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Jonasnuts

As culpa é das beatas

Esta ouvi de manhã, quando tomava o pequeno-almoço ao balcão de um café num centro comercial de Lisboa. Duas cabras ao meu lado, aos berros, quer dizer, aos berros era só uma delas, a outra só acenava com a cabeça, como aqueles cães que havia na parte de trás dos carros, antigamente.
Então, dizia a palerma:
Os fumadores deviam ser responsabilizados, e deviam ser obrigados a pagar indemnizações. Sim, porque a culpa destas cheias é toda deles. Andaram a entupir as sarjetas com as beatas, e agora foi o que se viu.

Eu engasguei-me com o que ouvi, e juro que metade do café com leite me saiu pelo nariz. Desmanchei-me a rir (eu e outros que por ali estavam). A senhora fez um ar ofendido, e olhou-me fixamente. Devolvi-lhe o olhar, enquanto limpava do nariz meio galão morno e claro.

Já tinha pago, disse-lhe só, obrigada por ter alegrado o meu dia, agora vou ali fora entupir mais umas sarjetas que não fiquei completamente satisfeita com o resultado de ontem.

Afastei-me, enquanto as gargalhadas dos presentes abafavam as vogais mudas que saíam da boca da senhora. A outra tinha deixado de acenar.

Apoio a Cliente

Recebo um sms, há bocado, da minha mãe. Vê os incorrigíveis, hoje.

Como eu sou  muito bem mandada, quando cheguei, fui ver os Incorrigíveis. Bruno Nogueira. Eu já estive dos dois lados da barricada, conheço o desespero de quem atende um cliente que não dá uma para a caixa. Mas também conheço o desespero do cliente, aliás, desses conheço dois, o desespero de saber que percebo mais daquilo a dormir do que o operador acordado, e o desespero de não perceber um boi do que o caramelo está a dizer (e ter a ideia de que ele também não sabe lá muito bem).

É divertido, o vídeo do Bruno Nogueira. Seria ainda mais divertido se fosse completamente romanceado. Está demasiado próximo da realidade que eu conheço, para que eu consiga rir-me à gargalhada. Mas sorri :)

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