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Não conheças as pessoas de quem gostas

por jonasnuts, em 07.09.11

Eu já sabia mas, burra, armei-me em esperta.

 

É um artista português, cuja carreira acompanho, com muito gosto, há muitos anos. Já vi catrefadas de espectáculos ao vivo. Conheço de cor muitas das suas músicas. Algumas são, ou foram noutros momentos da minha vida, hinos. Tenho a discografia completa.

 

E é inevitável que o convívio (unilateral, bem sei) se transforme em intimidade. São muitas coisas partilhadas do lado de lá para o lado de cá. Às tantas, achamos que fazem parte do nosso círculo de amigos. É natural que lhes atribuamos as características mais puras, as que captamos nos poemas que escrevem. Mas a verdade..... é que não funciona assim.

 

E depois é sempre a mesma merda....... em 30 segundos desmancha-se uma imagem afectiva que foi construída e alimentada durante mais de 35 anos.

 

E podem dizer-me, mas em 30 segundos o gajo não teve qualquer possibilidade de corresponder às tuas expectativas. Pois não, mas não precisamos de mais do que 10 segundos para avaliar o valor dum sorriso, ou de um gesto, ou duma atitude, pois não?

 

Se calhar estou enganada. Espero estar enganada.

 

Mas soube-me a (muito) pouco.

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Quanto maior é o ego, menor é o talento

por jonasnuts, em 12.10.10

Este post vai ser um bocadinho enigmático, que eu não sou muito de kiss and tell.

 

Por motivos que não vêm agora ao assunto (enigma número 1), nos últimos dias tenho contactado com inúmeras estrelas e personalidade públicas portugueses. Jornalistas, comediantes, radialistas, políticos, actores, actrizes, cantores, etc. (não vou dizer nomes, portanto, enigma número 2).

 

Tenho feito estes contactos para pedir algo (não para mim, para o SAPO), uma coisa simples, nada de extraordinário, mas mesmo assim, um favor (e eu detesto pedir favores).

 

A reacção tem sido, enfim, surpreendente, pelo menos para mim, porque a conclusão a que cheguei foi que, quanto maior o ego, maior também a arrogância, e menor o talento, já agora.

 

As pessoas MUITO conhecidas respondem de imediato com um "bora lá, faço isso numa boa" (e não há dinheiro metido ao barulho), mas já apanhei alguns, menos conhecidos (MUITO menos conhecidos) que se fazem caros e colocam dificuldades.

 

Chego assim à conclusão que, salvo raras excepções, só chega a estrela quem é realmente boa pessoa.

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Os egos das estrelas

por jonasnuts, em 22.04.09

No âmbito da minha profissão, contacto muitas vezes com pessoas conhecidas, figuras públicas. Sejam conhecidas por terem talentos especiais sejam conhecidas por serem muito fotografadas, toca-me de tudo.

 

Este contacto tem vindo a confirmar uma ideia antiga; quanto maior é o talento, menor é a arrogância e a prepotência. Mas não cessam de me espantar os exemplos que recebo, quer de pessoas mais talentosas quer de pessoas menos talentosas (e há obviamente excepções dos dois lados).

 

Julgar-se-ia que pessoas com mais reconhecimento seriam mais exigentes ou menos bem educadas. Mas é precisamente o contrário. Quanto mais conhecidas e talentosas, mais resistem a solicitar favores que outros assumem como um direito.

 

Isto tudo porque recebi um mail encaminhado pelo suporte geral. Um cliente que perguntava se podíamos dar alguma assistência na personalização do Blog. Olho para o remetente original e vejo um nome sonante, daqueles com talento reconhecido e, mais, com o qual já há contactos estabelecidos. Esta pessoa já tinha trocado mails comigo, e sabe quais são as minhas funções nos Blogs do SAPO.

 

Respondo ao mail, e digo, então não podias ter-me contactado directamente?

Resposta?

Obrigado pela simpatia, mas não queria incomodar.

 

É uma diferença brutal, em relação às exigências que por vezes nos chegam, de estrelinhas de luz mais fosca.

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Desplanetada

por jonasnuts, em 02.09.07
Foi uma coisa rápida, a minha passagem por planetas.

Primeiro no PrintScreen e depois no Planet Geek, mas agora decidi pertencer, em regime de exclusividade, ao planeta Terra (a piadola não é minha, penso que é um original do Carlos Rodrigues, hoje durante o BarCamp).

Não saio chateada com nada nem com ninguém, à semelhança do que já aconteceu quando saí do PrintScreen.

Foi uma experiência óptima, poder ver por dentro como é que funcionam dois planetas.

Depois do meu post da semana passada, era mais ou menos inevitável, e, por motivos que são de menor importância e por isso não têm aqui lugar, foi hoje. É uma daquelas coisas, faço o que digo e digo o que faço :)

Continuarei, como já antes fazia, a subscrever os feeds que já subscrevia.
E como estas coisas das agregações e das desagregações funcionam muito rapidamente, à semelhança do que aconteceu no planeta anterior, nem tive tempo para me despedir do pessoal da lista.

Uma certeza eu tenho, o meu cliente de mail vai agradecer a diminuição de trabalho :)

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