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Vou de férias

por jonasnuts, em 30.07.07
6ª feira entrei oficialmente de férias.

Só regresso às instalações da empresa onde trabalho no dia 20 de Agosto.

Repararam no truque? Eu não disse que regressava ao trabalho no dia 20. Disse que regressava às instalações no dia 20.

Trabalhar com Internet tem muito que se lhe diga. Trabalhar com Internet e gostar muito do que se faz tem mais ainda.

Não consigo desligar com facilidade, na primeira semana o ritmo custa a encaixar. Na segunda semana melhora um bocadinho, na terceira semana já consigo não pensar em trabalho muitas vezes.

Ajudaria bastante se não tivesse trabalho para fazer, mas quem me manda a mim adiar a criação dos tickets? :)

O ritmo de posts neste Blog vai ser (ainda) mais irregular.
Levo computador, mas quero evitar. Pode ser que surjam uns posts via telemóvel, pode ser.

Há um post que vai entrar dia 1 de Agosto, mas esse já está escrito, e agendei a publicação para dia 1 (sim os Blogs do SAPO permitem fazer isso).

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Toma lá, dá cá - Links nos Blogs

por jonasnuts, em 30.07.07
Parece que ando numa de falar sobre Blogs, vá-se lá saber porquê.

Neste Blog não há muitos links, isto é, as minhas listas de links não se baseiam nem em critérios de qualidade (e precisam de uma revisão e de uma limpeza).

Tenho o Hepatite C que não é nada de especial, mas está ali porque quem o mantinha deixou de o poder fazer, digamos que é de valor estimativo. O Vida de Casado, porque foi o primeiro Blog do SAPO a que eu achei piada (ainda na antiga plataforma), depois temos os links de apoio à língua portuguesa (sim, confesso que um Blog com erros de ortografia frequentes deixa de contar com as minhas visitas), e depois, tudo o que é do SAPO. Não interessa se gosto se não gosto, se é bom ou se é mau, se é alguém do SAPO, está lá (excepções feitas aos que me pediram para não estar).

Esta coisa dos links é uma dor de cabeça.
E sei que há mais pessoas que partilham estas dores.

Porque os links que fazemos para outros Blogs são, como diz alguém entendido, uma vénia aos que apreciamos e respeitamos.
O problema é que as pessoas não sabem usar os links, ou usam-nos mal, em proveito próprio. Nada de mais comum do que iniciar um Blog, e colocar uma série de links para Blogs muito visitados. O Abrupto (abrupto ponto blogspot ponto com) é um bom exemplo.

Blog que queira fazer-se notado, começa logo com uma generosa lista de links, para ver se os destinatários retribuem o favor. Por razões que me ultrapassam, parece que anda toda a gente convencida que isto nos Blogs é tudo gente de finíssima educação, e que se apressarão a devolver a cortesia.

Mas há mais. Há o problema das comadres, que se zangam. Ah, então eu tenho aqui o Blog dela, e ela não tem o meu? Vou já tirar dali o link.  E o contrário também acontece, epá, ele tem ali o meu Blog, é chato eu não ter o dele, Não é grande coisa, mas pronto, que se lixe.

Por isso, opto por ter uma lista de links cujo único critério é o vínculo a uma empresa, independentemente da qualidade (ou falta dela) que exista no Blog.

Os Blogs que me interessam, e a quem fazer as vénias, vou-os linkando nos posts :)

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Os Blogs já não estão na moda

por jonasnuts, em 28.07.07
É verdade. Se há 2 ou 3 anos disséssemos que tínhamos um Blog, recebíamos olhares pesarosos, e perguntavam se já tínhamos ido ao médico.

Depois veio o boom, mais pessoas começaram a perceber o que os Blogs podiam fazer, e, mais importante, o que podiam fazer com os Blogs. Começou a crescer a comunidade de Blogs. Era moda. Mesmo quem não tinha nada para dizer, arranjava um Blog. Era fashion. Mesmo que não fosse nada de jeito, era óptimo.

As coisas agora são diferentes. Toda a gente tem (ou pode ter), um Blog, é fácil, é grátis, é rápido. Pululam Blogs por todo o lado. Como em tudo, assim que se massifica, perde a piada. Já não é fashion, já é vulgar.

Mas, eis que chega o conceito salvador. Os profissionais do Blog. Os que, com o que escrevem, tentam ganhar dinheiro. Nada contra, aliás, há 2 ou 3 Blogs que leio, e que estaria disposta a subscrever (pagando) se fosse necessário. Acho lindamente que as pessoas tentem rentabilizar os seus Blogs. Claro que apenas o conseguirão se o que escreverem tiver qualidade, porque a qualidade gera visitas, e as visitas geram dinheiro. É evidente que há maroscas para se ter mais visitas num Blog, e que nem sempre é a qualidade do que se escreve a ditar o número de visitas, mas isso agora não interessa para o caso.

