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Can I be your friend?

por jonasnuts, em 28.10.11

O online, transportado para o irl.

 

 

Via Laurinda Alves.

 

Link do vídeo, aqui.

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Sir Ken Robinson

por jonasnuts, em 28.10.11

Toda a gente conhece a primeira Ted Talk de Sir Ken Robinson.

Brilhante, claro, e a forma como ele pensa na educação (na sua definição mais abrangente) é-me particularmente cara. Não só por minha causa, mas também por causa do meu filho.

 

Hoje cheguei a outro vídeo de Sir Ken Robinson, que junta o melhor de dois mundos, o conteúdo e a voz do homem, e a animação da RSA. Recomendo vivamente. Ambas.

 

 

Via Correntes.

 

Link do vídeo, aqui.

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Caiu-me a ficha hoje, durante o dia, e tive uma epifania.

 

Uma das coisas mais importantes que devo ensinar ao meu filho, para além dos valores de pessoa de bem, é saber pensar pela sua própria cabeça.

 

Numa sociedade com excesso de informação (como a nossa), é imprescindível que se saiba olhar para o que nos apresentam como sendo factos, e questioná-los. As fontes de informação do passado, bem como a ética que as costumava reger, têm vindo a deteriorar-se, seja por falta de capacidade, seja por ignorância, seja de propósito. Se não sabemos pensar pela nossa própria cabeça, somos apenas e só mais um número, a contar para as estatísticas que os que mandam vão usando como argumentos disto e daquilo.

 

Veio isto tudo a propósito duma "notícia", do SOL, de hoje, que diz "O número de pedidos de informações sobre utilizadores dos serviços da Google, apresentados pelo Governo português, aumentou de 92 para 161 pedidos no início de 2011".

 

Estranhei, claro. Por que raio andaria o Governo a pedir identificação fosse de quem fosse, ao Google?

 

Fui à cata da origem da coisa, e, presumo que a "notícia" se baseie num relatório do Google, que pode ser encontrado aqui.

 

Ora, o Google não tem obrigação de saber como é que as coisas funcionam em Portugal, daí que, se refere pedidos do Governo, erra, mas desculpa-se, sobretudo porque mais abaixo, no relatório, diz "The statistics here reflect the number of law enforcement agency requests for information we receive at Google and YouTube". Portanto, law enforcement agency requests.

 

Aos senhores do Sol, recomendo vivamente uma breve revisão da matéria do 7º ano do 3º ciclo (matéria que revisitei há pouco tempo), e que reaprendam que em Portugal, há 3 ramos de poder, completamente separados e independentes. O Legislativo (o parlamento), o Executivo (o governo) e o Judicial (os tribunais). Quem pede ou deixa de pedir identificação ou informações sobre os utilizadores são as "law enforcemente agencies" portanto, os Tribunais. Não o Governo. E este é um erro de ignorância gritante, ou, mais grave, de tentativa de manipulação da opinião pública.

 

Em tempos, alguém inspirado (e doutra época), chamou à imprensa o 4º poder (para além dos 3 acima descritos, percebem?). Até pode ter sido verdade, em tempos, mas nos dias que correm, este 4º poder enfraquece, a olhos vistos, fruto da incompetência e da ignorância e da falha em fazer chegar a quem está do lado de cá informação fidedigna.

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Estudos

por jonasnuts, em 25.10.11

Eu sou uma céptica dos estudos. Pronto, fica feito o disclaimer.

 

E porquê? Perguntarão vocês (ou não, mas eu respondo na mesma). Pela mesma razão que sou uma céptica em relação aos artigos da Deco Proteste sobre equipamentos e serviços.

 

Os estudos que vejo, sobre áreas que domino, em vez de servirem para as pessoas aprenderem algo, servem para desinformar. São aldrabices, chutadas para a comunicação social, que esta mastiga, engole e a seguir veicula (achavam que eu ia continuar com a metáfora digestiva? :), sem saber o que está a dizer ou fazer, sem qualquer sentido crítico.

 

Normalmente são manipulados, carecem de sentido crítico, e têm SEMPRE de ter um título que caia bem, e que "venda".

 

Isto tudo a propósito duma notícia, do Económico; "Portugueses estão cinco horas por dia ligados e quase todos integram redes sociais".

 

Queridos senhores da Nova Expressão (empresa que encomendou o tal do teste), e caros senhores da Ideiateca (empresa de consultoria que realizou a mesma), e senhores do Económico (que publicou a notícia) qualquer estudo sobre a utilização da internet em Portugal (e no mundo, já agora), que refira hábitos de consumo de conteúdos e serviços, sem referir a pornografia, é uma falácia.

