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Caros Leitores do Jornal de Leiria

por jonasnuts, em 28.04.11

Se por acaso leram o artigo "Também Platão odiaria o Facebook e gostaram, recomendo-vos vivamente o original.

 

Pode ser lido aqui.

 

Sempre às ordens.

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O que fazer às criancinhas no Verão?

por jonasnuts, em 27.04.11

Isto é um ciclo, todos os anos por esta altura (ou um pouco mais cedo ou, mais frequentemente, mais tarde) começo a debater-me com o problema da ocupação dos tempos livres do meu filho, para o período de Verão. São 3 meses de férias, 15 dias comigo, 15 dias com o pai. Sobram 2 meses. 2 meses é muito tempo.

 

É nestas alturas que tenho pena de não ter uma terra. Já tinha pena quando eu era miúda, ver muitas colegas irem para a terra passar 3 meses de férias, e eu enfiada num apartamento, em Lisboa. Mas nesta família, não há terras, é tudo de Lisboa. Enfiá-lo em casa da avó não é uma opção. Seria para ele, que adoraria passar os dias da televisão para o computador, com almocinho e lanchinho preparadinhos pela avó. Seria bom para a minha mãe, ter lá o neto mais velho. Seria bom para mim, é um descanso e sempre sai mais barato.

 

Mas não.... sedentário já ele tem tempo para ser o resto do ano. Ando à procura. Não procuro um depósito de criancinhas daqueles que anunciam mundos e fundos, e depois não são nada de jeito, gostava duma coisa gira e divertida para ele. Cursinhos de jardinagem durante 3 manhãs não são uma opção.

 

Gostava de um workshop de culinária. Durante uma semana (ou duas), todas as manhãs (incluindo almoço e, eventualmente lanche) ia aprender a cozinhar que é uma coisa que ele adora. Não encontro nada disto. Qualquer coisa com desenho e pinturas, culinária, modelagem, música, que são as coisas de que ele gosta.

 

Alguém sabe de alguma coisa ou tem sugestões alternativas?

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Para que serve a conta de Twitter da DGCI?

por jonasnuts, em 26.04.11

Uma vez que ando mais atenta a estas coisas das finanças, pelos motivos óbvios, têm-me surgido algumas questões. Não vou perder tempo a avaliar a qualidade técnica do site da DGCI, eventualmente servirá para outro post, mas na barra lateral, com direito a destaque, tem disponíveis os contactos da conta de Twitter e do Youtube.

 

Ok, eu sou uma utilizador do Twitter, portanto, pareceu-me um canal interessante para ver esclarecidas algumas questões.

 

Coloquei as questões. Debalde (adoro a palavra debalde). Nem uma resposta.

 

Fui então olhar com olhos de ver para a conta de Twitter da DGCI.

 

 

 

 

Então, não é recente, já que existe desde 23 de Dezembro de 2009. Por que razão, a Direcção Geral de Contribuição e Impostos cria uma conta de Twitter (ou faz o tweet inaugural), na véspera de uma tolerância de ponto, seguida de feriados? Não sei. Mas não há mal nenhum. É só esquisito.

 

É uma conta com 114 tweets, o que dá uma média de pouco mais de 7 tweets por mês. Pronto, também não dá muito trabalho.

 

É uma conta que não segue absolutamente ninguém, mas que tem 3.668 followers.

 

E, perguntar-me-ão vocês, o que é que o Twitter da DGCI traz de novo a esta imensidão de followers? Respostas? Novidades em exclusivo ou, pelo menos, em primeira mão? Coisas importantes e interessantes que não se conseguem encontrar em mais sítio nenhum? Interactividade?

 

Pois, que não.

 

Prazos de entregas de impostos, notícias que remetem para comunicados no site do Ministério das Finanças, em 2009 desejou-nos um bom Natal e um 2010 repleto de êxitos, em 2010 desejou-nos uma Feliz Páscoa, e diz-nos no seu tweet inaugural que pretende "estabelecer uma relação de maior proximidade com os contribuintes.".

 

Ora, se passados estes meses todos, ainda não segue ninguém, está-se mesmo a ver que a relação de proximidade é unilateral o que, nestas coisas das redes sociais, não funciona.

 

É uma conta que não acrescenta absolutamente nada, não serve para nada, é irrelevante.

 

Tendo em conta que vivemos momentos de austeridade, pergunto-me se estará a custar algum dinheiro, manter aquela conta.

 

Estará pelo menos a gastar tempo (embora pouco, diga-se) a alguém, pelo que recomendo já uma de duas vias:

 

1 - Apagam aquela porcaria, que só serve para ocupar espaço e para fazerem um press release a dizer que estão presentes nas redes sociais.

 

2 - Começam a usar a coisa como deve ser, para estabelecer uma relação de maior proximidade com os contribuintes, esclarecendo dúvidas, dando informações, fazendo recomendações.

 

 

Eu optaria pela segunda, embora a primeira seja melhor que nada, que é o que vão fazer. Nada.

