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Jonasnuts

Glutões do Presto

Eram uns bicharocos, que davam uma trabalheira a dizer, e que estavam dentro do dertegente para a roupa. O Presto.

Eu queria mesmo era encontrar o spot de publicidade dessa coisa. Deve ter uns 30 e poucos anos.

E já devia estar espalhado pelo youtube ou pelos vídeos do SAPO.

Para quando um arquivo dos filmes publicitários portugueses?

Alguém sabe?

O caso James Watson

Não é de agora. Já há muitos anos que o Desidério Murcho escreve bem. Conheci-o quando ele teve uma página no Terràvista.

O caso James Watson (o vencedor do Nobel que proferiu afirmações alegadamente racistas) tem dado que falar e que escrever.

O melhor post sobre o tema foi escrito pelo Desidério. E pode ser lido aqui. (Só é pena que esteja no Blogspot).

Porreiro, pá.

Este não é (graças a deus) um blog de política, e eu não gosto particularmente do estilo socrático. Este foi o disclaimer.

Anda a blogosfera portuguesa com a dita aos pulos porque o primeiro ministro no conforto, sossego e intimidade de um abraço, deixou escapar um escabroso "porreiro, pá".

Ora, porreiro e pá são duas palavras usadas pelo português comum. Não se podem considerar palavras do léxico coloquial, mas fazem parte da linguagem das pessoas normais.

Eu uso ambas, com frequência. Não que isso faça de mim uma pessoa normal, mas a questão aqui não sou eu.

Prefiro um político que deixe transparecer uma nota de normalidade no seu discurso, do que um que se afasta com um discurso demasiado elaborado, que ninguém percebe. Gosto mais de pessoas que compreendo melhor.

Queriam o quê? Que o primeiro ministro, no momento do amplexo, deixasse escapar um "Exmo. Senhor Dr. Durão Barroso, considero este momento como um dos mais agradáveis da minha vida política. Foi esplendoroso".

Eu gostei do "porreiro, pá".

Espero que numa ocasião menos feliz, lhe saia um "isto foi uma merda".

Hélderes

Há 15 dias, na A17, a estrear a A17, por sinal.
Íamos na faixa da esquerda, a passar uma carrinha Audi. De repente, imediatamente antes de passarmos a carrinha, esta assinala pisca para a esquerda e começa, sem razão aparente, a chegar-se para a faixa onde íamos. Atalhou caminho, voltou à sua faixa, assinalando o facto com o pisca da direita.

Quando passámos por eles, olhei-os com insistência.

Como eram? - Perguntou ele.
Eram uns Hélderes - Respondi eu.
Vamos fugir desses gajos, que são um perigo - Acrescenta ele.

Fugimos.

10 Km mais tarde, os Hélderes param na berma, saem do carro, colocam o chapéu típico da farda da polícia de trânsito, e sacam-nos €300. Disponibilizam vários métodos de pagamento. Cheque, multibanco, visa.

Uns modernaços, estes evangelizadores.

O procurador geral da república e a tecnologia

Já aqui falei do que penso sobre algumas das competências técnicas do "nosso" procurador geral da República. Referi-me na altura à opinião que o senhor tinha emitido sobre essa corja de difamadores anónimos constituída pela blogosfera portuguesa. O senhor referiu-se aos Blogs como sendo "uma vergonha...tem que ter um mínimo de dignidade, e eu não estou para me maçar".

Portanto, o senhor não sabe o que é um Blog. O que, nos dias que correm, é sinal de ignorância grave. Está a precisar de um choque tecnológico.

Agora vem queixar-se de uns ruídos no telemóvel.

Ó senhor, isso não são escutas, é estática.
Ou isso, ou andamos todos sob escuta.

Assim sendo, não é de estranhar que o site da procuradora geral da República, as actualizações que se impõem, não sejam feitas, e este seja o CV disponível, e online neste preciso momento:




O actual procurador, não consta. Será prenúncio?

Fair Play

Ontem, enquanto via (olhava pelo canto do olho) o jogo do Glorioso e ouvia vagamente os "senhores" que faziam os comentários do jogo, ouvi uma pérola.


O Benfica estava numa jogada de ataque. Há um jogador do Setúbal estendido no chão. O Katsouranis que vê o outro caído no chão, chuta a bola para fora, a fim de que a equipa médica do Setúbal possa entrar em campo e assistir o jogador lesionado.

E eu penso: Porra, assim é que é. São cada vez mais raras estas demonstrações de fair play. No fundo, o fair play é uma afirmação de importância, uma atribuição de prioridade a determinados valores que são cada vez mais raros na indústria futebolística (e sim, é uma indústria). Ver um jogador da primeira liga, aliás, do maior clube da primeira ligar a ter uma atitude destas é, para mim, um motivo de regozijo.

Já para os "senhores comentadores" a coisa é diferente, e disseram imediatamente:
Isto não é atitude de um jogador profissional. Estão lá 4 árbitros, é a eles que lhes compete interromperem o jogo. O Katsouranis deveria ter continuado com a jogada até ser interrompido pelo árbitro.

E eu ponho-me a pensar nestes "senhores", e na postura cata-vento de acordo com os seus interesses. E desvalorizo, porque acho que se o Katsouranis tivesse continuado a jogar, os "senhores comentadores" teriam lamentado a sua falta de fair play.

São poucos os comentadores isentos. Prefiro um comentador que assumidamente defenda o seu clube, do que os que se escondem atrás de uma falsa isenção. Os primeiros são honestos.

Tenho saudades do Jorge Perestrelo. Não sei por que clube é que torcia, mas lembro-me de ouvir vários relatos feitos por ele, e pensar sempre "Então mas este gajo é do sporting? Pensei que fosse do Benfica, mas da maneira como está a gritar o golo do sporting significa que só pode ser sportinguista.", mais tarde, noutro relato, o mesmo entusiasmo a gritar pelo golo de outra equipa qualquer.

Tenho esperanças de que tenha sido Benfiquista :)

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