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Banda larga - Todos por um pelo

por jonasnuts, em 30.09.07
Embora me irrite um bocadinho esta moda de que todas as campanhas de publicidade têm de ter humor, esta campanha, Argentina, é engraçada, e está bem feita. Comecem pelo primeiro vídeo, e vão até ao último.


Link do vídeo 1


Link do vídeo 2


Link do vídeo 3


Link do vídeo 4


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Trolls - Ontem, hoje, amanhã

por jonasnuts, em 29.09.07
Sim, gosto do universo fantástico, sou uma apreciadora do Senhor dos Anéis, das Brumas de Avalon, ficção científica marcha toda, desde muito cedo.

Não é, no entanto, daí, que vem esta minha escolha de tema para post. Quando me proponho falar de trolls, não refiro aos do universo do fantástico e das mitologias nórdicas. Refiro-me aos trolls da Blogosfera (eu já disse que detesto esta palavra?).

E o que são os trolls da Blogosfera?

São os parasitas dos Blogs, as carraças dos posts, os sanguessugas dos comentários. São aqueles caramelos (e caramelas, que nesse caso se deverão chamar trollas) que infestam a caixa de comentários de blogs alheios, onde deixam comentários descontextualizados e, mais grave, muitas vezes incendiários. É com frequência que conciliam as duas características.

Não me interpretem mal, quem de nós não deixou já um comentário descontextualizado? Ou um comentário incendiário? Ou ambos os dois? Eu já o fiz. Mas não o faço sistematicamente e quando acontece fazê-lo, pontualmente, é habitual pedir desculpas (quando são merecidas).

A questão aqui é a sistematização. Olhando atentamente encontramos vários desses trolls espalhados por aí. O seu crescente impacto (leia-se, comichão) levou-me a reflectir sobre as motivações deste tipo de pessoa (?). Porque é que têm este tipo de comportamento? Porque é que insistem em ir a sítios onde não são, obviamente, bem-vindos? E, importante, como acabar com a praga? (isto se se desejar acabar com ela, porque às vezes é interessante, por oposição, ver as palhaçadas que escrevem, cobrindo-se de ridículo, em vez de se cobrirem de glória, como seria o seu desejo).

E cheguei a uma teoria. Andei a visitar blogs de trolls. Não são muitos, a verdade é essa, mas são alguns. E o que encontrei permitiu-me identificar algumas características comuns.
- Normalmente têm um blog de merda, sobre tema nenhum.
- Escrevem com imenso erros de ortografia.
- Apontam os erros de ortografia dos outros.
- Escrevem com muitos links (de preferência para o Abrupto e para outros Blogs sonantes)
- Têm opinião sobre tudo (mesmo que não percebam de nada).
- Têm um ritmo de publicação de posts muito dinâmico.
- Escolhem uma "vítima" (normalmente alguém com sucesso, e com muitos visitantes), e não descolam dessa "vítima".

Ora, reunindo as características anteriores já se tem uma boa matéria prima para se ser um troll, mas ainda não há trollice a sério.

O verdadeiro troll tem de ser persistente, tem de provocar a tal comichão.

E porque é que eles fazem isto? Porque, como se sabe, o que interessa, num Blog, é o número de visitas, e não a razão que as leva ao Blog. "Venham a mim, não me interessa porquê, desde que venham. Não me interessa que leiam o que eu escrevo, eu quero é poder dizer que "fulano" veio ao meu Blog deixar um comentário, ou que falou de mim no seu Blog. Ok, arrasou-me, é um facto, mas falou de mim, e eu sou daquele que acha que qualquer publicidade é boa publicidade" (quem foi a besta que inventou esta?).

Portanto, pode-se também constatar que, das duas uma, ou têm uma auto-estima uns furos acima da média ou têm um ego muito maior que o talento ou, novamente, ambas as duas. Estão portanto, inchados......de ar, de vazio. Conteúdo? Ideias próprias? Népia.

E tudo isto leva-me à última questão. O que fazer para nos livrarmos desta pequena, mas incómoda espécie? A verdade é que não sei, porque não tenho nenhum troll, nem nunca tive, mas tenho as minhas teorias.

Temos a opção de moderar comentários. Só passa o que nós queremos. Conheço quem faça isso, e não se dá mal. Mas dá uma trabalheira.

Temos a opção de ignorar o troll. Faça ele o que fizer, nós não respondemos. De preferência, nem sequer lemos. Se toda a gente seguir esta estratégia, é um sucesso. O problema é que a área de comentários do nosso Blog não é só nossa. Há por ali uma imensa multidão (bom, nuns casos mais imensa que noutros), e é muito difícil combinar uma estratégia com pessoas que não sabemos quem são.

Temos a opção de lhe responder, no nosso próprio território, passando-lhe atestados de incompetência, e humilhando-o publicamente (às vezes basta dar-lhes corda que eles fazem o resto). Esta estratégia, quanto a mim é perdedora. Porque, e aqui está mais uma característica dos trolls; é que são burros. Não percebem que são os bobos da corte. Celebram uma vitória gloriosa, quando na verdade, as gargalhadas do público são gritantemente trocistas.

