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Jonasnuts

Jonasnuts

Alegadamente Streisand

Jonasnuts, 02.07.12

Acho que o título do post é explicativo, mas a história conta-se em meia dúzia de linhas (e já há quem o tenha feito muitíssimo bem). Mas, lá está, para que o efeito Streisand se complete, the more the merrier.

 

No Blog Poupar Melhor foi escrito um post, nos idos de Novembro do ano passado um post inócuo, com a opinião (e links a fundamentar essa opinião), sobre um determinado "dispositivo que poupa combustível". O post não recebeu qualquer atenção, e teve meia dúzia de visitas.

 

Pois que a coisa começa a dar para o torto quando alguém, associado à marca, descobre o post, e (ab)usa os comentários para defender o seu produto. Até aí, nada contra, acho muito bem que as marcas intervenham e participem e apresentem os seus argumentos. Mas a coisa descambou com o(s) senhor(es) que alegadamente representava a marca (ou participava em nome da dita cuja) a optarem por um registo muito pouco cordial, quando perceberam que os autores do Blog não iriam mudar de opinião por dá cá aquela palha. E surgiram os mimos “você é Burro, só Teimoso oe tambem é tudo junto e Casmurro”. Ora, quando uma marca alegadamente trata assim uma pessoa, vê-se logo que o caldo está mais do que entornado.

 

Daí até o alojamento do blog ter sido contactado, foi rápido, e apesar dos donos do Blog terem retirado a imagem que parecia ser a razão de incómodo dos senhores (foi o que alegaram no pedido que enviaram ao responsável pelos servidores que alojam o Blog). Mas nem mesmo assim os senhores ficaram satisfeitos e os problemas persistem.

 

Encanita-me um bocadinho, que as marcas não respeitem a opinião das pessoas. Encanita-me por motivos pessoais e por motivos sociais. Encanita-me mais ainda que as marcas sejam suficientemente burras, alegadamente, claro, para não terem ainda percebido que quanto mais espadanarem de forma abusiva, pior é. Um post que teria passado relativamente despercebido, ganha uma relevância e uma amplificação que, se tivessem ficado quietinhos, nunca aconteceria.

 

Faz-me lembrar um episódio que se passou comigo há uns anos, aqui neste Blog. Enfim, os que acompanham há mais tempo estarão recordados. Este Blog recebe meia dúzia de visitas, e de repente, durante o período duma semana....... a coisa disparou.

 

 

Vamos ver no que dá, tenho sempre muita curiosidade acerca destes temas.

 

Sei que a coisa já está a chamar a atenção, e ainda bem.

 

Os mais curiosos podem espreitar aqui e aqui.

 

E para os realmente curiosos, dando-se o caso do post original desaparecer da origem, aqui fica ele, devidamente linkado

 

Publicidade difícil (a julgar pelas tentativas goradas).

Jonasnuts, 11.06.12

Eu passo todos os dias na Fontes Pereira de Melo. Várias vezes. De carro, a pé, para cima e para baixo.

 

Portanto, sou exposta (ou é-me exposta) publicidade afixada, amiúde.

 

Há um edifício abandonado (enfim, pelo menos é esse o aspecto que tem), cuja fachada tem sido palco de vários desastres publicitários. Falei do primeiro aqui. Neste caso de há quase 1 ano, o problema devia-se ao facto dos criativos (e dos produtores e dos accounts e dos clientes) não terem pensado um bocadinho, nem visitado o local onde iam expor um anúncio com largos metros de altura e comprimento. E a coisa manteve-se durante meses.

 

Foi com alegria que há uns tempos vi desaparecer o (aparente) erro de ortografia que me incomodava várias vezes ao dia.

 

Depois de uns tempos com uma tela branca..... linda...... de repente uma nova campanha. E mais uma vez, os senhores publicitários (mais o departamento de marketing do cliente ou lá quem é que raio aprova aquelas coisas) erraram. E desta vez nem sequer era preciso terem pensado...... bastava que tivessem visitado o local (ou pedido fotos, que era o que eu fazia nos meus tempos de publicitária).

