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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Pink

Gosto da Pink. Não é um gosto herdado dele, que é quem marca o ritmo lá de casa, e eu depois escolho. Não confio em mais ninguém para me "educar" o gosto musical. Foi assim que conheci os ColdPlay (ainda ninguém conhecia os ColdPlay), foi assim que me tornei fanzoca dos Editors, o Jazz, puro e duro, pode ser que um dia entre :)

 

Mas a Pink não foi ele. Não sei quem foi, talvez na rádio. E não é de agora. Gosto dela, da música, da energia, do personagem, do que tem para dizer, do sentido de humor. E gosto que faça músicas destas.

 

 

 


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publicado por Jonasnuts às 13:31
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008
Arnaldo Antunes

Adoro Clã.

São provavelmente a minha banda portuguesa preferida. E só não digo que são a minha banda portuguesa preferida de todos os tempos porque houve o Trovante, numa altura importante da minha vida.

 

Gosto das músicas dos Clã, da energia, da pinta, do palco, e ela, que parece um nico de gente, quando abre a boca e começa a cantar, fica enorme. Adoro Manuela Azevedo.

 

Pronto, fica o disclaimer.

 

O que não percebo é esta queda pelo Arnaldo Antunes que só conheço das colaborações precisamente com os Clã e com a Maria Rita. Não faço ideia do que é que o senhor faz na vida, e se calhar estou a cometer uma heresia, mas presumo que tenha herdado uma fortuna de um parente falecido, porque não é certamente a cantar que o senhor ganha vida. O homem não sabe cantar, pelo menos ao vivo. Fora de tom, fora de tempo, desafina. Um horror.

 

Quem é este gajo, e porque é que o chamam tantas vezes para fazer algo que ele, claramente não sabe fazer, cantar ao vivo?

 

Acabou de provar, mais uma vez, a sua incompetência, ao partilhar o placo, again, com os Clã, no Sudoeste.

 



publicado por Jonasnuts às 21:07
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008
Hoje soube-me a pouco

 

 

Não foi hoje, foi na sexta-feira, mas não podia perder a oportunidade de usar esta frase de uma letra de Sérgio Godinho, porque a verdade, é que me soube a pouco. Os Clã, digo.

 

Por isso, para ver se mais logo faço um post a dizer "hoje soube-me a tanto" sou capaz de ir vê-los mais logo.

 

"Os Clã sobem ao palco da Feira, no Jardim de Oeiras, no dia 9 de Junho, às 22H00."

 

(A foto, fantástica, da Manuela Azevedo é do Fábio Teixeira)


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publicado por Jonasnuts às 10:59
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Eu vou, mas devagarinho

Sou uma comodista. A verdade é que há poucos artistas que me levam a sair de casa para os ir ver. E, quando isso acontece, gosto de vê-los comodamente. Na Aula Magna é nos doutorais, no Coliseu é nas cadeiras de orquestra, enfim..... gosto pouco de ajuntamentos, pisadelas, encontrões, gente que fala alto, cabeças à minha frente e demais idiossincrasias dos grandes concertos tipo tudo ao molho e fé em Deus.

 

Posto isto, hoje vou ao Rock in Rio.

 

 

Não fui eu que escolhi o dia, eu por mim nem lá punha os calcanhares, tendo em conta o parágrafo inicial deste post, mas sempre me vou treinando para quando tiver de levar o meu puto, num dos próximos eventos.

 

Ontem vi o cartaz, e nestas coisas, são apenas referidos os cabeças do dito cujo. Ok, faz sentido, são tantos os palcos e os grupos e os artistas, que se falassem de todos, não chegava o espaço.

 

Então, na comunicação do festival, os cabeças de cartaz, para hoje são:

 

Linkin Park

The Offspring

Muse

Kaiser Chiefs

Orishas

 

Acho muito bem, e devem ser todos muito bons e muito animados e muito profissionais e muito apreciados mas para mim, meus senhores, os cabeças de cartaz, seja onde for que actuem, são os Clã (mas este Clã também é muito bom)

 

(Há-de entrar aqui uma foto, se o autor der permissão).

