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A petição #pl118

por jonasnuts, em 15.09.14

Muitos foram os que perguntaram pela petição contra a lei da cópia privada. Aqui está ela.

 

É ler, assinar (se concordarem) e divulgar.

 

Não esquecer de confirmar a assinatura, através do mail que é enviado pela plataforma de petições.

 

E, não sei se já referi, divulgar, divulgar, divulgar :)

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9 comentários

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De JP Fernandes a 16.09.2014 às 00:44

Posso "roubar" o texto para enviar por email individualmente aos deputados?
Ou para enviar cartas?
Isso, é que era, entupir os correios com a mensagem para os deputados como fazem os senhores da amnistia internacional.
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De Rui Aguiar a 16.09.2014 às 01:51

Todos os computadores usados como suporte às impresas necessários ao seu funcionamento, vão ter de pagar uma taxa :( rídiculo, só falam em pirataria.
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De André Brás a 16.09.2014 às 01:54

@Rui Como programador esta lei sendo aprovada vou ter de pagar uma taxa para poder trabalhar, simplesmente rídiculo. Como eu milhares a encher os bolsos desses canalhas.
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De rui a 17.09.2014 às 02:31

E será que ninguém viu isto? já sabia da proposta de lei, mas não tenho visto ninguém preocupar-se com o assunto, será de menor relevância?
Apenas ontem num programa dos Prós e Contras abordaram o assunto e da PIOR MANEIRA, convidaram Artistas no Desemprego, ou pouco ativos como músicos e outros que se misturaram com a história, e de um outro lado algumas associações que cada vez que argumentavam eram apelidadas de ignorantes....Vejamos a problemática da questão, se eu for comprar uma pen de memória, disco rígido, telemóvel e impressora, passo a pagar uma taxa e os defensores da medida também, uma taxa sobre esse produto, querem lá ver que em casa de cada um se passa a tirar cópias de livros? só se for para pagar 20 vezes mais em tinteiros do que pelo livro....e porque necessito, vou pagar uma taxa adicional, mas é para inserir dados elaborados por mim, e para meu proveito dos meus exercícios; Mas vamos ao FUNDO da Questão, consta que a taxa Segundo o governante, está previsto que, com a nova lei, haja um encaixe de 15 milhões de euros, e "caso haja um excedente, este reverte para o Fundo do Fomento Cultural", pela ilógica acredito que com o vigor e aceitação da medida pelos artistas só posso crer que o dito FUNDO gerido pela AGECOP para obter tal consenso dos artistas só lhes pode ter prometido o pagamentos da segurança social enquanto trabalhadores independentes " ARTISTAS" ou muito trabalho á conta do fundo, antes que seja tarde demais desmontem isto quanto antes, porque estou a ver que em pezinhos de Lã vou associar-me na SPA e pode ser que ainda venha a usufruir de algum guito não merecido pelo trabalho que não fiz dado que como autor das minha coisas também mereço e assim me insiro na mesma perspetiva.
As editoras para quererem tal medida só podem estar interessadas em vir a usufruir de tal fundo indiretamente, e então não é que conseguiram levar a conversa para direitos de autor editoriais, então eu compro um computador instalo software livre e tenho de pagar uma taxa sobre o que não vou usufruir, mas é que será que esta gente não entende que se na pasta das musicas viessem as musicas do Paulo de Carvalho eram as primeiras a irem para a reciclagem, as do Vitorino igual Caminho, e ainda a musica da Sónia que tinha 13 anos já compra cigarros na esquina….e hoje em dia pela lei geral era proibida de comprar tabaco podia ser considerada apelo á pedofilia, tal musica dos quadrilha ( em boa verdade estavam presos) outros tempos.
Vejam lá se disseram ao pessoal que cada memoria, disco rígido, impressora comprada tinha direito a escolher o download de musica pretendida porque já vinha oferecida na compra, tal como o Iphone6 PLUS 6 com as musicas dos U2, isso não referiram os ditos artistas
E os artistas falaram do que gostam, das capacidades tecnológicas de equipamentos topo de gama tal como o iphone, e qual era o problema se aplicassem a taxa a esses equipamentos, bem pelo contrário esses deviam era ser bem tributados e todos os itens dessa marca, mas como os experts sabem que talvez 100 mil pessoas em Portugal tenham esses equipamentos e obviamente queriam uma abrangência bem maior , tinham de ir procurar outros suportes de memoria.
E por último, exigem os artistas e produtores de conteúdos a serem remunerados pela utilização e exposição dos seus feitos, por mim eliminava-os já da pesquisas no GOOGLE, era velos a queixarem-se de não aparecerem, de não surgirem os seus trabalhos, ora se existem milhões de conteúdos á disposição gratuitos porque teremos de pagar?
Tenho cds de musica pagos há muitos anos e há muitos anos que não compro cds, não vou a espetáculos, não tenho dinheiro a mais para ir ao cinema, e se taxarem a box de televisão é certinho que a entrego, não é a cantiga do coitadinho é infelizmente a realidade de milhares de jovens em Portugal que não choram por benefícios fiscais, não choram porque não são contratados pelos municípios como muitos artistas e apenas vivem do rendimento do seu trabalho por conta de outrem e onde renda de dia 8 de casa leva quase tudo, mas pela atitude destes músicos certamente não voltarei a comprar musica portuguesa, prefiro comer em vez de gastar em luxos.
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De jonasnuts a 17.09.2014 às 08:57

