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Se o meu filho usasse maquilhagem

por jonasnuts, em 14.07.17

Eu seria este pai:

 

 

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Dores de crescimento

por jonasnuts, em 07.07.17

Há mais ou menos um ano o meu puto foi ao NOS Alive, na companhia de um adulto. Ligou-me no final para que eu o fosse buscar. Não dormi até receber o telefonema a dizer que já podia meter-me a caminho.

Há mais ou menos um ano houve uma comoção aqui no Blog (auto-link), por causa do NOS Alive, da PSP e do meu filho num episódio chato que acabou em bem e com tudo resolvido.

 

Ontem o meu filho foi ao NOS Alive. Com uma amiga da mesma idade. 

 

Mandou-me um SMS a dizer "já entrei".

Respondi-lhe "Então? Este ano não foste dentro?"

 

Não sei a que horas é que saiu de casa, não sei bem a que horas é que entrou, não sei como é que regressou, só sei que não fui buscá-lo. Adormeci por volta das 23h00 (ok, acordei mais ou menos de hora a hora até ele chegar a casa, mas pronto).

 

Eu podia terminar este post dizendo "está tão crescido", mas, na realidade, eu acho que por ele, isto já teria sido assim no ano passado. 

 

Portanto:

 

Estou tão crescida.

 

 

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Há 18 anos

por jonasnuts, em 04.08.16

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Há 18 anos por esta altura, já tinha parido.

 

Faltavam umas horas, para que elas chegassem e o vissem pela primeira vez.

 

Hoje, faço sozinha uma viagem que devia fazer acompanhada.

 

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Cumprindo a tradição

por jonasnuts, em 04.08.15

vestido.png

 

Há 17 anos. 
Mas este ano com um amargo de boca.

Parabéns, puto.

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Há 16 anos

 

vestido.png

 

 

Parabéns, filho.

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Bilhete de identidade

por jonasnuts, em 20.09.13

No (saudoso) tempo em que ainda havia bilhete de identidade, nos idos de 2003, decidimos levar os putos à Disney. O meu ia fazer 5 anos. Era preciso bilhete de identidade. Lá fomos tirar o bilhete de identidade, ao arquivo de identificação de Lisboa.

 

Ele já sabia escrever o nome embora, como qualquer criança de 4 anos, escrevesse com letra maiúscula e ENORME (que como se sabe, é maior que enorme).

 

Mas eu sabia que se me mantivesse ao lado dele a dizer "pequenino, pequenino", a coisa fazia-se, e lá lhe dei o papelucho para ele assinar.

 

Mantenho-me atenta, a dizer-lhe ao ouvido "pequenino, pequenino, pequenino", como um disco riscado, até que a senhora do guichet se lembrou de me fazer uma pergunta qualquer, e eu parei de dizer "pequenino, pequenino", para responder já não sei o quê, à senhora.

 

Estas circunstâncias todas reunidas no mesmo local, à mesma hora, com estes intervenientes, resultaram no mais belo bilhete de identidade que alguma vez vi, e que foi aceite, e que o levou à Disney.

 

 

E sim, pedi autorização (e recebi-a) para publicar aqui isto, com foto incluída.

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Há 15 anos

por jonasnuts, em 04.08.13

vestido.png

 

 

Parabéns, filho.

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Férias académicas

por jonasnuts, em 10.06.13

 

Esta semana estou de férias.

Não é preciso lamentar o mau tempo que vou apanhar. Não tenciono sair muito de casa (embora o bom tempo desse jeito para pôr a roupa em dia).

 

São férias académicas..... o puto tem exame de Língua Portuguesa e de Matemática, dias 20 e 27 (respectivamente).

 

Vou-me atirar ao Camões.

 

E se eu gostei de Camões no meu nono ano (not).

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A melhor notícia da semana passada

por jonasnuts, em 08.04.13

Desengane-se quem acha que aqui vamos falar de política, ou de desporto. A melhor notícia da semana passada não tem nada a ver com a demissão do Relvas, nem com a decisão do Tribunal Constitucional, nem com os resultados fulgurantes do Glorioso. Podia ter, mas não tem.