 

Quem já os viu ao vivo, saberá do que falo. Quem anda não os viu ao vivo, que não perca a oportunidade.

 

Às 19h50, não estarei a ver os tais dos Orishas no palco principal. Vou estar a ver Clã no tal do Sunset. E quando acabar Clã, se calhar ainda me socorro do iPod :)



publicado por Jonasnuts às 12:02
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008
Bobby McFerrin - Ontem no Coliseu

Sou fanzoca (fica o disclaimer). Há muito tempo, mas principalmente desde que me deram a conhecer o Hush, aí há uns 15 anos.

 

Ontem era um concerto obrigatório. Lá fomos, finalmente, ver um concerto de um gajo de quem eu gosto (normalmente vamos ver concertos de gajos de quem ele gosta mais do que eu).

 

A minha irmã arranjou bilhetes de borla. E vejam só como a minha família me conhece bem, ela e os amigos ficaram numa fila, e depois dois bilhetitos para mim, afastada do grupo. Conhece-me bem, a minha irmã. São poucas as pessoas que aguentam um espectáculo ao meu lado (mando calar quem fala, e coisas assim).

 

Fomos mais cedo, o que contraria a tradição de chegarmos sempre em cima da hora. Saímos do parque de estacionamento e dirigimo-nos lentamente para o Coliseu. Ele fazia glu-glu-glu ao meu lado (a imitar Boby McFerrin), e de repente sai-me um Oh! da boca para fora. Um grupo de 3 homens caminhava no sentido oposto..... cruzámo-nos. O do meio era o Bobby McFerrin. Portanto, a menos de uma hora de começar o espectáculo, o gajo andava ali a passear. Conjecturámos. Iria beber umas cervejolas para aquecer a voz? Ia para o Metro tentar fazer uns trocos? Não sei onde ia, mas foi muito esquisito cruzar-me com o gajo que ia ver actuar dali a pouco.

 

O concerto começou alguns minutos depois da hora marcada. Uma cadeira em palco. Entra o gajo, com a mesma roupa com que o tinha visto passar há menos de uma hora atrás. Calças de ganga e t-shirt. Muito bom. Nada de atavios nem de folestrias, estamos ali é por causa da música, e não por causa do guarda-roupa.

 

Glu-glu-glu chinca-chinca-chinca, e passam-se as 3 primeiras músicas e, apesar dos agradecimentos efusivos, nem bom dia nem boa tarde nem boa noite. Nada de parlapié com o público. O meu nariz estava a ficar torcido.

 

Mas eis que começa a coisa...... a parte em que ele nos conduz, e consegue que um Coliseu quase cheio faça e cante exactamente o que ele quer, quando quer. E o resultado final é bom, muito bom, pelo menos soa bem.  E vem para o meio do público, e canta com algumas pessoas do público. Teria sido giro se tivesse subido um bocadinho mais e tivesse posto o microfone à frente da Maria João, a do Jazz, que por lá estava, mais tarde fez o gosto ao dedo, quando subiram uma catrefada deles para o palco (eram para ser 12, mas depois acabaram por ser mais).

 

Mas, a mim, o que me partiu toda foi que o filho da mãe puta repetiu ali a cena de Leipzig. Ele fez os glu-glu-glu do Ave Maria de Bach, enquanto nós cantávamos (?) a melodia que no original é tocada pelo violoncelo do Yo-Yo Ma. Ali ao pé de mim só eu e uma senhora que estava atrás de mim é que sabíamos a coisa (eu não sei a letra, mas sei as voltinhas todas), mas o som da sala a cantar com ele um dos meus temas favoritos de todo o sempre foi arrasador.

