Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]





subscrever feeds


Arquivo



Um blog é uma arma

por jonasnuts, em 21.11.07
Não, não é uma referência a um cantiga de intervenção que já deve ter uns 30 anos, e que dizia "a cantiga é uma arma".

Este post é este porque eu ia escrever aqui uma coisa em que acredito, que subscrevo e mantenho, mas é acerca de algo que me anda a irritar há uns meses (valentes), e a dar-me problemas há outro tanto, e que hoje culminou com a chamada cereja no topo do bolo.

Portanto, estou furibunda.

Escrever um post, quando se está furibunda, não é boa ideia, pelo menos no meu caso, que consigo ser extraordinariamente violenta, quando estou irritada.

Porque um blog é uma arma, e eu não me quero magoar.

(E não há muito tempo, eu não teria pensado duas vezes e teria escrito mesmo a porra do post, e ter-me-ia dado um gozo do caraças. Será que isto é que é estar mais velha?)

Autoria e outros dados (tags, etc)

A pois é, Portugal vai ter mais um exlibris.

Os sabonetes Claus Porto (já alguém ouviu falar?).



Está na lista das 20 coisas mais apetecíveis para a Oprah, no ano de 2007.

Quanto é que terão pago? :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

SAPO Codebits

por jonasnuts, em 19.11.07
Não, não vai ser um post redundante. Já li muito sobre o Codebits e tenho a minha opinião, que já partilhei com quem de direito.
No fundo, acho que se semeou. Para o ano será certamente melhor. A organização poderá limar algumas arestas, aprender com esta experiência, e melhorar. Os participantes já terão mais know-how. Já terão tido tempo para pensar em algumas coisas. Não é levar o trabalho feito de casa, mas é amadurecer algumas ideias. Este ano andámos um bocado aos papeis, quer do lado de quem organizou quer do lado de quem participou. Este ano foi muito bom, para o ano será ainda melhor.

Mas este post não tem a ver directamente com o Codebits, mas sim com uma conversa que tive por lá. Alguém falava das vantagens dos super programadores.

E que os super programadores é que eram bons, porque eram uns génios, e porque apesar de terem poucas competências sociais, bem orientados eram capazes de resolver os problemas dos utilizadores. E que por serem génios, e terem a postura de the user is a looser, eram pessoas e mentes superiores e por isso mesmo uma mais-valia para qualquer equipa.

Fiquei estupefacta, embasbacada de espanto, afinal de contas estava ali alguém que alegadamente formava estes super programadores, a tecer-lhes largados elogios a características que eu abomino e dispenso. O que ele achava o supra sumo da farinha amparo eram pessoas com quem eu correria de uma equipa minha na primeira oportunidade.

Ainda tentei argumentar. Mas não, era escusado. Porque na perspectiva do meu interlocutor, a distância entre o utilizador (o tal looser) e o super programador era algo desejável e até louvável.

Ainda meio atordoada levantei-me (estava sentada num puff) e disse que se calhar eram muito interessantes, mas que dispensava de qualquer equipa minha uma pessoa que se achasse superior aos utilizadores. Uma pessoa que se acha superior é porque não compreende os problemas. Até pode ser muito competente, tecnicamente, mas se não percebe os utilizadores não consegue perceber os seus problemas, logo, não os consegue resolver.

O senhor fez um ar igualmente estupefacto, e eu percebi claramente que nunca iríamos conseguir comunicar. Felizmente alguém me chamou, e eu despedi-me, mais delicadamente do que é habitual. No meu caso, a delicadeza é uma ironia. Mas ele não sabe.

Esta interrupção fez com que eu tivesse deixado o meu raciocínio por concluir.

Do que eu gosto é de ter na minha equipa pessoas que sejam competentes, inteligentes e atentas e que, por isso mesmo, percebem os problemas dos utilizadores. Não se sentem superiores, sentem-se úteis. Qualquer pessoa na minha equipa faz apoio a Cliente. É fundamental. Aprendemos todos. Qualquer pessoa na minha equipa usa a plataforma em que trabalha. Ninguém desenvolve uma plataforma durante o dia e vai à noite para casa, dormir com o inimigo. Pelo menos não o faz durante muito tempo.

Não quero geniozinhos excêntricos, que usam as suas competências e a sua linguagem para se distanciarem das pessoas para quem trabalham, tentando sentirem-se superiores. Quero pessoas normais, que dêem o litro, e que pensem, e que se ponham no lugar dos utilizadores, uma e outra e mais uma vez.

E sabem que mais? Mais coisa menos coisa, é isso que eu tenho. :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Oh my fucking god

por jonasnuts, em 19.11.07
Preciso de mais filhos, para tanto Hero.



Visto aqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mais um gadget

por jonasnuts, em 19.11.07
Todos os anos tenho um telemóvel novo. Já lhes perdi a conta. Não sou eu que os compro, que eu até hoje, só comprei um telemóvel para mim, o primeiro, depois disso, foram sempre oferta. Quase sempre dele.

E o mais engraçado, é que acerta sempre, na mouche.


Os senhores que andam aí a acenar com os iPhones, para ver se a gente repara, tirem lá uma fotografia com o vosso, que fique tão boa como neste, e liguem-se à internet, com rapidez e qualidade, como com este. Na na na na na na.

Fiquem com o prestígio, eu fico com este :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

O acordo ortográfico

por jonasnuts, em 18.11.07
Comecei por comentar este post, mas já ia muito longo. Achei que era demais.

