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Stop watching us

por jonasnuts, em 26.10.13

 

Eles falam apenas dos cidadãos americanos. Eu alargo um bocadinho espectro. 

Stop watching ALL of us.

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Atestar na BP (ou não).

por jonasnuts, em 22.10.13

 

O meu carro é pequenino. O depósito do meu carro, é proporcional. 32 ou 33 litros. Para não andar sempre a encher o depósito e sempre que posso (que não é sempre), atesto.

 

Este deve ser o comportamento da maioria das pessoas. Presumo. Não sei.

 

O que sei é que a grande maioria das bombas de gasolina usa agora o fantástico sistema do "pré-pagamento", seja lá qual for a hora. Quando se atesta o depósito, pré-pagar é difícil, porque não se sabe exactamente quanto é que se vai gastar.

 

Normalmente, dou-me ao trabalho de sair do carro, ir às caixas, dizer que quero atestar, voltar ao carro, atestar, voltar às caixas, pagar.

 

Há, no entanto, algumas excepções, a BP do viaduto Duarte Pacheco passou hoje a ser uma dessas excepções.

 

Eram 8h15 da manhã. Não havia mais ninguém na bomba. Nem mais um carro. A loja estava vazia à excepção da senhora da caixa.

Faço o costume, entro na loja, cumprimento, e digo que quero atestar. E a senhor pergunta-me se tenho cartão acp ou "não me lembro do outro cartão que me perguntou se eu tinha", e eu respondo que não, e a senhora diz que nesse caso não dá, que tenho de pré-pagar. Partilho com ela a minha dificuldade em pré-pagar um valor que desconheço. Pois.... encolhe ombros..... mas só se tiver os cartões.

 

Portanto, a malta vai toda fugir, a não ser que tenha os cartões A ou B. Porque quem não é sócio do ACP ou da outra entidade de cujo nome não me lembro, é ladrão. A diferença que faz, um bocadinho de plástico.

 

A partir duma determinada hora..... eu percebo. Em bombas onde há muita movimentação.... eu percebo. Numa bomba pequena, vazia, e por não ter um pedaço de plástico da cor que eles acham que é a certa....... não percebo.

 

Estive vai não vai para lhe mostrar o meu cartão de sócia do Glorioso, mas depois achei que seriam pérolas a porcos (sem desprimor da senhora, que, coitada, está só a cumprir ordens).

 

Tinha 1,5 litros no depósito. Há uma escolha a fazer Maria João. Tu precisas mesmo de gasolina, porque depois vais para o meio da cidade, e depois não consegues encontrar um bomba, e depois ficas apeada, faz lá como eles querem e pronto, não se pensa mais nisso.

Isto eram os meus 9% a falar com os restantes 91%.

Números são números, nada a fazer.

 

Agradeci e vim-me embora, sem abastecer.

 

Se mais logo virem um smart parado no túnel das amoreiras, já sabem. Fui eu que fiquei sem gasolina.

 

Quanto à BP do viaduto Duarte Pacheco, pois que perdeu uma cliente. Desnecessariamente.

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Caras editoras portuguesas,

por jonasnuts, em 21.10.13

Assim, não há quem vos safe. Uma pessoa tenta ser vossa cliente. Mas vocês são sistematicamente mais caros, mais demorados, menos diversificados na oferta. Assim, não se safam. Eu bem tento....

 

Por via do workshop de bordados, fui à procura de um livro. Dicionário de Pontos, da Lucinda Ganderton. Por causa das minhas experiências de aprendizagem do tricot em inglês, vejo-me aflita, para ler instruções em português, e ainda não consigo perceber qual é a liga, qual é a meia. Mas sei distinguir o knit do purl. Enfim, não queria cometer o mesmo erro com os bordados, e se já proliferam nomes em português (muitos nomes diferentes para o mesmo ponto, dependendo da região), metendo o inglês ao barulho, seria meio caminho andado para eu ficar ainda mais baralhada.

 

Nem me passa pela cabeça visitar livrarias não virtuais...... a atenção que dedicam a esta temática é tanta, que normalmente não têm mais do que meia dúzia de livros vagamente relacionados e estão paredes meias com uma profusão de reikis e velas oníricas, e massagens cerebrais pelos capilares, tudo coisas que eu respeito muito, mas que não, obrigada.

 

Wook. Ora bem.... sim senhor, há o livro em português. Mas está esgotado. E é caro para caraças. Não tem data prevista de reposição de stock.

 

 

 

Deixa lá ver noutro sítio.

 

 

Portanto..... têm em stock, a edição mais recente e custa menos de metade? Ora aqui está uma bela oportunidade para aprender os nomes dos pontos, também em inglês.

 

Eu estaria disposta a pagar um pouco mais, pela versão portuguesa, porque, afinal de contas, é preciso pagar o trabalho de adaptação e tradução. Mas mais do dobro? No fucking way (isto sou eu já a treinar o inglês para os bordados).