 

Curioso, como nestas alturas nos lembramos de pessoas que não conhecemos. Lembrei-me do autor deste Blog. Teria ficado tão surpreendido como eu, pelo facto das pessoas conhecerem bem a melodia do Ave Maria? É que não se tratava de um concerto de música clássica. Ok, este é um dos temas universais, que ultrapassa o género a que pertence, e esta versão está no álbum mais vendido de Bobby McFerrin, mas mesmo assim.

 

Defeitos? (esta é especial para ti maninha). Só o facto de não haver merchandising. Compramos sempre t-shirts dos concertos a que vamos. São mais as vezes que há que as que não há. Não consegui de Jane Monheit, nem de Tindersticks (mandei vir depois) nem de Nitin Sawhney (mas essas nem oferecidas que se fossem tão más como o concerto, nem para esfregar o chão).

 

Ontem não havia. Assim de repente, é o defeito de que me lembro. (Há online, já estou a tratar do assunto).

 

Não foi perfeito, prefiro sempre ambientes mais pequenos, e estar lá à frente (não me estou a queixar maninha, agradeço muito os bilhetes), e aquele início meio frio deixou-me ansiosa, mas gostei muito. Se houvesse outro espectáculo hoje, e conseguisse arrastar o meu namorado comigo (dúvidas, muitas dúvidas, uma vez chegou), ia outra vez :)

 

Para os que não conhecem a cena de Leipzig, fica o vídeo. Não foi assim, ontem (não chove no Coliseu), mas foi parecido, e foi muito bom.

 

 

 



publicado por Jonasnuts às 12:56
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
Editors
Sabemos que assistimos a um bom concerto quando saímos a querer saber mais sobre a banda, e queremos conhecer melhor a sua música.

Fui ver os Editors por causa dele, mas já fui ver outros concertos por causa dele de que não gostei nada. E este foi muito bom. Gosto de bandas que dão o litro. Eles deram o litro, e são bons no que fazem, até eu percebo isso.

Fotos, talvez amanhã.


publicado por Jonasnuts às 01:02
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Quarta-feira, 19 de Março de 2008
Ken Lee
E quem é que não teve (ou tem) como guilty pleasure, esse fabuloso sucesso de Mariah Carey, o Ken Lee.

Link do vídeo


Estes Ídolos valem sempre mais pelos bloopers que pelos outros.

Via 3 de 30
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publicado por Jonasnuts às 23:27
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008
Nunca deixo de me admirar
Só no meu iPod é que isto pode acontecer.
Grândola Vila Morena, por Zeca Afonso ao vivo no Coliseu, imediatamente seguido do Bem bom das Doce.

E depois de ter estado aqui a sussurrar em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade, agora dou as horas, uma da manhã, bem bom, 2 da manhã :)

Não admira que este pessoal me olhe de lado.

(Ah, e às vezes danço, sentada na minha cadeira, e raríssimas vezes, pego numa caneta, à laia de microfone, e canto, sem cantar para não incomodar os outros. Devo fazer uma figura linda de headphones e caneta à frente da boca, a abrir a boca como um peixe.)


publicado por Jonasnuts às 15:31
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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
Last fm, música social, ou nem por isso
O Last FM é um dos muitos sites sociais que existem. O conceito é simples. Instalamos uma coisa qualquer que sabe exactamente que música ouvimos, e que a coloca na nossa área no Last FM. Têm também uns widgets engraçados que podemos colocar nos nossos blogs ou sites. Eu optei por usar o widget que disponibiliza as capas dos CDs onde constam as músicas que oiço com mais frequência.

Tem também um esquema de amigos (obviamente, nestas coisas sociais ninguém passa sem amigos) e verificam a nossa "compatibilidade" musical. Ora, eu tenho 15 amigos no Last FM. São, maioritariamente, pessoas que conheço mesmo.

