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Jonasnuts

É um privilégio, fazer aquilo que faço

Essa é que é verdade :)

 

Mas, dentre todas as minhas tarefas, há umas que me dão mais gozo que outras, naturalmente.

 

Gosto de descobrir Blogs e adicioná-los no meu leitor de feeds à lista de Blogs que gostava de ver no SAPO. O bom desta lista, é que é interminável.  Gosto de namorá-los, e só tenho no meu leitor de feeds de rss Blogs de que gosto. Claro que há uns que me dizem mais que outros, mas todos estão lá por uma razão ou por outra.

 

Claro que cancelar a subscrição de um feed na pasta das transferências, e criar um novo na pasta dos parceiros é divinal. É sinal de que um Blog cortejado há algum tempo foi convidado e aceitou o convite.

 

Há Blogs que tenho na minha lista de transferências há mais de 2 anos, e que nunca convidei, porque ainda não aconteceu fazerem um post que fizesse click, que me levasse a fazer um convite. Não precisa de ser um post a falar de Blogs. Por exemplo, a Vieira do Mar e a sua Controversa Maresia. Há anos na minha lista, e de repente um post que não tinha nada a ver com Blogs, fez clique. Despoletou o convite. Para os mais curiosos, foi este, o último de 2007. As pessoas que conseguem dizer exactamente o que eu penso, mas muito melhor do que eu alguma vez conseguiria são sempre alvo da minha admiração. E pronto, escrevi o mail segundos depois de ler o post, e era um mail emotivo (embora eu tentasse manter a compostura), e eu estava nervosa, claro.

 

Aconteceu o mesmo com outros Blogs, a Bomba Inteligente, claro, a Mãe-Galinha, e é melhor não me pôr aqui a enumerar os casos, senão isto fica demasiado longo.

 

Hoje foi o dia escolhido por um desses Blogs que namoro há muito tempo, para se mudar para o SAPO.  Foi, portanto, um dia excelente. Este, apesar de longo namoro, nunca cheguei a ter a oportunidade de convidar. Outros convites trouxeram conquilhas, não o meu.

 

 

Sempre gostei do Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos. Desde que o descobri. Em primeiro lugar por causa do nome. Faz-me SEMPRE recordar as tardes que passei à beira-mar, na Meia-Praia, a apanhar conquilhas para comer ao jantar, durante as férias que passava em Lagos, há 30 anos (ainda há conquilhas na Meia-Praia?), e porque a minha mãe dizia "hoje há conquilhas, amanhã não sabemos". E depois por causa do que por lá se escreve.

 

É como digo, hoje foi um dia bom :)

 

Feira do Livro

Tenho acompanhado a novela da Feira do Livro de Lisboa aqui.

 

Não é segredo, mesmo para quem, como eu, não pertence ao meio dos editores e livreiros, que a Feira do Livro de há uns anos para cá tem tido uma organização instável e volátil. Do ponto de vista do consumidor final (que sou eu) isso tem-se visto na estagnação dos programas, e nas animações sempre muito pindéricas, e na manutenção daqueles caixotes horríveis que são os mesmos (ou parecidos) desde que me lembro. E desde que me lembro que as pessoas que trabalham nos caixotes (ou muito quentes ou muito frios) não dão jeito nenhum, não funcionam.

 

Há uma tradição, na família. Dia da Criança é dia de feira do livro. Os meus pais levavam-me lá quando eu era miúda, e eu tenho esforçado por levar lá o meu, agora que me toca a mim pagar as contas.

 

Chateia-me que por causa de uns senhores que dão o dito por não dito, e que fazem acordos mas porque não estão escritos afinal não valem, e porque querem ser mais que os outros, e são, são mais areia para a engrenagem, chateia-me que por causa destes gajos, a coisa esteja cada vez pior.

 

Gosto de algumas ideias alternativas que têm sido apresentadas. E até acho que seriam muitíssimo interessantes (actividades durante um período de tempo pré-definido em todas as livrarias do país, por exemplo), mas essas ideias seriam um bom COMPLEMENTO e não uma alternativa.

 

Meus senhores, se for preciso, peço à professora do meu filho de 10 anos para intermediar os vossos diferendos. Ela é que está habituada a lidar com birras de miúdos de 10 anos.

 

Grow-up.

A minha pediatra

Sou altamente despreocupada com a minha saúde, detesto médicos, medicamentos e salas de espera, marcações e demais parafernália associada ao negócio da saúde. Só mesmo quando tem de ser e, felizmente, é raro, ter de ser.

 

Com a saúde do meu filho, não direi que sou o oposto, porque não sou radical, mas sou extraordinariamente cuidadosa e meticulosa. E sou assim desde o início.

 

Tal como na maior parte das coisas importantes, escolhi criteriosamente a pediatra do meu filho. Antes dele nascer. Sim, grávida, marquei consultas em 3 pediatras diferentes, todos eles recomendados por várias amigas. Tinha perguntas, para as quais queria respostas antes do puto nascer. Chama-se a isto uma consulta pré-natal, e é prática comum em muitos países europeus. Por cá, ainda não. Eu não queria correr o risco de chegar com o puto para a primeira consulta, e não gostar do médico.

 

Lá fui às 3 consultas. Recebi reacções diferentes. Em dois deles o espanto de "o que é que está aqui a fazer?", depois de olharem para a minha barriga. No terceiro (aliás, terceira), um sorriso, e um "toda a gente deveria fazer o mesmo. Tem uma lista de perguntas? Vamos a elas".

 

Só isto poderia ter servido para tomar logo a decisão. Mas não foi só isto. Resposta concisa às minhas perguntas, sem floreados, sem "dar à luz", sem "o principezinho" sem os arabescos de que tantas mães gostam. Categórica em algumas questões, menos categórica noutras onde me dizia que era como me desse mais jeito. Número de telemóvel logo ali (que por sinal nunca usei).

 

Adorei o estilo, e a forma como me explicou as coisas, e como ao longo destes anos não se limitou a receitar os medicamentos e está a andar. Explicou-me sempre tudo, e as causas, e os efeitos, e tudo. Sem paneleirices.

 

Em 10 anos vi-a algumas vezes. No início uma vez por mês, depois consultas mais espaçadas. O puto é ultra saudável, fiz as rotinas e pouco mais.

 

Fui lá na 2ª feira, depois de uma longa ausência, e a consulta foi toda feita com ele, para ele, na conversa com ele, comigo só troca de olhares, para confirmação do que ele dizia. O puto estava irreconhecível. Habitualmente calado e tímido, falava pelos cotovelos, dizia piadolas, passava modelos, representava, despiu-se sem problemas, enfim, a antítese do habitual. Deve sentir-se bem, ali.

 

Quando amigas grávidas me perguntam, nem hesito. Digo-lhes, marquem uma consulta pré-natal com esta senhora.

 

 

Chama-se Beatriz Uva.

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