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Jonasnuts

O pato Donald

donald.jpg

 

 

 

Por causa do meu post anterior (auto-link) e dos mails com cc lembrei-me do Pato Donald.

 

Esta minha embirração com os cc não é de hoje. Para além do cc ejaculação precoce de que falei há bocado, irrita também o cc para um enorme grupo de pessoas. O cc grupal. A suruba do cc.

 

Das duas uma, ou é ignorância acerca da existência do bcc (blind carbon copy - não tem de quê) ou é spam puro e duro. É muito frequente, por aqui.

 

Tão frequente que há uns anos criei uma conta de mail para adicionar à lista dos destinatários dos cc grupais. Era o patodonald@sapo.pt

 

Assim, não disfarçava nem nada. Estava lá escarrapachado o nome do pato. 

 

Sempre que recebia um mail com uma lista absurda de destinatários em cc, lá adicionava eu o Pato Donald, sempre à espera que alguém me perguntasse o que raio era aquilo.

 

Anos de Pato Donald adicionado em cópia a threads de trabalho sem que tenha havido UMA alminha que me tenha perguntado pela coisa.

 

Descobri até que o Pato Donald recebia mais mails que eu. 

 

Qualquer dia recupero o Pato Donald.

 

 

Com cópia

cópia.jpg

CC não quer dizer com cópia.

CC quer dizer carbon copy, mas fiquemo-nos pelo com cópia.

Enviar um mail com alguém em cópia pode ser útil. Por duas razões. Ou para que quem está em cópia fique por dentro de um determinado assunto ou para que quem recebe saiba que quem está em cópia está a par do assunto.

 

Envio mails com cópia com muita parcimónia. 

 

Porque, afinal de contas, pagam-me (presumo) para pensar e para trabalhar e não para infestar as caixas de correio de quem trabalha comigo.

 

Usar o envio de mails com cópia por dá cá aquela palha, é a ejaculação precoce. É o "vou dizer à mãe" antes de haver algo para dizer. É a desresponsabilização total. É o querer aparecer. É o burro do Shrek. É um "olhem para mim, que estou a trabalhar tanto". É os bicos dos pés. É um enorme compplexo de inferioridade. É não saber seleccionar. É ir a todas porque não se sabe a qual é que se deve ir. É estúpido. É ineficaz e, como se nota, é extremamente irritante.

 

Depois estranham o micro management. 

 

Há um pássaro brasileiro chamado cacalharás, já com provas dadas neste blog. 

 

É assim.

 

 

Nónio

nonio.jpg

 

De vez em quando faço aqui um disclaimer (auto-link)...... ia linkar, mas são 5 páginas de resultados (auto-link) da pesquisa à palavra disclaimer aqui na chafarica. Considerem-se disclaimerados.

 

Ouvi falar do Nónio pela primeira vez já lá vão uma décadas. Refiro-me, obviamente ao "dispositivo de medição inventado pelo matemático português Pedro Nunes. Através do Nónio era possível efectuar medições com rigor de alguns minutos de grau, permitindo planear a navegação com uma margem de erro da ordem da dezena de quilómetros.", que é o que diz a Wikipédia.

 

Há pouco mais de um ano ouvi falar pela primeira vez desta coisa, que não vou linkar, que não se chama Nónio, porque perdeu o acento, é um nonio. Para além de perder o acento perdeu também o .pt que alguém, com tino, registou e tornou útil.

 

Curioso, há 500 anos precisávamos do Nónio para navegar, agora há que dispensar o nonio, para navegar. Outros tempos, outros mares.

 

A maioria do que penso sobre o nonio, pode ser lido aqui.

 

É uma questão de tempo até os senhores decidirem fechar os seus conteúdos a quem lhes fornecer tudo e um par de botas de dados pessoais e até estranho que não esteja nos termos de utilização qualquer referência a primogénitos.

 

Neste momento ainda estão na fase de recolha de dados. Depois fecham. Depois batem com os nariz na porta, com os burros na água, estrepam-se, claro. Mas eles ainda não sabem.

 

Não percebo como é que não sabem. Basta olhar para exemplos "lá fora" e percebem que quem tentou fechar, fechou. Perdeu. Morreu. Não é por aí.

