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Caras agências imobiliárias

por jonasnuts, em 23.02.17

Fuck you. Depois queixam-se de que estão a perder negócio para as vendas particulares.......

 

5 anúncios, 5 imobiliárias, 5 dimensões diferentes. A mesma casa.

 

imobiliariasuck.jpg

 

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Há 40 anos, eu não era muito diferente

por jonasnuts, em 07.08.16

E tenho documentos que o comprovam.

 

fichafrente.jpeg.png

(O que é que eu faço imediatamente quando as coisas não me agradam? Não consigo decifrar a letra da minha professora Gabriela)

 

 

fichaverso.jpeg.png

 

 

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As minhas aventuras com o IRS - Take 2

por jonasnuts, em 02.07.16

Ministros __ República Portuguesa.jpg

Depois de ter escrito o meu post de há pouco (auto-link), comecei a pensar no que deveria fazer.

 

A primeira coisa foi escrever à minha repartição de finanças, perguntando onde deveria então colocar as despesas de educação cujo IVA é de 23% e aguardarei pela resposta, que deverá chegar no início da próxima semana.

Isto servia para resolver o meu problema no imediato, do ponto de vista da burocracia e da entrega definitiva dos impostos, a ver se me devolvem o mais rapidamente possível o dinheiro que retiveram indevidamente.

 

Mas não chegava. 

 

Decidi então escrever ao Sr. Ministro das Finanças, ao Sr. Ministro da Educação e ao Sr. Ministro da Cultura, com uma mensagem adaptada a cada um dos casos. Usei o portal do Governo, que tem formulários de contacto com os Senhores Ministros, e vamos ver agora quando é que me respondem, e que resposta é que me dão.

 

Aparentemente tenho andado a dormir, porque isto já deu que falar quando foi anunciado. Só agora, que me tocou directamente, é que me apercebi da coisa. 

 

A minha irmã diz para não me esquecer destas coisas, quando eu for votar (ela detesta que eu vote sistematicamente em branco). E eu concordo, não me esquecerei. Mas penso que a participação política das pessoas não se pode resumir ao voto. 

 

Claro que outras formas de participar são amplamente desincentivadas, veja-se o que deu a petição contra a lei da cópia privada (auto-link), ou o debate promovido pelo BE sobre o memorando de entendimento (auto-link). 

 

Depois destas experiências, a minha disponibilidade para este tipo de participação reduziu muito. Estou agora adepta duma participação mais personalizada e mais directa. Ah, mas a união faz a força e sozinha não vais a lado nenhum. É verdade. Mas, neste momento, não tenho alternativa. Ou é isto, ou ficar parada que, neste momento, não é uma opção.

 

O puto vai entrar num curso superior relacionado com as artes. Serão muito poucos os livros, e a faculdade é do estado. Se vão ficar exclusivamente por minha conta todos os materiais necessários para o curso do puto, vou à falência. 

 

Alguém tem mais ideias sobre como contrariar esta imbecilidade?

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As minhas aventuras com o IRS

por jonasnuts, em 02.07.16

Sou trabalhadora por conta de outrém. Entreguei a minha declaração a tempo e horas. Usei a inserção manual de despesas, cujos documentos somei escrupulosamente. Não aldrabei. Faço isto todos os anos (menos a parte da entrega a tempo e horas, porque já houve anos em que me atrasei).

 

Passados uns tempos recebi a notificação de que os senhores tinham dúvidas no que diz respeito às despesas de educação do menor. Ok, bora lá esclarecer as dúvidas. Digitalizei tudo, e enviei por mail.

 

Responderam muito rapidamente (de um dia para o outro, até me assustei). Pois que teria de tirar as aulas de piano, porque não são despesas de educação. Ok. Não concordo mas admito que possa ser considerado um luxo, sobretudo nos dias que correm. No prob, tiramos as aulas de piano.

 

O problema não era apenas esse. Eu tinha declarado todas as despesas de material e os senhores disseram-me que eu apenas podia descontar as despesas com taxa reduzida de IVA. 

 

Fui ver. Pois que aparentemente, as únicas coisas que contam como despesas de educação são livros, escolas e pouco mais. Se as escolas incluírem no recibo as aulas de piano, já há aqui um double standard.

 

Ora, o meu filho escolheu Artes. Desde o 10º ano que fui apresentada à compra de material escolar em modo "espero que o senhor perceba o que é que está nesta lista, que eu não sei o que são essas coisas". Esfuminhos, sanguíneas, grafites várias, aparos, telas, blocos de papel com características esquisitas e um mundo de outras coisas que a professora foi pedindo ao longo do ano e que não sei para que servem. Na parte de 2015 em que o puto frequentou o 12º ano gastei neste tipo de materiais, cobrados com 23% de IVA, €556,55. Tenho todos os comprovativos.

