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Pontaria

por jonasnuts, em 13.11.14

Está provado. Tenho pontaria certeira.

 

Então, depois de finalmente conseguir encontrar o Fahrenheit 451 (auto-link), o puto já o despachou, evidentemente.

 

Ainda ele estava a começar, já eu estava à procura do próximo da lista. A Fundação, do Isaac Asimov.

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Não é só um livro, são pelo menos 7. Sempre me daria algum descanso enquanto o puto lia a coisa.

 

Eu não sou esquisita. A única coisa que preciso é que seja em português de Portugal. Não ando à procura da edição xpto três vezes nove vinte e sete, noves fora nada, vintage, autografada.

 

Não há. Nem em livrarias físicas, nem online, nem em alfarrabistas (online) nem no OLX nem no Custo Justo, nem no raio que os parta.

 

Jonas, dizem-me vocês, tu és uma esquisitinha que só queres coisas que não lembram nem à cabeça de um tinhoso. Epá, pois, é possível. Mas o Asimov não é assim um desconhecido tão grande. Usando um argumento muito relevante nos dias que correm, já viu a sua obra adaptada ao cinema por mais do que uma vez. 

 

Mais, no Brasil, parece que a coisa é até pujante. Há edições com menos de 5 anos. E à venda. Sem estarem esgotadas há anos.

 

O que é que me vai safar, desta vez? Um amigo que vai à arrecadação buscar um caixote e olhar lá para dentro, para ver se descobre as coisas e o facto de já ter feito o pedido do cartão da biblioteca.

 

E link para o pdf ou para o mobi, Jonas, encontraste? Sim, com relativa facilidade (embora apenas para versão de português do Brasil que para este caso não me interessa).

 

Ai, mas o negócio dos livros está muito mau, as pessoas não compram, coitadinhas das editoras, que não conseguem sobreviver, e tudo por causa das fotocópias, e temos todos de fazer um esforço, para que a cultura não morra. Porque se não salvarmos as editoras, e os autores, e os intermediários, estamos todos perdidos.

Olhem, senhores. Trabalhem mazé. Não é normal, eu passar a vida a querer comprar livros que vocês não têm para vender. Mas depois queixarem-se da falta de vendas. Claramente, andam a tentar vender as coisas erradas.


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