Eu sou contra o acordo ortográfico, porque resisto à mudança, principalmente quando não lhe percebo os objectivos.

Não acho que seja por aproximar o português de Portugal do português do Brasil (e vice versa), que se vai conseguir seja o que for. Errado, vai conseguir-se baralhar os portugueses e os brasileiros.

Posso optar por manter o português pré-acordo, e seria isso mesmo que eu faria, se não fossem as circunstâncias.

É que tenho um dilema. Um dilema e um filho. Tenho um puto com 9 anos. Está no final do 1º ciclo, naquilo a que antigamente se chamava quarta classe. Se eu escrever à "minha maneira" estou a dar-lhe exemplos que, se ele seguir, são considerados errados, nos testes, e não quero um filho a escrever com erros ortográficos.

A língua tem de evoluir, sim senhor, mas isso faz-se através de acordos ortográficos? Não me cheira.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Obras em casa

por jonasnuts, em 18.11.07
Da última vez que remodelei uma casa, o empreiteiro ficou à beira de um ataque de nervos. Porque não me ouviu.

Eu falei-lhe de um arquitecto, de Barcelona, que partia os azulejos antes de os colocar, e que era isso que queria para a minha casa-de-banho. Chão de calçada portuguesa, azulejos brancos, todos brancos,  partidos.

Ele achou mesmo que eu estava a brincar. Não estava. Parece que o tempo que os azulejos partidos demoram a colocar é muito maior do que se os azulejos estiverem inteiros. Lá está. Eu disse-lhe, e ele não acreditou. Mas fez, que se lixou. E ficou o máximo.

Outra casa, outras remodelações. Menores, que enquanto me lembrar das últimas obras (foi há quase 10 anos), não me meto noutra.

Portanto agora são coisitas mais pequenas. Não vou mandar paredes abaixo (infelizmente, porque há uma ou duas que estão mesmo a pedir), vou só pintar umas paredes, e colocar soalho flutuante em parte da casa.

Depois, é esperar mais uns anos, até me esquecer desta experiência, e remodelar a cozinha e as casas de banho. Esta casa tem 30 anos. Os azulejos que na altura estavam na moda, bom, já não estão. Mais uns tempinhos e regressa a moda do azulejo multicolor, e das loiças de casa de banho em castanho (sim, é verdade, castanho escuro), mas mesmo que esteja na moda, eu não gosto disto.

Como estas coisas nunca são menores, e acabam por ter um impacto grande no dia-a-dia da família (e não me refiro apenas ao custo), pergunto se alguém conhece e recomenda uma empresa que se encarregue deste tipo de coisas, de forma competente, sem falhar prazos e baratinha. É na zona de Oeiras.

Era isto e a chave do euro milhões, por favor.

Muito agradecida.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Chegou o Natal

por jonasnuts, em 17.11.07
Época de paz, amor, fraternidade e orgias consumistas.

Não percebo porque é que cada ano que cada ano que passa o Natal começa mais cedo. Quando eu trabalhava em publicidade, lembro-me que todos os anos as agências esticavam a corda, para ver quem é que iniciava as hostilidades em primeiro lugar. Houve um ano em que fomos nós, com Persil, nos últimos dias de Novembro. Todos os anos os publicitários e os anunciantes nos impingem o Natal cada vez mais cedo. E nós, carneirada, vamos na conversa.

Parece que andamos todo o ano à espera do sinal de partida, e à primeira campanha a ir para o ar, ou à primeira luzinha a acender, entramos no desvario na tal orgia consumista, à espera do orgasmo da carteira. Não sei como é que é com as outras pessoas, mas no meu caso, o que acontece não é o ansiado orgasmo da carteira, mas uma ejaculação precoce ali por volta do dia 15, com metade das compras por fazer.

O Natal todos os anos me é sugado de dentro. Cada vez representa mais uma preocupação, e não um prazer. Já estou a pensar onde é que é o Natal este ano, e o que é que vou comprar para as obrigações que tenho de cumprir.

Os meus Natais são complicados, a casa da mãe, a casa do pai, a casa daqui e a casa dali, os Natais alternados consoante o andolitá dos outros lados. Já me chega de stress, já produzo o meu próprio stress, não preciso de stress induzido.

Portanto, e para finalizar, senhores anunciantes, metam as promoções no prestígio, e aprendam que o Natal só começa na 2ª semana de Dezembro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

É impressão minha....

por jonasnuts, em 17.11.07
.... ou ouvi o hino nacional na banda sonora de um spot da Sagres, imediatamente antes de começar o jogo da selecção nacional?

Não era ruído de fundo, do estádio, era mesmo a banda sonora do spot de publicidade.

Ouvi mal, não ouvi?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Conversas do banco de trás

por jonasnuts, em 17.11.07
É uma nova categoria, neste Blog. Conversas que eu oiço enquanto conduzo, e que se passam entre dois putos (que me perdoe o pessoal do Brasil que aqui vem, mas em Portugal, putos não tem o mesmo significado que aí, putos são crianças, rapazes, meninos, sem a conotação negativa que tem desse lado do Atlântico, mas o feminino de puto, já tem o mesmo significado que aí, pronto, a cultura geral também é importante). Dizia eu que estas conversas são entre dois putos, um de 9 anos e um de 8 anos.

 

N: Tu acreditas em Deus?
G: Sim, e tu?
N: Sim, acredito em Deus e no Songoku Sangoku.

Autoria e outros dados (tags, etc)






subscrever feeds


Arquivo