 

 

É a chamada publicidade verde ou ecológica, em que a importância da árvore, simbolizando a mãe Natureza, adquire uma importância e um protagonismo enormes, face à importância da mensagem que o anúncio pretende transmitir.

 

E, neste caso, a coisa era de simples resolução.

 

 

Simples, não?

Não tem de quê.

E as mulheres, senhores?

Jonasnuts, 16.12.11

Antes de mais, os disclaimers. Nunca serei cliente da Zon, pelo que a campanha publicitária que os senhores da Zon têm neste momento no ar não me é dirigida, mas há evidências que não me passam ao lado, pelo não me contenho, e vou comentar aquilo que me parece ser a mensagem da campanha da operadora.

 

 

 

Toda a campanha anda à volta do trocadilho, boazona (e contratam um modelo/actiz que encarna o epíteto) com o nome da marca, associa-se a boazona à boa zon. Ok, apelam aos homens, Uma gaja descascada, ou com um decote a que muitos homens gostam de chamar de generoso, cai no goto do target masculino.

 

 

Mas, tendo em conta o crescente poder de compra e de decisão das mulheres, pergunto-me se os senhores da operadora terão pensado seriamente neste segmento do target.

 

Senão vejamos. Aos homens, apelam com uma gaja toda boazona, e de mamas à mostra. Já para apelar a elas, escolhem o Nicolau. Um senhor, sem dúvida. Mas já entradote e, sem pôr em causa todos os (certamente muitos) atributos do Nicolau, digamos que a beleza física não estará no topo da lista. Portanto, em vez de usarem um equivalente masculino, optam pelo Nicolau.

 

Mais, não nos podemos esquecer que, o Nicolau, emprestou a sua mediática imagem, à (meritória) campanha de sensibilização para o problema da disfunção eréctil.

 

 

 

 

 

 

 

 

E eu pergunto-me....... que imagem estará a operadora a transmitir a potencias clientes femininas?

 

:)

A caçadora de pérolas*

Jonasnuts, 26.08.11

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Explicam-me que não há erro neste anúncio, porque esta parte do cartaz é complementar do que está do outro lado da esquina mas, para mim, que desço a Fontes Pereira de Melo, é isto que vejo. E com certeza, os senhores publicitários e os senhores da marca, não estão à espera que eu ande a dar a volta aos edifícios para lhes olhar para a comunicação, pois não?

 

Para mim, isto é uma ideia mal concebida, mal produzida, mal aprovada.

 

A sorte é que com a confusão que grassa nos portugueses em geral no que diz respeito à utilização do à e do há, a maioria não dará pelo erro. Persistirá nele.

 

Não é de agora que defendo uma multa para publicidade com erros de ortografia, este cartaz só vem confirmar a minha teoria. Portugal estaria rico, com uma lei que multasse quem dá erros de ortografia.

 

O título do post é descaradamente roubado a uma secção do Blog Cão e Pulgas, que recomendo vivamente, o Caçador de Pérolas.

Publicidade nos Blogs - Take 4 - Autoria de boas práticas

Jonasnuts, 20.05.11

Para os mais curiosos e porque obtive autorização da autora desta mensagem para o fazer, a empresa que me contactou, na pessoa da Ana, foi a Lelo, uma marca sueca de produtos eróticos de luxo. Para os mais curiosos ainda, o produto específico que me foi sugerido, foi o MIA.

 

Aprendam como se faz, anunciantes portugueses.

Publicidade nos Blogs - Take 3 - Um exemplo de boas práticas

Jonasnuts, 20.05.11

Estava prometido, e uma vez que eu guardo todos os mails de mil novecentos e carqueja, foi fácil encontrar.

