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Sou fanzoca do Gaudí. Já estive na Batlló e na Milà mais do que uma vez, mas desta última vez optei por usar uns aparelhómetros disponibilizados ao público que visita as casas. Basicamente são uns dispositivos que nos explicam o que estamos a ver. Se estamos numa parte da casa em que há explicações disponíveis no tal dispositivo, existe um número pregado na parede. Inserimos esse número no teclado (visualmente é muito parecido com um telemóvel), e ouvimos a explicação ou a contextualização do sítio onde nos encontramos. É porreiríssimo, se usado da melhor forma. Primeiro olhamos com os nossos olhos, e depois ouvimos o que eles têm a dizer, para ver se os nossos olhos viram as coisas de forma diferente, ou para descobrirmos mais coisa.

Na Casa Batlló podíamos escolher várias linguas, mas o português não era uma delas. Optei pelo inglês. Pacífico.

Na casa Milà, pasme-se, havia a língua portuguesa disponível. Ainda desconfiei e perguntei se era português de Portugal e, pasme-se mais ainda, não só a senhora sabia responder como era, de facto, português de Portugal. Muito bem, passe-me para cá o aparelhómetro.

Confirmado, o português era de Portugal, mas quer a senhora quer o senhor foram escolhidos para a locução por causa da sua participação nas dobragens dos filmes do Shrek. Era português de Portugal, mais precisamente da região ali de Trás-os-Montes.

Presumo que os restantes visitantes não percebessem porque raio é que estava uma pessoa a rir-se à gargalhada enquanto ouvia as descrições históricas da casa Milà. No fim, não me arrependi de ter escolhido a língua portuguesa porque sempre animou um bocadinho a vista, já que a Milà, por dentro, não é espectacular como a Batllò.

"Bamos agoira ao terracho, ber as velas chaminés que simvolizam choldados, e que são conhechidas pelo cheu ashpecto fantasmagórico"

:)

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O título do post parece não ter nada a ver com nada, certo?

Errado.

Já falei noutros posts que tenho dificuldades em ir ao cinema, porque......bom, porque mais gente vai ao cinema, e os outros que vão ao cinema não se comportam de forma cívica e educada.

Mas pronto, com os putos, é preciso. E mesmo assim os putos não se portam tão mal como isso. Ontem à noite fomos ver o Shrek 3. Versão portuguesa. Esperar-se-ia que, sendo a versão portuguesa, estivesse cheio de putos, e estava, mas não só.

Com a "sorte" que eu tenho, fiquei sentada ao lado de 2 meninas e um menino. Crescidos. Estranhei que estivessem na sessão da versão portuguesa e não na sessão da versão original, mas ok gostos não se discutem (lamentam-se).

Pois é, os meninos passaram o tempo todo a falar, a enviar mensagens de SMS e, depois do intervalo (do qual chegaram atrasados) tiveram o desplante de atender o telefone.

Mas esta gente não se enxerga? Ninguém lhes ensinou, como eu ensino aos putos que estão comigo, que não devem incomodar o resto das pessoas?

E o que é que isto tem a ver com os morangos com açúcar e com a Inês Jindrich? Fácil, a dita cuja era uma das meninas (eu estava acompanhada por alguém que é especialista em Morangos com Açúcar).

Deve julgar que tem privilégios especiais. Sendo uma "actriz", podia mostrar mais respeito quer pelo público, quer pelo trabalho de outros actores.

Foi ontem, na sessão das 21h10 do Shrek, no Oeiras Parque.

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