 

Mas, lá está, tal como outros senhores, também velhos, esta malta está agarrada a modelos de negócio do século passado, que querem à força transpor para a realidade actual, mesmo que tenham de o fazer artificialmente e à força de estratagemas. Não souberam acompanhar. Pararam no tempo. Querem sol na eira e chuva no nabal. 

 

Outra coisa que me encanita é a parte das competências. Uns gajos que não se entendem o suficiente para assegurar o registo de um domínio vão conseguir entender-se para coisas um pouco mais complexas?

 

Não me cheira.

 

Seja como for, não tenciono dar-lhes os meus dados.

 

O que lhes deixo é uma alternativa

 

Mas é uma alternativa que obriga a que os conteúdos sejam de qualidade e jornalisticamente inatacáveis. Sustentadamente. 

 

Percebo que não encarem como alternativa.

Os adolescentes e o detergente

tide keep away from children - Pesquisa Google.jpg

 

A ligação não é óbvia, entre adolescentes e detergentes, mas ganhou protagonismo nos últimos dias. 

E é um protagonismo justificado, perguntam vocês. E eu respondo que não, que não é justificado e que nasce por um lado da ignorância e por outro da necessidade de audiência.

 

A história é simples. Nos Estados Unidos da América, o país que elegeu Trump, na primeira quinzena de Janeiro, em resposta a um desafio colocado no Youtube por algum adolescente imbecil, começaram a surgir alguns casos de adolescentes igualmente imbecis, que metem à boca uma cápsula de detergente da roupa, daquelas transparentes cheias de molhanga, e depois acontece o óbvio...... aquilo sabe mal, cospem tudo, os mais sortudos safam-se com sintomas muito ligeiros, os mais incautos têm de ir ao hospital, porque, lá está, ingerir detergente para a máquina de lavar roupa não dá saúde a ninguém. Nunca deu, por isso é que é recomendação geral que este tipo de produtos esteja, guardados longe do alcance de crianças.

 

Mas é isto. Nos States, onde há 310 milhões de habitantes, houve um grupinho que nem meia centena é, que decidiu ser imbecil.

 

Como seria de esperar, por lá, obteve alguma cobertura mediática. Justa, se formos pelo grau de estupidez e pela necessidade de exercer alguma pedagogia.

 

Mas, repito, é uma coisa nos Estados Unidos da América, e estamos a falar de meia dúzia de adolescentes. Não é a primeira vez. Não será a última.

 

E porque é que isto é notícia por cá?

 

Porque a nossa comunicação social adora dar a conhecer cenas que não eram conhecidas nem relevantes, na esperança de que peguem por cá, para que possam ter notícias acerca dos resultados dramáticos.

 

Isso e a conta de Facebook da PSP, que decidiu partilhar a coisa com um "Há um novo desafio viral na Internet que consiste na ingestão destas cápsulas ou na sua colocação na boca, filmando e partilhando nas redes sociais.".

A Internet é uma rede de redes que conta com milhões de milhões de milhões de ocorrências por segundo pelo que uma coisa viral é algo que tem um volume extraordinário e um impacto grande. Não é o caso. 

 

Em Portugal, se não fosse o Facebook da PSP e alguns órgãos de comunicação social tradicional, a coisa não teria passado dos comentários jocosos no Twitter de "olha lá o que meia dúzia de palermas americanos andam a fazer agora" e isto por causa das notícias em órgãos de comunicação social americanos. 

 

Isto é um não tema. É um não problema. É uma inexistência. É um inconseguimento.

 

Até a PSP e os jornais se meterem ao barulho. 

 

Irresponsáveis.

 

As esposas

serodios.png

As esposas são, como se sabe, acessórios importantes.

 

Por exemplo, aqui o Monteiro, precisava duma esposa para poder ser campeão em pares mistos. 

 

A esposa não é campeã. É apenas o acessório quase imprescindível (quase) para que o Monteiro pudesse ser campeão.

 

Como já disse noutro sítio, usando um termo tão serôdio como o "esposa": faleçam senhores do O Jogo (sem link, que pela parte que me toca, não lhes encaminho nem um hit), F A L E Ç A M.

UPDATE:
Mais uns para a lista do "faleçam". O "jornal" A Bola tem na capa:

serodio2.png

 

UPDATE 2:
A lista do "faleçam" continua a aumentar. Na capa do Record:

serodios2.png

 

 

 

 

As minhas aventuras com o IRS - Take 2

Ministros __ República Portuguesa.jpg

Depois de ter escrito o meu post de há pouco (auto-link), comecei a pensar no que deveria fazer.