Dos 15 amigos, 2 são de afinidade média, ele e o macaco. 4 são de baixa afinidade, e os restantes 9 (sim, leram nove) são de muito baixa afinidade. Cheira-me que esta coisa dos amigos é só da boca para fora.

Bem sei, os meus gostos são esquisitos, e já aqui fiz um post sobre isso. Haverá muito boa gente a dar voltas na cova só de pensar que partilham um mesmo espaço, mesmo que esse espaço seja virtual.

Mas caramba, não era preciso exagerar. Será uma questão de compatibilidade etária?


publicado por Jonasnuts às 23:49
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007
The Police - O Rescaldo
Deixei passar um tempinho, de propósito. Para ver o feeling com que saí do concerto se mantinha, ou se mudava alguma coisa. Manteve-se.

Contextualização.
Gosto muito de The Police.
Foi, provavelmente, a banda da minha adolescência. Foi a primeira banda minha por direito próprio. Não foi uma banda que tenha herdado dos meus pais.  Lá em casa ouvia-se muita música. Os meus pais eram uns modernaços, e as bandas de que os meus colegas ouviam falar na rádio, eu já conhecia, de casa. Os incontornáveis Beatles, obviamente, mas também Doors, Pink Floyd, Camel, Kate Bush, Cat Stevens, Deep Purple e muitos, muitos mais (incluindo os francófonos de que a minha mãe tanto gostava).

Os The Police entraram lá em casa pela minha mão (e por lá ficaram, que os meus ricos LPs não conseguiram sair de lá).

Se os pudesse ter visto quando vieram cá nos anos 80, teria sido o delírio. Mas não foi, que nessa idade eu não tinha autorização para ir a concertos.

Fui agora. Sabia que não ia ser a mesma coisa. Eu estou diferente, e eles também.

Na verdade acho que eles se juntaram por motivos muito mais capitalistas do que artísticos. Estavam a precisar de dinheiro, e aproveitavam o esquema para ver se conseguiam fazer ressurgir a bolha criativa que viveram na altura, e que já rebentou há muito, muito tempo (era eu uma criança?).

Cumpriram q.b.
A verdade é que foram competentes. Mas faltou-lhes gás. Não têm a mística de outros tempos. Um teledisco (desculpem lá mas é assim que eu lhes chamo) dos The Police, transmitia mais emoção do que a que senti no concerto. Sim, bem sei, eu estava na bancada Vip que é sempre um tur-off nestas coisas, mas não senti nenhuma vibração. Meteram a chave na ignição, arrancaram e lá foram, seguindo o percurso previsto até ao final. Nunca excederam os limites da velocidade, não transgrediram, não aceleraram e, é verdade, também não reduziram. Foram assim, em jeito de "deixa lá despachar mais um", até ao fim. O facto do Sting ter dito umas palavras num português ranhoso não fizeram a diferença. Já lá vai o tempo em que isso não era moda.

A voz do Sting já não vai onde ia dantes e o único que me pareceu mais vagamente parecido com o antigamente foi o Copeland.

Voltava a ir? Sim, mas apenas porque foi a última oportunidade de ver ao vivo uma banda que fez (e faz) parte da minha vida. A não ser que eles aprendam a lição dos Rolling Stones, e façam outra última tournée, para o ano.

Não aqueceu, nem arrefeceu, e até cheirou um bocadinho a mofo.

Assim é que devia ter sido:


Link do vídeo, para quem vê isto via leitor de feeds.

publicado por Jonasnuts às 11:55
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007
Rick Gervais
O homem tem talentos, mas uns são mais conhecidos do que outros.

Toda a gente conhece a sua veia humorística, e de argumentista, mas..... e de músico?




Ah, mas como é que ela descobriu isto? Simples. Foi ele.

publicado por Jonasnuts às 14:27
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007
Uma longa espera
Sou do tipo comodista. Não é bem comodista, mas gosto do meu espaço, não gosto de ajuntamentos e quando toca a ver espectáculos, gosto de poder concentrar-me no que estou a ver. Isto é válido para cinema, teatro, concertos e etc.

