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Dietas é para quem tem muito tempo

por jonasnuts, em 30.06.09

É verdade, isto das dietas é para quem tem tempo.

 

Tempo para comprar produtos frescos diariamente. Tempo para ir ao ginásio. Mas, sobretudo, tempo para passar metade do santo dia a beber água como se não houvesse amanhã e a outra metade a despejar a água que se consumiu. Por outro lado, para quem como eu, tem secretária longe da casa-de-banho, o exercício que se faz a caminho da mesma, não é negligenciável.

 

Mas tudo consome imenso tempo.

 

Não há dietas especiais para pessoas com pouco tempo?

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Só os brasileiros

por jonasnuts, em 29.06.09

O melhor antetítulo de notícia que já vi. (Via Twitter do António Granado).

 

 

 

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Este post não tem nada a ver com política, é mesmo sobre o centro comercial.

 

Pronto, os da política já bazaram, se é que alguma vez cá chegaram.

 

Alertada durante a semana, por uma colega de trabalho, que se faziam óptimos negócios no Freeport (não é desses, eu já disse que não é um post sobre política), decidi lá passar este fim-de-semana, que o puto cresceu, e agora que se acabou o uniforme da escola, convém que tenha umas roupas que lhe sirvam. Ele não é esquisito, eu também não (só sou esquisita no calçado).

 

Lá fomos. Dispensarei os leitores das vicissitudes da viagem, e do GPS, e da falta de sinalização e pronto. Foi uma epopeia, mas lá chegámos.

 

Não estou a exagerar quando digo que entrámos em tudo quanto era lojas que pudessem ter roupa para putos e não encontrámos absolutamente nada de jeito. Nem para eles nem para nós.

 

Eu explico. Se encontrávamos algo de que gostávamos, e foi raro, não havia no nosso tamanho. No nosso tamanho só havia coisas horripilantes. Daquelas que as lojas não conseguem, de todo em todo, vender, nem mesmo sob a pretensa justificação de que "está na moda".

 

Consegui comprar uma camisa de homem, para mim, na Desigual. E depois, umas coisitas na Zara, para ele. Mas já só por descargo de consciência e mesmo no final.

 

A única loja onde, para mim, vale a pena ir, é à Converse. Mas só porque calço um número invulgar, para mulher, o 41, e daí a probabilidade de haver o meu número. Porque são poucas as mulheres que calcem o 41.

 

Como não sou das que conseguem passar uma tarde a chafurdar em roupa à procura das coisas nos sítios errados, ou a procurar em pilhas desarrumadíssimas de roupa, nem experimento roupa, o Freeport não é para mim.

 

Não conto lá voltar.

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Os jornais e a Internet

por jonasnuts, em 27.06.09

Nos Estados Unidos os jornais em papel fecham a uma velocidade estonteante, muitos deles concentrando a sua publicação na web. Pela Europa e especialmente em Portugal (não sei se é especialmente, mas é o mercado ao qual estou mais atenta), assustam-se as hostes.

 

Os velhos do Restelo tentam encontrar nas práticas tradicionais a resposta para este "problema" que de tradicional tem muito pouco.

 

Desde perseguir os maus (o Google, os Blogs, os ISPs, o utilizador), ou sugerir taxar determinadas actividades, ou pedirem para se fechar a Internet ou, pelo menos, restringir o acesso à mesma por parte de terceiros que não os iluminados (que isto da Wikipédia dá um jeitaço quando é preciso informação), ele há para todos os gostos.

 

Levantam-se os gritos de que o média tradicionais não estão preparados para este "novo" desafio.

 

Curiosamente, discordo. Há um longo caminho pela frente, claro, mas não acho que, ao nível operacional, os média estejam mal preparados. Têm até, na generalidade, competências críveis nesta área. Os jornalistas não estão desactualizados. Bom, pelo menos a grande maioria, e como são pessoas curiosas (em princípio e se forem bons), rapidamente aprenderam a usar esta ferramenta que é a Internet.

 

O problema não são os operacionais. O problema são os senhores lá de cima. Os que mandam. Os que têm o poder para tomar as decisões, os que vendem a coisa.

 

É preciso compreender o meio para o saber vender. Achar que um comercial do papel ou do éter tem competências para saber vender o online é viajar na empadinha. Hão-de existir alguns, mas são raros os que olham para este meio e pensam a sério sobre a forma de o rentabilizar sem usar os métodos tradicionais. Por isso é que o banner continua a ser o formato mais usado. Um banner é igual a um anúncio impresso. Coitados, é o que sabem fazer. Não conseguem ir mais longe.

 

Esta crise que vivemos podia (devia) ter sido encarada como uma oportunidade, para o Online. É um meio mais barato, com capacidade de medir resultados muito acima dos outros meios (meçam lá a eficácia de um mupi, para eu me rir um bocadinho) e, apesar de ainda não estar bem segmentado, está mais bem segmentado do que todos os outros. Mesmo assim, continua em queda, a venda de publicidade online, a acompanhar as restantes quedas (salvo raras e honrosas excepções).

