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Jonasnuts

Maior que a noite de eleições

escrevi no Blog dos Blogs acerca do impacto que a noite das eleições americanas tiveram na plataforma.

 

Acabo de descobrir um evento que vai, certamente, fazer subir ainda mais os gráficos da plataforma.

 

Vai ser um araso:


"Tokio Hotel Band Member Crashed Into Tram!!!"

 

OMG!

 

Fonte: A inesgotável fonte de informação imprescindível que é o Perez Hilton

Google e Yahoo! afinal havia outra?

A parceria entre o Google e o Yahoo!, no âmbito da utilização do motor de adsense do primeiro pelo segundo afinal não vai ser concretizada e foi abandonada.

 

Obviamente não sei as razões que levaram esta parceria a um final menos feliz (para alguns), pergunto-me se a recente cagada do Google com a permissão de manipulação da plataforma por parte de apoiantes da Lei Nº 8, nos Estados Unidos, terá a ver com o assunto, ou se o Yahoo! está de olho em num negócio alternativo que não concentre o negócio num só player.

À atenção dos senhores das televisões

A CNN anuncia que tiveram 27 milhões de visitantes únicos, durante o dia de ontem. Acrescem a este número os 276 milhões de pageviews.

 

Obviamente que os americanos são muitos mais que nós, e as eleições despertam muito mais interesse internacional do que qualquer evento realizado em Portugal (incluindo, creio, o festival da canção).

 

A média de visitantes únicos, no site da CNN, em Setembro foi de 5 milhões por dia. Portanto ontem, quintuplicaram esse número.

 

A média de pageviews do site da CNN é de 35 milhões por dia. Ontem, multiplicaram por quase 8.

 

Records absolutos. E o site estava rápido, e respondia lindamente.

 

Claro que isto não se deve só às eleições, deve-se também a um trabalho e investimento contínuos no site e nos conteúdos do site. Há bastante tempo que os órgãos de comunicação social internacionais têm aproveitado da melhor forma a ferramenta Internet, e esse investimento, como se pode ver pelo exemplo da CNN, é vantajoso, não só do ponto de vista financeiro, mas também do ponto de vista da fidelização do seu público (independentemente do meio) e, sobretudo, no posicionamento como market makers.

 

Não acompanhei nem os sites nem as emissões portuguesas a não ser, brevemente, a TSF, e só a rádio, e posso estar enganada, mas tenho dúvidas de que os seus gráficos de acesso tenham mexido o ponteiro de forma substancial.

 

Há nestes números uma lição a aprender. Haverá quem a queira aprender?

 

Fonte estatística, TechCrunch

 

Noutra perspectiva

Acompanho na CNN a noite eleitoral americana.

 

Há o folclore, e os écrans digitais, e os hologramas, e a tecnologia, e um painel de comentadores (alguns nasceram ou cresceram nos Blogs), e oiço frequentemente o Wolf Blitzer referir o site da CNN como uma óptima fonte para MAIS informação. Quando eu digo "com frequência", é mesmo com frequência, pelo menos três vezes, em cada bloco. Encaminha as pessoas para o site.

 

Claro que o site tem, de facto, mais informação, aquela minúcia que não cabe na rua da betesga que é a televisão. O site complementa a emissão (e fideliza os espectadores/visitantes).

 

Posso estar enganada, aliás, espero estar enganada, mas numa qualquer noite eleitoral portuguesa, uma daquelas que está agendada para estes tempos mais próximos, vejo as nossas televisões a passarem o endereço do site, em rodapé (chega e sobra, não é?), e a terem uma página pindérica, sem qualquer informação útil, adicional.

 

Os meios de comunicação social tradicionais não sabem usar a internet como uma ferramenta potenciadora de audiência, ainda consideram a internet como uma ameaça. E enquanto não abrirem os olhos, e enquanto não contratarem pessoas competentes (não precisam de perceber de televisão, mas é imprescindível que percebam de internet em larga escala, e o filho recém-licenciado do administrador do momento, que até percebe umas coisas de informática,  não serve), dizia eu que, enquanto não levarem a Internet a sério, esta, em vez de se tornar uma ferramenta complementar, tornar-se-á, de facto, numa ameaça.

 

Opá, ao menos olhem para a televisões a sério, e vejam como é que se faz. Não é para copiarem, é para apreenderem o conceito, adaptá-lo à realidade portuguesa, e então sim, usá-lo.

 

Temo que nos mantenhamos no marasmo do costume, com uma das privadas a escolher pagar a multa para anunciar as projecções 30 segundos mais cedo do que a lei permite, e no dia seguinte trocam-se galhardetes sobre quem é que tinha o maior écran e os gráficos mais giros.

O post da moda - As eleções americanas

Toda a gente está à espera dos resultados das eleições americanas. Há muito tempo que não via tamanho entusiasmo. De todas as Blogosferas surgem posts. Juro que já vi mensagens de apoio aos candidatos em Blogs de Wrestling e de Floribela.

 

A Blogosfera portuguesa está quase tão ao rubo como em noite de Oscars. Quase.

 

Eu estou na CNN. E não há meio de começarem com a emissão das estrelas na passadeira vermelha.

 

Falam muito da Virgínia, será a Madsen? Parece que a luta pelo Oscar de melhor actriz principal está renhida, ali entre a Pensylvania e a Florida.

 

Falta muito? Queri ver as jóias, e os vestidos, e os penteados.

 

Vá lá, despachem-se, que estou a tentar fazer a cobertura da coisa, à frente da televisão.

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