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Saldos

por jonasnuts, em 29.12.09

Afinal o meu dia das trocas não foi a 26, foi ontem.

 

Uma passagem pela Loja do Gato Preto em que o pedido do livro de reclamações desbloqueou uma situação que parecia incontornável 2 minutos antes e mais tarde o Corte Inglês.

 

Pequena pausa para explicação. Eu não sou dos saldos. Eu não sei as datas dos saldos, eu não ligo nenhuma aos saldos. Se passo por eles e são interessantes, óptimo, mas não ando com a data marcada na agenda, e não estou à porta dos centros comerciais à espera que a coisa se inicie.

 

Mas parece que sou só eu. Fui ontem, ao engano, claro, ao Corte Inglês trocar um presente do puto que estava estragado e nunca tinha visto aquilo tão cheio. Mas é que estava cheio mesmo. Claro, no regresso às aulas, o piso do material escolar está à pinha, mas no resto dos pisos anda-se bem. No Natal, o piso dos brinquedos está atascado, mas de resto, está-se à vontade.

 

Ontem, não havia um espacinho desocupado.

 

Caraças, esta gente não trabalha?

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Este post não tem nada a ver com política, é mesmo sobre o centro comercial.

 

Pronto, os da política já bazaram, se é que alguma vez cá chegaram.

 

Alertada durante a semana, por uma colega de trabalho, que se faziam óptimos negócios no Freeport (não é desses, eu já disse que não é um post sobre política), decidi lá passar este fim-de-semana, que o puto cresceu, e agora que se acabou o uniforme da escola, convém que tenha umas roupas que lhe sirvam. Ele não é esquisito, eu também não (só sou esquisita no calçado).

 

Lá fomos. Dispensarei os leitores das vicissitudes da viagem, e do GPS, e da falta de sinalização e pronto. Foi uma epopeia, mas lá chegámos.

 

Não estou a exagerar quando digo que entrámos em tudo quanto era lojas que pudessem ter roupa para putos e não encontrámos absolutamente nada de jeito. Nem para eles nem para nós.

 

Eu explico. Se encontrávamos algo de que gostávamos, e foi raro, não havia no nosso tamanho. No nosso tamanho só havia coisas horripilantes. Daquelas que as lojas não conseguem, de todo em todo, vender, nem mesmo sob a pretensa justificação de que "está na moda".

 

Consegui comprar uma camisa de homem, para mim, na Desigual. E depois, umas coisitas na Zara, para ele. Mas já só por descargo de consciência e mesmo no final.

 

A única loja onde, para mim, vale a pena ir, é à Converse. Mas só porque calço um número invulgar, para mulher, o 41, e daí a probabilidade de haver o meu número. Porque são poucas as mulheres que calcem o 41.

 

Como não sou das que conseguem passar uma tarde a chafurdar em roupa à procura das coisas nos sítios errados, ou a procurar em pilhas desarrumadíssimas de roupa, nem experimento roupa, o Freeport não é para mim.

 

Não conto lá voltar.

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