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Oprah

por jonasnuts, em 03.06.07
Bom.
Vamos por partes.
Eu gosto de ver a Oprah. A maior parte das vezes, pelo menos. Aqueles programas mais sensacionalistas e a apelar  à moralidade bacoca, dispenso. Mas genericamente gosto. Só há uma coisa que me irrita, e que acontece em TODOS os programas.

Porque é que aquele mulherio tem de berrar como se estivessem num galinheiro?

São pagas ao decibel?

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4 comentários

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De Joel a 04.06.2007 às 00:11

Algumas até parecem que estão a ter um ataque... lol.

Tb não faço ideia, mas gostava de saber.
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De Vitor Pires a 04.06.2007 às 00:42

Será pq tds os talkshows norte-americanos começam assim? E ainda mais quando a maioria das espectadoras julga estar perante a sua Deusa.
Basta ver o quanto o Conan teve de fazer, nesta semana de gravações em San Francisco, para acalmar a histeria do público...
Mas nada bate a histeria feminina e os seus agudos!!...
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De Batata Feita a 04.06.2007 às 03:25

Vi 2 vezes. Tanto ouvi falar que lá tentei. Como a primeira foi tão má, tentei uma segunda. Disseram-me que é sempre assim. Em resumo, é para seres intelectualmente diminuídos. Sem ofensa. Mas é sincero. A berreira faz parte do formato. É para aumentar a emoção dos espectadores, criar excitação. Uma espécie de gritos de guerra. Tipo claque no futebol mas o destinatário é o acéfalo que está em casa. Juro que pensei que aquilo fosse o Tele-Vendas. Lixo.

Não vejas isso rapariga ;-) a sério. É mau demais ;-)
E o orgulho europeu ? Importar lixo ? vá...
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De jonasnuts a 04.06.2007 às 11:50

Orgulho europeu?
LOL.

Achas portanto que não se faz lixo na Europa? Que na Europa somos os intelectuais e que dos estados unidos só vem trash TV?

Uma palavrinha para ti: Endemol.

Discordamos no que respeito à Oprah. A Oprah é, por vezes, um óptimo programa. E se não fosse o berreiro, eu até era capaz de ver mais vezes.
Não temos em Portugal ninguém a fazer programas daqueles, nem daqueles nem dos outros que acompanho, como o Conan, o Leno, e o Jon Stewart.
Não tenho esses preconceitos em relação aos americanos. Como todos os outros, são capazes do melhor e do pior.

E, mais do que todos os outros (que eu conheça) têm a enorme capacidade de se rirem deles próprios. Eu gostava de ver, em qualquer país da Europa, um programa de televisão gozar com o presidente da respectiva república da mesma forma que os americanos gozam com o seu presidente (e quem diz presidente diz quaisquer outras pessoas com cargos públicos). Nisso, minha amiga, temos muito a aprender com eles.

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