 

Tudo isto era material que a professora pedia. Tudo isto era material que, se não aparecesse, levaria a uma falta de material e, pior, levaria a que o puto não pudesse executar as cenas que fazem parte do programa da disciplina à qual teria exame. 

 

Em que cabeça é que este material não é uma despesa de educação?

 

Está tudo grosso?

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Os amigos do Facebook

por jonasnuts, em 26.05.16

Eu costumo dizer que, no Facebook, sou uma meretriz.

 

E é verdade. Sempre fui muito selecta, só adicionava (ou permitia que me adicionassem) se estivessem cumpridos determinados critérios que até eram rígidos. Isto é, eu não precisava de conhecer pessoalmente para adicionar, mas tinha de saber quem eram. Há pessoas com quem me dou e de quem sou amiga (na verdadeira acepção da palavra) e que nunca vi na vida.

 

E depois aconteceu aquela cena da ensitel, e centenas de pessoas pediram-me amizade nessa altura. E como em tempo de guerra não se limpam espingardas, aceitei todos os pedidos de amizade.

 

Foi a ensitel que fez de mim uma meretriz, facebookiamente falando.

 

Mais coisa menos coisa, mantive essa política. O Facebook, o meu Facebook, é uma mera extensão do meu Blog, com mais uns pós. Não publico coisas demasiado pessoais. Não publico fotos dos meus. Nada que não possa ser lido por qualquer pessoa.

 

Tive sempre alguns cuidados mínimos, e uso vários critérios para aceitar ou recusar um pedido de amizade. Um dos critérios que mais valorizo é o dos amigos em comum. Em linguagem técnica, o FOAF (Friend of a friend).

 

Recebo um pedido de amizade, vou ver o que é que aquela pessoa publicou ultimamente e dedico especial atenção aos amigos que temos em comum. Se não há amigos em comum, sou mais esquisita. Mas normalmente há (lá está, fruto da minha meretricidade), e são uma boa referência. Ok, este chegou-me através dos meus amigos dos Blogs. Este chegou-me através da cópia privada. Esta chegou-me das publicidades. Este veio do SAPO. Este é família. Agrupo as pessoas.

 

Os amigos em comum são uma recomendação. Se fulana e beltrano são amigos deste caramelo, é sinal de que pode ser interessante, ou que é de confiança.

 

E isto é um erro. A começar porque se toda a gente for como eu, aceitando todos os pedidos, arrasa completamente esta rede de confiança por interpostas pessoas. E depois porque o que é interessante para as pessoas que conhecemos pode não ser interessante para nós.

 

E vem isto a propósito de quê?

 

A propósito de um palerma que excluí hoje da minha lista de amigos. Palavra de honra que fui ver por mais do que uma vez, durante a "conversa" os amigos que tinha em comum com aquela aventesma. 12 amigos em comum. Enfim, 11, porque um já morreu, mas ainda tem perfil no Facebook.

 

12 pessoas, 7 das quais conheço pessoalmente. Uma com quem já trabalhei durante uns anos e duas a quem já prestei serviços de consultoria de gestão de imagem e reputação online, e o morto, um grande amigo da minha mãe e de quem eu gostava bastante. 12 pessoas. E podiam ser 12 pessoas que eu conhecesse vagamente e que me fossem indiferentes, mas não. 12 pessoas de quem eu gosto ou que respeito. 

 

Estas 12 pessoas, ao serem amigas deste caramelo, cujo pedido de amizade aceitei há uns tempos, credenciaram este senhor, a não ser que, lá está, sejam como eu.

 

(3) Pedrocoiso.jpg

 

 

E também por causa de saber exactamente de quem é que ele é amigo, no Facebook, decidi responder-lhe a uma questão que tinha colocado sobre transexualidade, porque é um tema sobre o qual tenho conhecimentos acima da média, por ter acompanhado uma transição mais ou menos de perto. Eu também já tive perguntas.

 

Resultado? Uma pessoa ignorante (e com vontade de se manter assim) e preconceituosa. Eu também sou ignorante acerca de muitos temas, mas se tenho uma oportunidade de ser um bocadinho menos ignorante, aproveito-a. E também tenho os meus preconceitos, sim senhora. São relativamente inócuos, mas tenho. Mas como sei que os tenho, preparo-me para os desvalorizar, sempre que os apanho em acção.

 

Mas, acima de tudo, o que me fez confusão, foi a total incapacidade para a empatia. A capacidade de se pôr no lugar do outro. E empatia, é algo que me assiste e que valorizo muito, sobretudo se for em relação a alguém que eu considere mais desprotegido, mais vulnerável, mais injustiçado.

 

Disse-lhe mais ou menos isto, e o senhor ofendeu-se. 

