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Caros senhores do Público (Take 2)

por jonasnuts, em 22.11.12

Mais vale tarde que nunca.

 

Vê-se que se esmifraram a trabalhar durante o dia de hoje, e que, se calhar, gostariam de ter tido mais tempo para testes, mas pronto.

 

Apesar de haver ainda alguns problemas (e vocês saberão isso melhor do que eu) a minha grande queixa, o legacy dos links, foi resolvida. Quase totalmente, presumo que o que ainda falta, vá lá com o tempo.

 

Muito bem. Há casos em que adoro dar o dito por não dito (bom, vá, quase). Este é um deles.

 

Link para a Homepage do Público :)

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Caros senhores do Público

por jonasnuts, em 22.11.12

Interrompo brevemente a minha ausência apenas para vos chamar burros, alegadamente, com todo o respeito.

 

Querem dedicar-se mais ao online (foi o que alegaram quando reestruturaram a equipa), e começam bem, com um tiro no pé.

 

Todas as pessoas que, ao longo dos anos fizeram links para os vossos artigos, ajudaram-vos. Enviaram-vos tráfego. Vocês próprios reconheceram isso, ou, pelo menos, as pessoas que tinham à frente do online, na altura, e até tinham uma coisa porreiríssima, que era a integração com o Twingly, com resultados perfeitos.

 

Hoje, apresentam uma nova versão do vosso site e o que é que fazem? Deitam fora ANOS de refferals. Uma rede de encaminhamento de tráfego, cuidadosamente construída ao longo dos anos, vai porta fora, lixo. Já para não falar da vastidão de links quebrados que deixam pela Blogosfera.

 

Qualquer pessoa que siga um link num Blog para um artigo vosso, neste momento, apanha com esta mensagem:

 

 

A sério? Respeitar o legacy de links é FÁCIL! Tecnicamente falando, são meia dúzia de linhas de código.

 

Ou é burrice ou é incompetência.

 

Ou ambas as duas.

 

Pronto, agora volto para dentro, que a minha vida não é isto.

 

P.S.: Tudo propositadamente sem links, que nunca se sabe quanto tempo vão durar. Assim é menos um post que tenho de editar daqui a uns tempos.

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Os gravadores e o Público

por jonasnuts, em 16.05.10

O que é que tem a ver uma coisa com a outra? Aparentemente nada, mas na minha cabeça, tudo.

 

No caso dos gravadores há um deputado que, claramente, comete um erro. Perdeu a cabeça, meteu os gravadores ao bolso e bazou.

 

No caso do Público a dar como facto que o adepto do Benfica tinha morrido, publicando a notícia (ouvida num fórum da Benfica TV), sem antes a confirmar, também é um erro.

 

Nenhum destes erros me chateia. Se os erros me chateassem eu só lidava com máquinas. Errar é humano.

 

Estou mais interessada na resposta ao erro. E, nos dois casos, a resposta foi errada.

 

Se o deputado Ricardo Rodrigues, ao cair em si, tivesse pegado no telefone e ligado para os jornalistas, reconhecendo o erro, devolvendo os gravadores e pedindo desculpa, a coisa, na minha perspectiva, tinha-se resolvido e tinha ficado por ali. Não. Persistiu no erro.  Neste momento, já não tem volta a dar.

 

No caso do Público, a mesma coisa. Se tivessem assumido o erro, relatado a verdade dos factos e pedido desculpas pelo erro, a coisa tinha passado, porque, reconhecerem o erro era sinal de que estariam mais atentos no futuro. Não, tentam deitar as culpas para cima da Benfica TV, como os putos dizem à mãe, que não fui eu, foi o cão. Neste momento, já não têm volta a dar.

 

Se os erros me chateassem, eu só lidava com máquinas, já o disse ali em cima. A forma como as pessoas lidam com os erros que cometem é que me esclarece, mais do que os erros cometidos.

 

Nestes dois casos, fiquei plenamente esclarecida.

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Desde que o Público optou (e muito bem, na minha perspectiva) por ter um trackback dos Blogs que linkam para notícias deste jornal, muitos Blogs adoptaram a estratégia de linkar artigos do Público como forma de se auto promoverem.

 

Nada contra, desde que o post tenha a ver com o conteúdo da notícia é uma win, win, win situation. Ganha o Público em visibilidade, ganham os autores dos Blogs na mesma moeda, e ganham os leitores (de um e de outros) porque ficam mais bem informados.

 

O que eu gostava de saber é, do ponto de vista estatístico, em quanto é que esta estratégia fez subir os acessos a notícias do Público.

 

Tendo em conta que o Público é o melhor site de um jornal, em Portugal, e por isso mesmo se torna um market maker, seria interessante (e em alguns casos pedagógico e esclarecedor) se esses números fossem públicos, para ver se há outros players a abrirem os olhos para o potencial, e para o que têm a ganhar.

