Poisos
ESCREVER BEM
... que eu vou acabar assim:
Fico sem saber a qual dos lados da mesa se refere ela :)
Quem ganharia eleições, para primeiro-ministro, em Portugal, se os candidatos fossem Barack Obama e José Sócrates?

Não sei se é pelos melhores motivos, mas é Portugal e Jon Stewart, juntos.
E não, não é por não ter um, que já me perguntaram se eu queria e eu disse que não, muito obrigada.
Visto originalmente aqui (uma descoberta semi-recente, mas indispensável)
Num título escandalosamente roubado ao 31 da Armada, e num dos casos raros em que a minha mãe me envia um mail (mas perguntou primeiro se podia, que já se sabe que eu não gosto destas coisas).
O título é: O sonho de Sarah Palin
Por motivos que não interessam absolutamente nada, recentemente debrucei-me sobre o mundo da cosmética e das mistelas que, não sendo propriamente cosmética, têm tudo a ver.
Fiz um mini-curso e tudo.
Abriram-se portanto as portas daquilo que eu julgava ser um nicho, mas que afinal é um mundo, não sei se é admirável, mas para mim é novo.
Nunca me tornarei numa daquelas pessoas que não sai de casa sem colocar o creme A, mais a base B, e o pó, e o compacto, e o risco e mais o caraças. Conheço-me suficientemente bem para saber que é seguro utilizar a palavra "nunca", neste caso. Eu sou aquela pessoa que prefere ficar mais 1 minuto na cama, em vez de pôr as lentes de contacto. De manhã, reduzo tudo ao essencial. E se não fosse o puto, nem pequeno almoço tomava, mas pronto, temos que dar o exemplo.
Então noutro dia aventurei-me em territórios por explorar, no Corte Inglês. Eu costumo ficar ali pelos jogos, computadores, electrónica, máquinas fotográficas, vá, que uma vez por outra vou até ao material de economato comprar qualquer coisa para o puto, sou capaz de dar uma vista de olhos nos livros, mas não ultrapasso essas fronteiras. Aventurei-me, achando que o meu mini-curso me tinha preparado para, pelo menos, reconhecer o básico.
Engano meu. Aquilo é um mundo, entre bases líquidas, semi-líquidas, pinceis vários, aplicadores, pinças variadas, sombras, blushs, pré-bases, hidratantes, rimmel, brilho, opaco, eyeliner, baton, gloss, compacto, pó, creme para os olhos, para os lábios, para os cotovelos, para sítios que eu não sabia que existiam.....tudo tem direito a creme.
E se vocês acham que isto é baratinho, tirem daí a ideia. Um boião, igualzinho às amostras de compota dos hotéis, é coisa para custar, calmamente, €40. Dizem-me que dura muito. Pois duram, então se for em minha casa dura mesmo uma eternidade, que eu bem os compro (comprar cremes faz-me sentir bem), mas nunca os uso.
Reparei também que quando começa a aproximar-se a hora do almoço, os mostradores ou vitrinas ou expositores ou lá como é que se chama aquela porra, começam a encher-se de mulherio..... e toca de usar e abusar das amostras, e vão trabalhar, à tarde, como se fossem para um karaoke de travestis. É um espectáculo que vale a pena presenciar.
Vou continuar a explorar este mundo, porque continuo a gostar de comprar cremes, mas tenho em casa uma âncora firme, à qual estou bem ligada e que, na pior das hipóteses e se o cenário começar a ficar grave, me arranja um olho roxo, de borla, e me traz de volta à realidade.
Embora eu ache que há ali um ou dois momentos em que a coisa não está lá, no geral, é muito bom. É giro ver que Os Contemporâneos se debruçam sobre temáticas idênticas às minhas.
E o boneco, está muito bem apanhado :)
Via Controversa Maresia, que por sua vez agarrou via Catarina, que por sua vez agarrou via Cool Mum, que por sua vez agarrou via Arrastão, que por sua vez foi buscar ao Incontinental, que deve ter sido quem entrevistou o John Cleese, já que não indica a fonte, logo agora que eu ia tão lançada naquilo que prometia ser uma longa cadeia de links.
Num título descaradamente roubado a Deus.
Tenho estado desde sexta-feira a acompanhar uma maratona extraordinária. Se não fosse tão patético seria divertido. Aliás, a verdade é que, mesmo sendo patético, é divertido.
Há uma empresa que envia uma mensagem de Spam, para uma enorme lista de destinatários. Uns vão no campo do to, outros em cc, e outros ainda em bcc.
Até aqui nada de novo, certo?
Errado. Começaram a chover mensagens de "Removam-me desta lista" nas caixas de correios dos participantes.
Chegam à mensagem, fazem um reply to all e pedem para ser removidos.
E depois vêm outros atrás, dizer que estão a receber mails e não sabem porquê, e que deve ser um vírus que anda a reenviar a mensagem.
Não é um vírus seus estúpidos, é toda a gente a fazer reply to all.
Eu estou quietinha, a ver onde é que isto vai dar, e a desmanchar-me à gargalhada, sempre que entra uma nova mensagem a dizer "removam-me e isto é um vírus".
Ele já me tinha falado sobre isto, ontem à noite, e hoje vi a notícia.
A Renault vai exibir uns carrinhos na Av. da Liberdade, sendo que o isco é um monolugar conduzido pelo filho do Nelson Piquet.
A Av. da Liberdade, o local com mais poluição atmosférica de Portugal vai ser fechada para que a Renault possa polui-la ainda mais. Mas a verdadeira questão não é essa.
A verdadeira questão prende-se com a resistência do tal monolugar. Aquilo é um carro baixinho, certo? Muito baixinho.
Tendo em conta o estado do piso da Avenida da Liberdade, quantos metros é que o monolugar vai conseguir andar sem se partir todo?
Isto se lá conseguir chegar em primeiro lugar, tendo em conta o estado do piso dos acessos à Av. da Liberdade.
The Great Schlep from The Great Schlep on Vimeo.
Apesar de me considerar uma pessoa com um razoável sentido de humor, não é fácil escangalhar-me à gargalhada, com um vídeo.
A excepção, confirma a regra.
Este post e, consequentemente, o vídeo, só serão interessantes para quem trabalha em áreas tecnológicas, sobretudo se houver um grande contacto, no âmbito das suas funções, com pessoas cujas competências técnicas sejam, vá, reduzidas.
É um vídeo esclarecedor (ou que vem confirmar suspeitas, no meu caso) e pode ser pedagógico. Quanto mais competências técnicas tiver o leitor, mais piada vai achar à coisa.
Não há como o português para inventar piadolas. Por causa do delay da Zon (chegada efectiva da imagem e do som muito mais tarde do que através do sistema tradicional), já arranjaram um novo slogan à empresa:
Zon - Onde o canal História passa em tempo real.