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Traçar o limite

por jonasnuts, em 31.08.17

Eu sou muito a favor da alimentação equilibrada e diversa.

 

Tenho andado a ler umas coisas que identificam as vantagens dos alimentos biológicos e da diversidade e dos super alimentos, e eu sou tendencialmente favorável a todas essas coisas, mas é preciso saber não cair nos extremos. É preciso não se ser fundamentalista. Lá está, é preciso equilíbrio.

 

Saber onde está o nosso limite é importante.

 

Descobri ontem o meu limite. 

 

Há coisas para as quais não estou disponível, e nem sequer é por causa do preço, que de baratte tem pouco.

 

iPhone - Photo 2017-08-30 12_21_42.jpeg

 Pá....... manteiga de barata?

 

E como é que fazem? Esmagam as baratas e o suco é o leite? Ou fazem das baratas vacas e mungem as desgraçadas?

 

Nope..... manteiga de barata está para além dos meus limites.

 

P.S.: O post é irónico, caraças. Não me venham explicar o que é beurre de baratte, que eu sei. Mas obrigada.

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O carimbo

por jonasnuts, em 29.08.17

Adoro a Internet por muitas razões.

 

O post anterior é apenas um exemplo da utilidade da Internet. Há muitas outros, claro, ser uma excelente forma de prescindirmos de burocracias está no meu top 10.

 

Hoje em dia, as ferramentas que a Internet põe ao nosso dispor permitem-nos (e às empresas) facilitar em muito o estabelecimento de relações, mesmo que comerciais.

 

E isto vem tudo a propósito da maravilha que é, hoje em dia, fazer um seguro automóvel. Ou de mota, no caso. Como a moto é para uso maioritariamente profissional, está em nome da empresa (da minha, entenda-se) e consequentemente, o mesmo se aplica ao seguro.

Comprei uma moto (em 2ª mão), fiz o seguro online, com uma mera confirmação de dados pelo telefone. Provavelmente ajudou já ser cliente da seguradora.

Zero dificuldades. Fiquei com seguro (que inclui danos próprios) e respectiva documentação em 15 minutos. Espectacular.

Por motivos que não interessam aqui para nada, precisei de activar os danos próprios do meu seguro. Achava eu que, à semelhança do que se tinha passado no momento em que fiz o seguro, tudo podia ser feito por telefone e por mail e de forma expedita e célere.

 

Estava enganada.

 

A companhia de seguros em causa (é a Direct), quando precisa de comunicar com os clientes DEPOIS de um acidente, esquece-se de que o mail existe. Não pode usar o mail. Tem de ser o correio tradicional.

 

E usam o correio tradicional para tudo, até para informarem que a declaração amigável que foi preenchida, digitalizada e ENVIADA POR MAIL, precisa de um carimbo da empresa.

 

Sim. É verdade. A Direct, para dar início ao processo, precisa que a declaração amigável seja carimbada. Não percebo porquê, porque qualquer imbecil chega à loja da esquina e manda fazer um carimbo a dizer aquilo que muito bem lhe apetecer. Não compreendo porque é que é preciso um carimbo. 

 

Mas, não satisfeita com a imbecilidade de precisar de um carimbo para dar início ao processo, faz chegar a informação de que precisa de um carimbo, por correio tradicional.

 

Tive de mandar fazer um carimbo, carimbar a declaração amigável, digitalizar, enviar por mail e a seguir telefonar para confirmar que tinham recebido a coisa e que já podiam desbloquear o processo.

 

Estive mais de 1 mês sem mota, porque o senhores queriam o papel, e não lhes bastava o papel, também queriam o carimbo.

 

Numa próxima oportunidade leva com um carimbo feito em batata que se lixam (não me ocorreu, senão tinha sido já desta).

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40 anos

por jonasnuts, em 29.08.17

5270356.jpg (600×600).jpg

 

E assim se esgota a única razão que me poderia fazer querer conceder :)

 

Free.

 

(E a minha memória é do caraças).

 

 

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