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Finanças criativas

por jonasnuts, em 26.04.11

Como seria de esperar, a cartinha que dirigi ao ministro das finanças, noutro dia, ficou sem resposta. Nem me ocorreu outro desfecho.

 

Por isso mesmo tenho questionado as finanças, em diferentes locais, mas sempre com a mesma pergunta:

 

Porque é que um pai e uma mãe que estão separados, mas que partilham a guarda do filho, não podem incluir o menor nas respectivas declarações de IRS? O sistema só permite que um dos progenitores o faça, presumindo que há lugar a pagamentos de pensões e coisas do género. Mas no modelo da guarda partilhada, não há pensões.

 

O que fazer para que ambos os progenitores possam declarar as despesas que tiveram com o menor?

 

Tenho recebido, em primeiro ligar, sempre a mesma resposta. Não há forma de um mesmo menor estar presente em 2 declarações diferentes. O sistema não permite. Esta resposta é universal. Mas depois entra o portuguesismo. O desenrasca. A vontade de ajudar a resolver um problema que até se percebe. Sinto empatia, por parte dos vários interlocutores a quem tenho exposto o problema. E há soluções criativas, a saber:

 

- Um ano declara um, no outro ano declara o outro.

 

- É só um filho? É pena. Se fossem dois filhos, cada um declarava um.

 

- Um declara tudo, e depois dá metade do reembolso ao outro.

 

 

Ainda não desisti de ver esta questão resolvida de forma justa, sem que um pai ou uma mãe tenham de sair prejudicados, privados do seu direito de declarar as despesas que têm com o seu filho, cada um na sua declaração.

 

Alguém que perceba de direito fiscal tem alguma achega?

(E, please, não me enviem achegas a dizer que o sistema é assim que funciona, que isso eu já percebi. Funciona mal. Eu quero é saber como é que se altera esta porra :)

 

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O meu mais novo

por jonasnuts, em 19.04.11

Não tenho o hábito de aqui colocar fotos ou vídeos de família. É raro. Muito raro, mas a ocasião justifica a excepção. Este é o Xavier, o meu sobrinho mais novo mais lindo do mundo. Fez 1 ano no final de Janeiro. Os intervenientes são, o Xavier, e o iPhone da minha irmã. Sacana do puto, desbloqueia o iPhone em três tempos :)

 

 

Em fundo ouvem-se os outros galifões. O meu filho, o sobrinho mais velho mais lindo do mundo, e a sobrinha mais linda do mundo :)

 

Para quem está no Facebook, o link do vídeo é este

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Pink Morrison

por jonasnuts, em 19.04.11

Vou, numa só frase, dizer duas barbaridades musicais daquelas que arrepiam os melómanos. Pink Floyd e Doors faziam parte do que se ouvia lá por casa, quando eu era miúda, pelo que, quando os meus coleguinhas de liceu descobriram e extasiaram com aquilo, já eu tinha um grande been there, done that, got the t-shirt.Ora, ouvir pink floyd aos 6 anos e ouvir aos 16 é muito diferente, mas aos 16 já eu estava noutra. Portantos...... a modos que, Pink Floyd e Doors (entre outros, mas estes são os mais carismáticos) não me arrancam suspiros de revivalismos, nem lhes conheço a obra de trás para a frente, nem idolatro o dark side of the moon (está mais ou menos ao nível dos patinhos, de que eu gostava muito com 6 anos), nem tomo partidos entre o waters e o gilmour e essas coisas. Com Doors, a mesma coisa, se bem que estes tenham tido um argumento que os pink floyd não tiveram, chamado Jim Morrison.

 

E isto tudo para dizer o quê? Que descobri, por ele, o vídeo dum concerto do Roger Waters, em 2000, duma música a que nunca achei muita piada, o Money (sim, sim, herege, herege), mas aqui tocada e cantada com um je ne sais quoi que faz com que tenha sido a banda sonora dos últimos tempos.  O cabrãozinho que canta, tem uma pinta desgraçada, aguenta-se muitíssimo bem à bronca da música, sem ter medo dela, e dá uns ares a Jim Morrison em novinho. Um must.

 

 

A pedido de várias famílias,o rapaz chama-se Doyle Bramhal II

 

E para quem vê isto via Facebook, o vídeo pode ser visto aqui.

 

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Caro Senhor Ministro das Finanças

por jonasnuts, em 19.04.11

Sei que deve ter mais que fazer, nesta altura do campeonato, nomeadamente decidir o grau do ângulo a que deveremos inclinar-nos face aos senhores do FMI, mas não posso deixar de lhe escrever, para chamar a sua atenção para um problema grave. O problema das finanças ainda estarem a viver a meio do século passado, o que faz com que muitos dos seus contribuintes não possam declarar fidedignamente os seus rendimentos e os seus gastos.

 

E isto é grave.

 

Desde este ano que todas as crianças são obrigadas a ter um número de contribuinte. E devem constar na declaração dos seus progenitores, identificadas com o respectivo número.

 

Ora, isto correria tudo muito bem, se fôssemos todos casados, e com 2.2 filhos. Mas a verdade é que não somos.