 

Portanto, aqui ficam umas dicas de como podem ser feitas as coisas correctamente, caso se pretenda apresentar uma proposta de parceria publicitária (ou de reviews) a um Blog.

 

1 - Usar um endereço de mail com o domínio da marca que diz representar (é o caso do exemplo ali de baixo, apenas está omitido porque eu nestas coisas sou do tipo de preservar a identidade de quem me contacta).

2 - Use português correcto e simples.

3 - Identifique-se, não só com o nome, mas inclua outra referências que permitam melhor conhecer quem faz a proposta. A reputação de quem pede é tão importante como a reputação de quem recebe o pedido.

4 - Diga ao que vai sem grandes floreados.

5 - Seja honesto, siga o Blog da pessoa a quem pretende propor a parceria, e personalize o pedido mostrando que é leitor.

6 - Faça uma sugestão de produto a experimentar, mas deixe em aberto outros produtos da mesma gama (inclua material informativo acerca da gama).

7 - Deixe claro que aquilo que pretende é uma review depois da experimentação.

8 - Não indique orientação da review. Uma review é uma opinião, para ser verdadeira (e, portanto, eficaz), não pode ser previamente condicionada.

9 - Seja cordial e coloque-se à disposição para mais esclarecimentos se necessário.

 

Este foi o ÚNICO caso, até hoje, e em mais de 6 anos de Blog, ao qual respondi sinceramente, e até dei umas dicas de outros blogs que poderiam ser interessantes. Não fiz o post e expliquei porque é que não o fazia, e mesmo assim a empresa em causa afirmou manter a oferta. Não digo que seja necessário ir tão longe. Acho perfeitamente legítimo que apenas se forneça o produto/serviço a quem à partida se comprometa a escrever sobre ele, mas parece-me que esta empresa (ou esta representante da empresa) é muito à frente.

 

 

Proposta_Lelo_.jpg

 

Publicidade nos Blogs - Take 2 - O que não fazer

Jonasnuts, 20.05.11

Tendo em conta os comentários que me têm chegado (por diferentes vias), achei que seria interessante exemplificar boas e más práticas de propostas de parceria. Começo pela negativa (que é a mais frequente, sendo que de propostas positivas só tenho um exemplo, fica para o post a seguir).

 

Então, aqui ficam algumas recomendações acerca do que NÃO fazer, se está a pensar entrar em contacto com um Blog (ou com um conjunto de Blogs) com uma proposta de parceria:

 

1 - Não use um mail @hotmail (ou @gmail, etc...). Use um endereço de mail que confira credibilidade à sua proposta.

2 - Use português correcto, quer na ortografia, quer na dactilografia, quer na construção.

3 - Não lamba as botas do autor (ou autora) do Blog, chamando-lhe representativo da blogosfera portuguesa" (embora, em alguns casos, isso possa funcionar).

4 - Não misture alhos com bugalhos. Um blog é um Blog, uma conta de twiter é uma conta de Twitter.

5 - Não diga ao autor do Blog que pode tornar-se fã do produto (que ainda não foi lançado) na página do Facebook.

6 - Não ofereçam coisas "muito giras" que nada têm a ver com o produto.

7 - Não sejam vocês a definir as regras da experimentação do produto/serviço.

8 - Não digam NUNCA o que é que o blogger tem de escrever no post. Coisas do género "a ideia é que escreva um post no seu Blog a explicar a sua experiência e a recomendar aos seus leitores que visitem a página X" são absolutamente proibidas.

 

Aqui vai um exemplo, real e verídico, que recebi há relativamente pouco tempo:

 

 

E teve direito a segunda mensagem e tudo, apesar de eu não ter respondido à primeira. Assina a mesma pessoa, o mail remetente é diferente (mas o erro persiste):

 

 

 

 

 

Acho que estes dois exemplos, são muito bons quanto ao que NÃO se deve fazer. Já de seguida, assim que encontrar o mail da proposta boa, publico-a aqui.