 

Os senhores lá de cima não percebem. Insistem em manter a informação restrita, em vez de a partilharem. Ainda não perceberam que informação restrita não interessa, não existe. Conheço uma editora que não quer partilhar a base de dados dos seus livros, porque "é conteúdo com muito valor". Não, não é. A não ser que seja partilhado. Não vos serve de nada, escondidinha e protegida na vossa gaveta. Coitadinhos, não percebem.

 

Nesta época a velocidade com que se fazem as coisas é absolutamente capital (veja-se a cena da morte do Michael Jackson), o mail, que há 2 ou 3 anos era a ferramenta de trabalho mais rápida do mundo, é hoje uma tartaruga, quase ao nível do snail mail. Há até quem proponha que os "news alerts" sejam renomeados para "news reminders", tal é a lentidão com que os média tradicionais acompanham as notícias de última hora.

 

Se persistirem neste caminho, haverá jornais a fechar. Mas não porque lhes falte a competência técnica.

 

Faltam é pernas aos senhores lá de cima.

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Silly Season

por jonasnuts, em 27.06.09

Aí em meados de Junho começa a silly season. Sabem? Aquela altura do ano em que notícias que noutra época seriam ignoradas ou divulgadas discretamente, nesta altura são sempre ampliadas e amplificadas.

 

Em tempos, uma silly season teve um impacto directo e enorme na minha vida.

 

Por isso, nunca pensei que ia gostar da silly season. Mas de há uns anos para cá que mudei de ideias.

 

No negócio do online, os números começam a cair no início de Junho, e vão descendo, só voltando a mostrar algum sinal de vida  em Setembro. Junho, Julho e, especialmente, Agosto, são os messes horribilis para este negócio.

 

As silly seasons ajudam a contrariar a tendência, o que, no caso dos Blogs, dá um jeitaço. Principalmente porque o Benfica Glorioso está muito activo, e por isso os acessos ao site da Bola, aumentam.

 

Por isso, eu meu nome pessoal, quero agradecer a todos os envolvidos no negócio PT/Média Capital, e a todos os envolvidos no "desnegócio", e a todos aqueles que escrevem em Blogs, acerca deste assunto.

 

É a novela dos entendidos e tem direito a cenas dos próximos capítulos, resumos condensados e finais alternativos.

 

Muito agradecida.

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Os vampiros

por jonasnuts, em 27.06.09

Tive o prazer de estar envolvida na organização do lançamento do novo livro de José Saramago, O Caderno. O SAPO Vídeos transmitiu em directo toda a sessão, houve um passatempo com perguntas dos utilizadores, algumas das quais respondidas pelo autor, durante a sessão.

 

Era suposto ser um evento relativamente breve, 1 hora. Disse-me quem o conhece mais de perto que nenhum evento com José Saramago é breve, e que se iria prolongar. Óptimo, pensei.

 

E a verdade é que se prolongou. Começou às 18h30, e às 21h30 ainda lá estava tudo. No final, as despedidas e o encerramento da coisa. Juntam-se pessoas, numa bicha (desculpem lá, mas para mim continuam a ser bichas), ordeiramente alinhada à frente do autor, a costumeira sessão de autógrafos.

 

Eu percebo a coisa dos autógrafos. Ou melhor, percebia, quando tinha 10 anos, até o Alexandre O'Neill me ter abruptamente retirado o gosto. Mas hoje, não percebo, confesso.

 

Uma coisa é conhecermos os autores, e, porque somos amigos, queremos uma dedicatória, ou querem eles oferecer-nos um livro com dedicatória. É diferente. Existe uma relação. Aquela dedicatória é para mim, pessoa que o autor conhece. Tenho vários livros com dedicatórias. Consigo perceber até o autógrafo por intermédia pessoa. Alguém que pede uma dedicatória para dar um livro a um amigo.....pronto.

 

Agora, o que eu não percebo, é que as pessoas se ponham em bicha atrás de um autor que esteve ali à conversa durante um bom par de horas e que, portanto, deve estar cansado, e comecem a sacar dos saquinhos de plástico onde trazem uma catrefada de livros.

 

Não julguem que estou a exagerar. Vi muita gente com mais de meia dúzia de livros na mão. Do autor, nem um ai, assinou diligentemente todos os livros que lhe deram para assinar. Brincou até com um destes abutres, "Oh homem, isso é a biblioteca inteira", mas sorriu, e assinou.

 

E eu não percebo como é que alguém  que diz gostar de um autor o obriga a estar ali a assinar livro atrás de livro atrás de livro quando, presumo, preferiria estar a fazer outra coisa. Acredito quando me dizem que os autores gostam de se relacionar com os seus leitores, mas uma coisa é relacionarem-se, outra coisa é serem sugados até ao tutano por pessoas que se importam pouco com a pessoa, e que querem é dizer aos amigos "eu já estive com o Saramago", e precisam duma prova, não vão os amigos julgar que estavam a mentir.

 

A sério......salvo raras excepções, e por uns momentos, quando olhei para aquela bicha de pessoas, vi um grupo de vampiros. Eles comem tudo...