 

A primeira coisa foi escrever à minha repartição de finanças, perguntando onde deveria então colocar as despesas de educação cujo IVA é de 23% e aguardarei pela resposta, que deverá chegar no início da próxima semana.

Isto servia para resolver o meu problema no imediato, do ponto de vista da burocracia e da entrega definitiva dos impostos, a ver se me devolvem o mais rapidamente possível o dinheiro que retiveram indevidamente.

 

Mas não chegava. 

 

Decidi então escrever ao Sr. Ministro das Finanças, ao Sr. Ministro da Educação e ao Sr. Ministro da Cultura, com uma mensagem adaptada a cada um dos casos. Usei o portal do Governo, que tem formulários de contacto com os Senhores Ministros, e vamos ver agora quando é que me respondem, e que resposta é que me dão.

 

Aparentemente tenho andado a dormir, porque isto já deu que falar quando foi anunciado. Só agora, que me tocou directamente, é que me apercebi da coisa. 

 

A minha irmã diz para não me esquecer destas coisas, quando eu for votar (ela detesta que eu vote sistematicamente em branco). E eu concordo, não me esquecerei. Mas penso que a participação política das pessoas não se pode resumir ao voto. 

 

Claro que outras formas de participar são amplamente desincentivadas, veja-se o que deu a petição contra a lei da cópia privada (auto-link), ou o debate promovido pelo BE sobre o memorando de entendimento (auto-link). 

 

Depois destas experiências, a minha disponibilidade para este tipo de participação reduziu muito. Estou agora adepta duma participação mais personalizada e mais directa. Ah, mas a união faz a força e sozinha não vais a lado nenhum. É verdade. Mas, neste momento, não tenho alternativa. Ou é isto, ou ficar parada que, neste momento, não é uma opção.

 

O puto vai entrar num curso superior relacionado com as artes. Serão muito poucos os livros, e a faculdade é do estado. Se vão ficar exclusivamente por minha conta todos os materiais necessários para o curso do puto, vou à falência. 

 

Alguém tem mais ideias sobre como contrariar esta imbecilidade?

Os amigos do Facebook

Eu costumo dizer que, no Facebook, sou uma meretriz.

 

E é verdade. Sempre fui muito selecta, só adicionava (ou permitia que me adicionassem) se estivessem cumpridos determinados critérios que até eram rígidos. Isto é, eu não precisava de conhecer pessoalmente para adicionar, mas tinha de saber quem eram. Há pessoas com quem me dou e de quem sou amiga (na verdadeira acepção da palavra) e que nunca vi na vida.

 

E depois aconteceu aquela cena da ensitel, e centenas de pessoas pediram-me amizade nessa altura. E como em tempo de guerra não se limpam espingardas, aceitei todos os pedidos de amizade.

 

Foi a ensitel que fez de mim uma meretriz, facebookiamente falando.

 

Mais coisa menos coisa, mantive essa política. O Facebook, o meu Facebook, é uma mera extensão do meu Blog, com mais uns pós. Não publico coisas demasiado pessoais. Não publico fotos dos meus. Nada que não possa ser lido por qualquer pessoa.

 

Tive sempre alguns cuidados mínimos, e uso vários critérios para aceitar ou recusar um pedido de amizade. Um dos critérios que mais valorizo é o dos amigos em comum. Em linguagem técnica, o FOAF (Friend of a friend).

 

Recebo um pedido de amizade, vou ver o que é que aquela pessoa publicou ultimamente e dedico especial atenção aos amigos que temos em comum. Se não há amigos em comum, sou mais esquisita. Mas normalmente há (lá está, fruto da minha meretricidade), e são uma boa referência. Ok, este chegou-me através dos meus amigos dos Blogs. Este chegou-me através da cópia privada. Esta chegou-me das publicidades. Este veio do SAPO. Este é família. Agrupo as pessoas.

 

Os amigos em comum são uma recomendação. Se fulana e beltrano são amigos deste caramelo, é sinal de que pode ser interessante, ou que é de confiança.

 

E isto é um erro. A começar porque se toda a gente for como eu, aceitando todos os pedidos, arrasa completamente esta rede de confiança por interpostas pessoas. E depois porque o que é interessante para as pessoas que conhecemos pode não ser interessante para nós.

