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Jonasnuts

Tech Talks London

Na semana passada fui convidada das Tech Talks London, onde falámos de tudo e um par de botas (e foi divertido ver os temas que escolheram para eu comentar, é sempre curioso vermo-nos pelos olhos do outro).

 

Outros episódios, outros convidados, aqui.

Agora com licença, que, respondendo ao desafio do Vitor, estou a preparar uma lista de potenciais convidadas de próximas edições, para propor à organização, para ver se se cria algum equilíbrio de género nestas Tech Talks London.

Coincidências

Ontem disse que queria ver isto.

Hoje recebo isto.

disney.jpg

A indústria do entretenimento continua a viver numa época em que existem fronteiras geográficas e em que as pessoas consomem o que a indústria ditar, quando a indústria quiser e como a indústria entender.

 

Felizmente, uma larga maioria, já vive no século XXI.

 

Onde, quando e como eu quiser. 

Hamilton. Dia 3 de julho.

3 anos de moto

pcx.jpg

Fez por estes dias 3 anos que comecei a andar de moto.

Mudou a minha vida para melhor e só tenho pena de não ter tomado esta decisão mais cedo. 

Se não fosse a pandemia, nesta altura já teria carta e uma moto um bocadinho melhor, para começar a fazer uns passeios, mas a covid-19 obrigou a uma pausa nesse processo, portanto, ainda ando com a minha rica pcx, que adoro, mas que não dá para grandes passeios.

Tenho cerca de 30.000km no bucho, contas feitas com base numa média de quase 1.000km/mês, subtraindo a porra da pandemia :)

Obviamente já me espetei, está também agora a fazer 3 anos.

Logo na primeira semana, erro de principiante, claro, e a moto ia indo para sucata. Ainda esteve quase 2 meses na oficina, caraças.

Mas depois disso, foi sempre a melhorar e a ganhar experiência e ainda não voltei a cair. Ainda. :)

Recomendo vivamente a todas as pessoas crescidas (têm de ter mais de 40 anos), que queiram poupar dinheiro, tempo, estacionamento e, em simultâneo, divertir-se à brava.

Descubram a vossa alma motard e dêem-lhe asas :)

Queridos CTT (Take 2)

ctt.jpg

Depois do episódio de ontem (auto-link), fiquei, naturalmente, muito atenta aos progressos do objeto de que estou à espera, e ao serviço que sou obrigada a contratar-vos e, consequentemente, a pagar-vos.

 

Que fique claro que, se dependesse de mim, eu já teria pegado na minha moto, já teria ido até à alfândega e voltado e já teria o meu objeto comigo.

 

Assim, dependendo do vosso serviço, é bom saber que, 24 horas depois de eu ter cumprido com os vossos requisitos, nada aconteceu. O pacote deve estar a descansar da sua viagem transatlântica, que vocês olharam para ele e acharam-no cansado.

CTT-1.jpg

 

 

Vou manter-me atenta ao vosso super serviço, para ver quando é que a coisa começa a mexer. Pode ser que vocês o achem demasiado cansado e lhe dêem o fim-de-semana completo para se restabelecer da viagem, antes de o submeterem a mais sevícias.

 

A seguir.

Queridos CTT

Link para o disclaimer da praxe, por via das dúvidas.

ctt.jpg

O vosso serviço é uma valente bosta.

Assim, direta ao assunto, porque os floreados não são a minha especialidade.

Vá, uma porcaria, porque a minha mãe já não lê isto, mas volta não volta, encarna na minha irmã.

Para todas as encomendas online que me obriguem a usar os vossos serviços, eu encontro alternativa, e mudo de fornecedor, e não me importo de pagar mais caro, só para não ser vossa cliente. 

Portanto, à partida, o facto dos vossos serviços serem uma cagada, vá, fraquinhos, não me afetaria, porque, lá está, não sou vossa cliente.

 

Excepto nos casos em que sou, vá-se lá saber porquê, obrigada a ser vossa cliente.

 

Que é o que acontece no que me traz aqui hoje.

 

Encomendei uma cena dos EUA. Recebo a notificação de que tenho de desalfandegar. 

Sou de imediato encaminhada para o site dos CTT, que é uma coisa que eu não percebo, porque eu não quero nada com os CTT, eu quero é com a alfândega (na realidade, também não quero, mas isso fica para outra altura).

Trato das coisas no site dos CTT, que ficou a dever uma quantia milionária à usabilidade e a quem lhes trata dos textos. E, no final do processo dizem que sim senhora, que já está desalfandegado. 

 

E agora? Agora o estado é "Outros", o que me obriga a um telefonema, aliás dois, porque a primeira chamada, misteriosamente, cai.

Eu só quero saber onde posso ir levantar a minha encomenda.