Publicidade nos Blogs

Jonasnuts, 20.05.11

Estou aqui no início do post e já estou a pensar que isto vai dar um lençol. Não sei. Talvez.

 

Acho, desde sempre, que os anunciantes em geral e as agências de publicidade em particular ainda não sabem explorar devidamente o potencial da publicidade online. Salvo raras e honrosas excepções, tratam o online como tratam os outros meios. Imprensa (um banner fixo) ou televisão (um banner animado). Sabem vender volume, mas não sabem vender especificidade. Interessa-lhes que os banners sejam "vistos" muitos milhares de vezes, mas preocupam-se pouco com a eficácia real das campanhas, sobretudo porque nos outros meios, não têm como medir essa eficácia, descartam essa medição neste meio, deitando à rua aquela que é uma das (muitas) enormes vantagens deste meio de comunicação.

 

Mas se isto é verdade no online em geral, é ainda mais escandalosamente verdade no que diz respeito aos Blogs. Quando falamos em Blogs, assim, no geral, eu compreendo que os anunciantes e as agências desconfiem. Afinal de contas, debaixo do chapéu de chuva da palavra "Blogs" cabe de tudo.... muita coisa boa, muita coisa má, muita coisa péssima.

 

Há quem se aperceba do potencial, e tente fazer publicidade em blogs, mas usam os métodos antigos. Espetar com um banner num blog, mesmo que seja um banner duma campanha que possa ter interesse para os visitantes desse Blog, não é mau, mas podem ir muito mais longe.

 

Os Blogs criam empatia com os seus leitores (os bons, pelo menos). Interagem, respondem pedem ajuda. Uma recomendação sincera num blog, vale muito mais do que uma campanha de banners.

 

Por exemplo; mais depressa compro uma Actifry por causa deste post, do que por causa de qualquer banner ou folheto que me passe à frente dos olhos. Porquê? Porque não é a marca que está a louvar as características do produto, é um utilizador, é um de "nós". É alguém que tem reputação online. Sim, que esta coisa da reputação é importante. As marcas que criam fake blogs de consumidores fantasma, que só escrevem dois ou três posts a dizer bem de um determinado produto estão a dar tiros nos pés, estão a chamar burros aos consumidores. E ninguém gosta de ser tomado por burro, nem mesmo os burros.

 

O Pedro não recebeu um tusto para escrever aquele post. Fê-lo porque lhe apeteceu e porque achou útil. É aliás frequente ver no Blog dele reviews sobre produtos vários, assim de repente e sem ir ver, lembro-me de aspiradores, da Bimby, de brinquedos sexuais, duma catrefada de equipamento tecnológico de que não pesquei um boi, enfim, para todos os gostos. Ora, o Pedro não recebeu nada, mas podia (e devia) ter recebido. Os senhores da Actifry, se fossem espertos, tinham-lhe oferecido qualquer coisa. Vales para outros produtos da marca, sei lá, qualquer coisa. Mais, se fossem realmente espertos, teriam incorporado uma série de Blogs numa campanha, oferecendo o seu produto a vários Bloggers, pedindo como contrapartida um post sobre o produto. Um post a relatar com honestidade a experiência de utilização. Não me refiro a um post com a cópia do press release, que isso não serve de nada. Claro que só pode fazer isto quem tenha confiança na qualidade do seu produto, e quem tiver inteligência e capacidade para se aguentar à bronca, no caso de num post, serem escritas coisas menos positivas. É isso que confere veracidade à coisa. A experiência total, com os pontos positivos e com os pontos negativos.

 

Dá trabalho, planear uma campanha que inclua este meio? Dá. Muito. Porque não basta chegar aos Blogs e fazer uma pesquisa, e ver quem é que fala de cozinhados, para se tentar vender fritadeiras. É preciso conhecer. Saber quem são as pessoas. Saber se são honestas. Não se vai lá pelos números de tiragem, ou pela classificação dos targets. Não é uma ciência exacta. E é isso que trama os anunciantes, habituados a fazer cruzinhas num papelucho, quando planeiam a compra de media duma determinada campanha.