 

E vem isto a propósito de quê?

 

A propósito de um palerma que excluí hoje da minha lista de amigos. Palavra de honra que fui ver por mais do que uma vez, durante a "conversa" os amigos que tinha em comum com aquela aventesma. 12 amigos em comum. Enfim, 11, porque um já morreu, mas ainda tem perfil no Facebook.

 

12 pessoas, 7 das quais conheço pessoalmente. Uma com quem já trabalhei durante uns anos e duas a quem já prestei serviços de consultoria de gestão de imagem e reputação online, e o morto, um grande amigo da minha mãe e de quem eu gostava bastante. 12 pessoas. E podiam ser 12 pessoas que eu conhecesse vagamente e que me fossem indiferentes, mas não. 12 pessoas de quem eu gosto ou que respeito. 

 

Estas 12 pessoas, ao serem amigas deste caramelo, cujo pedido de amizade aceitei há uns tempos, credenciaram este senhor, a não ser que, lá está, sejam como eu.

 

(3) Pedrocoiso.jpg

 

 

E também por causa de saber exactamente de quem é que ele é amigo, no Facebook, decidi responder-lhe a uma questão que tinha colocado sobre transexualidade, porque é um tema sobre o qual tenho conhecimentos acima da média, por ter acompanhado uma transição mais ou menos de perto. Eu também já tive perguntas.

 

Resultado? Uma pessoa ignorante (e com vontade de se manter assim) e preconceituosa. Eu também sou ignorante acerca de muitos temas, mas se tenho uma oportunidade de ser um bocadinho menos ignorante, aproveito-a. E também tenho os meus preconceitos, sim senhora. São relativamente inócuos, mas tenho. Mas como sei que os tenho, preparo-me para os desvalorizar, sempre que os apanho em acção.

 

Mas, acima de tudo, o que me fez confusão, foi a total incapacidade para a empatia. A capacidade de se pôr no lugar do outro. E empatia, é algo que me assiste e que valorizo muito, sobretudo se for em relação a alguém que eu considere mais desprotegido, mais vulnerável, mais injustiçado.

 

Disse-lhe mais ou menos isto, e o senhor ofendeu-se. 

 

Por palavras mais polidas (lá está, os amigos em comum) mandei-o ir dar sangue para chouriços e deixei-o a falar sozinho. Desamiguei e fiz unfollow, que é algo que faço relativa facilidade, sempre que vejo alguém a publicar coisas que são de todo em todo incompatíveis com a minha maneira de pensar. Reparem, não digo "diferentes da minha maneira de pensar", digo "incompatíveis" que são coisas diferentes.

 

Acho que devia haver no facebook um disclaimer, para as pessoas que, como eu, são umas meretrizes das amizades, do género daqueles anúncios que apareciam nos jornais há uns anos:

 

Eu, abaixo-assinado, declaro que não me responsabilizo pelos actos, posts, fotos, mensagens ou comentários publicadas pelas pessoas com quem mantenho um vínculo bidireccional de "amizade" no Facebook.

 

Não vá alguém comer gato por lebre.

Galambagate (take 2)

Confesso que quando fiz um pequeno apontamento humorístico acerca deste tema (auto-link) achei que a coisa não tinha pernas para andar, de tão ridícula que era, e é.

 

No entanto, como acontece com mais regularidade do que aquela que gostaria, enganei-me. Lá está, não há limite para a estupidez humana. É um dos meus mantras e mesmo assim, por paradoxal que pareça, um dos que mais dificuldade tenho em interiorizar, nestas coisas mais mundanas.

 

Do princípio....

 

Há quase 1 mês, o deputado João Galamba, na sua conta de Twitter @joaogalamba, faz um tweet.

 

 

Ontem, noticia a Exame informática, que a FEVIP (Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais) emite um comunicado na sequência deste tweet. Eu começaria por dizer que em tempo de reacção, a FEVIP é claramente do tempo da pedra lascada. Até por snail mail a reacção teria sido mais célere. Se calhar tiveram de ir ver o que essa coisa do Twitter ou mesmo das Internetes.

