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O ensino da língua

por jonasnuts, em 22.09.08

Uma das coisas que vinha na lista de material a comprar este ano, para o puto, era um dicionário de português/inglês - inglês/português.

 

Não usamos dicionários lá em casa, está tudo online, mas faz sentido, para uma criança aprender a utilizar um dicionário. Quer dizer.... não sei se faz, mas pronto.

 

Ando à cata do dicionário. E não pode ser qualquer um, tem de ser um de jeito. Não quero uma daquelas coisas muito pesadas, mas também não quero um dicionário de bolso, naquele papel fininho.

 

Encontrei várias ofertas, dentro deste segmento. E agora? Como é que se distingue uns dos outros? Têm mais ou menos o mesmo número de entradas, a mesma resistência, letra perceptível... haverá alguma características que distinga um dos outros? Um que sobressaia por alguma razão? Pela positiva?

 

Há sim senhor. É este:

 

 

Da Porto Editora. É um dicionário Moderno. Presumo que nome "moderno" lá esteja porque tem todos os fucks, cunts, shits, e demais vocabulário que faz falta a qualquer jovem que esteja a aprender uma segunda língua. Com as traduções à letra. Sem medo, no fear.

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8 comentários

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De pedrocs a 22.09.2008 às 23:14

Fuck e cunt, tudo bem, desde que não tenha imagens de pessoas nuas... hein?! Isso é que não! :-P
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De jonasnuts a 22.09.2008 às 23:20

São remotas as possibilidades de:
a) Vir a olhar para o dicionário
b) Vir a consultar o dicionário (a julgar pelo exemplo do de português).
c) Na eventualidade de vir a consultar o dicionário, dificilmente andará à procura dessas palavras.
d) Quando consultar o dicionário, estará acompanhado, logo, contextualizado :)
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De pedrocs a 23.09.2008 às 00:30

Sei que és mãe há dez anos, mas rapaz, nunca foste.

Posso-te por isso dizer quase com certeza absoluta que é *precisamente* essas palavras que vai procurar.

Aprendi mais coisas sobre sexo na seríssima e caríssima Encyclopaedia Britannica do meu pai do que no recreio (onde, diga-se, os idiotas dos meus colegas achavam que sexo "por trás" só anal e ficaram muito surpresos quando viram no Quest for fire que os homens das cavernas se reproduziam assim - ainda bem que eu aprendi três ou quatro coisas sobre anatomia feminina no meu tempo livre e sem... *ahem* "contextualização").

E quanto a gajas nuas... vi tantas, mas tantas, antes sequer de entrar na adolescência que acho que conheço metade do hemisfério norte no que diz respeito a modelos badalhocas.
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De jonasnuts a 23.09.2008 às 00:34

10 anos há 20 anos atrás eram diferentes de 10 anos agora.

:)
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De pedrocs a 23.09.2008 às 10:26

Então...? Não me digas que agora os putos são todos totós.
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De jonasnuts a 23.09.2008 às 10:31

São bastante mais totós.
Há uma maior preocupação com o seu bem-estar emocional. Era pacífico, há 30 anos jantar-se a ver o telejornal, com notícias dos vizinhos que se mataram à machadada por causa da localização do muro entre os terrenos. Por outro lado, a pedofilia era considerada atentado ao pudor, mais nada.

As coisas eram menos filtradas, mas também havia menos coisas.

Mas se calhar sou eu.
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De pedrocs a 23.09.2008 às 12:37

Acho muito estranho que sejam mais totós... no meu tempo perder a virgindade entre os 16 e os 18 era mais ou menos a norma (exclui daí os aldrabões e os sortudos que a perderam antes e os tristes que a perderam depois), pelo que me é dado a entender hoje em dia... 13/14 não é totalmente incomum.

Mesmo os consumos de álcool e as noitadas em discotecas agora começam em idades em que, quando eu era puto, nem pensava estar noutro sítio que não na cama.

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De jonasnuts a 23.09.2008 às 12:50

Ok, então não vou generalizar.

O meu é mais totó do que eu era com a idade dele. Pode ser do facto de ser homem e eu ser mulher (e isso conta), mas acho que está nesse aspecto mais (sobre?)protegido do que eu estava (e eu estava super protegida).

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