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Jonasnuts

Quando a esmola é grande.....

....o pobre desconfia. Ou devia.

 

T™Artisan® Series 5 Quart Tilt-Head Stand Mixer.jpg

Já não vai a tempo da black friday, nem da cyber monday, mas vai a tempo das compras de Natal.

 

Se virem online promoções daquelas muito boas, muito boas, muito boas, mas mesmo muito boas....... não comprem a correr, dando, de caminho, todos os vossos dados pessoais, incluindo cartões de crédito, mesmo que descartáveis.

 

Esperem só um bocadinho e façam algo simples como usar este site.

 

Scam check for kaxrte.com.jpg

 

 

E depois de usarem o site, usem o vosso senso comum. 

 

Boas compras e não sejam engrupidos. 

 

Não tem de quê.

Recomendações culinárias, procuram-se

tartelete.jpeg.jpg

 Está na moda, andar à procura de recomendações, a julgar pelo facebook.

 

Mas ando mesmo. Ultimamente decidi dedicar-me mais a cenas de cozinha e de cozinhados e de comida em geral. Sempre gostei da ideia, mas nunca fiz assim nada de especial. A ideia atrai-me, a prática, nem por isso.  Acho que cozinhar, no dia-a-dia, é uma valente seca, ando a ver se me entusiasmo. 

 

Muito vídeo, um regresso ao eterno Pantagruel da minha mãe, a consulta de um livro todo modernaço, que custa uma obscenidade mesmo na versão reduzida e mais barata

 

Ora..... estas coisas implicam equipamento. Vários equipamentos. Desde as formas para as tarteletes até aos baking beans, às facas que cortem decentemente..... há um mundo de material que vai sendo necessário. 

 

E é aqui que procuro recomendações.

 

Onde é que se compra material de jeito, sem sermos extorquidos até à medula? Um sítio assim onde haja escolha e diversidade e preços acessíveis. 

 

Não me falem do César Castro, que é aqui pertinho e onde vou amiúde, para sair de lá de mãos vazias porque, ou não têm exactamente o que eu quero, ou têm mas eu gosto muito dos meus dois rins.

 

A última foi um sifão..... só têm uma marca, uma capacidade e nada está explicado, o gás que vendem é só um e daquele que não quero. E custava uma barbaridade. Faz-se uma pesquisa na Amazon e aparecem 33 versões mais baratas, inclusive da mesma marca. Pode ser que sirva para desenrascar pontualmente, mas para principal recurso preciso de algo, como a outra.

 

Há algum sítio onde vão as pessoas que gostam de cozinhar e que não são profissionais da coisa? Ou um sítio onde vão os profissionais mas onde falem linguagem de pessoas normais?

 

Onde é que vocês compram as cenas de cozinha? 

 

(Um dia destes, um post semelhante, mas para ingredientes marados :)

Na vanguarda do atraso

A Comissão das Liberdades Cívicas rejeita a proposta do Governo Português que recomendava a censura de conteúdos na Internet.

 

Obviamente. Qualquer pessoa com dois dedos de testa perceberia que esta proposta era indefensável. 

 

Portugal tem andado, ultimamente, na vanguarda do atraso, no que a direitos digitais diz respeito. 

 

O que é estranho, porque, publicamente, temos um Governo que parece acarinhar esta indústria.

 

Olhe-se para a Websummit e para o dinheiro que se investiu (reparem, não digo "gastou" digo "investiu"), mais as operações públicas de charme com a presença de vários elementos do governo e, até, do Primeiro-Ministro.

 

Olhe-se também para o aproveitamento que tem sido feito do Brexit, e da piscadela de olho que Portugal tem feito a muitas tecnológicas que estão à procura de alternativas. 

 

Reparem, acho isto muito bem. O problema é que não podem querer sol na eira e chuva no nabal. 

 

Não podem querer atrair esta malta e depois aprovar (ou recomendar) leis que são contrárias à indústria. 

Não podem querer ser uma coisa em público e outra em privado.

 

O que me leva à questão......... quem é que aconselha o Governo nesta matéria? 

Porque é que o Ministro da Cultura, quem é quem leva estes temas do direito de autor, está tão inflexível numa posição tão obsoleta? Quem é que o senhor Ministro anda a ouvir?

 

E porque é que isto é tudo feito sem um debate público? Este é o tipo de matéria que não se resolve com conversetas de damage control feitas por sms.

 

Não havendo responsáveis por aconselhar o Governo em matéria de estratégia digital, não haverá ninguém responsável por aconselhar o Governo em matéria estratégia política?

 

É que estes são temas em que o activismo é muito e de rápida propagação. Estes são temas que custam votos.

 

O direito de autor não é sexy e há sempre a alternativa do choradinho do "coitadinhos dos artistas", mas a censura é, lamentavelmente, muito sexy. A falta de respeito pelas liberdades civis, é muito sexy.

