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O mail, essa ferramenta ultrapassada

por jonasnuts, em 04.04.09

Há uns anos, ter um endereço de mail era uma coisa muito à frente. Foram muitas as vezes em que me perguntaram "o que é esse arabesco aí no meio?". Uma vez respondi que era uma alfarroba :)

 

A utilização do mail generalizou-se, e ultrapassou as suas competências iniciais. Hoje é frequente usarmos o nosso endereço de mail como forma de login, ou como forma de nos identificarmos perante um serviço. E o serviço de mail propriamente dito está a cair em desuso, pelo menos no que diz respeito às gerações mais novas.

 

Há poucos dias, indiquei a uma utilizadora um endereço de mail através do qual poderia obter mais esclarecimentos acerca de um determinado tema. Julgava eu que era óbvio que a utilizadora tinha de enviar uma mensagem, para aquele endereço de mail, expondo a questão.

 

Engano meu. Em resposta à minha recomendação, recebi um "Já adicionei".

 

Isto significa que, a primeira reacção daquela (jovem?) utilizadora, quando lhe foi dado um endereço de mail, não foi enviar uma mensagem de mail, mas adicionar aquele endereço à lista de contactos, no Messenger.

 

Os sms também foram criados com um objectivo inicial, mas rapidamente a utilização que foi feita desta ferramenta, ultrapassou esses objectivos.

 

Isto só prova uma coisa que ando a dizer há muito tempo. Não são as plataformas que fazem os utilizadores, são os utilizadores que fazem as plataformas. E estas, ou se adaptam, ou definham.

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Uma questão de chá

por jonasnuts, em 27.11.07
No âmbito das minhas competências (bela frase, não?) envio com frequência mails a pessoas que não me conhecem. Apresento-me, explico ao que vou e, na maioria das vezes, recebo uma resposta.

Pode não ser a resposta que pretendo, mas uma resposta, mesmo assim.

Há algumas excepções. Aqueles que não respondem. Nem sim, nem sopas.

Acho que neste meio, esta é uma forma muitíssimo eficaz para verificarmos a boa (ou nem por isso) educação das pessoas.

Daqueles que têm por vezes blogs altamente intelectualóides, e cheios de boas maneiras, e de francês, e de cultura, e de "olhem para mim como sou culto e ando a ler os livros certos", e depois falta-lhes o chá.

Eu sei, eu sei, há coisas que ou vêm do berço, ou então, por mais cursos e por mais livros e por mais tiques que se arranjem, falta-lhes o pedigree por que tanto se esforçam.

É nos detalhes, senhores, é nos detalhes que poderiam fazer a diferença.

Curiosamente, este pretensiosismo nota-se mais nas gerações mais novas. Este Senhor, este Senhor (VM), e este Senhor (Gabriel) responderam-me, educada e rapidamente. Por outro lado, este Senhor foi também muito rápido e educado, e pelo tipo de vocabulário tem pinta de ser mais novo.



Nota: Este post não faz parte da campanha que este senhor decidiu promover.

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