O caso é que, os oportunistas, que são espertalhões e estão de olho nestas coisas, ouviram dizer que se pode ganhar dinheiro com o Blog. Toca de registar um Blog, ou limpar o pó ao endereço antigo, e vamos lá começar a ganhar dinheiro.

O que eles não percebem é que um Blog não é um endereço na web, nem é (só) um template bonitinho, nem é um arquivo de 1 mês ou dois.

Um blog começa por ser um post, e ninguém conhece, e ninguém comenta, e ninguém lá vai. Mas o seu dono, que não está vidrado nas visitas, continua a escrever, e então o Blog passa a ser um conjunto de 2 posts, e depois 3, e depois 4. Mais tarde, se valer a pena, começam a aparecer os comentários. O primeiro comentário de um desconhecido, é uma festa :)
Mais tarde ainda, surge o primeiro link. Alguém fez um link para o embrião de Blog. O Blog começa a aparecer no resultado de pesquisas. Mais pessoas comentam, mais pessoas linkam. E o Blog cresceu, porque o seu dono continuou a escrever, mesmo havendo posts sem comentários lá pelo meio.

Portanto, um Blog dá trabalho, é preciso ser-se teimoso, persistente ou então não ligar nenhuma às visitas. Mas, salvo raríssimas excepções,  é preciso um conjunto razoável de posts para se ter um Blog que possa ter um volume de visitas que gere algum dinheiro.

Isto tudo para dizer aos senhores e senhoras que querem abrir um Blog hoje e começar a ganhar dinheiro amanhã, que não....que não é bem assim. Dá trabalho, um blog, sabiam?

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Captcha - Anti-spam

por jonasnuts, em 26.07.07
Para fazer a vontade ao Macaco, desactivei o CAPTCHA (vulgo anti-spam) dos comentários.

A verdade é que, menos de 48h depois de o ter feito, cheguei aqui e tinha isto infestado de spam.

Desculpa lá, Macaco, mas reactivei o CAPTCHA.

Para que este post não seja exclusivo para o Macaco, e porque ultimamente ando numa de serviço público, aqui fica informação que não serve para nada, mas que, de qualquer maneira, é informação.

CAPTCHA -  Completely Automated Public Turing text to tell Computers and Humans Apart.
Basicamente o que se passa é que os computadores fazem muita coisa, mas ainda não conseguem descodificar algumas coisas, nomeadamente imagens, principalmente se essas imagens estiverem desfocadas, desalinhadas, manchadas, etc. Assim, se disponibilizarmos um CAPTCHA para ser preenchido, asseguramos que apenas comentários que são feitos por pessoas (e não por scripts) é que entram. Quanto mais complicado for o CAPTCHA, menos provável será a existência de Spam.

Infelizmente ainda não inventaram um CAPTCHA que distinga os comentários saudáveis dos comentários (de) infelizes, mas penso que chegará o dia.

E para os que se queixam que o CAPTCHA dos Blogs do SAPO é demasiado complicado, olhem para o que estes Senhores fizeram:



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O segundo maior clube do mundo

por jonasnuts, em 25.07.07
Não há dúvidas quanto ao maior clube do mundo, é o Glorioso, evidentemente.

Mas as questões levantam-se à volta desse obscuro segundo lugar. Há quem diga que é o ACP, há quem diga que é o Círculo de Leitores.

Pretende este post desmistificar esses mitos urbanos.

O segundo maior clube do mundo é o Cat - Clube dos Amigos do Travão.

Encontro membros deste clube com frequência diária.
São muito homogéneos os sacanas, homens, mulheres, novos, velhos, aceitam tudo, não há limitações, não é invite only.

E como é que identificamos os membros deste clube? Simples. São aqueles caburros que tendo a via/estrada/caminho completamente livre à sua frente, insistem em dar carinhosos toques de travão. Já pensei em aprender código Morse, só para ver se eles usam essa linguagem, mas nunca tive tempo.

Atenção, são particularmente activos em auto-estradas.

Para os interessados em juntar-se a este clube, é bom saberem que, por mais €2.99 por ano e pertencem igualmente ao Clube "Da faixa da esquerda ninguém me tira" e ao Clube "120Km/h já é a velocidade máxima, por isso aguenta com os cavalos aí atrás e já gozas".

Eu continuo a tentar formar o Clube do Paintball, mas ainda não recebi quaisquer inscrições.

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Crocs - Serviço Público

por jonasnuts, em 25.07.07
As Crocs ultrapassaram a Ana Malhoa.

É verdade, são mais as pessoas que aqui chegam à procura de Crocs do que as que chegam à procura da Ana Malhoa.

