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Saí de Carcavelos às 9h00 da manhã, como habitualmente, fui pôr o puto à escola. 1 hora e 45 minutos mais tarde, estava no Marquês de Pombal, na rotunda propriamente dita, era a primeira no semáforo vermelho, atrás de mim tinha uma mota da polícia (uma motinha, não era um motão).

Abre o sinal, e lá vou eu, que estou farta de trânsito. Eis senão quando vejo vir da minha direita (portanto, passando um sinal vermelho), uma caramela num matiz preto, que me abriga a uma travagem daquelas (o ABS funciona sim senhor), e nem sei como é que o polícia não bateu na traseira do meu carro.

Apitadela. A senhora nem olha. Azar. Pára no semáforo.
Noutras circunstâncias eu limitar-me-ia a maldizê-la, e a chamar-lhe nomes para dentro (que eu não sou de chamar nomes aos outros condutores, pelo menos não o faço publicamente). No entanto, o desplante da mulherzinha, que nem desculpas pediu, começa a tirar-me do sério.

Quando ela olha pelo retrovisor e começa a pentear-se, foi a primeira gota no copo de água.

Saio do carro, vou direita ao carro dela (janela dela meia aberta) e digo:

- A senhora viu que passou um sinal vermelho e que íamos batendo?

(entretanto abre o sinal verde e os carros começam a apitar e a ir passando como podem, o polícia continua atrás de mim a ver a cena).
A mulherzinha, à minha pergunta, tem o desplante de responder:

- Não faz mal. Se eu bater o meu marido paga.

Prontos (como soe dizer-se). Saltou-me a tampa.

Vou direitinha à parte da frente do carro dela, mando um murro no capô (é um matiz, o material é de fraca qualidade, ou pelo menos assim pareceu).
Deixo-lhe uma amolgadela no capô e digo-lhe que já pode pedir ao marido para pagar.

Regresso ao meu carro, vejo o polícia a olhar para mim, hesito um momento para ver se ele quer pedir-me alguma coisa, vejo que não, entro no carro e sigo, vendo pelo retrovisor a "madama" a sair do carro para ir avaliar o estrago.

São estas mulherezinhas que contribuem largamente para o "prestígio" das mulheres ao volante.

Já eu, contribuo de outra forma.

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Ainda o trânsito

por jonasnuts, em 20.01.06
Post politicamente incorrecto, mas insuspeito.

Para que fique claro. Sou mulher, adoro conduzir e conduzo bem.

Acredito piamente que as mulheres têm menos acidentes que os os homens (enquanto condutoras).

Não admira.......andam entre a primeira e a segunda, muito de vez em quando lá metem uma terceira, mas só se forem verdadeiramente radicais. Travam à mínima alteração que se lhes apresente (e como sabemos o trânsito, para fluir tem de se alterar, é nisso que consiste, no movimento).

Senhores deste país, façam as duas estatísticas que faltam: - Mais importante do que saber quantos acidentes têm as mulheres condutoras deste país, é saber quantos acidentes SÃO PROVOCADOS pelas mulheres deste país, com a sua lentidão e com a sua fobia histérica a qualquer coisa que se mexa. - Falta também medir o número de vezes que um carro conduzido por uma mulher muda de pastilhas de travão (e já agora de disco de embraiagem), comparando a mesma medição mas para carros conduzidos por homens.

Eu sei, as generalizações são perigosas, mas quando ando de carro (seja a conduzir seja como pendura) e vejo um disparate à minha frente, consigo determinar se se trata de um condutor ou de uma condutora, e acerto em 95% das vezes.

Há outros grupos de infractores típicos, os taxistas já são um clássico, as pessoas mais velhas, etc, etc, etc.

Não me venham com tretas de que é igual, e que as mulheres conduzem como os homens (e vice-versa) porque não é verdade. Há infracções tipicamente femininas e infracções tipicamente masculinas, e a mim, confesso que me incomodam mais as femininas. Lames!

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