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A diferença está no verbo.

por jonasnuts, em 17.01.06
Literalmente.

Quando me dizem "eu quero" (ou "eu não quero"), fico logo de pé atrás.

Fruto provavelmente da resposta invariável dos meus pais, quando a expressão em causa saía da minha boca: "Tu não queres, tu gostavas".

Talvez por esta falha na minha educação (eu chamo-lhe boa educação, haverá quem lhe chame falha), tenho muitas, enormes, quase intransponíveis dificuldades em ouvir um "Eu quero que tu faças isto".

E as minhas dificuldades residem ao nível do rótulo.

Caramelo (ou caramela) que me diga "Eu quero isto", fica logo arrumadinho na prateleira que tenho exclusivamente destinada aos idiotas com um ego maior que o talento.

Meus senhores (e senhoras), ninguém quer nada, gostavam já agora, por favor; que a boa educação é bonita, eu gosto, e até já tenho idade para a exigir.

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3 comentários

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De Anónimo a 19.01.2006 às 21:18

E não esquecer, no princípio era o verbo...Deus
</a>
(mailto:deus@sapo.pt)
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De Anónimo a 19.01.2006 às 00:55

Ser delicado nunca fez mal a ninguém...pelo menos que eu o sabia.

Temos dito.Alfinete de Peito
(http://alfinetedepeito.blogspot.com)
(mailto:alfinetedepeito@gmail.com)
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De Anónimo a 18.01.2006 às 08:45

Concordo, mas acredito que há uma excepção. Gosto de chegar a um café e dizer "Quero uma bica, faxavor". É que quero mesmo! Não "queria", nem "gostava", quero e pronto. E pra não ser mal educado, peço sempre faxavor!Pedro
(http://www.macacos.com)
(mailto:monkey@netvisao.pt)

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