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Eram 20h30, quando me comecei a interessar

por jonasnuts, em 11.07.16

Estive sempre away do campeonato europeu. Via os jogos, e tal, mas estava-me borrifando. Dava-me quase igual que Portugal ganhasse ou perdesse. A sério.

 

Não vi a maior parte dos jogos, apenas acompanhava pelo Twitter que é a melhor forma de acompanhar jogos de futebol, tem-se a informação, as análises, as piadas e as críticas, em tempo real.

 

Antes da final preferia ganhar, porque........ França. E porque percebi o que isso significaria para os milhares de portugueses que lá estão a viver. Mas continuava a ser quase indiferente.

 

E depois tudo mudou. Às 20h30. Quanto o Cristiano leva aquela trancada. E quando se tornou impossível ignorar os critérios dúbios da equipa de arbitragem.

 

A partir desse momento, até lhes roía os ossos. Cabrões sem fair-play. A França é a França e o raio que os parta.

 

Posto isto, ainda acho que o futebol podia ser uma coisa bonita, para além da violência, e dos insultos (durante os jogos não conta, a parte de usar palavrões), acho que toda a gente podia ser mais irlandês.

 

Ou português:

 

 

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Deja vu

por jonasnuts, em 20.07.14

Mas com um resultado diferente.

 

French blogger fined over review's Google search placing

 

O post parece ter desaparecido (o que é uma pena), mas o Blog onde foi escrito originalmente, pode ser visto aqui. É uma pena que o post tenha desaparecido, porque o efeito Streisand aplicado a este caso, seria um mimo. Mimo que gostaria de endereçar ao senhor dr. juiz e ao restaurante propriamente dito. Mais sobre este tema assim que tenha tempo :)

 

 

Via Facebbok do Miguel Albano.

 

 

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Como reconhecer um português, na Disney

por jonasnuts, em 15.03.08
Tem uma sweatshirt da GAP, e diz palavrões rindo-se desalmadamente por achar que ninguém o compreende (o que é estúpido, não só porque há portugueses em todo o lado, como também é sobejamente sabido que em França, e muito concentrados na área de Paris, há cerca de um milhão).

Hoje durante a tarde fui obrigada a ir ter com um destes indivíduos (que estava com a mulher e com filhos pequenos). Perguntei-lhe se não queria dizer "foda-se" pela quarta vez e um bocadinho mais alto, porque o meu filho de 9 anos ainda não tinha apanhado bem a coisa.

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Carta de Família

por jonasnuts, em 14.03.08
Há uns anos atrás, quando fui à Disney com o meu filho, menor, sem que o pai da criança nos tivesse acompanhado, ninguém me pediu nada para sair do país.

Não tive portanto, qualquer problema em levar o meu filho menor para fora de Portugal.
No regresso, no aeroporto, não me queriam deixar sair de França, porque não tinha a "carte de famille" (já nem sei como se escreve isto).

Eu, que durante a curta estadia não tinha falado uma única vez em francês (era sempre português ou inglês), irritei-me com a senhora, que dizia que o governo francês exigia a tal carta de família. Tentei explicar-lhe que não era francesa, em português, mas não funcionou. Tive de arregaçar do meu francês, estalou-se-me o verniz, foi praticamente uma cena de mão na anca e de faca na liga e lá consegui passar.

Estou em Portugal, prestes a embarcar, estou a voar na air france e ainda ninguém me pediu a carte de famille.

Anseio pelo regresso. Pode ser que a senhora seja a mesma. :)

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Burros há muitos

por jonasnuts, em 29.08.07
Chegou-me através de um Blog americano que leio de vez em quando, na semana passada, um vídeo que mostra uma candidata a Miss Teen USA a espalhar-se ao comprido, na resposta a uma pergunta. Mas espalhar-se mesmo. Tem sempre a desculpa de ser loira, e estava nervosa, e confundiu-se, mas é um espalhanço enorme.


Caiu-lhe tudo em cima. O vídeo foi um dos mais vistos no Youtube, os muitos Blogs referiram o caso, e a conclusão foi, mais coisa menos coisa, a mesma; os americanos são burros.

Há bocado vi no Dias Úteis um post que falava sobre o campeonato de ping pong a decorrer entre americanos e franceses, que aparentemente disputam entre si o troféu da burrice.
Os americanos marcaram muitos pontos, quando responderam ao vídeo da Miss com um vídeo de um concorrente (e público) de um concurso francês. Também é um senhor espalhanço. Quer do concorrente quer do público.



(E vale a pena ver até ao fim).

Não tenho particular estima nem por uns nem por outros. Não me sinto próxima dos franceses por partilharmos o mesmo continente. Por mim, até podiam ficar ambos com o troféu mas, a verdade é que há algo que admiro nos americanos, uma qualidade que eles definitivamente têm, e que não encontro (pelo menos até agora) em quase nenhum país europeu: a capacidade de se rirem deles próprios. 90% dos talk shows de humor americanos fazem-se com base em material interno. De tal forma que por vezes há piadas que me passam ao lado por não conhecer os intervenientes. Se não soubessem rir-se deles próprios, ou se fossem mais circunspectos ou agarrados a formalismos idiotas não haveria material para o Jay Leno, Conan O'Brien, Jon Stewart, Steven Colbert e muitos outros que não tendo programas de televisão, têm espectáculos de stand-up.

Essa é uma qualidade rara e, por isso tiro o chapéu aos americanos. Por mim, podem ficar em segundo lugar no campeonato, e que fiquem os franceses com a vitória, mas gostava que o jogo continuasse por mais um bocado :)

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