Agora me lembro. Já tive um troll de facto. Não neste Blog, mas noutro. Resolvi o caso em 3 tempos (mesmo). Telefonei-lhe. Foi remédio santo.

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O design do Abrupto

por jonasnuts, em 28.09.07
Interessante o desafio do Pedro, a si próprio e aos seus leitores, no Posto de Escuta.

Se pudessem mudar o design/organização/template do Abrupto, quais as sugestões?

Passem por lá e deixem o vosso contributo (atenção, apenas são aceites sugestões de design, não de conteúdos :)

O autor do Abrupto tem acompanhado (à distância, obviamente) a caixa de comentários, como se pode ver neste post (e acho que este é o único link para o Abrupto que existe neste Blog, o que o torna numa raridade da Blogosfera portuguesa).

Pela parte que me toca, a minha recomendação passaria por mudar de servidor, obviamente para o SAPO por razões "interesseiras" mas também interessantes. E precisa de organização. Quer da barra lateral quer da coluna dos posts (a divisão entre os posts merecia ser um pouco maior).

Mas passem no Posto de Escuta e participem.

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The Police - o vídeo possível

por jonasnuts, em 27.09.07
Deu isto, que as câmaras que nós levámos não deram para grandes folestrias.


Para quem estiver no leitor de feed, o link é este.

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Depois?

por jonasnuts, em 27.09.07
Mas depois, quando?

Se queres uma pausa, compra um Kit-Kat, pá.

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É melhor que nada

por jonasnuts, em 27.09.07
O título deste post é uma frase em que tenho tropeçado com mais frequência do que a desejável, desde que entrei no mercado de trabalho, há quase 20 anos.

Nas várias áreas em que tenho trabalhado (produção de eventos, publicidade, internet), é invariável o argumento "é melhor isso do que nada", quando surge uma dificuldade, ou quando aparece um obstáculo aparentemente intransponível.

Foi, desde sempre, uma frase que me fez confusão. Pode, em casos pontuais, fazer algum sentido, mas é na excepção, e não na regra. Contentamo-nos demasiadas vezes com o "é melhor que nada" e de tão habituados, já nem questionamos.

Mas, na realidade, muitas vezes é melhor não termos nada do que disponibilizarmos um produto/serviço pobre, que não acrescenta absolutamente nada ao que a concorrência já faz há anos, que não inova e que é "pobrezinho mora longe".

Uma coisa é lançar um serviço em Beta, para potenciar feedback dos utilizadores, ou organizar um focus group à volta de um novo produto que ainda precisa de ser limado.

Mas quando lançamos, é bom que faça, pelo menos, o que a concorrência já faz, de preferência melhor ou mais rapidamente. É bom que vá de encontro às necessidades e às expectativas do target a que se dirige, é bom que sirva para mais do que encher chouriços e acrescentar ao portfollio de produtos/serviços.

Às vezes, não ter nada é substancialmente melhor do que ter um produto de merda.

E um destes dias vou debruçar-me sobre o "é o que há".

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The Police - O Rescaldo

por jonasnuts, em 27.09.07
Deixei passar um tempinho, de propósito. Para ver o feeling com que saí do concerto se mantinha, ou se mudava alguma coisa. Manteve-se.

Contextualização.
Gosto muito de The Police.
Foi, provavelmente, a banda da minha adolescência. Foi a primeira banda minha por direito próprio. Não foi uma banda que tenha herdado dos meus pais.  Lá em casa ouvia-se muita música. Os meus pais eram uns modernaços, e as bandas de que os meus colegas ouviam falar na rádio, eu já conhecia, de casa. Os incontornáveis Beatles, obviamente, mas também Doors, Pink Floyd, Camel, Kate Bush, Cat Stevens, Deep Purple e muitos, muitos mais (incluindo os francófonos de que a minha mãe tanto gostava).

Os The Police entraram lá em casa pela minha mão (e por lá ficaram, que os meus ricos LPs não conseguiram sair de lá).

Se os pudesse ter visto quando vieram cá nos anos 80, teria sido o delírio. Mas não foi, que nessa idade eu não tinha autorização para ir a concertos.

Fui agora. Sabia que não ia ser a mesma coisa. Eu estou diferente, e eles também.

Na verdade acho que eles se juntaram por motivos muito mais capitalistas do que artísticos. Estavam a precisar de dinheiro, e aproveitavam o esquema para ver se conseguiam fazer ressurgir a bolha criativa que viveram na altura, e que já rebentou há muito, muito tempo (era eu uma criança?).

