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Obrigada, anónimo/a.

por jonasnuts, em 07.03.13

E a malta vê o título deste post e pensa, tungas, esta maluca atraiu mais um troll. Mas não.

 

Tenho este post atravessado há uns tempos. É um agradecimento, profundo e muito sentido, para a pessoa que me deixou aqui um comentário a um post, que escrevi a pedir ajuda, relacionada com a minha enorme incapacidade de enfiar pelo meu filho abaixo, o gosto pela leitura.

 

Anos de tentativas, a pôr-lhe à frente tudo e um par de botas, e o puto nada. Não gostava de ler. Agarrava-se a um livro aqui, outro acolá, muito espaçado, mas sem aquela voracidade de quem quer ler.

 

E no meio de imensas sugestões (que segui todas, debalde) surge a última.

 

 

Não sei quem foi. Sei apenas que tem um filho mais ou menos da idade do meu.

 

Tenho muita pena de não saber quem foi.

 

Comprei os dois primeiros volumes da colecção CHERUB logo na altura (portanto, quase há um ano). Andaram aqui por cima, estiveram arrumados na prateleira. E de repente, há 3 meses, o puto decide seguir a minha recomendação. À pergunta "o que é que eu faço agora - não tenho nada para fazer" respondi "vai ler". "O quê?", "Olha.... o que não te falta são livros por ler, na estante. Toma, pega este".

 

Acabou agora o volume 9. Sei que acabou porque me disse.... "olha, já podes comprar o próximo." (sacaninha, já sabe que, para este efeito, não há limitações orçamentais vulgarmente alegadas - e existentes -  para outras compras).

 

Portanto, e como não posso agradecer pessoalmente (ou se calhar posso, mas não sei), obrigada caro pai ou mãe, que há quase 1 ano decidiu gastar uns minutos a ler um post, e a deixar um comentário aqui.

 

Um comentário com menos de 20 palavras, que mudou a vida do meu filho (e a minha), para melhor.

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Em busca dos clássicos

por jonasnuts, em 22.07.08

Há imensos planos, para estas férias, as bicicletas, o descanso, a piscina, a calma e coiso e tal, mas faltava-me algo. Tenho saudades de ler. Sempre li muito, desde muito cedo. Ficava muito tempo sozinha em casa, e a biblioteca era diversa. Não havia computadores, nem consolas, nem televisão durante a tarde, os trabalhos de casa eram despachados em 3 tempos, sobrava muita hora para queimar. Ler era a opção, e marchava tudo. Li Émile Zola cedo demais, para mim uma taberna não tinha nada a ver com A Taberna. Policiais era ao quilo, enciclopédias, livros de miúdos e de graúdos.

 

Sempre adorei ler.

 

Com o computador, e a miudagem, a casa, o dia-a-dia, foi fugindo o tempo, e a leitura foi sacrificada, pelo menos a dos livros. Não tenho tempo, nas férias, de pôr a escrita em dia, mas quero atirar-me aos clássicos.

 

Guerra e Paz, Ulisses (o do James Joyce) e essas coisas assim "pesadonas".

 

Quais foram os clássicos da vossa vida? Alguma sugestão?

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