 

Por palavras mais polidas (lá está, os amigos em comum) mandei-o ir dar sangue para chouriços e deixei-o a falar sozinho. Desamiguei e fiz unfollow, que é algo que faço relativa facilidade, sempre que vejo alguém a publicar coisas que são de todo em todo incompatíveis com a minha maneira de pensar. Reparem, não digo "diferentes da minha maneira de pensar", digo "incompatíveis" que são coisas diferentes.

 

Acho que devia haver no facebook um disclaimer, para as pessoas que, como eu, são umas meretrizes das amizades, do género daqueles anúncios que apareciam nos jornais há uns anos:

 

Eu, abaixo-assinado, declaro que não me responsabilizo pelos actos, posts, fotos, mensagens ou comentários publicadas pelas pessoas com quem mantenho um vínculo bidireccional de "amizade" no Facebook.

 

Não vá alguém comer gato por lebre.

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A pixelização dos cérebros

por jonasnuts, em 26.05.16

Ontem fui parar, por acaso, a uma notícia do DN que tinha por título "Emilia Clarke explica porque recusou duplo para nudez frontal".

 

Em primeiro lugar, acho muito bem que tenha recusado um duplo, que teria dificuldades em reproduzir umas mamas aceitáveis, a ter usado um corpo substituto, teria de ser o de uma dupla, mas não é essa a minha questão. 

 

Olhei para a foto que ilustrava o artigo, e os senhores do DN (ou senhoras, não sei), decidiram que os mamilos da Emilia Clarke eram areia demais para a nossa camioneta, e pixelizaram a coisa. Não pixelizaram as maminhas, pixelizaram os mamilos.

pixelizada.jpg

 

A minha primeira reacção foi achar que todas as fotos desta cena tinham sido pixelizadas, e que o DN não tinha conseguido encontrar uma sem pixels. Justificava, embora, na minha minha opinião, se não arranjavam sem pixels, mais valia não ter fotografia, mas aí, lá está, a notícia teria menos audiência.

 

Mas numa pesquisa rápida encontrei facilmente a mesma foto, sem pixels (e uma catrefada de outras fotos da actriz em todas as posições e com mais ou menos roupa).

sempixels.jpg

 

E fiquei sem perceber.

 

Por que raio um jornal português decide pixelizar os mamilos duma actriz? Não percebo quando é nos states, mas percebo ainda menos em Portugal.

 

Já perguntei ao DN, no Twitter, o porquê da opção. Mas estou à espera da resposta muito sentadinha.

 

Pixelizar mamilos é estúpido. Pixelizar mamilos femininos, mas não os masculinos, é estúpido E sexista.

 

Esta tentativa moralista de aproximação ao que os states têm de pior parece-me uma má estratégia. 

 

A Europa está a perder os valores que, na teoria, a definiam. Esta é uma questão menor, face a temas bem mais dramáticos dessa perda de valores, mas é um indício de que caminhamos atrás dos fundamentalismos dos EUA. Mais uns anitos e temos por cá um Trump (o que nem seria grande novidade, diga-se, que na Madeira foi o que se viu com o Alberto João Jardim).

 

Não refilem agora que não é preciso.

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Cara Lusófona

por jonasnuts, em 25.05.16

Foi com muito gosto que soube que andam a fazer a ronda das escolas secundárias, dando a conhecer os serviços que prestam, no ensino superior, e explicando os cursos, de forma contextualizada, aos alunos do 12º ano, para cada uma das áreas.

A sério que gostei.

 

Achei um bocadinho estranho o material promocional, por ser num suporte "analógico", mas percebi que todas fizeram mais ou menos a mesma coisa.

 

O vosso "folheto" era, de longe, o mais luxuoso. Quadricromia frente e verso, papel com, no mínimo 180gr./M2, pelo menos 4 dobras, um luxo. Vê-se que têm dinheiro para investir. Excelente.

 

lusofona.jpeg

E, no entanto, o meu filho disse-me à cabeça que não queria ir para a Lusófona, pelo que perderam um freguês. E como eu acredito nas críticas construtivas, até vou explicar porquê, quais as razões que ele deu, e que eu subscrevo.

 

O vosso folheto é capaz de funcionar para os finalistas de ciências ou de economia, ou mesmo de letras. Mas, o meu filho escolheu artes. E não escolheu artes por ser mais fácil, ou por achar que teria menos trabalho (quer dizer, também teve a sua importância, mas não foram os principais motivos). O meu filho escolheu artes porque é essa a vocação dele. Desde sempre.

 

E ele explicou-me porque é que a Lusófona não fazia parte da short list das escolhas dele.

 

Mãe, eu estou em artes, é uma área em que me quero especializar. Uma universidade que me apresenta como cartão de visita um folheto cheio de erros, é sinal de que pode ser boa noutras áreas, mas na área do Design, não presta para nada.

 

E que erros são esses, perguntam vocês?

