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Depois de aqui expor a minha perplexidade, as minhas dúvidas e a minha ignorância em relação à forma como as coisas funcionam no Parlamento Europeu, fui aprofundar.

 

Isto tudo porque percebo que a senhora Mikko tenha todo o direito de fazer uma proposta imbecil (as pessoas têm o direito a serem imbecis se quiserem ou se não puderem ser de outra forma), mas já não percebo que uma instituição como o Parlamento Europeu possa ser imbecil. Aceito a imbecilidade individual, não aceito a imbecilidade das instituições, muito menos desta instituição (que é mais do que uma instituição, já agora).

 

Perguntei a um grande entendido da matéria dos meandros políticos nacionais, internacionais e até europeus:

 

Olha lá, tu que percebes destas coisas, explica-me como se eu fosse muito burra, como é que o parlamento deixa chegar isto, sequer, a debate?

 

Resposta (sic, e transcrita da minha janela de messenger):

"como é que chega a ser debatida é fácil: ninguém leu ou era chinês para quem leu!"

 

Depois queixam-se da falta de credibilidade da UE junto das camadas mais jovens.

 

E agora, madame Mikko, se quiser saber quem foi a minha fonte, venha atrás de mim.

 

 

Já agora, a senhora tem Blog, mas, para mim, não adianta de muito, só percebo a data do post.

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À Atenção da Senhora Mikko

por jonasnuts, em 24.09.08

"If Bloggers had no ethics blogging would have failed, but it didn't. So, let's get a clue"


Via Pontomedia.

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E não me refiro à Blogosfera portuguesa, refiro-me à Blogosfera toda.

 

Vai ser votada uma proposta que tem por objectivo clarificar o estatuto dos Blogs. (PDF aqui)

 

Já em Junho (que foi quando esta questão surgiu) falei sobre o assunto, mas pelos vistos não me ligaram nenhuma, lá na UE (não gosto de auto links por isso, se estiverem verdadeiramente interessados, está no arquivo, no final de Junho).

 

A senhora que propõe estas recomendações não tem Blog, e provavelmente conhece poucos Blogs.

 

É a velha história de recusa, perseguição, identificação, registo, cadastro e tentativas de terminar algo que não se compreende, e que não se controla. Se não percebo como é que posso controlar, tenho de regular, para controlar dessa forma.

 

Eu gostava de saber como é que uma proposta destas chega, sequer, a ser apresentada ara votação. Independentemente de ser aprovada ou não, não devia estar, sequer a ser apresentada. Alguém, do grupo parlamentar a que a senhora pertence, devia ter-lhe dado uma palmadinha nas costas e devia ter mandado a senhora fazer outra coisa qualquer. Não me choca muito que uma pessoa, ignorante, certamente, tenha a ideia peregrina de pensar no tema desta forma, mas choca-me pensar que há uma instituição, com poder, que permite que este tipo de imbecilidades cheguem onde esta chegou.

 

Não sei como é que funciona o Parlamento Europeu, mas pelos vistos, não funciona lá muito bem.

 

Sucintamente, a proposta pode ser vista aqui.

 

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