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Jonasnuts

Mais cu que miolos

 

A história é simples, e conta-se rapidamente.

 

Alguém fotografou na praia da rainha um nadador salvador (ou nadadora salvadora, pela imagem não dá para perceber), e enviou a foto ao Pedro Aniceto, que a publicou no seu Blog, com um texto a acompanhar. Aparentemente, alguém declarando ser o dono/dona do corpo fotografado por trás pediu que a imagem fosse retirada, e o Pedro, não estando para se chatear, retirou.

 

Eu fui mais cuidadosa que o Pedro e, apesar da foto ter sido tirada numa área pública não carecendo, portanto, de qualquer autorização para ser publicada, resolvi esconder a cara do nadador salvador (ou nadadora salvadora, lá está, não se percebe), para proteger a identidade e a privacidade do dono do cu (ou dona).

 

E a que propósito vem este post? Prezo muito a minha ligação à Barbra Streisand (auto-link), de quem sou absoluta fã.

 

Foto de autor/a desconhecido/a que será creditada quando/se eu souber quem ele/a é.

Viver no cu do mundo (take 2)

Acho que me expliquei mal no post anterior.

 

Eu conheço 1001 estratagemas e esquemas para dar a volta ao facto de algo não ser vendido em Portugal. A minha irmã viveu nos Estado Unidos e durante uns tempos tivemos um negócio de contrabando de DVDs muito interessante :) Eu encomendava na amazon.com, mandava entregar em casa dela, e ela depois remetia os caixotes para mim. Devo desde já informar que este contrabando era:

1 - Para uso meramente pessoal.

2 - Devidamente assinalado, já que ela fazia questão de escrever do lado de fora dos caixotes que se tratava de contrabando de DVDs (a mais pura das verdades, e nunca tive qualquer problema).

 

Tenho amigos ou conhecidos em muitas partes do mundo, e em cima disto tudo, há formas de subverter o esquema, online.

 

O que me irrita, é ter de recorrer a estratagemas. Não deveria ter que fazê-lo.

 

Eu conheço a forma de furar o esquema, e furo, mas irrita-me que as grandes empresas que andam por aí a gastar milhões em marketing de fashion stickness não percebam que há outras forma de agarrar os clientes. No meu caso, são precisas poucas coisinhas:

 

1 - Que falem na minha língua, correctamente.

2 - Que me tratem da mesma forma que tratam qualquer outro cliente, independentemente do país de origem.

 

Não é a primeira vez (nem será certamente a última) que me incompatibilizo com uma empresa por causa de uma das razões acima apresentadas.

 

Assim de repente, ocorre-me a Ensitel, obviamente, e a Kodak. Para a novela Ensitel, ver aqui ou  consultar a barra lateral deste Blog. Para a Kodak, é ver aqui.

Viver no cu do mundo

 

(E reparem, cu, não leva acento).

 

Ando a tentar comprar uma coisa que já está à venda nos EUA, e em parte da Europa, e não, não é um iPhone4, que podia ter comprado em Barcelona, mas dispenso).

 

É uma geringonça que não sei o que é que faz nem para que serve, mas ele quer, e está quase a fazer anos.

 

Nas várias tentativas que fiz para comprar online, quer nos EUA quer na Europa, a resposta foi sempre a mesma, não estás com sorte nenhuma, não vendemos isso para o cu do mundo onde vives.

 

Globalidade? Sim, mas só para os importantes. Comunidade Europeia, sim, mas só quando interessa a alguns. Livre circulação de pessoas, bens e serviços? My ass. Vão-se lixar (porque o meu filho às vezes passa por aqui, e a minha mãe também).

 

Preciso de comprar um Ar Drone e, apesar de viver num país Europeu, membro pleno da CE, não consigo.

 

Portugal é muito lindo mas só para passar férias e para desancar por causa do deficit. De resto? É esquecer.

Não há CU

Calma. Não é mais um post de falta de paciência, ou de mau-feitio.

Descobri há algum tempo que deixaram de fazer matrículas com CU.
Durante algum tempo pensei que me podia tocar um carro com CU, e por isso liguei para a DGV, quando me informaram que deixaram de fazer matrículas com CU. Parece que os vendedores de automóveis tinham dificuldade em escoar os carros com esta matrícula :)

Não há cu, ou, como diria o Markl, não há prestígio.

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