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As coisas de que eu gosto

por jonasnuts, em 15.03.13

Gosto de ver os outros felizes. E gosto de ver alguém a fazer o outro feliz.

Não sou grande apreciadora de Billy Joel. Mas.... se eu fosse mãe daquele puto, passava imediatamente a ser a fã do cantor. Assim, não sendo mãe do puto, fica apenas o gosto de ver alguém a dar uma alegria e peras a um puto que conseguiu arranjar coragem e se chegou à frente e fez um pedido, com a voz a tremer. E ouviu o que queria. Sentido figurado e literal.

 

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Comfortably numb

por jonasnuts, em 28.01.13

 

Oh, heresia, diz ela, antes de a escrever. Os Pink Floyd nunca foram a minha onda. Ah, mas são a banda da tua geração e coiso e tal e as letras, e o conceito, e o The Wall, e o melhor álbum de sempre e o caraças mas, temos pena, sou uma desgeracionada nisto também. Cheguei aos Pink Floyd demasiado cedo, e quando o frenesim atingiu o meu círculo, a mim já me tinha passado.

 

Posto isto...... gosto desta versão desta música, à excepção das partes onde o waters desafina (que são todas aquelas em que participa), e o Eddie Vedder quase compensa o estrago do outro.Pronto... o evento em causa também ajuda, que foi dos meritórios.

 

É assim que espero estar, um destes dias.... comfortably numb. Por um bocadinho, vá.

Link do vídeo, para quem lê isto por outras vias.

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Alive Inside

por jonasnuts, em 31.07.12

Chego ao Alive Inside via direitos de autor. O que significa que em todas as coisas más, pode haver resultados bons :) Tenho estado mais atenta a questões relacionadas com direitos de autor e à forma como o conceito serve para tudo menos para aquilo que foi criado (remunerar os autores), assim, sou mais sensível a textos que refiram esta temática, como foi o caso do "Movie Showing How Music Can Help Dementia Patients Held Up... By The Difficulty In Licensing The Music", do TechDirt.

 

Neste caso, estavam juntos na mesma frase dois temas que me interessam "Dementia Patients" e "Licensing the music". Fui atrás.

 

E dei de caras com um projecto extraordinário, uma ideia que é uma porra de um ovo de Colombo, e que tenho pena que não me tenha ocorrido, há uns anos, quando ainda teria chegado a tempo à minha família. Enfim..... não chegou, chegará a outros.

 

A música, como forma de devolver alegria, emoções, recordações, a pessoas que parecem ter perdido essas capacidades. Não perderam, pelo menos, não completamente. A música ajuda, claro. É óbvio isso, agora. Pena ser só agora.

 

 

 

Link do vídeo.

 

Este foi o primeiro vídeo, que suscitou uma resposta estrondosa por parte de quem o viu. Basicamente, viralizou.

 

Há um vídeo explicativo um pouco mais longo, que vale a pena.

 

 

 

Link do vídeo.

 

Já contribuí para o filme, aqui. Se todos contribuírem, com pouco que seja, viabiliza-se um projecto do caraças, e em simultâneo, aproveita-se a ideia, já que isto é uma coisa super fácil de fazer em casa. Quem ainda for a tempo de usar a música como forma de despertar emoções e recordações...... faça-se à estrada.

 

Go.

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FUN.

por jonasnuts, em 05.06.12

Estes gajos estão na berra. É bom, por um lado, por outro é uma seca, porque vamos ouvir isto até à exaustão.

 

Gosto do timbre deste gajo, faz-me lembrar Jon Anderson (que a maioria conhece por causa do Jon & Vangelis, de que eu gosto muito, mas não conheço mais ninguém que partilhe deste meu gosto, a não ser a minha mãe).

 

 

Mais sobre a banda, aqui.

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Music

por jonasnuts, em 20.03.12


Daqui.

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Não conheças as pessoas de quem gostas

por jonasnuts, em 07.09.11

Eu já sabia mas, burra, armei-me em esperta.

 

É um artista português, cuja carreira acompanho, com muito gosto, há muitos anos. Já vi catrefadas de espectáculos ao vivo. Conheço de cor muitas das suas músicas. Algumas são, ou foram noutros momentos da minha vida, hinos. Tenho a discografia completa.

 

E é inevitável que o convívio (unilateral, bem sei) se transforme em intimidade. São muitas coisas partilhadas do lado de lá para o lado de cá. Às tantas, achamos que fazem parte do nosso círculo de amigos. É natural que lhes atribuamos as características mais puras, as que captamos nos poemas que escrevem. Mas a verdade..... é que não funciona assim.

 

E depois é sempre a mesma merda....... em 30 segundos desmancha-se uma imagem afectiva que foi construída e alimentada durante mais de 35 anos.

 

E podem dizer-me, mas em 30 segundos o gajo não teve qualquer possibilidade de corresponder às tuas expectativas. Pois não, mas não precisamos de mais do que 10 segundos para avaliar o valor dum sorriso, ou de um gesto, ou duma atitude, pois não?

 

Se calhar estou enganada. Espero estar enganada.

 

Mas soube-me a (muito) pouco.

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Canção de intervenção

por jonasnuts, em 24.06.11

Um disclaimer, primeiro, muitas canções de intervenção foram as minhas músicas de embalar. Ainda hoje a Ronda do Soldadinho, que tem uma letra triste e violentíssima, me desperta memórias doces, porque muitas vezes adormeci ao som dessa música. Portanto, as canções de intervenção têm um lugar muito, como dizer, protegido, na minha memória.