Não posso, o serviço de levantamento (sim, uma pessoa ir ela própria, pelo seu pezinho, levantar uma encomenda, é considerado um serviço), o serviço de levantamento, dizia eu, foi descontinuado, e agora tenho de esperar pelo menos mais 3 dias, que me venham entregar o aviso para eu ir levantar na estação de correios mais próxima, coisa que poderei fazer no dia seguinte ao do recebimento do aviso.

E, cereja no topo do bolo, ainda vou pagar pelo serviço de DEMORAREM QUASE UMA SEMANA A ENTREGAR UMA COISA QUE EU PODIA IR BUSCAR EM MEIA HORA.

Claro que, obrigando as pessoas a serem vossas clientes, vocês tinham de declarar lucros fabuloso no vosso relatório e contas. Oh.... wait.

A equipa do serviço a cliente que atende o telefone é, na grande maioria das vezes, excelente, competente, simpática e educada. Não têm culpa nenhuma de não conseguirem fazer mais. 

Charlatões e Charlatonas

ABUTRES.jpg

 

Este site foi colocado no ar no início de março. Durante algum tempo teve dificuldades em disponibilizar formas de pagamento, mas rapidamente ultrapassou essas dificuldades e aí estão, a vender uma cena que carece de qualquer evidência científica. Puro oportunismo, pura exploração dos medos e dos receios justificados das pessoas, sobretudo nesta altura do campeonato.

 

Este tipo de aproveitamento (sem link e sem url porque ....... obviamente) devia ser proibido.

Na realidade, lendo o alerta de supervisão 01/2020 da ERS, este tipo de conteúdo É proibido.

 

Nomeadamente:

"Na mensagem publicitada apenas devem ser utilizadas informações aceites pela comunidade técnica ou científica, devendo evitar-se todas as referências que possam induzir os utentes a quem a mesma é dirigida em erro acerca da utilidade e da finalidade real do ato ou serviço."

Ou:

"São proibidas as práticas de publicidade em saúde que induzam ou sejam suscetíveis de induzir em erro o utente quanto à decisão a adotar, designadamente: - Ocultem, induzam em erro ou enganem sobre características principais do ato ou serviço, designadamente através de menções de natureza técnica e científica sem suporte de evidência da mesma ou da publicitação de expressões de inovação ou de pioneirismo, sem prévia avaliação das entidades com competência no setor; - Se refiram falsamente a demonstrações ou garantias de cura ou de resultados ou sem efeitos adversos ou secundários; - Sejam suscetíveis de induzir o utente ao consumo desnecessário, nocivo ou sem diagnóstico ou avaliação prévios por profissional habilitado."

 

De modo que....... a única alternativa que me resta é o Livro de Reclamações da Entidade Reguladora da Saúde.

Exorto-vos a fazerem o mesmo em relação a qualquer conteúdo deste género que encontrem.

(Adoro exortar).

Não há bela sem senão

jamor.jpeg.png

 

Silver linings, como diria o meu filho.

As minhas rotinas matinais não se alteraram muito em termos de pandemia. Os passeios que dava com a Uma todas as manhãs (e todas as tarde, já agora) mantiveram-se sempre, sendo a única diferença percetível o número de pessoas com quem me cruzava.

Desde meados de fevereiro que o número de pessoas começou a diminuir até haver uma quebra drástica a partir do início de março. Basicamente, era sempre a mesma meia dúzia de gatos pingados que partilhava o Jamor. E foi muito bom. Poder andar à vontade, sem me preocupar com carros e bicicletas, sem me preocupar com as figuras tristes (eu oiço música enquanto passeio e, por isso, às vezes danço), sem ter de me preocupar com ser atropelada por corredores mais distraídos, enfim, ter o Jamor praticamente todo só para nós foi um privilégio.

Desde há 2 semanas que comecei a notar um acréscimo de pessoas. Primeiro foram os ciclistas, depois a malta das corridas, depois as famílias inteiras e os grupos grandes de amigos. E hoje foi o apogeu.

Saí de casa mais tarde que o habitual, eram quase 9 horas, por via de ter ficado a assistir ao natal de ontem à noite. E se calhar isso também não ajudou.

Mas, de repente, o Jamor está ao rubro, cheio de malta. Atenção, nada contra, é só uma questão de hábito.

Terei de me habituar a gerir os grupos de pessoas que têm a mesma capacidade e noção de distanciamento social que um grupo de lapas, e os desportistas cuja ideia de etiqueta respiratória passa por se assoarem aos dedos para sacudirem depois as ranhocas para o chão. Super higiénico.

Por outro lado, o passeio passou a ser mais agradável à vista porque, apesar de nem todos serem uns albanos a maioria é, e é sempre agradável passear por sítios onde haja boas vistas. É um gosto ver gente com ar saudável. 

E, já que tenho de partilhar o meu quintal com pessoas, ao menos que sejam pessoas com muito bom aspeto.

 

Pelo sim pelo não, vou investir nos horários madrugadores, que é quando há mais belas e menos senões.

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