 

O vosso estudo, não a refere.

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Se o que têm para dar são amendoins.....

por jonasnuts, em 23.10.11

.....não admira que só atraiam macacos.

 

Isto é uma metáfora. Se continuam a dar o vosso voto a gajos que "roubam mas fazem", a gajos que mentem com quantos dentes têm na boca (comprovadamente, antes, durante e depois das eleições), e que têm uma moralidade duvidosa (e às vezes, uma ilegalidade comprovada), depois não se queixem de que é imoral.

 

Se quando fazem obras em casa respondem "sem factura" à perguntinha da praxe, e se tentam passar uns recibos a mais na declaração de impostos..... não têm muita moral para refilarem.

 

Se, tendo posses para prescindir do dito cujo, recebem religiosamente o abono de família, que vai direitinho para o pé de meia do rebento, não podem atirar a primeira pedra.

 

Os portugueses são muito bons a esmiuçar a moral alheia, mas pouco dados à auto-esmiuçagem e à consistência entre as palavras e os acto.

 

Irrita-me que se insurjam contra actos que, no seu dia-a-dia, são triviais.

 

Irrita-me que ande por aí meia blogosfera a declarar vitória, porque o outro senhor desistiu do apoio, quando, na realidade..... não quer dizer nada. Desistiu porque foi apanhado.

 

Quantos há por apanhar?

 

Não me interessa se são esquerda, de direita, do centro ou mais ou menos. A mediocridade não é exclusiva de nenhuma das forças partidárias (e dos independentes, juntem lá os indepedentes, que não sei muito bem porque é que têm aura de ser melhores que os outros).

 

Se votam em medíocres, porque é que esperam excelência?

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Os filmes que eu não vi

por jonasnuts, em 20.10.11

Deve ser da idade, ou da experiência. Há filmes que eu não vejo. Nem de ficção, quanto mais os reais.

 

A sério, devo ter mais de uma dúzia de DVDs (do tempo em que ei ainda comprava DVDs) à espera de serem vistos. A ficção é sempre uma escolha, a realidade, na maioria das vezes, nem por isso.

 

Não vejo um vídeo online, se sei que me vai deixar na merda.

 

Não vejo os vídeos dos linchamentos.

Não vejo os vídeos de pessoas a serem mortas (por piores que elas possam ser).

Não vejo os vídeos do animal a ser atropleado/maltratado.

Não vejo os vídeas das miúdas a pregarem uma carga de porrada noutra.

 

Da última vez que uma merda dessas me entrou pelos olhos adentro, foi nos tumultos de Londres. Nada de violência extraordinária, mas extraordinariamente violento. Um jovem, provavelmente a tentar recuperar duma porrada, é ajudado por alguns, enquanto outros, aproveitando-se do momento, lhe abrem a mochila que levava às costas e o roubam. Não sabia ao que ia. Vi. Já passou muito tempo (o tempo, nos dias de hoje, passa mais depressa). Mas ainda não me consegui desfazer do sentimento de raiva. E ter raiva não é bom.

 

Não vejo vídeos. Não vivo num mundo cor de rosa, e sei que há pessoas más. Muitas.

 

Mas não vejo. Não preciso.

 

Por isso, não vejo.

 

E não vi, nem vou ver, o vídeo  criança chinesa atropelada, e atropelada, e atropelada.

 

Para quê? Para que quereria eu ver o horror? Porque hei-de eu querer ficar com uma ferida que não desaparece, que deixa marca.

 

Thank you, but no, thank you.

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Keep calm

por jonasnuts, em 20.10.11

 

(Isto não é um original meu. Foi visto (e nem sequer foi por mim) na manifestação de Sábado passado. Achei que tinha a minha cara. Desculpa mãe, de novo, bem sei que esta não foi a educação que me deste, nem o tipo de linguagem a que me habituaste, mas as companhias estragaram tudo :)

 

Nos dias que correm (e nos outros todos em geral), a verdade é que é algo que detesto que me digam.

 

Artwork by Poingg (paga em géneros).

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Os bicos dos pés

por jonasnuts, em 20.10.11

Há algumas palavras que quero evitar, aqui no Blog, para que não venham cá parar pessoas ao engano, e com vontade de me chatearem. Já tive a minha dose, muito agradecida.

