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Baby motard

por jonasnuts, em 13.04.17

Mentira, não sou nada :)

 

Estou apenas a considerar muito seriamente a possibilidade de comprar uma acelera, máximo 125cc, que a minha carta não dá para mais, de momento, para me deslocar mais rapidamente e sem problemas de estacionamento, e para ser mais barato do que de carro.

 

Esta ideia surgiu, em primeiro lugar, confesso, por estar parada nas bichas, e vê-las passar, às motos, leves e airosas, sacanas, entre os carros, sem que as bichas as afectem, muito, vá. Depois porque, por motivos que não acbem aqui, neste momento, deixei de ter estacionamento perto do meu local de trabalho, e andar de transportes públicos é muito giro, mas demorar 2 horas a chegar a casa, em vez dos tradicionais 30/45m, se formos a ver bem, cansa.

 

E depois, várias circunstâncias se reuniram, para proporcionar esta decisão. Sendo que a morte da minha mãe foi a que mais contribuiu. Nunca daria este passo se a minha mãe fosse viva, ela pura e simplesmente não me deixaria fazê-lo. Sim, maior e vacinada, mas para algumas coisas, a minha mãe tinha autoridade :)

 

Vai ser uma coisa muito ponderada porque, para ser sincera, não percebo nada de motos. Sim, andei, quando era mais miúda, mas já passaram uns anos valentes e ter andado quando era adolescente não faz de mim conhecedora.

 

Preciso de saber o que comprar, quando comprar, a quem comprar (vou comprar em segunda mão, que sou uma tesa desgraçada, não tenho dinheiro para coisas novas), portanto, sugestões recomendam-se :)

 

Sugestões a todos os níveis........ vendedores, marcas, modelos, gadgets, acessórios, percursos, fiscalidade criativa, sítios para praticar, preços e tudo o que acharem que pode ser útil a uma marinheira de primeira viagem.

 

Muito agradecida.

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Os motards, esses vândalos

por jonasnuts, em 27.09.11

Tenho mais de 20 anos de carta de condução. Mais importante, são mais de 20 anos em que conduzo diariamente. Já tenho muita auto-estrada atrás de um volante, e percursos urbanos idem.

 

Gosto de conduzir, e conduzo bem.

 

Não sou ceguinha e, portanto sei, como sabe qualquer pessoa com 3 dedos de testa e que conduza, que a maioria das mulheres tem tiques universais de condução que colidem com o sistema nervoso de qualquer condutor mais afoito. Tudo isto só para explicar que, sendo gaja, e condutora, não padeço, felizmente, do mal que assola a grande maioria das mulheres condutoras, portanto, não acho que a estrada seja toda minha, não acho que os retrovisores sirvam para retocar a maquilhagem, e não acho que o mundo inteiro está às nossas ordens, e tem de viver e andar ao nosso (lento, arrastadíssimo) ritmo.

 

Ora, que a maioria das mulheres conduz que é uma merda (deixemo-nos de politicamente correctos) é uma verdade universal, há epítetos semelhantes para os taxistas (a um nível diferente), para os velhotes, e para mais uma ou duas categorias de condutores. E são daquelas verdades que ninguém, com dois dedos de testa, contesta, lá está.

 

No entanto, há uma afirmação comum que me encanita. É a do título do post. Não é raro ouvir-se que os gajos das motas são uns vândalos, umas avantesmas, uns aceleras, uns resvés campo de ourique, mal encarados, razias, mal educados. Enfim, a escória dos condutores.

 

E isto, meus senhores, a minha experiência não confirma. Muito pelo contrário.

 

Se cedemos passagem a um condutor, em 90% dos casos as motas agradecem, em 90% dos casos os carros estão-se cagando. As motas (e sim, eu que são as motos) são confrontadas (literalmente) com os piores condutores do mundo (mudança de faixa, de repente, sem sinalização e sem verem se lá vem alguém), e mesmo assim...... acho que nunca vi uma mota passar-se dos carretos.

 

Pedem desculpa quando erram, agradecem quando devem, são cordiais, facilitam, são mais solidários (entre si, evidentemente, era o que mais faltava), pelo que não percebo de onde é que vem a ideia de que os condutores de motas são uns vândalos.

 

A sério..... o trânsito (pelo menos em Portugal) seria tão mais fácil, se houvesse mais motas. E não digo isto por causa da ausência de carros. Os condutores de motas são, genericamente falando, uns senhores.

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