 

Posto isto, e porque muita da música de intervenção envelheceu mal, pergunto-me qual é a nova música de intervenção e recebo a resposta directamente a partir da frequência 97.4 do meu rádio.

 

Sátira, humor, boa disposição, algum desafinanço, claro, muita actualidade e atenção aos casos políticos (e não só) que chamam a atenção do comum mortal. E talento, de quem faz e de quem dá espaço para que se faça.

 

Muito bom.

 

 

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Terapia da fala

por jonasnuts, em 20.05.11

O título deste post não é um trocadilho.

 

Aqui há uns tempos, mais precisamente em Outubro, no âmbito duma reunião informal da família SAPO, participei numa banda que pegou em várias músicas conhecidas, mudou-lhes as letras para que melhor se enquadrassem no dia-a-dia da empresa, e no final, demos um espectáculo no tal encontro.

 

Ora, esta brincadeira foi levada a sério por todos os que nela participaram, e meteu ensaios de mais de um mês antes da coisa. Eu não sei tocar instrumentos (e também não sei cantar, mas isso agora não interessa para nada).

 

Fiz algumas das letras, e cantei as músicas todas, umas como voz principal, outras como coro. Again, reforço que, não desafinando por aí além, não tenho grande voz, mas a coisa não era para ser um espectáculo musical, era para ser divertido. E foi.

 

Gosto de trabalhar numa empresa que me deixa tirar umas horas para ensaiar com a banda. Os ensaios foram aqui no SAPO, na sala Geek. E fazíamos uma barulheira desgraçada. Foi muito bom. O nome da banda foi escolhido de propósito para o evento. Os M-Recos.

 

Isto tudo para chegar adonde? Eu não sei cantar, mas ninguém poderá dizer que não me esforço. Fruto de um mês de ensaios e de um glorioso espectáculo, fiquei rouca. Ok, normal, pensei eu, esforçaste a voz, agora pagas o preço.

 

6 meses depois, ainda estou rouca. É uma desgraça. Não posso cantar no banho. As notas mais agudas saem ao lado. Não posso falar mais alto, saem-me fífias pela boca fora.

 

Fui ao médico. Sim senhor, tem aqui uma corda vocal toda estraçalhada. Não há medicamentos nem comprimidos. Vai ter de repousar a voz (medo, logo eu que falo pelos cotovelos) e vai ter de fazer terapia da fala. Seja.

 

Esta manhã lá fui eu marcar a terapia da fala. O médico que me tocou chama-se Tiago Querido. Não sei que diga. Assim como assim, não posso dizer nada. Não sei se será bom ou mau presságio.

 

Seja como for, podem acusar-me de muita coisa, mas não me podem acusar de não dar tudo o que tenho (e, aparentemente, o que não tenho), em palco :)

 

O pessoal que trabalha comigo deve estar a gostar desta notícia. Pelo menos por uns tempos, vou ter de andar mais caladinha. Deve ser um alívio :)

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Pink Morrison

por jonasnuts, em 19.04.11

Vou, numa só frase, dizer duas barbaridades musicais daquelas que arrepiam os melómanos. Pink Floyd e Doors faziam parte do que se ouvia lá por casa, quando eu era miúda, pelo que, quando os meus coleguinhas de liceu descobriram e extasiaram com aquilo, já eu tinha um grande been there, done that, got the t-shirt.Ora, ouvir pink floyd aos 6 anos e ouvir aos 16 é muito diferente, mas aos 16 já eu estava noutra. Portantos...... a modos que, Pink Floyd e Doors (entre outros, mas estes são os mais carismáticos) não me arrancam suspiros de revivalismos, nem lhes conheço a obra de trás para a frente, nem idolatro o dark side of the moon (está mais ou menos ao nível dos patinhos, de que eu gostava muito com 6 anos), nem tomo partidos entre o waters e o gilmour e essas coisas. Com Doors, a mesma coisa, se bem que estes tenham tido um argumento que os pink floyd não tiveram, chamado Jim Morrison.

 

E isto tudo para dizer o quê? Que descobri, por ele, o vídeo dum concerto do Roger Waters, em 2000, duma música a que nunca achei muita piada, o Money (sim, sim, herege, herege), mas aqui tocada e cantada com um je ne sais quoi que faz com que tenha sido a banda sonora dos últimos tempos.  O cabrãozinho que canta, tem uma pinta desgraçada, aguenta-se muitíssimo bem à bronca da música, sem ter medo dela, e dá uns ares a Jim Morrison em novinho. Um must.

 

 

A pedido de várias famílias,o rapaz chama-se Doyle Bramhal II

 

E para quem vê isto via Facebook, o vídeo pode ser visto aqui.

 

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We are the world

por jonasnuts, em 07.12.10

Isto é todo um novo conceito, da memória dentro da memória. A minha adolescência visitada por duas vezes, em simultâneo, no mesmo vídeo. Os mais novinhos não vão perceber a piada, e vão fazer um grande duh?, mas quem tenha mais de 30 anos, vá, 35, vai deliciar-se/horrorizar-se/ comover- -se/rir à gargalhada.

 

 

 

Via Poingg.

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