 

E estes senhores da FEVIP comunicaram que achavam mal que um deputado pedisse um link, em público (presumo que em privado já não houvesse qualquer problema, são, portanto apologistas e adeptos das virtudes públicas e dos vícios privados), demonstrando uma "... falta de respeito que o senhor deputado tem pela propriedade intelectual e para com os setores que representam mais de 2% do PIB e cujos atores económicos ajudam na empregabilidade e desenvolvimento da economia do próprio país".


Hoje chegam uns primos da FEVIT, a ACAPOR (Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal), que também emite um comunicado. E escala o tom. Pede, numa carta (aberta, claro) que o deputado renuncie ao mandato, manifestando "... o seu profundo desagrado com o comportamento do Sr. Deputado na rede social Twitter, em concreto com o seu pedido à comunidade que lhe facultasse um link com a transmissão não autorizada do jogo entre o FC Porto e o Sporting CP."

 

Há mais primos nesta família, e, ou muito me engano, ou eles aí aparecerão, a seu tempo. É o que dá, os casamentos consanguíneos. Tem pai que é primo.

 

Esclareçamos primeiro as coisas do ponto de vista do enunciado, e sejamos rigorosos ao detalhe.

 

Nada, no tweet de João Galamba, indica que esteja a ser pedido um link para uma transmissão ilegal. É pedido um link. Se os senhores primos assumem à partida que se trata de um pedido para um link ilegal (que é coisa que não existe - já lá vamos), isso diz mais de quem assume e presume tal coisa do que sobre quem faz o pedido original.

 

Há transmissões de jogos autorizadas e algumas até oficiais, como os primos deveriam saber, se fizessem bem o seu trabalho de comércio e promoção de obras audiovisuais. E se fizessem o seu trabalho de forma excelente, mais transmissões desse tipo haveria.

 

Do ponto de vista formal, da legalidade da coisa, há outro detalhe importante. Quando é transmitido, sem autorização, um qualquer evento, quem está a cometer a ilegalidade, não é quem consome, mas sim quem transmite. Os primos sabem disto, mas para mandarem ondas de choque para a comunicação social (que come e cala) chega-lhes a ignorância alastrada.

 

Quando estamos a ver um jogo de futebol num café, ou num centro comercial, vamos pedir aos responsáveis pelo espaço que nos mostrem o documento que os autoriza a fazer a transmissão? Não. Sentamo-nos e olhamos para o ecrã. Se a transmissão é ilegal, quem está a ver, não está a cometer qualquer crime, quem está a cometer o crime é quem assegura a transmissão.

 

E gosto muito de ver, aqueles que odeiam João Galamba (seja lá qual for o motivo, não é relevante), a caírem que nem patinhos, e a deixarem-se manipular (e a tentar manipular terceiros, através ou da sua ignorância ou do seu dolo), e cair na esparrela de alardear a sua ignorância, aproveitando a boleia dos primos, para ataques ao deputado.

 

Odeiem o deputado, mas por favor, sejam mais discretos acerca da vossa monumental ignorância. Assim toda a gente fica a saber que os vossos pais são primos (e que não correu bem).

 

Santa pachorra.

Sobre o post do momento...

Que não linko, porque não merece. Digamos apenas que é escrito por alguém que deve levar uma vida tristíssima, cheia de certezas e de ódios.

 

Respeito os católicos (e os outros todos, já agora, mas é duma católica que se trata), embora acredite piamente (piamente, percebem?), que é possível o good without god (e é mais ou menos nesta equipa que tento alinhar), e também sei que há mentecaptos para todos os gostos, em todos os lados, e não julgo o todo pela parte.

 

Posto isto, vejo muitas vezes alguns católicos a respeitarem a bíblia, não só por convicção, mas também como uma forma de atingir o reino dos céus. Confesso, no entanto, que é a primeira vez que vejo alguém a adoptar esta estratégia....a da imbecilidade. No entanto, se formos a ver, pode ser um meio para chegar a um fim.

 

"Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o reino dos Céus." (Mateus, 5:03)

 

A outra palerma já tem o lugar garantido.

Acabadinho de receber

 

Dúvida que me assalta...... faço reply to all a insultar o remetente, entrego uma queixa na comissão nacional de protecção de dados, ou pego no telefone?

 

Dúvidas, dúvidas, dúvidas.

 

(E o mais engraçado é que no meio de tanto forward e de tanto manuseamento, a mensagem original perdeu-se, e eu não sei o que é que se passa com a filha dos amigos da coordenadora).

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