 

Querem uma dica? A Cocó fez uma pergunta no Blog dela. Pediu por feedback acerca de Cavitação (tive de ir ver o que era :). Alguém duma das clínicas onde se faz essa coisa da cavitação já a deveria ter contactado, no sentido de lhe explicar em que é que consiste a coisa, como é que funciona, e a oferecer-lhe um tratamento completo, de forma a que ela pudesse relatar no Blog a sua experiência (boa, má, assim-assim). Mais.... para ser em grande, ainda faziam uns pacotes especiais Cocó na Fralda, para que a Cocó pudesse, no final do seu "tratamento" e caso recomendasse, oferecer a algumas leitoras. Quanto é que isto custava efectivamente à clínica? Peanuts. Publicidade, da boa, baseada na utilização do produto/serviço, praticamente à borla.

 

Eu sei que a minha área de trabalho faz com que eu esteja mais desperta para estas coisas do que o comum dos mortais. Acresce a isto que trabalhei muitos anos em publicidade, mas a verdade é que isto é uma conclusão a que qualquer pessoa com dois dedos de testa chega.

 

Há assim tanta falta de gente com dois dedos de testa?

As caras das vozes

Jonasnuts, 03.04.11

As vozes são coisas curiosas. Se as ouvimos antes de conhecermos as suas donas, imaginamos o aspecto físico de quem fala. Normalmente enganamo-nos. Para se ser bom locutor de publicidade não basta ter boa voz, às vezes nem sequer é preciso. É uma questão de entoação, boa dicção, timing e profissionalismo. Por acaso, as vozes que "locutaram" 90% dos spots publicitários nos últimos anos, reúnem todas as condições. Isso e o facto de serem excelentes pessoas. O Zé Ramos já morreu (e era TÃO novo), mas estes dois aqui de baixo, o Carlos Duarte e o Luís Gaspar fizeram (e fazem) milhares de spots de publicidade e são, de certeza absoluta, os donos das vozes mais usadas. Gosto muito de ambos, porque me ensinaram muito, quando eu era apenas uma jovem bebé na área da produção (a até antes disso). O Luís Gaspar impediu mesmo que a Braun tivesse no ar um spot em que a minipimer afirmava picar alho, cebola e tomate (digam isto depressa e percebem).

 

Era sempre uma farra, ir para estúdio com um destes dois e é porreiríssimo ver que, passados tantos anos, quase nada mudou. Se há coisas de que tenho saudades da publicidade (e são poucas), as tardes em estúdio com um destes senhores é uma delas. Obrigada a ambos :)

 

 

Publicidade como deve ser

Jonasnuts, 21.05.10

A propósito do meu post anterior, aqui fica um exemplo de como a coisa deve ser feita (embora nem sempre seja necessário gastar os milhões que a Nike gastou).

 

A melhor forma de usar estes novos meios, é fazer coisas que as pessoas QUEIRAM mostrar. A Internet não é um veículo, são muitos veículos, muitos Blogs, muitas contas de Facebook, muitas contas de Twitter. E só partilha um determinado tipo de conteúdos, quem gosta e quem acha que a sua audiência vai gostar. Não conheço outro meio que faça uma selecção natural e automática de target/audiência.

 

 

E, que fique a nota, eu nem gosto do Cristiano Ronaldo, mas acho que este spot está fabuloso, e por isso, apesar de não ser paga para isso, disponibilizo um anúncio da Nike neste meu espaço. Atinge uma grande audiência, aqui? Não. Mas outros farão aquilo que eu acabei de fazer (e outros já fizeram). Neste preciso momento, o vídeo tem cerca de 700.000 visualizações. Vamos ver como estará para a semana.