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Jonasnuts

Terràvista

Faz hoje 20 anos que foi lançado aquele que seria o primeiro grande projecto português na Internet.

O primeiro serviço gratuito para alojar ficheiros.

 

 

Um serviço através do qual muitos contactaram pela primeira vez com a Internet.

 

O meu primeiro filho profissional.

 

Faz hoje 20 anos que lançámos o Terràvista.

 

terravista.gif

(A ver se arranjo uma imagem de jeito nos arquivos lá de casa).

 

É votar, se fazem favor

Há um prémio qualquer de Tweets, para o melhor produtor de conteúdos curtinhos.

 

Já votei, e aqui fica o meu post de campanha.


Vota José Afonso Furtado

 

 

Quem tem Tweet, escreva isto:

 

@shortyawards I nominate @jafurtado for a Shorty Award in #news because he's the  best twitterer I know.

 

E agora o porquê. Eu, que nem sou de Tweets, e os pouco que sigo, é à distância (não é preciso ter lá o nosso avatar, para seguirmos um Tweet), voto de caras no José Afonso Furtado por uma razão que nada tem a ver com Tweets, nem com Blogs, mas com Homepages, mais concretamente, com o Terràvista.

 

Há mais de 10 anos, quando ainda não se sabia muito bem o que era a Internet, muito menos o que eram Homepages, fez-se o Terràvista, numa Iniciativa estranha do recém-criado Ministério da Cultura. O ministro era Manuel Maria Carrilho e o chefe de gabinete era José Afonso Furtado. A primeira tentativa da comunicação social de confrontar o Ministério com os perigos e riscos da Internet veio do Público. José Afonso Furtado chamou-me ao seu gabinete, colocou-me a questão que lhe tinham feito chegar, ouviu a minha resposta, agradeceu e, mais tarde, vi a resposta que tinha dado ao Público. Era a dele, e não diferia muito da minha no conteúdo, embora estivesse mais bem elaborada, mais assertiva, menos atabalhoada.

 

 

Fiquei-lhe muito grata por ter tido pedal para responder como deve ser, sem concessões, nem  paninhos quentes, nem rodriguinhos. O Público também se absteve de opinar (embora a forma como a pergunta estava colocada levasse a a crer o contrário). Correu bem.

 

Pouco tempo depois José Afonso Furtado sai do ministério.

 

Uns meses mais tardes, outro jornal, outro chefe de gabinete, e o resultado foi este:

 

 

 

 

Por isso, sempre que o José Afonso Furtado vá a votos (mesmo que não tenha mexido uma palha, e seja um candidato involuntário), eu voto. Mesmo que seja o festival da canção, ou o concurso de berlindes e guelras. Não me interessa. Se é para votar, e salvo ocasiões onde haja alguém da minha família a concorrer, eu voto José Afonso Furtado.

 

 

 

 

 

Há 10 anos, por esta altura

Há 10 anos, por esta altura, dava um piripaico ao Carrilho, e mandava "desligar" (sic) o Terràvista.

 

No auge da silly season o (felizmente) extinto Tal & Qual, na pessoa da palerma Palmira Correia, lembra-se de fazer a capa que aqui reproduzo.

 

Não demorou muito para que o ministro mandasse "desligar" o serviço, que contava com mais de 100.000 páginas sendo, na altura, o site de maior sucesso em Portugal.

 

As palavras certas foram "desliguem isso da corrente".

 

A semana que se seguiu foi muito agitada. No meu caso específico foi agitada também por outros motivos, mas isso agora não interessa nada.

 

Dez anos passados, o que é que o ex-ministro anda a fazer? Não faz um boi.

Efemérides



Sei exactamente o que é que estava a fazer, há 11 anos. Estava enfiada num gabinete do Palácio da Ajuda, a matraquear loucamente as teclas do meu computador, para que um dos projectos da minha vida fosse lançado. Eu e ele.
Há 11 anos era lançado o Terràvista.

E há exactamente 20 anos, também sei o que estava a fazer. Estava dentro de um Mercedes 240D a ver se corria bem o exame de condução. Correu.

Antiguidades

Em busca de referências à minha pessoa, online, fizemos uma pesquisa por Maria João Nogueira.

É divertido ver coisas antiguinhas :)


Ele descobriu isto.
Uma notícia num insuspeito site governamental australiano, e nem sequer me lembro de ter dado aquela entrevista, mas pronto. Nogueira said.

E eu descobri isto
A famosa notícia do Tal & Qual que deixou o Carrilho à beira de um ataque de nervos (literalmente, que eu estava lá e lembro-me da triste figura).

E isto
Um Estaleiros, dos muitos que andámos a instalar pelo país fora.


Aqui
Fui uma das peritas consultada para o projecto Ciberfaces

E a história do Terràvista chegou mesmo a terras de Espanha

Xiiii, uma citação minha (sim, é verdade) num artigo que escrevi para a Rádio Pirata, sobre o Concerto do Trovante no Pavilhão Atlântico.

Mas o que eu gostava mesmo de encontrar, era as minhas primeiras participações nos NewsGroups, e o meu artigo completo sobre o concerto do Trovante.
 
Update (30/04/16) - O primeiro link morreu, era daqui. O segundo era um link para o Geocities que, obviamente, se perdeu também. O terceiro era um link para a Ciberaçores, morto. O quarto era para o Ciberfaces, que o ISCTE aparentemente mandou abaixo.

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