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Quando, no parlamento da Nova Zelândia, foi aprovada a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

 

E não acontecerá, em Portugal, porque as manifestações na Assembleia da República parece que são ilegais, certo?

 

É pena.

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O Polícia tinha mel

por jonasnuts, em 16.09.12

UPDATE: Por acaso sou contra a remoção de posts, mesmo posts idiotas, e, sobretudo, se forem meus :) Se calhar o polícia tinha mesmo charme, mas a miúda que aparece em ambas as fotos, é a mesma :) Mantenho o post, mas fica a correcção :) Espero que tenham uma vida muito feliz, ambos :)

 

 

Por acaso não acho muita piada às fotos de pessoas agarradas aos polícias, mas prefiro-as a fotos de batatada com a polícia. Mas não podia deixar passar isto. Estão a circular duas fotos, de duas meninas diferentes, em dois momentos diferentes, num momento de charme com a polícia, em Lisboa. Uma das fotos chegou mesmo aos jornais ingleses e à globo.

 

Nada contra, mas com tanto polícia na rua, que raio de charme é que tinha este gajo, que foi logo com ele que AMBAS se meteram?

 

 

 

 

Vá, explicações aceitam-se :)

 

 

Não sei de quem são as fotos.... não as consigo creditar :/



Pelo menos a de cima é do José Manuel Ribeiro, da Reuters (Obrigada Teresa)


A de baixo é da Clara Azevedo, da Clicklight (Obrigada Inês)

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Fotos da Manif

por jonasnuts, em 14.09.12

Antes de mais o disclaimer, que é para não haver confusões. Este Blog é pessoal, e as ideias e opiniões aqui manifestadas são da minha responsabilidade e de mais ninguém e não representam terceiros. Representam-me a mim e a mais ninguém. (De vez em quando convém fazer este disclaimer, para os mais "distraídos"). Posto isto, fogo à peça.

 

Eu não sou de manifestações de rua. Não é de agora...... já em pequenina me fazia confusão, e depois de crescer..... não fiquei com melhor impressão. Quando aqui há uns tempos fui com a minha irmã, a ver se a coisa já me corria melhor, não resultou. Não vale a pena. Mas acho que há outras formas de participar. Não ir para a rua não é sinónimo de concordância ou aquiescência em relação ao que se vai passando no país.

 

Vai daí que decidi criar um Blog (claro), que pretende centralizar, de preferência em tempo real, as fotos que forem sendo tiradas durante as manifestações que vão acontecer amanhã, dia 15 de Setembro, um pouco por todo o país.

 

 

Quem quiser participar, só tem de ir enviando as fotos que for tirando com o telemóvel para fotosdamanif@sapo.pt ou fotosdamanif@gmail.com e elas aparecem automaticamente no Blog que criei para o efeito. Quem quiser enviar fotos mais tarde, pode usar o mesmo método. Uma foto por mensagem.

 

Espero que gostem, que ajudem a espalhar a palavra e que participem.

 

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Flashmob

por jonasnuts, em 03.05.12

Encanita-me esta dúvida, desde que soube da cena da criminalização dos protestos.

 

Aparentemente, e ao contrário do que diz a constituição (Artigo 45º) e do que diz o Decreto-Lei nº 406/74 de 29 de Agosto,as pessoas não se podem juntar, em determinados horários e localizações, sem primeiro pedir autorização.

 

Como é que fica a cena das Flahsmobs?

 

E se, como diz o tal DL 406/74, "o aviso deverá ser assinado por três dos promotores devidamente identificados pelo nome, profissão e morada", como é que funciona a coisa quando se trata dum evento convocado via twitter? Olhe, quem convoca é o @pokaralho o @saidafrente @jacintoleite, o primeiro usa o tweetdeck, e os outros dois a aplicação nativa do twitter, e moram em domínios próprios, é isso?

 

E as visitas de estudo das criancinhas? Também têm um percurso, juntam vários elementos com um objectivo comum..... também têm de pedir autorização ou vai tudo dentro?

 

Como é que funcionam as coisas?

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Contar pessoas

por jonasnuts, em 09.03.08
Sempre foi algo que me suscitou a curiosidade, a contagem de pessoas.

Qualquer greve, ou manifestação ou ajuntamento que reúna mais de 100 pessoas, tem direito a contagem de cabeças.

Deve haver profissionais desta coisa, da contagem de pessoas. Num estádio ou em qualquer recinto com um número conhecido de lugares, é fácil, sabem-se quantos bilhetes foram vendidos, vêem-se os lugares desocupados e, mais 100 menos 100 a coisa acerta.

Mas em áreas que não têm essa contabilidade, é mais difícil, e torna-se certamente necessário recorrer à contratação de pessoas com competências específicas.

Na fase de recrutamento destes profissionais liberais, os requisitos de contratação variam, consoante o lado da barricada em que se está, suponho. Se quero desvalorizar o ajuntamento, vou contratar alguém que, reconhecidamente, rouba sempre uns números, se quero valorizar a coisa, terei de contratar alguém que engorde a soma final.

É aqui que entram em acção os CV destes profissionais liberais. Na manifestação de 1980 contra a Lei-Barreto contabilizei (que é uma forma fina de dizer contei), 120.000 cabeças, já no 1º de Maio de 1974, na Alameda, contei 80.000, dos quais 20.000 eram crianças.

Não há ninguém a regulamentar (que é uma forma fina de dizer regular) este sector profissional? É que nestas coisas de números, se um puxa para um lado e o outro puxa para o outro, não há quem se entenda, embora possamos sempre fazer a média entre o resultado mais alto e o mais baixo. É o valor mais seguro.

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