 

Não me refiro a palavrões, vejam lá como isto está tudo trocado. Não me importo de usar umas caralhadas (ai, mãe, desculpa, bem sei que não foi esta a educação que me deste), mas não quero escrever o nome de certas e determinadas empresas. O que, neste caso, é mau, porque vai ser difícil.

 

Quando, no final do ano passado aconteceu o final daquela minha novela, que culminou numa apoteótica última semana do ano, 90% do tempo em que não estive a dormir foi ocupado com o tema, online.

 

Uma das coisas de que me apercebi (quer na altura quer mais tarde), foi a enorme quantidade de consultores em marketing digital que, de repente, saídos do nada, despontavam, quais cogumelos numa sombra húmida.

 

A grande maioria regressou aos buracos de onde tinham saído, assim que a coisa esmoreceu, não sem que, alguns, não tenham, pelo caminho, usado de tácticas pouco éticas, mas isso fica para um dia, MUITO mais tarde, daqui a uns anos, quando eu já for uma pessoa crescida, e já tiver distanciamento suficiente.

 

Um dos procedimentos de alguns destes marmelos passava por irem para o twitter, spammar a hashtag usada, com diferentes tweets que encaminhavam SEMPRE para o mesmo post. É o chamado SEO rafeiro.Tem impacto a curto prazo, é contraproducente a médio e longo prazo.

 

Se temos de auto-promover adnauseum os conteúdos que produzimos, alguma coisa está mal. Se não forem suficientemente bons e/ou relevantes para que sobressaiam pelo seu mérito e têm de usar subterfúgios para captar audiência, é porque algo está mal. E não é com a audiência, é com o conteúdo.

 

Agora, com a história da edp, muito mais distante da coisa (mas atenta), vejo exactamente os mesmo procedimentos.

 

E, por causa disso e por causa do caso edp, pergunto, quem é que valida a qualidade dos social media consultants? Ou dos especialistas em marketing digital?

 

É que eu vejo tanta incompetência, tanta burrice, tanto desacerto, e tanta ignorância persistente que os senhores que no final do ano passado se andaram a pôr em bicos dos pés, se calhar, fariam melhor, se, em vez de bicos dos pés, pensassem noutro tipo de bicos.

 

Se calhar....chegavam "lá" mais rapidamente.

 

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Este não é um post irónico, e este Take 2 não denuncia o início duma novela (que de novelas eu já fiquei servida por uns anos valentes).

 

Obrigada.

 

Obrigada por estarem atentos. Obrigada por me terem contactado por mail. Obrigada pelo telefonema de há poucos minutos.

 

Obrigada pelo esforço de me esclarecerem pessoalmente, por perceberem o meu problema, e por tentarem resolvê-lo.

 

Obrigada por partilharem comigo, pessoalmente, a ideia de que os clientes são ouvidos, e de que sabem que têm um problema.

 

E obrigada por me dizerem que estão a trabalhar para que as coisas melhorem. Obrigada ainda por me explicarem que prevêem para breve (provavelmente ainda este ano), uma série de coisas que contribuirão para que a minha experiência, enquanto utilizadora do Continente Online, seja substancialmente melhor.

 

E, por último mas não menos importante, obrigada por terem feito tudo isto sem recorrerem a frases pré-definidas, e a fluxos de conversa que não são compatíveis com diálogos entre pessoas reais.

 

Pela descrição parece que foi uma conversa telefónica que durou meia hora, mas não. Em 10 minutos (no máximo), tudo isto me foi dito, de forma educada e eficiente, pelo Fernando S, a quem pedi autorização para publicar um post a explicar tudo isto.

 

É tão simples, fazer bom apoio a cliente e boas acções de relações públicas. Mesmo que seja cliente a cliente.

 

Obrigada.

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Shakeralho™

por jonasnuts, em 12.10.11

Noutro dia fiz aqui um post sobre um técnica revolucionariamente simples para descascar alhos.

 

No twitter, palavra puxa palavra, opinião puxa opinião, experiência puxa experiência e chegou-se à conclusão de que o método não só funciona como pode ser melhorado.

 

 

A @pintolaranja falou num shaker e o @pedroaniceto grafou de imediato a expressão Shakeralho™

 

É simples. Se querem descascar alhos em barda (porreiro, para quando compramos molhadas de alhos num mercado e queremos descascar e congelar), comprem um shaker, e já está. É só meter os alhos lá para dentro, abanar como se não houvesse amanhã, e voltar a abrir retirando os alhos, descascadinhos.

 

Eu recomendo um Shakeralho™ em inox, pelos motivos olfactivos óbvios :)

 

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