Ainda há algo que pode ser feito, ainda não foi aprovado na Assembleia da República.

Assinar a petição, divulgá-la para que mais pessoas se informem e se juntem, para que os deputados compreendam que nós, não estamos de acordo.


http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=impedir-pl246
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De António Costa a 17.09.2014 às 03:56

Foi pena ter escorregado no discurso de ontem logo quando começou a falar dos CDs...

Esqueceu-se de levar a lição bem estudada não dos argumentos mas do saber que discursar e argumentar oralmente é muito diferente de argumentar por escrito, ainda mais quando se metem com monstros políticos que nos atiram ao chão sem dar-mos por ela. Foi esse o grande erro.

Com bixos e monstros politicos não se argumenta nem se discursa pois estamos a jogar na praia deles.

Se é preciso vence-los existem outros meios muito mais eficazes dos quais eles até se pelam...
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De jonasnuts a 17.09.2014 às 09:00

Sim, é verdade, não é a minha praia, embora não me impressione, falar em público. Audiência hostil (muito hostil), e o programa não é, na realidade, um debate. É uma troca de argumentos, em que nada é verificado nem validado (eu era a única pessoa que levava estudos e números da indústria), mas tudo a ver quem é que solta o soundbite que entre no ouvido dos telespectadores :)

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De oliveira a 17.09.2014 às 20:28

Peço desculpa de colocar esta informação aqui, mas como já tenho lido esta questão em alguns lados tamb
éem vou colocar aqui a resposta. Se a Maria João achar que este local não é o mais correcto faça favor de remover. Então cá vai.

Existem muitos autores que erradamente pensam que precisam de se registar e às suas obras na SPA. Isso é mentira o único sitio em que precisam de registar as suas obras para garantir os seus direitos de autor é no IGAC (Inspeção-Geral das Atividades Culturais), pois só esse registo é conta.

A única coisa que a SPA faz é "zelar" pelos direitos dos autores. (leia-se a troco de uma quota, e de umas percentagens, podfe ou não dar apoio aos autores na defesa das suas obras, e de cobrar os royalties das mesmas). Agora se os dão ou não aos autores devidos...

Eu posso-me considerar autor já com várias obras escritas (nunca edidatas nem vendidas), todas elas registadas no IGAC. Há cerca de 20 anos quando pela primeira quis proteger as minhas obras fui à SPA para me fazer sócio, mas após uma breve reunião com quem tratava das incrições fiquei logo a perceber o "esquema" da mesma e desisti de lá me inscrever.

Já agora se quiserem ler um relato de mais um artista descontente com a SPA, dêm uma olhadela neste link, http://forumusica.com/topic/153332-spa-e-a-defesa-dos-direitos-de-autor-toda-a-verdade/ .

Mais uma vez peço desculpa. Mas toda esta situação com os direitos de autor, cópia privada e os supostos "Arautos" de defesa dos artistas tiram-me cada vez mais do sério.

E a minha opinião sobre a cópia privada é a de que as pessoas têm todo o direito de a fazer. Se alguma vez vender alguma das minhas obras não me importo nada de que as copiem para os seus pc's, telemóveis, tablets, etc. Desde que não as andem a vender a terceiros e a ganhar dinheiro à minha custa (pirataria).
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De rui a 17.09.2014 às 21:30

É de fato verdade, onde registamos os produtos deixando uma cópia e elementos significativos correspondentes ao seu uso destino e tipo de classificação, ficando os mesmos pendentes durante um período de carência de 6 meses sob pena de ser anulado se existir no mercado ou um registo igual para a mesma obra ou produto, na altura registei musicas e programas piloto e tenho ideia que nem paguei nada.

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