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Jonasnuts

Son of a bitch




O título está propositadamente em inglês, just in case.

Conheço a voz deste caramelo há mais de 30 anos. De casa dos meus pais, quando eu era criança (e os meus colegas na escolinha levavam com doses cavalares de música ligeira portuguesa, portanto, o nacional cançonetismo). Fui uma privilegiada no que se refere à exposição a vários estilos musicais, pelo menos em comparação com os amiguinhos com quem me dava na altura.

Portanto, há mais de 30 anos (provavelmente 35, mas a minha memória não vai tão longe) que este gajo me dá a volta ao miolo.

Ainda hoje, a partir tijolo há mais de 15 anos, Freddie Mercury mexe comigo. Abre a goela e arrepiam-se-me os pelos da nuca. Provoca-me emoções que mais nenhum cantor (artista) provocou até hoje. Talvez precisamente pelo facto de o conhecer há tantos anos.

Esta semana vimos um DVD que ele me ofereceu. Um espectáculo ao vivo, em Montreal, quando eram apenas os 4 em cima do palco. Descubro sempre coisas novas, e emociono-me sempre.

Não está nos meus planos voltar a ir a um concerto no pavilhão atlântico. Falta-me a pachorra para as pisadelas, as bebedeiras, o (mau) som, uma banda minúscula lá em cima, e acompanhar o concerto a partir dos écrans gigantes (quando funcionam). Para isso vejo em casa. Não me lixem com a mística do "ao vivo". Para sentir essa mística é preciso que a banda dê o litro. Deixem o que têm e o que não têm, em palco. E num ambiente menos agressivo. Mais confortável. Onde não tenha de me preocupar em afastar-me da cerveja que esguicha, da pisadela que espreita, do empurrão latente. Onde me possa concentrar na música.

Dirão que estou velha. É possível, mas nunca gostei muito de ajuntamentos, e sempre preferi a sensação de que os gajos que estavam em cima do palco estavam ali a tocar para mim.

Tenho poucos desgostos na vida. Alguns, mas muito poucos. Dois ou três. Um deles é não ter tido pedal para pegar em mim e ir a Londres ou a qualquer outro sítio ver Queen ao vivo. Independentemente do tamanho do recinto, eles tocariam muitíssimo bem e o Freddie, esse, cantaria só para mim.

Contento-me pois com os DVDs. Mas mesmo assim, ele canta só para mim.

Blog no CV

Como estamos a tentar (e vamos conseguir) contratar uma pessoa para a equipa onde trabalho, tenho visto alguns currículos. Um dos requisitos do nosso pedido passa pela obrigatoriedade de ter Blog.

Hoje perguntaram-me a razão de ser desta exigência, e também hoje tive oportunidade de entrevistar um candidato cujo Blog conhecia bem.

A razão de ser parece-me mais ou menos óbvia. Tratando-se de uma equipa que gere a plataforma de Blogs, é essencial que haja algum conhecimento sobre esta área, seja do ponto de vista da produção de conteúdos, seja do ponto de vista do consumo de conteúdos, em Blogs.

Mas há mais, mesmo que não se tratasse de um projecto de Blogs, o Blog continuaria a ser interessante. Porque um Blog, se tiver conteúdo original e não for um mero copy paste de notícias que se vão lendo noutras fontes, pode-nos dizer muito acerca de um candidato. Até a forma como escreve, a correcção ortográfica (ou falta dela). Cai no mesmo âmbito da pergunta "que sistema operativo é que usa" ou "qual é o seu browser favorito", ou "quais são as suas inclinações desportivas" (sim, eu pergunto isso, não conta para nada, mas pergunto).

Tendo em conta o tamanho da Tag Mau-feitio, neste Blog, talvez não seja boa ideia adicionar o endereço a um CV que eventualmente envie para uma empresa mais conservadora. No entanto, dependendo do tipo de empresa a que me esteja a candidatar, o endereço deste Blog pode ser um elemento importante. Aliás, pensando melhor, e tendo em conta que nas entrevistas a que fui ao longo da vida, o minha postura é sempre de what you see is what you get, adicionava mesmo o endereço do Blog. Se me contratassem, já sabiam ao que iam.

Acho que aquele horrível modelo de CV europeu que agora parece estar na moda, bem podia incluir um campo específico para que os candidatos indicassem o endereço do Blog/Página pessoal/site.

Neste caso em específico, os vários Blogs que vimos serviram para ter uma ideia, que confirmámos durante a entrevista.

Recomendo vivamente, quer a potenciais candidatos quer a potenciais recrutadores

Receita da Brisa - a explicação

Está encontrada a explicação para o forte crescimento das receitas da Brisa.

Não é de agora e basta fazer as contas. Cada identificador tem pilhas. Contratualmente, apenas a Brisa pode substituir as pilhas do identificador. Pelas pilhas e respectiva colocação das ditas no aparelhómetro por uma funcionários especializada na função, a Brisa cobra a módica quantia de € 7,5.

Está explicado.

Vão roubar para a estrada. E neste caso, a afirmação assenta que nem uma luva.

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