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Coisas de que eu gosto

por jonasnuts, em 04.02.11

Porque me dizem com frequência que este blog é muito mau-feitio, e que eu devia falar aqui de coisas mais positivas, decidi fazer este post.

 

Sim, é verdade, há coisas de que gosto, muito.

 

Hoje, porque aconteceu, lembrei-me de que gosto muito de receber mails de pessoas que dizem que me conhecem bem, porque já trabalharam comigo no projecto A e no projecto B, e que começam o mail com um carinhoso, "Olá Joana".

 

A sério. Ao nível da credibilidade, é do melhor. Melhor que isto, só quando iniciam o mail com um "Olá Maria José".

 

Adoro.

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Os nomes das coisas

por jonasnuts, em 21.07.09

Os nomes parecem ter uma enorme importância para as pessoas. Parece que há uns nomes melhores que outros. Mais respeitáveis. Mais sonantes.

 

Blogosfericamente falando, dizem as más línguas que, Blog que é Blog tem de ter 2 nomes.

 

Isso faz com que este Blog se encaixe na Classe C (ou mesmo D) da Blogosfera. Para se ser Classe A (não é o carro, é a separação dos targets por níveis de rendimento), precisa de ter dois nomes. Há excepções, mas a maioria da realeza Blogosférica, principalmente a mais antiguinha, tem 2 nomes.

 

Seja como for, de regresso aos nomes próprios. Existe sempre uma enorme curiosidade em saber quem se esconde por trás de um pseudónimo. Como se o uso de pseudónimo implicasse logo um segredo, ou algo menos próprio, é assim um bocadinho devasso, e, como se sabe, as pessoas gostam sempre de um bocadinho de devassa. Muita não, mas um bocadinho, para apimentar o marasmo do dia-a-dia.

 

E andam atrás. Andava tudo roxo para saber quem é O Meu Pipi (alguns ainda andam). Antes da Ana de Amsterdam ter publicado o seu nome, andava tudo numa de quem é ela, quem é ela, o Jumento é outro que tal, toda a gente quer saber quem é o Jumento, e agora, o mais recente mistério Blogosférico é o Senhor Palomar.

 

Costumo ser bem informada, nestas coisas Blogosféricas, deformação profissional claro, pelo que é com frequência que recebo telefonemas a perguntar coisas daqui e dali, quem é que se vai mudar, o que é que aconteceu naquele fim-de-semana, se ele foi despedido ou se saiu pelo seu pé. Enfim, as tricas Blogosféricas. Ontem, só ontem, recebi 4 contactos (por diferentes meios, curiosamente) de pessoas a perguntarem-me, olha lá ó Jonas, quem é este Senhor Palomar?

 

Não percebem a minha resposta. O Senhor Palomar é o autor do Blog Senhor Palomar. Sim, está bem, mas quem é ele? É o Senhor Palomar. Está bem, mas como é que ele se chama? Palomar, presumo que o senhor seja um aditivo, mais do que nome próprio. Vá lá pá, deixa-te de merdas, quem é ele?

 

E eles não percebem. E eu não percebo.

 

Curiosamente, escrevi um mail ao Senhor Palomar, ontem, antes do dilúvio de contactos detectivescos. Soubesse eu o que sei agora, abstinha-me, que o senhor deve ter a caixa de correio muito cheia de pessoas a querer tirar nabos da púcara.

 

E eu não percebo esta ânsia de se querer saber os nomes por trás dos nicks. É para quê? Para poderem dizer que sempre tinham suspeitado de que tinha de ser fulano ou sicrano? Para saber, depois de arquivarem e catalogarem a pessoa, se podem gostar ou se devem odiar?

 

 

Custa-lhes muito escrever Senhor Palomar?

 

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Estudos de nomes para marcas

por jonasnuts, em 18.12.08

Sempre achei que qualquer marca, antes de ser lançada, devia estudar o significado do seu nome, mundialmente. Se mais pessoas achassem o mesmo, o Opel Ascona não teria tido esse nome, e a Super Bock perceberia que tinha, à partida garantidas dificuldades de penetração no mercado turco. Há quem pense (pensasse) como eu, por isso é que durante muitos anos, em Portugal, a Rexona foi Rexina. Com Rexina lava-se a vagina, já com Rexona, o que é que se lava?

 

Percebo que, mesmo mundialmente, ainda há quem não faça esses estudos. Só isso explica o nome deste novo serviço:

 

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O seu nome, por favor.

por jonasnuts, em 14.11.07
Não é de agora, embirro que me perguntem o nome, quando não há razão absolutamente nenhuma para o fazer.

Quando saio da PT depois das 10 noite, pico o ponto, uso o meu cartão para passar o torniquete, e depois tenho de dar o meu nome, e só o meu nome ao segurança que está na portaria.

No Hospital da Luz, para entrar no estacionamento, tenho de deixar o meu nome. Que, obviamente, não é verificado. O estacionamento é pago.

Sempre que digo o meu nome, uso os meus dois nomes próprios, Maria João, e o meu apelido. Notei ao logo dos tempos que, nestas (e noutras) situações, os únicos nomes que ficavam anotados, eram o Maria e o Nogueira. Primeiro e último. Ora, eu não sou Maria Nogueira, eu sou ou Jonas, ou Maria João Nogueira.

Por mais que eu insistisse em que colocassem o meu nome como deve ser, não havia meio.
Junte-se a isso a implicação que eu tenho com as imbecilidades inúteis.

Dá a minha estratégia actual para estes casos.

Sempre que me perguntam o nome para uma coisa destas, dou um nome falso.

Acho que quer a PT quer o Hospital da Luz, se um dia andarem à cata dos nomes das pessoas, verificarão que a Marisa Cruz fez umas noitadas na PT e no Hospital da Luz.

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