Por isso, quando vou assistir a um espectáculo, gosto de ir para um sítio onde esteja longe da multidão e da confusão. Sim senhor, na Aula Magna vou para os doutorais, no Coliseu para os lugares da orquestra e Pavilhão Atlântico e outras mega salas de concerto, estádios e afins, não vou. Vi Coldplay (das duas vezes que cá vieram) e não conto voltar ao Pavilhão Atlântico.

Isto porque só havia 2 bandas que me fariam esquecer esta minha costela burguesa. Os Queen eram uma dessas bandas, e os senhores que se deixem de tretas, mas Queen sem Freddie Mercury, não são Queen. Nunca os vi ao vivo. E tenho muita pena.

A outra banda que me levaria ao Pavilhão Atlântico, não vai ao Pavilhão Atlântico. Porque vai ao Estádio Nacional no próximo dia 25. Nunca os vi ao vivo. E tenho muita pena. Mas mais de 20 anos depois, vou finalmente ver Police, ai vivo. Não será a mesma coisa. Nem eles são os mesmos, nem eu sou a mesma, e tenho sempre medo destes concertos semi-nostálgicos, mas neste caso, tenho medo mas também tenho fé :)
Os Police são uma das bandas da minha vida.



publicado por Jonasnuts às 16:41
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007
My way
Eu sei que o título indicia um post com mau-feitio e respectiva Tag a contribuir para a tag cloud, mas não.

A verdade é que na última semana, o "My way" invadiu-me os ouvidos muito frequentemente.

Atenção, eu gosto da música, gosto de Sinatra (sempre gostei), mas o "my way" no acordeão, na viola, no grito do "artista" de esquina, no elevador, no metro e NUNCA pelo Sinatra faz confusão. Principalmente porque não percebo o gosto específico por esta música.

Ver mais... )


publicado por Jonasnuts às 15:29
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007
Porque é que se gosta de uma música?
Há uns meses valentes atrás, numa sessão de zapping, apanhei a parte final de um teledisco (acho que agora se chamam videoclips), de uma Ana Carolina (que eu não conhecia) e do Seu Jorge, a cantarem ao vivo uma musiqueta de que gostei.

Há uns tempos atrás, ouvi na rádio, e depois ele encontrou e comprou e ofereceu, e até fiz um post sobre isso, a versão original da tal música, o Blowers Daughter, do Damien Rice. Mas não sabia que se tratava da mesma música, nem relacionei as duas coisas.

Esta manhã, passei por uma conversa, em que alguém se referia a uma qualquer Ana Carolina, e de repente liguei as duas coisas.

A versão em língua portuguesa não teve o mesmo impacto que a original, mas lembro-me de ter gostado bastante. Provavelmente porque a utilização de expressões típicas do português do Brasil, e os imensos gerúndios.

Mas o que é facto é que gostei. E quer a versão brasileira quer a versão inglesa (ou deverei dizer irlandesa?) me disseram qualquer coisa. Porque é que gostamos de umas músicas e de outras não?


 


publicado por Jonasnuts às 22:43
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007
Damien Rice
Eu já conhecia a música, vagamente. Já a tinha ouvido e tinha-lhe perdido o rasto.
No fim-de-semana, no carro, passou na rádio. Fixei parte da letra. Ele tratou do resto.
(Por resto entenda-se, perguntar-me o bocado da letra, encontrar o caramelo, comprar o álbum, colocá-lo no meu iPod e pelo caminho resolver um problema que este tinha, no acesso ao disco).

Esta é uma música lamechas. O caramelo é irlandês. Não sei quem é a Blower's Daughter,  nem de quem mais é ela filha, nem onde é que a mãe  assopra.

Só sei que há músicas que me fazem revisitar a ideia de aprender a tocar viola. E esta é uma delas.



publicado por Jonasnuts às 13:31
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