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Alguém me explica...

por jonasnuts, em 27.06.09

Não é de agora, é de sempre que me assalta esta dúvida.

 

Porque é que nos bares, onde é suposto as pessoas irem para conversar, há sempre música de dança, aos berros, obrigando as pessoas a gritar em plenos pulmões para se fazerem ouvir?

 

A sério. Não percebo mesmo. E uma vez que há pelo menos 25 anos que me lembro de fazer esta pergunta a mim própria, e o hábito persiste, deve haver qualquer coisa que me está a escapar.

 

Não?

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Personal trainer

por jonasnuts, em 24.06.09

 

Estou toda partida e ainda só fiz 2 sessões desta coisa. O programa dura 1 mês.

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Hoje é dia de dizer obrigada

por jonasnuts, em 19.06.09

Ontem quase não trabalhei. Estive quase todo o dia a acompanhar a acção de recolha de registo de potenciais dadores de medula óssea.

 

E quando digo "acompanhar" refiro-me a acampar à porta da sala onde eram recolhidas as amostras de sangue, para ver se o tráfego estava bom ou se era preciso ir "evangelizar" mais pessoas.

 

Correu muito bem, a equipa móvel do Centro de Histocompatibilidade estava satisfeitíssima, a final do dia. A afluência foi tanta que ultrapassaram largamente o horário previsto. Eram quase 5 da tarde e ainda lá estavam. Foram recolhidas 110 amostras, houve bastantes pessoas que quiseram participar e não puderam. O objectivo diário considerado razoável é de 30 pessoas. Quase quadruplicámos esse número ontem.

 

Quero agradecer a todos, em especial aos que "arrastei" até à porta do gabinete e que, apesar do esforço visível que representava para eles, conseguiram ultrapassar as dificuldades e tornaram-se potenciais dadores. Segurei algumas mãos, aliás, em alguns casos quase consegui sentir-me como o futuro pai, que agarra a mão da mãe que está em trabalho de parto.

 

Foi giro ver, ao final do dia, enquanto dava mais umas voltas pelo 5º piso, à procura de mais participantes, assim que me aproximava das secretárias, estendiam-me os braços, mostrando o penso que assinalava a sua participação "eu já lá fui" :)

 

Obrigada a todos aqueles que me telefonaram, por causa de trabalho, e que não pude atender. Vou devolver chamadas hoje.

 

E obrigada ao SAPO e à PT por proporcionarem um ambiente de trabalho que permite, de vez em quando, fazer coisas destas.

 

Isto já parece um discurso de agradecimento de um Óscar. Que seca. Os que se "safaram" não julguem que é definitivo. A coisa correu tão bem que o Centro está a fim de marcar mais uma acção. Lá mais para depois das férias. Encontramo-nos nessa altura :)

 

Para quem tem dúvidas quer sobre a recolha quer sobre uma posterior doação há informações muito completas aqui, mas aviso já que não custa mesmo nada, e que a doação de medula (caso venha a ser necessária) não é o bicho de 7 cabeças que habitualmente se vê nas séries dos médicos. Portanto, fãs de House, E.R., Grey's Anatomy, Scrubs, Clínica Privada e demais americanadas que nos mostram processos altamente invasivos, não tem nada a ver. Embora eu suspeite que se fosse o House ou McDreamy a fazer a recolha, a adesão seria ainda maior.

 

Vou tentar agendá-los para a próxima sessão.

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Hoje é dia de dar

por jonasnuts, em 18.06.09

UPDATE - A carrinha não chegava para as encomendas. A equipa de recolha está instalada no 5º andar do Fórum Picoas. Sala 5.02. Quem for de fora da P e quiser colaborar basta que chegue a uma das portarias (a melhor é a que fica mais próxima do Saldanha) e peça para falar comigo (Mª João Nogueira/Jonas). Eu trato do resto.

 

 

Bem sei que todos os dias são dias de dar, mas hoje é especial, principalmente para quem trabalha na PT, em Picoas.

 

Lembram-se da Marta? Procurava-se desesperadamente um dador compatível. No âmbito desse esforço organizámos juntamente com o Centro de Histocompatibilidade do Sul uma recolha especial. Hoje, entre as 10h00 e as 16h00 vai estar lá em baixo, à porta do Fórum Picoas, uma carrinha de recolha de amostras de sangue, para que, quem queira, se possa inscrever como dador de medula óssea.

 

Bem sei que já foi encontrado, felizmente, um dador compatível com a Marta. O problema é que há mais Martas a precisar de ajuda, e se calhar não têm a mesma capacidade de mobilização. É preciso não abrandar o esforço.

 

Este post é para quem trabalha na PT, mas também para quem queira dar um pulo a Picoas. Não custa nada. Se imprimirem e preencherem esta folhinha informativa, não demora nada, e a coisa resume-se a uma picadela. Bora?

 

Para quem trabalha no SAPO, lamento informar que a minha acção de divulgação não se resumirá a este post, e andarei de secretária em secretária a fazer uma das coisas que melhor se fazer; ser chata.

 

Bora ajudar mais Martas?

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