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Jonasnuts

Mais uma interrupção na lei da cópia privada, também por motivos mais importantes

Uma reportagem, no Público, sobre doação de cabelo para o IPO. Fui entrevistada, por mail, há umas semanas (já nem me lembrava) e outra das entrevistadas (e dadora) fez-me chegar o link (obrigada Isabel).

 

A minha doação está descrita aqui (auto-link).

 

Como eu costumo dizer...... levem tudo aquilo de que precisam. E quando eu bater a bota..... retalhem-me às peças se der jeito a alguém.

O meu cabelo

O meu cabelo dava uma novela. Sempre gostei dele comprido, mas na realidade, nunca o consegui ter comprido. Primeiro porque o meu pai não deixava. Mais tarde, quando passei a ser eu a mandar na coisa, sempre que tentava deixá-lo crescer, o sacana chegava ali aos ombros e começava a cair como se não houvesse amanhã. Os compridos caíam, e nasciam uns pequeninos. Os compridos que se aguentavam iam sendo cada vez menos, pelo que um bocadinho abaixo dos ombros, o que eu tinha eram meia dúzia de cabelos.

 

Convém também dizer que o meu cabelo não é liso, é encaracolado, tipo anjinho barroco, se fosse o suficiente para encaracolar, que não é.

 

Hoje terminei mais uma tentativa de o deixar crescer. Deve ter alcançado o maior comprimento desde que me conheço, chegou aí a meio dos ombros, mas coitadinho..... a meio dos ombros chegaram os poucos que não caíram. Era mesmo preciso ir tratar da coisa (quando mais não fosse, porque doutra forma a minha irmã me atazanaria o juízo até aos limites).

 

Lá fui eu, falar com a Bela, dizer-lhe para se preparar emocionalmente, porque ia fazer algo pela primeira vez em 15 anos. Cortar-me o cabelo à séria. Coitada da Bela, nem queria acreditar. Lá lhe mostrei o que pretendia (embora na fotografia da Meg Ryan a coisa ficasse melhor do que me fica a mim - mas apenas porque foi no tempo pré-cirúrgias plásticas).

 

E de repente a Bela tem uma ideia gloriosa. Vou-lhe fazer uma trança e mandamos para o IPO. Nunca me passou pela cabeça que aquela amostra de coisa a que eu chamava "cabelo comprido" pudesse servir para doar, mas a Bela garantiu-me que sim, e se eu me importava. Não, não me importo, pelo contrário, nesse caso, corte tudo o que precisar.

 

Uma amiga que percebe da poda (e que deu um grande contributo para que o meu cabelo alguma vez tenha chegado onde chegou) diz que eu devo ter um bob. Pode ser que sim, que eu bobs, só o Ewing, do Dallas. Está curtinho atrás e pelo queixo à frente. 

 

Acima de tudo, adorei a minha trança.

 

 

 

 

Quem quiser saber como doar cabelo para o IPO, está tudo aqui

Caburros

Passou-me hoje pelas mãos uma folha de papel, que tinha impressa uma mensagem de mail recebida por uma colega.

Era um daqueles apelos que surgem frequentemente nos mails, e que, normalmente, ignoro. Mas, este era do IPO, que me toca mais directamente por razões que agora não interessa aprofundar.

Como não gosto de veicular informação falsa (e todos sabemos que há imensos mails destes que são falsos), toca de telefonar para o número de telefone disponibilizado no mail. Não existe.

Hum...! Ok, vamos ao site do IPO, para ver se lá está alguma coisa. Nada. E quando eu digo nada, é nada mesmo. Quer dizer, está uma mensagem, a dizer que estão em manutenção e  que serão breves. Os links vão ter a páginas que não existem, e aquilo é de uma pobreza franciscana.

Mas o que raio é que passará pela cabeça do Ministério da Saúde, para não usar uma ferramenta como a Internet, e colocá-la ao serviço dos Hospitais e, portanto, da população em geral?

Caburros .


Já agora, telefonei para o número certo, e no IPO agradecem, mas esta campanha tem 1 ano, e já lá têm coisas a mais :)
Óptimo.

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