Então, se estão na Europa e querem comprar Crocs, visitam este site.

Se querem pins para as Crocs, visitam este.

Pronto. O serviço público das Crocs está prestado, mas como não quero defraudar expectativas, e não quero que os fãs da Ana Malhoa fiquem tristes, tomem lá:


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Crocs - Para que não existam dúvidas

por jonasnuts, em 25.07.07
Aqui há uns tempos escrevi sobre as Crocs, e no finalzinho do post (em que basicamente cascava nas crocs), dizia que as minhas já estavam encomendadas.
Parece que houve quem achasse que era irónico.

Não era, e para que não restem quaisquer dúvidas, aqui fica o registo.


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Lixo arqueológico

por jonasnuts, em 23.07.07
Nas arrumações em que ando neste momento, dou de caras com coisas que não sabia que tinha e de que nunca senti falta.

Algumas dessas coisas já deviam ter ido para o lixo há muito tempo, portanto, estão a dever anos ao lixo. Mas há coisas que encontro que não consigo mandar para o lixo, e fico sempre a prensar..... bolas, isto devia estar num museu. Esta é só uma delas.

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Relações com coisas

por jonasnuts, em 22.07.07
E não me refiro nem a essas relações, nem a essas coisas.

Refiro-me às relações que criamos (crio?) com objectos.

Por motivos que não interessa aprofundar, estou a esvaziar uma casa onde vivi durante uns anos valentes, e onde estavam quase todas as minhas coisas (lixo) provenientes de outras moradas que fui tendo ao longo da minha vida.

Desde que adquiri o direito à propriedade de coisas, que tenho dificuldades em deitá-las fora. Portanto, digamos que acumulei uma razoável quantidade de lixo. Como o metro quadrado não é barato, a minha actual casa não comporta todo o meu espólio, há que fazer uma selecção.

Hoje passei o dia a rever e a recuperar memórias, e a deitá-las fora. Deitei fora muita coisa, uma amálgama de envelopes do banco, por abrir, de 1987, recibos de vencimento, material de economato de projectos por onde passei, fotografias de pessoas com quem partilhei algum do meu tempo, enfim, um sem fim de pequenas coisas que, em dado momento, foram importantes.

O mais difícil de deitar fora foi, curiosamente o meu vídeo Betamax, de mil novecentos e oitenta e qualquer coisa, junto do qual passei looooongas horas, a gravar videoclips (na altura chamavam-se telediscos), e que usei para gravar o Live Aid (sim, tenho o DVD, mas a gravação original com os comentários portugueses tem outro sabor).

O coitado sofreu muito às minhas mãos. E a Toshiba tinha ali uma máquina robusta já que, para passar o que passou e apenas dar o real berro mais de 20 anos depois, não é para todos.

Mas era inevitável. Depois de muitas horas de utilização extrema, uns anos de armazenamento em condições abaixo do deplorável, a sua alma tinha de ir ter com o seu criador. E foi. Deixei-o ali, ao lado do caixote do lixo. E custou-me.

Porque é que criamos este tipo de relações com este tipo de objectos?

Ou sou só eu que, como diz o Pedro a quem visita o SAPO, sou um pouco diferente?

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Tenho pressa - Os limites de velocidade

por jonasnuts, em 21.07.07
Eu tenho pressa.

Eu tenho sempre muita pressa, mesmo que não tenha pressa.

Passear num centro comercial, que é coisa que eu não faço, mas vamos lá usar um grande suponhamos (dito à futebolista), se eu fizesse os tais passeios nos centros comerciais, seria a passos largos, estugados, saiam da frente que eu quero passar.

A mesma coisa se aplica a muitas outras coisas (não todas) da minha vida. Conduzir, conduzo com pressa, mesmo que esteja adiantada. Escrevo depressa, leio depressa, falo depressa e como depressa. E gosto de pensar que penso depressa. Mesmo que não tenha pressa. Tenho, portanto, uma monumental falta de paciência.

Mas isto tudo para chegar a algo que me ocorreu hoje de manhã, quando conduzia o carro a caminho do trabalho, apressada, sem estar atrasada (não tinha ninguém à minha espera).

Se toda a gente cumprisse os limites máximos de velocidade permitidos por lei (aquela coisa dos 50 Km/hora dentro das localidades), nunca ninguém chegaria a tempo e horas a sítio nenhum, perder-se-ia um tempo infinito que se pode usar noutras coisas, e a produtividade caía a a pique.

Portanto, senhores do governo, não nos multem se andarmos mais depressa, não só porque eu tenho pressa, mas porque andar depressa é bom para a economia.

Esta história da pressa sem pressa e do stress auto-induzido ainda há-de render mais um post, quando eu tiver tempo para pensar nisto.

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