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Público Gratuito

por jonasnuts, em 15.04.08
Hoje de manhã, ia pegar num daqueles jornais gratuitos, que têm sempre imensa publicidade por todo o lado, e escarrapacham os anúncios na primeira página, dizia eu que ia pegar num dos gratuitos, mas apercebi-me a tempo que não era grátis. Era o Público.

Curiosamente, sobre isto, ainda não vi a Blogosfera exaltar-se.

Ou anda tudo a ver quem é que atira a primeira pedra, ou na realidade, são menos aqueles que compram o Público e mais aqueles que dizem que compram.


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O artigo do Público

por jonasnuts, em 24.03.08
Era inevitável que falasse dele. Eu já sabia que não resistiria, apesar de, ao contrário do que aconteceria há uns anos, ter tido a capacidade de esperar um bocadinho, para não escrever "a quente".

Nada a apontar a quem foi convidado a comentar. São pessoas com nome na Blogosfera (e fora dela), e que se movimentam num determinado círculo dessa Blogosfera. Não têm a obrigação de conhecer para lá do que é o seu ambiente habitual.

Já no que diz respeito a quem assina a peça tenho opinião diferente. Não percebo nada de jornalismo, mas presumo que, se alguém vai escrever sobre um determinado tema, pretende acrescentar algo ao que já foi feito anteriormente (de outra forma não se justifica, por ser redundante), ou vai dar uma visão diferente, ou vai fazer uma outra abordagem.

O artigo que foi publicado no fim-de-semana passado no Público é mais do mesmo. Se tivesse sido escrito há 2 anos poderia ser exactamente igual. Não se mudava uma vírgula, e bateria certo.

O jornalista não percebeu a que é que José Pacheco Pereira se queria referir, com "redes de blogues que se citam artificialmente uns aos outros para depois serem vendidas a algum operador que se pretenda instalar na blogosfera".

Não percebeu a que rede se referia o autor do Abrupto. Eu percebi. Defendeu-se o jornalista com um grande no-no jornalístico, o "aparentemente".

Respeita-se a opinião de José Pacheco Pereira no que diz respeito às redes de Blogs, que por sinal não são novidade, já não se entende que o jornalista estranhe que as pessoas decidam juntar-se, e agregar os seus Blogs, e potenciarem os seus conteúdos, e trocarem links. Não só não é novidade como, internacionalmente, são muitos os exemplos de casos de sucesso. Os blogs pertencem aos seus autores, são estes que decidem o que querem fazer deles. O próprio Público tem uma rede de Blogs. Acho lindamente.

Não me importa muito nem pouco que não tenha, ao menos, pegado na porra do telefone, para perguntar coisas, para se instruir, para colmatar o (nítido) pouco conhecimento que tem sobre a matéria. Preocupa-me antes que, num jornal de referência, haja espaço para tanta incongruência.

"Fala-se em 200.000 blogs" diz-se algures. Está errado. 200.000 Blogs existem, apenas no SAPO que ainda não é líder de mercado, faltou, lá está, pegar no telefone, e perguntar. Se no SAPO há 200.000, e o SAPO ainda não é líder, quantos haverá? Mais, bastantes mais. Eu aponto para, no total (actualizados e não actualizados) para qualquer coisa entre os 500.000 e os 600.000. Se estiver errada, será por omissão, e não por excesso.

Do que o senhor jornalista se esqueceu, foi de que a Blogosfera não é constituída, exclusivamente, pelos notáveis que escrevem também em órgãos de comunicação social tradicionais. Se calhar não se esqueceu, não sabia. Não perguntou.

Esta Blogosfera mais mediática (porque se perpetua e é perpetuada numa pescadinha de rabo na boca) é mesmo a menos expressiva, se formos fazer a contabilidade da Blogosfera.
E em todos os quadrantes da Blogosfera, há notáveis. Pessoas que escrevem muito bem, sobre o tema que escolheram para o seu Blog. Porque é que ter um blog sobre crianças é menos importante que ter um blog sobre política? Querem à força criar classes de Blogs, a primeira liga e a 2ª divisão. Mas estão enganados. Isto é democrático, meus senhores, e salvo algumas excepções tecnicamente mais apetrechadas, são os bons conteúdos que recebem visitas. Mais visitas.

No "Blogómetro, um ranking de popularidade gerido pelo portal "weblog.com.pt", o senhor dividiu bem a coisa. Os notáveis, e a blogosfera javardola (embora esta expressão não tenha sido usada pelo próprio).

Esqueceu-se de referir outras possibilidades, também presentes no Blogómetro, e também à frente do Abrupto. Assim de repente, e sem ir à procura, ocorre-me o Há Vida em Markl, mas isto sou eu.

Eu entendo que, para quem se movimenta na blogosfera intelectual, todo o resto do que se escreve nos blogs possa ser desinteressante. Não entendo é que o jornalista adopte a mesma postura. É minimalista, e está a prestar um mau serviço aos seus leitores.