 

E meia dúzia de activistas com poder de influência são facilmente instrumentalizados e amplificados por uma oposição interessada em roubar votos.

 

Just sayin'

 

Correr

Na senda do trabalhinho que tenho feito para me transformar numa pessoa mais saudável faltava a parte do exercício físico.


Inspirada pela minha irmã, decidi experimentar correr. Não é a primeira vez que experimento, mas é a primeira vez desde que parei de fumar, o que deve facilitar um bocadinho.

 

Inscrevi-me na São Silvestre de Lisboa. Portanto...... em 2 meses (um bocadinho menos) tenho de passar de 0km para 10km.

 

Porquê correr?

É uma coisa que depende de mim. Não tenho de me inscrever em ginásios, nem juntar-me a grupos, nem dar contas a terceiros, nem nada. Sou só eu. Se me apetece vou, se não me apetece não vou. Se quero ir mais devagar vou mais devagar, se quero ir mais depressa vou mais depressa. Não tenho de falar com pessoas. Vou a ouvir a minha musiquinha.

 

É barato (julgava eu). A sério......de que é que preciso? umas calças de fato de treino, uma t-shirt, uns ténis e está a andar, certo? Errado. Porque as calças têm de ser num tecido de jeito, e a t-shirt não pode ser de algodão, e preciso de algo para o pescoço e de algo para o cabelo, e preciso duma app e dum plano de treinos, e duma cena que meça o ritmo cardíaco e dum relógio que faça análises a tudo e a um par de botas em tempo real e os ténis....... os ténis são toda uma novela à parte. 

 

Porque têm de ser, obviamente, apropriados para uma pessoa pesada. Preciso de cushioning (sim que já andei a pesquisar), mas não só, preciso de suporte lateral, e preciso de saber se corro com os pés para dentro, se corro com os pés para fora, ou se corro de forma neutra, porque para cada tipo de corrida há ténis diferentes. O problema dos ténis resolveu-se sozinho...... ou melhor, com a ajuda da minha irmã que me ofereceu uns dela, que são praticamente novos e mesmo bons uns Nike Varoma (ou isso é a cena da bimby?) são uns nike qualquer coisa xpto.

 

Tenho um plano de treinos duma app (à borla) que me garante que no dia 30 de Dezembro eu vou correr 10Km em pouco mais do que uma hora (a desgraçada da minha irmã olhou para o tempo e suspirou - que grande seca que eu vou levar), tenho outra app (à borla) que me grava as distâncias e os percursos e os paces e a velocidade e as subidas e o raio que a parta e que quer sempre partilhar aquilo com o mundo. 

 

Essa é outra....... por que raio é que as pessoas partilham nas redes sociais as corridas que fazem? Ou as caminhadas? Não percebo. O que é que me interessa que fulano fez o percurso entre A e B, uma distância de x km, em y tempo, e mais uns pós? Não percebo (não percebo a sério......se quiserem explicar-me, agradeço :)

 

A pulsação cardíaca no final de cada treino é medida à boa maneira de pessoa com dedos e relógio. Dedos no pulso, durante 10 segundos, multiplica por 6. 

 

Onde correr é mais complicado, porque,  no Inverno, escurece cedo e eu não quero levar uma traulitada para me roubarem o telemóvel. Tenho andado pelo paredão de Oeiras, onde há muita gente a fazer de tudo, pelo que quase nunca estou sozinha.

 

Encontro muita informação online, mas pouco adaptada a quem está a começar e não percebe nada do assunto. Ou então, é acessível mas cheira demasiado a publicidade pelo que a credibilidade deixa muito a desejar. Mas se calhar sou eu que sou muito exigente ou não encontrei ainda o blog certo.

 

E, por último, alguém me explique porquê running e não corrida? Para onde me vire, querem vender-me cenas de running, mas ninguém corre :)

 

Bloqueia-mos*

A facilidade com que se aprovam leis para que sites sejam bloqueados sem acesso aos tribunais é extraordinária.
 
O poder judicial não se manifestar acerca desta tendência é, em si próprio, muito esclarecedor acerca da capacidade de acção deste poder judicial, muito envelhecido, muito alheado da realidade, muito fechado na sua bolha. A imagem que habitualmente associamos à justiça, duma mulher vendada, todos os dias faz mais sentido, embora pelos motivos errados. A justiça quer-se cega, mas não se quer burra.
 
Junte-se a isso a quase nula vontade (ou competência, ou ambos) do quarto poder em funcionar como fiscalizador.
 
Estamos então à mercê do executivo e do legislador, portanto, estamos à mercê do junta-se a fome à vontade de comer.
 
Estamos lixados. Com F de cama.

