca são as pessoas que os pedem. Habitualmente, um power point é produzido em retalhos, um retalho por projecto.

Cabe depois ao primeiro intermediário, colar a manta de retalhos, de alguma forma harmonizar a apresentação e a informação. Mas este novo documento, é, também ele, um retalho que irá ser colado a outros retalhos, e por aí adiante.

É também comummente aceite que os intermediários tentem facilitar a compreensão dos dados, e porque uma imagem vale mais do que mil palavras, entra a bonecada e, mais grave, delapidam-se os valores, os dados originais, retirando coisas supérfluas ou que parecem destoar.

Estamos a falar de bastantes intermediários. E quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto, quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte, e há sempre quem tente puxar a brasa à sua sardinha.

Portanto, tenho alguma curiosidade acerca do aspecto final com que alguns dos meus documentos chegam ao último destinatário.

Será que se percebe alguma coisa? Os dados devem estar enviesados, depois de terem passado por tanta gente, com tão diferentes leituras de conceitos subjectivos como "activo", "expirado", "suspenso", "importado", "migrado".

Ainda não decidi se quem trabalha estes dados, desta forma acha que os destinatários finais são uns génios ou se acha que são uns completos ignorantes.



Disclaimer 2: A minha curiosidade é meramente académica. Não tenho qualquer ambição/gosto/objectivo de algum dia me vir a sentar do lado de lá do power point.

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Novos Táxis

por jonasnuts, em 19.09.06
Novo modelo de negócio para Táxis.

Os taxistas andam, na vidinha deles, nas ruas e nas praças e tudo como era dantes. Mas depois, os Clientes que quisessem, em vez de se sentarem atrás, iam ao volante, e o taxista ia para o lugar do pendura ou, melhor ainda, para o porta bagagens.

Era melhor para todos. Os clientes porque não tinham de suportar a condução dos taxistas que, como se sabe é, em 99% dos casos, pavorosa, e os taxistas ainda eram capazes de dormir uma soneca.
Ou então, se não conseguissem dormir uma soneca no porta bagagens, sofriam o trauma que andam há tantos anos a infligir aos seus Clientes.

Pensando melhor.......não há porta bagagens para ninguém......era obrigatório irem no lugar do pendura, com contentores de pálpebras instalados nos olhos.

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Actualização da lista de Links

por jonasnuts, em 14.09.06
A Rita Serrano já lá esteve, depois, a pedido, deixou de estar.

Mas agora, tem mesmo um Blog a sério, e já regressou à lista de links.

Não precisam de usar a lista de links para visitarem o Blog da Rita, basta clicarem aqui.

Para já, a coisa promete, ela tem mau feitio :)

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Lombalgias

por jonasnuts, em 12.09.06
São a primeira causa de baixa, pelo menos em Portugal.

Ontem à noite,  dei um jeito nas costas, que me deixou imobilizada. Mas imobilizada mesmo. Não me conseguia mexer, e esta manhã não estava muito melhor.



Da próxima vez que alguém disser que isto é levezinho.....leva com uma pela cabeça abaixo.





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Manias

por jonasnuts, em 10.09.06
Não sou do tipo nacionalista, e não, não andei de bandeirinha pendurada durante europeus e mundiais.

No entanto, chateia-me que um site onde teoricamente deveria existir informação fidedigna sobre Portugal, os caramelos não saibam sequer descrever (e ilustrar) correctamente a bandeira portuguesa.

Na opinião dos senhores do portugal.com, a bandeira portuguesa é assim:





Para os senhores do www.portugal.com esta é a bandeira.

Burros.

Uma breve pesquisa na wikipédia, mostra a verdadeira bandeira, que é, obviamente, assim:




P.S.: Acho que agora o post está mais explicado, obrigada Pedro :)

 

Update (30/04/16) - Os senhores do Portugal.com mandaram a coisa às favas e removeram todas as imagens e venderam o domínio a uma empresa de exploração turística. Basicamente, a bandeira que lá tinham, apresentada o verde no lugar do vermelho e vice-versa.

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Perfect timing

por jonasnuts, em 07.09.06
Tendo em conta circunstâncias profissionais que me rodeiam e conversas que já tive (com chefes, chefinhos e chefões) algo me diz que a Kathy Sierra é mais ou menos a minha alma gémea.

Podia ter sido eu a escrever o último post que aparece no "Creating Passionate Users". As duas únicas diferenças seriam a língua, e provavelmente  a forma. O conteúdo? Seria exactamente igual.

Mesmo a propósito.

Já não é a primeira vez que recomendo este Blog, e cheira-me que não será a última.

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Eu sei que sou esquisita.

por jonasnuts, em 06.09.06
Mas, trabalhando no SAPO, integrando uma equipa que trabalha em projectos e serviços que estão online, parece-me ser de muito mau gosto, andar a recomendar a concorrência.

Opá se não gostam do trabalho produzido pela equipa a que pertencem, das duas uma, ou colaboram para que esse trabalho melhore, ou tornem-se freelancers .

Não tem nada a ver com liberdade de expressão, tem a ver com ética profissional.

Mas já sei que sou só eu, que sou esquisita e mau feitio. Que se lixe. A verdade é que me custa ver num Blog de uma pessoa da equipa, escarrapachada a recomendação da concorrência.
(e não era concorrência a um serviço meu).

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Último post sobre as já famosas chinelas

por jonasnuts, em 05.09.06
As que eu prometi mandar emoldurar, e nunca mais voltar a usar, pelo menos nos pés, fazendo delas um mero objecto de exposição, portanto, o processo de transformar calçado em bibelot.

Bibelotizar o chinelame .

Aparentemente já não é o que vai acontecer. Parece que estas chinelas não foram pensadas nem desenhadas para caminhar longas distâncias (portanto, maratonistas que estavam a considerar a possibilidade, esqueçam). No dia em que me deram cabo dos pés, eu tinha caminhado uma distância razoável (das Angústias até ao Almoxarife), e portanto a razão de tanto pé estragado, foi a distância, e não o recipiente dos meus mimosos pés (uns pés 41 ainda podem ser mimosos)?

E porque é que ela continua a falar das chinelas?

Perguntam vocês muito apropriadamente, porque (respondo eu), as 3 pessoas que aqui vêm (ou que lêem isto de alguma forma), TODAS me perguntaram se as chinelas que eu trazia calçadas não eram as que tinha prometido nunca mais calçar. Para não correr o risco de ter de responder à pergunta mais uma vez (se por um acaso do destino vier aqui mais alguém), ficou o post .

Mas agradeço aos posts das chinelas, quanto mais não sejam porque me deram a conhecer que a minha irmã também vem cá ao burgo.

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