Falhou várias Blogosferas:

A do Humor
Há Vida em Markl
Arcebispo de Cantuária
Cavalheiros do Apocalipse
Vendo a minha mãe
Não está fácil
Vida de Casado

A do Craft
Rosa Pomar
Wishes & Heros
Claudia Borralho
Papéis por todo o lado
A loja da Mãe
Avó-Galinha


A dos Babys/Toddlers
Passeai flores
Donas do meu mundo
Mãe-Galinha
Diário de uma gaja (mamã) louca
Crónicas de uma mãe atrapalhada


A da música
David Fonseca
Gonn 1000
Melofobia
Diz que não gosta de música clássica
Sound+Vision

A da tecnologia
Rui Moura
Tecnologia de desinformação
The Tao of Mac
Ramblings about life
iPhil

A do wrestling
Duplo Impacto
Wrestling traduzido
Galáxia Wrestling
Wrestling notícias
Luso Wrestling


A do cinema
Cineblog
Elite Criativa
Cinema Notebook
Deuxieme
Depois falamos

A do urbanismo e arquitectura
O Carmo e a Trindade
Atelier Mob
A barriga de um arquitecto
Intervenção da Maia

A da ciência
De Rerum Natura
Ciência ao Natural
Info-Ciência
Engenharia verde
Nebioq-IP
Vida de um biólogo aplicado

Das letras e da cultura
Livros à volta do Mundo
Ler BD
Poemas de amor e dor
Letra de Forma
Da Literatura
Os Livros


A dos animais
Blog dos Bichos
Fotos da Natureza
A arrelia do Quico
Adoro-vos cães
Focinhos e Bigodes

A da solidariedade
Girassol Solidário
S.O.S. Iris
Eu sou o princepezinho
Bolos da Célia
Leigos Boa Nova

A das fotos
Arte Photográphica
Fotografia de João Palmela
Frozen Flower
Caderno da Lua
Fotoblog do Quico


A do desporto
Tertúlia Benfiquista
Colectividade Desportiva
Blog da Bola
Linha avançada
Desporto Aveiro

A de lá de fora
Miss Londres
Da Rússia
Meia de Leite
Ruinix em Shangai
Escala em Londres
Jogo da Sueca

E eu podia continuar, com a Blogosfera da culinária, dos morangos, dos enfermeiros, de sexo,  de hobbies, e por aí fora. Limitei-me a listar alguns dos que frequento, e cujo endereço, mais coisa menos coisa, sei de cor.

E, por último, a mais expressiva, a que mais Blogs tem, a que não se consegue exemplificar, a  generosfera. Os Blogs pessoais, que falam disto, daquilo e do que lhes apetece, e que tanto pode ser o Glorioso, como o artigo do Público deste fim-de-semana.

Vejo que o Público pretende dar mais visibilidade aos Blogs, porque vai passar a listar nos seus artigos, os Blogs que referem esse artigo. Acho muito bem.

Gosto desta política do Público. Uma no cravo outra na ferradura.

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Crocs - Serviço Público

por jonasnuts, em 25.07.07
As Crocs ultrapassaram a Ana Malhoa.

É verdade, são mais as pessoas que aqui chegam à procura de Crocs do que as que chegam à procura da Ana Malhoa.

Então, se estão na Europa e querem comprar Crocs, visitam este site.

Se querem pins para as Crocs, visitam este.

Pronto. O serviço público das Crocs está prestado, mas como não quero defraudar expectativas, e não quero que os fãs da Ana Malhoa fiquem tristes, tomem lá:


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Público

por jonasnuts, em 27.03.07
Há pouco, por causa da (incorrecta) notícia sobre o lançamento de um novo agregador de Blogs, deixei um comentário à notícia, no Público.

Eles avisam que, não sendo assinante, o meu comentário aguardará moderação. Acho legítimo.

O que já não acho legítimo, é que num jornal com uma versão online que se quer próxima do instantâneo, a moderação não seja relativamente rápida, podendo mesmo considerar-se lenta.

Já lá deixei um comentário, a corrigir a notícia, e a dar indicação de pelo menos 2 planetas já existentes, há mais de 1 hora, e até agora, nada.

Será por causa do conteúdo?
Se fosse um comentário a dizer "adorei a notícia" já estaria online?

A história de toda a gente querer criar e incentivar as comunidades e depois não as saberem gerir há-de dar um post, um dia destes e, believe me...........  eu sei falar deste tema (mas preferia não saber).

UPDATE: O Público publicou o meu comentário, cerca de 2 horas depois deste ter sido deixado. Parece-me demais. Não alteraram quase nada, à excepção do título, que era: "Primeira?" Já agora, a forma como os comentários podem ser lidos (têm de se clicar em "ver comentários" não ficam de imediato disponíveis a seguir à notícia..... pronto....está mal).

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