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Não é novidade já aqui falei disso (auto-link), embora para mim tenha chegado demasiado tarde.

 

Mas vem a propósito do filho que fez um vídeo com o pai e que se tornou, obviamente, viral.

 

O filho, Simon 'Mac' McDermott, vendo o pai a fugir, sem sair do sítio, encontrou a música. 

E nos momentos em que canta, o pai, Ted McDermott, regressa.

 

Quem tem (ou teve) familiares com Alzheimer, sabe que estes regressos são raros (e vão rareando cada vez mais, com a progressão da doença), pelo que qualquer ferramenta ou estratégia que proporcione esses momentos é de usar e abusar. Fica toda a gente a ganhar.

 

Podem saber mais sobre este pai e sobre este filho, aqui.

 

A música é uma ferramenta extraordinária, para a memória, e não é preciso que se tenha sido cantor, ou que se tenha trabalhado na indústria. Basta apenas que se tenha ouvido música. 

 

 

Gostava de ter sabido disto a tempo de ajudar a minha avó e, consequentemente, a minha mãe. 

 

Fica para a próxima.

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Alive Inside

por jonasnuts, em 31.07.12

Chego ao Alive Inside via direitos de autor. O que significa que em todas as coisas más, pode haver resultados bons :) Tenho estado mais atenta a questões relacionadas com direitos de autor e à forma como o conceito serve para tudo menos para aquilo que foi criado (remunerar os autores), assim, sou mais sensível a textos que refiram esta temática, como foi o caso do "Movie Showing How Music Can Help Dementia Patients Held Up... By The Difficulty In Licensing The Music", do TechDirt.

 

Neste caso, estavam juntos na mesma frase dois temas que me interessam "Dementia Patients" e "Licensing the music". Fui atrás.

 

E dei de caras com um projecto extraordinário, uma ideia que é uma porra de um ovo de Colombo, e que tenho pena que não me tenha ocorrido, há uns anos, quando ainda teria chegado a tempo à minha família. Enfim..... não chegou, chegará a outros.

 

A música, como forma de devolver alegria, emoções, recordações, a pessoas que parecem ter perdido essas capacidades. Não perderam, pelo menos, não completamente. A música ajuda, claro. É óbvio isso, agora. Pena ser só agora.

 

 

 

Link do vídeo.

 

Este foi o primeiro vídeo, que suscitou uma resposta estrondosa por parte de quem o viu. Basicamente, viralizou.

 

Há um vídeo explicativo um pouco mais longo, que vale a pena.

 

 

 

Link do vídeo.

 

Já contribuí para o filme, aqui. Se todos contribuírem, com pouco que seja, viabiliza-se um projecto do caraças, e em simultâneo, aproveita-se a ideia, já que isto é uma coisa super fácil de fazer em casa. Quem ainda for a tempo de usar a música como forma de despertar emoções e recordações...... faça-se à estrada.

 

Go.

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Inexactidão

por jonasnuts, em 25.06.11

Dizem que Peter Falk morreu hoje, aos 83 anos.

 

Não é verdade. Já tinha desaparecido há muito. Sofria de Alzheimer.

 

Sei do que falo.

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