Cumpriram q.b.
A verdade é que foram competentes. Mas faltou-lhes gás. Não têm a mística de outros tempos. Um teledisco (desculpem lá mas é assim que eu lhes chamo) dos The Police, transmitia mais emoção do que a que senti no concerto. Sim, bem sei, eu estava na bancada Vip que é sempre um tur-off nestas coisas, mas não senti nenhuma vibração. Meteram a chave na ignição, arrancaram e lá foram, seguindo o percurso previsto até ao final. Nunca excederam os limites da velocidade, não transgrediram, não aceleraram e, é verdade, também não reduziram. Foram assim, em jeito de "deixa lá despachar mais um", até ao fim. O facto do Sting ter dito umas palavras num português ranhoso não fizeram a diferença. Já lá vai o tempo em que isso não era moda.

A voz do Sting já não vai onde ia dantes e o único que me pareceu mais vagamente parecido com o antigamente foi o Copeland.

Voltava a ir? Sim, mas apenas porque foi a última oportunidade de ver ao vivo uma banda que fez (e faz) parte da minha vida. A não ser que eles aprendam a lição dos Rolling Stones, e façam outra última tournée, para o ano.

Não aqueceu, nem arrefeceu, e até cheirou um bocadinho a mofo.

Assim é que devia ter sido:


Link do vídeo, para quem vê isto via leitor de feeds.

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Como escrever um Blog

por jonasnuts, em 27.09.07
Já disse isto uma série de vezes, mas nunca é demais repetir. Este é um Blog de testes. Inicialmente foi criado e mantido porque me queria "obrigar" a ter a mesma experiência de utilização que a comunidade de utilizadores da plataforma. Seria palerma gerir uma plataforma que não usasse. Facilita-me a vida na percepção de coisas que podem ser corrigidas, melhoradas e implementadas. Permite-me também perceber melhor  as dúvidas colocadas pelos utilizadores, e responder-lhes mais depressa. Portanto, tendo em conta aquilo que faço na vida, era imprescindível ter um Blog.
Mas, se eu fizesse outra coisa qualquer na vida, eu não teria iniciado este Blog.

E porquê?

Porque detesto redundâncias. Principalmente porque detesto redundâncias pobres.

Eu tenho opiniões, aliás, quem me conhece, acha que eu tenho opiniões a mais, e não sou comedida na partilha dessas opiniões. Numa reunião/debate/discussão nunca perco a oportunidade de intervir, de falar, de expor os meus pontos de vista (mesmo que não tenha nada a ver com o assunto). Mas, lá está, reparem que tudo se baseava na oralidade da coisa. Falo com facilidade. E falo para 2 pessoas da mesma forma que falo para 20, ou para 200 ou para 20.000 ou para 2.000.000 (e sim, já falei para mais de 2.000.000 de pessoas). Não hesito, não fraquejo e não titubeio.

Sou portanto uma boa comunicadora, quando essa comunicação se baseia na oralidade.

Já na escrita, é diferente.
Sei reconhecer qualidade num texto. Sei quando as coisas são bem escritas. Mas não consigo fazer com que a coisa resulte naquilo que escrevo. Já disse isso antes, logo quando comecei este Blog. Escrevo limpinho, mas não escrevo bem. Se eu lesse o meu Blog, mas escrito por outra pessoa, acharia eventualmente engraçado, mas pouco mais. Não sei se voltaria com frequência.

Eu conheço provavelmente todas as palavras que o Sérgio Godinho conhece. Mas é-me impossível escrever como ele escreve. E quando oiço uma música dele penso amiúde "porra, isto é tão simples e tão óbvio, como é que eu não me lembrei disto antes?".

Não é preciso ir ao Sérgio Godinho. Quando ele começou nas experiências com Blogs (não muito convictamente), escreveu um texto, que depois apagou. Era sobre algo acerca do qual eu também tinha escrito um post. Eu tinha usado 4 parágrafos, ele usava 3 linhas. O post dele era muitíssimo melhor que o meu.

Por isso é que hoje em dia, embora seja ligeiramente diferente, continuo a obrigar-me a escrever este Blog. Talvez seja um exercício da humildade (palavra que detesto) - "não sou boa a fazer, mas que se lixe, é o que se arranja".

E tudo isto para dizer o quê?

Para dizer que se quiserem saber qual é a minha opinião sobre o Second Life, mas bem escrito, vão ver este post que ele escreveu.

Não subscreverei todos os posts do Blog dele, mas andará perto.

Já na questão da oralidade, tenho a certeza que ele concorda comigo. :)

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Corte de cabelo, virtual.

por jonasnuts, em 27.09.07




Precisa, obrigatoriamente de auscultadores, já que não tem imagem, apenas som.

Encontrei isto no Blog da Maria Porto.
Ouvi, e achei um piadão.

Fiquei cheia de vontade de cortar o cabelo :)

UPDATE: Obrigada Macaco, pelo aviso, já está corrigido.

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Paulo Bento

por jonasnuts, em 26.09.07
Estou a ouvi-lo e ocorre-me a pergunta:

Quando é que este gajo perde o sotaque do Ricardo Araújo Pereira?

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