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Jonasnuts

Moita Flores

Durante o mês de Agosto escrevi um post sobre Moita Flores. Eu e meia Blogosfera, verdade seja dita.

 

O que é que me faz voltar ao tema?

 

As notificações de novos comentários dos Blogs do SAPO disseram-me que tinha dado entrada um novo comentário ao post em questão. Fui ver.

 

Está assinado por Francisco Moita Flores, o comentário. Como não está autenticado, não sei se é o real ou se é um brincalhão. O teor do texto é compatível com o que penso que o verdadeiro Francisco Moita Flores diria.

 

Fica aqui a transcrição do comentário, que pode ser visto in loco, aqui.

 

"Confirmo que recebi o telefonema e é verdade que não tive tempo para ir consultar os blogs. Pouco importa. Aquilo que eu disse, e penso sobre a blogosfera, está tão adulterado pelos insultos que me são dirigidos que pouco há a dizer para além de manter aquilo que sei e sinto. 1 - A blogosfera é um espaço infinito de comunicação, de encontro de ideias, de opiniões. 2 - É o surgimento de uma nova idade, devido ao impulso técnico-científico, no que respeita ao novo entendimento da informação. 3 - É o espaço de toda a liberdade. 4- E também da irresponsabilidade, do insulto, da difamação anónima. 5 - É o espaço do amor, do afecto, da amizade. 6 - É também um espaço utilizado por gente que se diverte, que gosta de conhecer outros, de discutir. 7 - É, por acaso, um espaço também utilizado por criminosos para cometer crimes graves, o que NÃO SIGNIFICA NEM PODE SIGNIFICAR QUE TODOS OS UTILIZADORES DA BLOGOSFERA SÃO CRIMINOSOS.
8 - É um espaço da nossa vida comum. Da vida de milhões. Um avanço importante na nossa história colectiva.
9 - E, infelizmente, muito à portuguesa, é o espaço do insulto, do comentário do ouvir de dizer, de ter ouvido e não ter a tolerãncia de procurar entender.
10 - É a primeira vez que escrevo num blogue. E faço-o porque li as barbaridades que se disseram sobre os meus comentários. Sobre aquilo que me quiseram pôr na cabeça, e nas palavras. Se fui mal entendido, peço desculpas aos bloguistas. Mas não é por eu pedir desculpas, que alguns criminosos deixam de utilizar esta ferramenta. Para o terrorismo, para o branqueamento de capitais. Mas não confundo a árvore com a floresta. Sei do que falo. Estudo estas matérias. É a minha vida. Um abraço a quem usa a blogosfera para reinventar o mundo.
Francisco Moita Flores"

 

 

Já agora, se o Francisco Moita Flores vier dar com isto, o meu telefone continua disponível, e o convite para vir conhecer a equipa dos Blogs do SAPO continua de pé. Se perdeu o meu número de telemóvel, o meu endereço de mail, directo, está no canto superior esquerdo deste Blog.

 

Bicicletas

Leio no SOL (online e sem link, porque eu não linko o Sol) que Paulo Guerra dos Santos fez um estudo sobre a utilização de bicicleta na cidade de Lisboa.

 

Não li o estudo, apenas a notícia do Sol, pelo que a minha opinião sobre a coisa pode estar errada, tendo em conta o filtro "jornalístico".

 

Uma das afirmações do estudo é: "Em Lisboa faltam ciclovias, que podem ser providenciadas «com algo tão simples como uma mudança na legislação que permita que as bicicletas possam partilhar a faixa do ‘bus’»."

 

Ora, a mim, que sou bicicleteira recente e, portanto, com pouca experiência, mas condutora há mais de 20 anos, esta frase do estudo dá-me para ter uma primeira reacção muito interessante.

 

Se eu andasse de bicicleta na cidade (e não ando), o sítio que eu mais evitaria seriam as faixas de BUS. É por onde circulam habitualmente os piores condutores. Os motoristas de autocarros, os taxistas e os chico-espertos.

 

Além disso, as faixas de BUS servem para que os transportes públicos (e os chico-espertos) possam andar mais rapidamente. Já estou a ver os autocarros a atascar atrás duma bicicleta, ou um taxista a fazer razias do tipo "chega para lá" a qualquer incauto que decidisse aproveitar uma eventual permissão para andar por ali, de bicicleta.

 

Adoraria poder usar a bicicleta para me locomover. A única coisa que me impede de o fazer não são as colinas, nem o trânsito. O que me impede de adoptar a bicicleta é uma coisa básica. Chama-se transpiração. Depois de pedalar os km que separam a minha casa do meu local de trabalho, eu, como qualquer ser humano normal, transpiro. Logo, cheiro mal. Logo, não me sinto bem enquanto não tomar um banho.

 

Qual é a proposta para resolver este problema?

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