 
 
 
 
* Eu sei como é que se escreve bloqueamos e bloqueámos. O hífen está errado, mas é de propósito.

Ir de moto

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Estou quase a fazer 6 meses de moto, a conduzir uma média de 1000km/mês, distribuídos pelos dias úteis (é raro andar ao fim-de-semana).

 

Estou a adorar e estou farta de aprender coisas.

 

Por exemplo...... as mulheres são mais espaçosas. As mulheres e os velhos. 

Isto é, numa bicha de carros parados, se há um carro a impedir a passagem da moto, quem vai ao volante em 95% dos casos é uma mulher, ou um velho.

 

Além de mais espaçosas, são cegas e surdas.

Uma pessoa pode estar ali mesmo ao lado, que as senhoras (e os velhos) nem dão por nós, não se afastam, não facilitam, não dão passagem, não porra nenhuma, porque as motos não existem.

 

Se por acaso é um gajo que está a impedir a passagem, quando se apercebe tenta facilitar. Ou é velho, e então não.

 

Os gajos também não são flores que se cheirem, descansem. Os gajos são os que ultrapassam em curvas. 

Os gajos são também os que gostam de tentar aproveitar o cone de aspiração da minha 125.

É uma coisa que me irrita, quando estou ao volante do meu carro, que andem colados à minha traseira. Com o carro é fácil de resolver, cheirinho de travão e está feito. Com moto, o cheirinho de travão fica mais difícil, porque o pára-choques sou eu. Ainda estou a tentar perceber como é que se resolve.

 

Gosto de andar atrás de motos mais potentes, dou-lhes sempre passagem, porque com a barulheira que fazem, são os Moisés do trânsito...... dão umas aceleradelas e é ver os carros a afastar-se, qual Mar Vermelho de sucata. Eu, com a minha 125 não consigo fazer barulho. Tem de haver uma buzina constituída por uma coluna à frente da moto que, quando accionada, solta o rugido duma 1100. Se não há, start-up aí vou eu.

 

O botão da buzina também está num sítio merdoso, pelo menos para uma principiante. Eu buzino. De carro. De mota faço piscas. Tenho de arranjar uma solução, mas só quando a buzina for de jeito, que para o piiiiii pífio que faz, mais vale estar quieta.

 

Conduzir uma moto devia ser uma prova obrigatória para se ter carta de condução de carro. Para os senhores dos carros perceberem.

 

Se soubesse o que sei hoje, não tinha comprado um capacete compacto. Tinha comprado um daqueles em que o maxilar inferior sobe. 

 

Ainda estou a tentar perceber como é que se demora menos de meia hora para colocar os óculos, depois do capacete posto (eu tenho cabelo comprido, e entre o cabelo comprido e a pressão que o capacete faz, a porra da haste fica sempre do lado de fora das orelhas).

 

Também ainda estou para perceber como é que faço para que os óculos (e a viseira) não embaciem, porque o método de deixar uma nesga aberta está a tornar-se complicado à medida que a temperatura baixa. Lá chegarei.

 

Agora com licença que vou à procura de calças de inverno, que já tenho blusão de inverno, mas da cintura para baixo ainda ando cheia de frio :)

 

 

Segurança Social II

Final feliz (não é desses) da minha história com a Segurança Social (auto-link).

 

Feliz mas tardio, entenda-se.

 

Para quem não quis seguir o link, a coisa explica-se em três tempos, os senhores enganaram-se e eu, como tinha tratado de tudo online (por mail), achei que a resolução da coisa também teria de passar exclusivamente pelo online e pelo telefone. Recusei-me a ir fisicamente à Segurança Social.

 

Hoje, dois meses depois dos primeiros eventos, ficou sanado o problema.

 

Não me desloquei às instalações da Segurança Social.

 

Claro, deu uma trabalheira, em mails directos, em mails usando o site, em telefonemas. Mas não me desloquei.

 

Obviamente, tive direito a situações caricatas do tipo, pedirem mais informações através duma mensagem de mail proveniente de um no-reply e sem identificarem um endereço de contacto.

 

Sim, tive de reclamar, oficialmente. Sim, tive de telefonar uma catrefada de vezes e, no telefonema, a sugestão dos operadores era sempre a mesma "vá a uma delegação da segurança social". A quantidade de gente que é canalizada do online para o ofline é extraordinária. Devia ser ao contrário.

 

Mas, seja como for, resolvi a coisa e não fui lá.

 

Espero ardentemente poder regressar à minha comunicação tradicional com a Segurança Social, a comunicação unilateral, daqui para lá, todos os meses. 

 

Porque precisar da Segurança Social sem ser para lhes pagar é muitíssimo frustrante e se eu precisasse do que me devem para pagar coisas, estaria lixada com f de cama.

 

É pouco segura, a nossa Segurança Social. 

 

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