 

Há uns anos, confrontada com a falta de gosto que o meu filho dedica à matemática, fui à procura de ajuda. Não me interessavam explicações. Isso são aulas, e se ele fosse parecido com a mãe (que é), não precisava de mais aulas. Connosco, aulas sobre temas de que não gostemos, são SEMPRE uma seca. Portanto, eu não precisava de encontrar explicações, eu precisava de encontrar algo que falasse numa linguagem que ele compreendesse, que usasse um canal que lhe agradasse, e, sobretudo, algo que não transformasse a matemática numa monumental seca e num bicho de sete cabeças.

 

Foi numa destas minhas pesquisas que descobri a Khan Academy.

 

Tem tudo aquilo de que ele precisava. Usa vídeos para explicar as coisas de forma simples e acessível, tem uma metodologia evolutiva que pode ser percorrida ao ritmo de cada um, e estava num canal que o meu filho habitualmente associa a lazer, o Youtube. A matemática é uma linguagem universal, mas mesmo assim, carece de contexto e formulações, e nos vídeos usava-se o inglês. Não é um problema, no caso do meu filho, mas será um problema noutros casos, sobretudo se estivermos a falar de crianças mais pequenas e de outras matérias que não a matemática.

 

E esta explicação leva-nos ao título do post. Sou pouco de chamar a brasa à minha sardinha, mas desta vez tem mesmo de ser.

 

A Fundação Portugal Telecom, no âmbito duma parceria com a Khan Academy, lançou na semana passada as primeiras pedras de um projecto fantástico. Basicamente, tornar acessíveis os vídeos, para quem apenas domina a língua portuguesa. Grátis. Sem custos para quem vê os vídeos. Para quem quiser saber um pouco mais, fica o link para a notícia que o TEK fez acerca do tema.

 

Para quem já sabe o necessário, é ir directo à página da Khan Academy da Fundação Portugal Telecom.

 

Ou à página do SAPO Vídeos onde estão reunidos todos os vídeos já traduzidos (e os que se seguirem, também ali irão estar).

 

Para quem tem miúdos com alergia a matemática, ou apenas com alguns preconceitos que precisam de ser desmontados, agora, nem sequer há a barreira da língua.

 

E isto, meus senhores, foi, sem sombra de dúvida, a melhor notícia da semana passada.

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Obrigada, anónimo/a.

por jonasnuts, em 07.03.13

E a malta vê o título deste post e pensa, tungas, esta maluca atraiu mais um troll. Mas não.

 

Tenho este post atravessado há uns tempos. É um agradecimento, profundo e muito sentido, para a pessoa que me deixou aqui um comentário a um post, que escrevi a pedir ajuda, relacionada com a minha enorme incapacidade de enfiar pelo meu filho abaixo, o gosto pela leitura.

 

Anos de tentativas, a pôr-lhe à frente tudo e um par de botas, e o puto nada. Não gostava de ler. Agarrava-se a um livro aqui, outro acolá, muito espaçado, mas sem aquela voracidade de quem quer ler.

 

E no meio de imensas sugestões (que segui todas, debalde) surge a última.

 

 

Não sei quem foi. Sei apenas que tem um filho mais ou menos da idade do meu.

 

Tenho muita pena de não saber quem foi.

 

Comprei os dois primeiros volumes da colecção CHERUB logo na altura (portanto, quase há um ano). Andaram aqui por cima, estiveram arrumados na prateleira. E de repente, há 3 meses, o puto decide seguir a minha recomendação. À pergunta "o que é que eu faço agora - não tenho nada para fazer" respondi "vai ler". "O quê?", "Olha.... o que não te falta são livros por ler, na estante. Toma, pega este".

 

Acabou agora o volume 9. Sei que acabou porque me disse.... "olha, já podes comprar o próximo." (sacaninha, já sabe que, para este efeito, não há limitações orçamentais vulgarmente alegadas - e existentes -  para outras compras).

 

Portanto, e como não posso agradecer pessoalmente (ou se calhar posso, mas não sei), obrigada caro pai ou mãe, que há quase 1 ano decidiu gastar uns minutos a ler um post, e a deixar um comentário aqui.

 

Um comentário com menos de 20 palavras, que mudou a vida do meu filho (e a minha), para melhor.

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