 

lusofona2a.jpg

Estão a ver a imagem bucólico campestre, a da vaca com um casal em que a menina tem um gato ao colo? Pode ser que funcione para potenciais alunos de veterinária mas, para um aluno de artes, aquele intervalo entre o topo dessa imagem e a foto de cima, a das boazonas, aos olhos de um aluno de artes, é um erro.

 

Ainda na mesma montagem de fotos, e voltando à imagem da vaca, se olharem para o alinhamento dessa foto, com as duas fotos dos nerds que estão à esquerda, reparam que há ali um gap, que colide também com a do Humphrey Bogart wannabee.  

 

E, por último, o texto.

 

lusofona2b.jpg

Estão a ver o ponto no i? Não me refiro ao acento, mas ao ponto. Reparem que está por baixo do "e"da palavra "Teu". A curva do ponto podia acompanhar a curva do "e". E não acompanha.

E pronto, o meu filho diz que não confia numa universidade que parece ser tão fraca nas competências que se propõe a ensinar. Não confia.

 

E eu estou com ele.

 

Espero ter ajudado.

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The crazy ones

por jonasnuts, em 07.05.16

Here's to the crazy ones.

The misfits.

The rebels.

The troublemakers.

The round pegs in the square holes.

The ones who see things differently.

They're not fond of rules, and they have no respect for the status quo.

You can quote them; disagree with them; glorify or vilify them.

About the only thing you can't do is ignore them.

Because they change things.

They push the human race forward.

And while some may see them as the crazy ones, we see genius.

Because the people who are crazy enough to think they can change the world are the ones who do.

 

Este poema (?) é atribuído a uma catrefada de gente. Ao Steve Jobs. Ao Jack Kerouac. Ao John Appleseed

Na realidade, é da autoria de Craig Tanimoto, um publicitário, what else.

Fez parte da campanha da Apple, think different.

 

 

 

 

Gosto muito deste texto. Gostaria ainda mais se tivesse o reverso da medalha. Esta é a parte lírica. Esta é a parte sonhadora. Esqueceram-se de explicar que os crazy ones, para serem crazy ones sempre, têm de estar disponíveis para pagar um preço. E nem sempre é barato.

Experimentem ser os crazy ones num sítio onde isso não é valorizado. Porque os crazy ones são os que identificam problemas com o que "se faz assim desde sempre", são os que têm "ideias malucas que põem em causa o bom funcionamento da máquina", são os que fazem propostas que vão "contra tudo o que esta empresa sempre fez".

 

Os crazy ones são as pessoas que há 10 anos disseram que queriam fazer algo, tendo sido recusado porque era impossível, arriscado, errado, mas que se vai fazer agora, ao triplo do preço, fora de tempo. 

 

Os crazy ones são os que dizem (ou pensam) "eu não disse?".

Os crazy ones são pessoas à frente do seu tempo. Os crazy ones são visionários. Os crazy ones são audaciosos. Os crazy ones são hiper-críticos. Os crazy ones são diferentes. Os crazy ones investem sempre apaixonadamente, quer se trate de mudar o mundo, quer se trate de mudar uma vírgula.

 

Os crazy one são os que se lixam, com f de cama. Quase sempre.

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Grammar nazi

por jonasnuts, em 07.03.16

Sim, sou eu.

 

Não escrevo sem erros. Mas tento. A maioria dos meus erros é constituída por gralhas, embora não todos. 

 

Sempre defendi que, quem, em nome duma empresa, contacta directamente com o público, tem de escrever irrepreensivelmente.

Este meu fundamentalismo nem sempre é compreendido. Normalmente, quem gere equipas de customer care não valoriza a correcção ortográfica, e torce o nariz, quando escrevo na descrição "deve saber escrever sem erros de português, sejam ortográficos, sejam de construção, sejam de concordância, etc.". Das minhas entrevistas, faz parte uma redacção e/ou um ditado. Toda a gente estranha muito. 

 

Há certos erros com que embirro particularmente. A mistura entre o HÁ e o À é uma dessas embirrações. A utilização errada do hífen é outra.

 

Vejo sempre os mails que nos "meus" serviços são trocados com os utilizadores. Para avaliar (e corrigir, se for caso disso) a resposta técnica, e o português.

 

As pessoas primeiro estranham, e depois entranham.

 

Sabe bem, por isso, receber de alguém que trabalhou comigo (e não para mim, como, erradamente, diz) uma imagem reveladora de que o meu radicalismo, ainda que de forma ténue, surte algum efeito, mesmo quando as pessoas já não trabalham comigo :)

 

Ana Sofia.jpg

 

 

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T-shirt

por jonasnuts, em 09.09.15

Nos dias que correm, dá vontade de comprar uma catrefada destas. É que não faltam clientes.

 

fuckyou.jpg

 

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