 

Depois venham cá queixar-se, editoras, da lei da cópia privada, e o raio que os parta. Façam o vosso trabalho, em vez de esperarem que sejam os outros negócios a pagar pelo trabalho que vocês não fazem.

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Bordadeira

por jonasnuts, em 21.10.13

 

Pois que me meti num workshop para aprender a bordar. Nada que eu não te pudesse ensinar, disse logo a minha mãe, provavelmente com razão.

 

Mas no Sábado de manhã, eu diria mesmo, de madrugada, lá estávamos nós na Retrosaria. Foi a primeira vez que fui a um workshop sem saber absolutamente nada. O ponto cruz não é para aqui chamado, porque do que percebi, é um parente pobre do bordado. A bem dizer, o ponto cruz faz-se com uma agulha que não pica, e esta, dos bordados a sério pica que se farta. E não, não uso dedal (nem o dedal evita as picadelas, seus ingnorantes, o dedal serve para empurrar o cu da agulha).

 

Claro que a esta hora já tenho imensos planos para fazer isto, e aquilo e aqueloutro, e no Natal é tudo despachado a bordados e já tenho o linho, e as linhas, e o papel químico, e o papel vegetal, e os lápis e a régua e o raio que o parta e a caixinha para meter isto tudo. Nada de expectativas. Se for como o tricot e como o crochet, Natal, sim, mas no mínimo de 2015.

 

Quem quiser experimentar, a professora foi a Joana Caetano, e o workshop foi no sítio do costume.

 

Espero que os próximos não fiquem tão tortos :)

 

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Diz que sou de direita

por jonasnuts, em 19.10.13

 

Adoro fazer testes, mesmo sabendo que o valor científico da coisa é nulo.

Claro que publico apenas os resultados que me agradam, e este é um deles.

Não tanto por causa do que aparece alinhado com o lado que dizem que uso, mas por causa do detestar muitas das coisas que estão ali à esquerda, sobretudo regras :)

 

Aqui.

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Rascunhos

por jonasnuts, em 18.10.13

Só hoje, já vou no terceiro post que passa directamente a rascunho, sem ver a luz do dia.

 

O meu acervo de rascunhos diz muito mais de mim do que o que publico.

 

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Cara Fnac

por jonasnuts, em 09.10.13

Tenho assistido na primeira fila, em lugar privilegiado, a uma novela onde vocês são o mau da fita. Podem ler a versão condensada dos episódios aqui.

 

E quando eu digo "mau da fita" não me refiro a uma personagem muda, refiro-me mesmo ao vilão principal, o sacana, o desgraçado a quem toda a gente deseja horrores durante todo o processo de novela.

 

Anunciam uma promessa, com um prazo, não se coíbem de cobrar, de imediato, o valor da promessa, e depois vão adiando os prazos de entrega, e vão mudando as características da oferta, e adiam ainda mais o prazo da entrega.

 

Pode ser que seja um novo modelo de negócio....... sacar o dinheiro aos clientes, tê-lo a render juros algures, ir empurrando com a barriga, arrastando o processo no tempo, até que o cliente chegue ao limite da paciência e cancele a encomenda. Nesse período de tempo, a Fnac teve em seu poder, dinheiro a que não tinha direito. Basicamente, a Fnac pediu dinheiro emprestado a este cliente. Se a novela de que falo tivesse continuado de acordo com a proposta da Fnac, o prazo passaria das originais 24 horas anunciadas, para 2 meses. Sim, leram bem...... a promessa original era de 24 horas (e nessas 24 horas foram muito rápidos a debitar o cartão do cliente), e iria passar para 2 meses. Que se saiba.

 

Se a Fnac fizer isto com muitos clientes, e puser o dinheirinho a render em qualquer lado........ o que é que perde, assim à primeira vista? Nem sequer deve ser ilegal.

 

Ah.... mas perde qualquer coisa. No caso em apreço perdeu um cliente daqueles que já gastaram mais dinheiro na Fnac do que aquilo que gostam de admitir.

 

E depois há os efeitos colaterais. O post dele. O meu post. Os shares. Os likes. Os RTs. Os favorites. As coisas espalham-se. Mas, acima de tudo...... em termos de efeitos colaterais, e tendo assistido à novela a par e passo (e eu nem sou de ver novelas), perderam-me também a mim como cliente. Não sendo uma cliente tão imponente como o Capuchinho Vermelho da história a que me refiro, também já lá gastei mais do que gostaria de admitir.

 

Passo já a informação a familiares e amigos que, no Natal, dispensamos os cartões oferta da Fnac (que eram excelentes para resolver o problema dos presentes para adolescentes).

 

Numa era em que a concorrência é feroz, numa altura em que o vosso modelo de negócio está, necessariamente, em transformação (os livros, os CDs e os DVDs já eram, não é?), esta estratégia de alienação de clientes não me parece a mais indicada.

 

Já tivemos, há uns anos, uma Fnac que faliu, em Portugal. Se vocês persistirem neste tipo de comportamento e processos, apenas se limitarão a criar uma tradição: empresa que se chame Fnac, em Portugal, não singra.

 

 

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