 

Numa sociedade em que se dá cada vez mais valor à presença de ambos os progenitores na vida dos filhos, são cada vez mais os casos em que, num divórcio ou separação os filhos ficam com ambos os pais. Chama-se a isto a guarda partilhada. Não estão mais tempo com um, nem mais tempo com o outro. É igual para os dois. E aquela coisa da pensão de alimentos, não existe. Cada um paga as despesas da criança, e as genéricas são divididas (escola, médicos, etc....).

 

Ora.... se apenas um dos progenitores pode declarar a progenitura...... como é que TODOS os pais e mães que têm filhos cuja guarda partilham vão declarar os menores?

 

Num ano declara um, num ano declara outro? Se têm dois filhos, um declara um, outro declara outro? E se só há uma criança?

 

Os seus colaboradores, quer ao telefone quer presencialmente na repartição de finanças não me sabem dar resposta. Mas eu gostava de saber em que século é que vive a equipa de pessoas que fez esta lei, que deixou de lado ou ignorou uma fatia crescente (e que se quer mais crescente ainda) da sociedade portuguesa.

 

 

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When Harry met Sally II

por jonasnuts, em 08.04.11

Para quem, como eu, adora o Whe Harry met Sally, e o conhece de cor e salteado, de trás para a frente, e os diálogos e tudo e tudo e tudo, este "trailer" é, simplesmente fabuloso.

 

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Mas afinal, quem é o Luís?

por jonasnuts, em 07.04.11

 

luís bernardo

 Anda na boca do mundo a gafe televisiva de ontem à noite, em que o Primeiro Ministro entra em directo, sem saber, e está a ensaiar a pose, em mangas de camisa, à frente da câmara, perguntando "ó Luís, fica melhor assim, ou assado". Acho que já toda a gente se riu com a brincadeira, mas, a verdade, é que são poucos os que sabem quem é, afinal, o Luís. O vídeo está aqui.

 

 

Será um assessor de imagem? Um designer? Um estilista?

 

Não. O Luís é o Luís Bernardo, assessor de imprensa, com quem tive o desprazer de contactar com frequência quando trabalhei no Terràvista, que funcionava em instalações do Ministério da Cultura, mais precisamente no gabinete do ministro.

 

O Luís Bernardo, aqui muito bem descrito num artigo do DN, não me ficou na memória como uma pessoa de gostos requintados, muito pelo contrário, mas pode ser que tenha mudado.

 

Podia dizer mais sobre o Luís Bernardo? Podia, dos meus tempos no Terràvista e, mais recentemente, durante a transmissão do encontro entre o Primeiro Ministro e alguns bloggers, que afinal foi um apagão devido a "falhas técnicas", mas isso fica para outro post.

 

Ando à procura duma foto para colocar aqui, mas ele esconde-se bem. Sei que tenho fotos, em casa, no meu arquivo pessoal, mas se entretanto alguém me indicar um sítio de onde possa retirar uma foto, eu publico-a.

 

Foto do Correio da Manhã (não consigo saber de quem).

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Yoga

por jonasnuts, em 06.04.11

 

 

Sempre tive curiosidade acerca do Yoga. Não me perguntem porquê, porque não sei. Mas decidi começar a praticar o Yoga e fiz uns inquéritos e recomendaram-me um sítio e lá fui eu.

 

 

Escolhi o Yoga por ser uma actividade que não me obriga a decorar coreografias (as katas, no Karaté eram a minha grande dificuldade), que não me fizesse andar de um lado para o outro aos pulos e aos saltos, e que não me fizesse transpirar muito (pobre ingénua).

 

Sugeriram-me que fizesse umas aulas, para experimentar, a ver se gostava, e se gostasse, que me inscrevesse.

 

Já fiz duas aulas, e os mitos têm vindo a ser derrubados. Há uma certa dose de coreografia, ainda por cima cheia de nomes esquisitos que aos outros participantes devem soar lindamente, mas que a mim ainda dão vontade de rir (há umas konas lá pelo meio, sim, eu sei, sou muito infantil). Não há muitos pulos nem muitos saltos, que aquilo não é aeróbica, mas há há lá uns pulinhos à maneira, e há um pino que eu fiz mal e que me deu cabo do pescoço, e, já agora, transpira-se imenso :)

 

Estou a adorar. Gosto sobretudo daquela parte em que o professor nos manda estar com uma perna para a frente, outra para o lado, em equilíbrio, mãos juntas à frente, cotovelo do lado de fora da perna, estirem bem as virilhas, façam lá aquela coisa da respiração esquisita, mantenham as costas côncavas, olhos fechados...... e uma pessoa está ali, toda torcida, a tentar manter alguma compostura, e a concentrar as energias no equilíbrio, para não cair, e no meio disto tudo, ouve-se a voz do professor a dizer "descontraiam, sintam-se relaxados".

 

Vou ter de falar com ele porque, nesta fase, das duas uma, ou me mantenho equilibrada, ou relaxo. As duas ao mesmo tempo, ainda não dá.

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