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Se o que têm para dar são amendoins.....

por jonasnuts, em 23.10.11

.....não admira que só atraiam macacos.

 

Isto é uma metáfora. Se continuam a dar o vosso voto a gajos que "roubam mas fazem", a gajos que mentem com quantos dentes têm na boca (comprovadamente, antes, durante e depois das eleições), e que têm uma moralidade duvidosa (e às vezes, uma ilegalidade comprovada), depois não se queixem de que é imoral.

 

Se quando fazem obras em casa respondem "sem factura" à perguntinha da praxe, e se tentam passar uns recibos a mais na declaração de impostos..... não têm muita moral para refilarem.

 

Se, tendo posses para prescindir do dito cujo, recebem religiosamente o abono de família, que vai direitinho para o pé de meia do rebento, não podem atirar a primeira pedra.

 

Os portugueses são muito bons a esmiuçar a moral alheia, mas pouco dados à auto-esmiuçagem e à consistência entre as palavras e os acto.

 

Irrita-me que se insurjam contra actos que, no seu dia-a-dia, são triviais.

 

Irrita-me que ande por aí meia blogosfera a declarar vitória, porque o outro senhor desistiu do apoio, quando, na realidade..... não quer dizer nada. Desistiu porque foi apanhado.

 

Quantos há por apanhar?

 

Não me interessa se são esquerda, de direita, do centro ou mais ou menos. A mediocridade não é exclusiva de nenhuma das forças partidárias (e dos independentes, juntem lá os indepedentes, que não sei muito bem porque é que têm aura de ser melhores que os outros).

 

Se votam em medíocres, porque é que esperam excelência?

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42 comentários

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De Jorge Soares a 23.10.2011 às 21:56

Estou completamente de acordo contigo, menos na parte do cantar vitória, não acho que se ande a cantar vitória, acho sim que sem a pressão da blogosfera o senhor simplesmente continuaria a embolsar os 1400 Euros todos os meses. Como digo no meu post, este já arrepiou caminho, agora falta ver quantos mais são e quantos desses ganham vergonha.

Jorge
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De jonasnuts a 23.10.2011 às 22:01

Ok, mas o que eu acho é que, apesar de deixar de receber o tal do apoio, a moral que o levou a requerê-lo (presumo que não seja uma coisa automática), ainda está lá.....

A fruta está podre...... genericamente falando e não me parece que ter sido retirada uma lagartinha resolva seja o que for, ou augure uma mudança de atitude.
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De Jorge Soares a 23.10.2011 às 22:07

Jonas, eles só vão mudar de atitude se nós lhes mostrarmos que estamos atentos e que não vamos admitir mais coisas como estas...

Jorge

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De jonasnuts a 23.10.2011 às 22:09

Certo.... mas onde lhes mostramos nós isso? Nos posts dos Blogs? Não me parece que chegue. Pelo menos não chega onde dói mais.

Não vejo muita gente a mostrar-lhes, nas urnas.

(Moro no concelho de Oeiras :)
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De Jorge Soares a 23.10.2011 às 22:20

Por algum lado se tem que começar .... é claro que é nas urnas que se tem que mostrar o que quer que seja...

O exemplo de Oeiras não nos deixa grande esperança para o futuro, sobretudo porque estamos a falar do concelho onde a população tem o mais alto índice de educação em todos o país...

Jorge
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De Marco a 23.10.2011 às 23:42

É automático, Jonas. É como aquela coisa, felizmente já cancelada, das reformas ao fim de 8 anos no parlamento: para não receberes, tens de o recusar explicitamente. Só há um político abrangido por essa lei que o recusou - sabes quem é?

Vimos uma coisa semelhante no ano passado, com a brincadeira das viagens de e para Paris da deputada Inês de Medeiros. É automático, é legal, e até acho mal que, tanto Inês de Medeiros, na altura, como Miguel Macedo, agora, o tenham recusado. Se é assim tão imoral, acabe-se com essa lei e pronto.

Respondendo á tua última pergunta, vota-se nos medíocres porque não há outros. Não há nem um político que não seja medíocre. Ao chegar as eleições, as opções são entre os mais e os menos medíocres.

Onde estão as pessoas com capacidades, técnicas, humanas e até políticas para tocar isto para a frente? No privado, onde lhes pagam mais por essas capacidades. E sim, também com capacidades políticas: quem tenha trabalhado em qualquer empresa com mais de dez colaboradores sabe que, sem uma boa dose de office politics, não vai a lado nenhum; um gestor de topo não chega lá só capacidades técnicas e humanas (mas às vezes chega lá sem as humanas, desde que as técnicas e as políticas sejam altas o suficiente).

Porque, não me lixem, para a importância que têm para o país, os políticos ganham mal para carago. Se lhes pagassem mais, talvez atraíssem pessoas com mais capacidades, e até talvez servisse como blindagem mais eficaz contra a corrupção.

Desculpa-me, mas este discurso anti-políticos ainda vai ser o fim da nossa democracia. Pronto, desculpa. Agora vou ali tomar a medicação.
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De Marco a 23.10.2011 às 23:44

Está ali um "á" quando devia ser um "à", podes corrigir? Obrigados! Depois podes apagar esta...
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De jonasnuts a 23.10.2011 às 23:48

Era o que mais faltava se houvesse....... num serviço que eu ajudeu a desenvolver, permissões para que terceiros pudessem editar o que se escreve nos comentários :)

Sei que está a ser pensada a possibilidade de deixar que o autor do comentários, se autenticado e durante um curto espaço de tempo, possa editar o comentário :)
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De Marco a 24.10.2011 às 00:03

A sério, a plataforma não deixa que o autor do blog altere os comentários?

Mas a capacidade de editar pelo próprio comentador é bem vinda - o Wordpress, tanto a plataforma integrada, como o software autónomo, suportam isso há que tempos...
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 08:37

A sério? Gostavas que a plataforma onde alojas o teu blog permitise que terceiros editassem coisas escritas por ti?
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De Marco a 24.10.2011 às 09:31

Gostava (e gosto) que a plataforma onde alojo o meu blog permita que eu, enquanto autor do blog, possa alterar os comentários que outras pessoas escrevem.

Para corrigir formatação, por exemplo, ou retirar linhas em branco a mais ou, a pedido, corrigir erros ortográficos...
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 10:12

O problema é que quando desenvolves uma plataforma para ser utilizaça por muita gente, não podes, lamentavelmente, partir do princípio de que todas vão fazer um uso leal e honesto das funcionalidades.

Tens de pensar na plataforma para que ela seja usável por ti, e por pessoas que fazem um uso diferente (para ser politicamente correcta), e neste caso, diz-me a experiência de muitos anos, que mais vale prevenir que remediar :)
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De Marco a 24.10.2011 às 10:56

(não devíamos levar esta discussão para outro lado? o off-topic continuado dá-me tiques nervosos)

Compreendo onde queres chegar, mas será função da plataforma proteger os comentadores dos autores dos blogs? Não será a função principal fornecer aos autores todas as ferramentas necessárias?

Ao comentar num blog, estou a celebrar um contracto social com o seu autor, que espero ver respeitado. Se não for respeitado, e voltando ao teu exemplo de alteração maliciosa, tenho a opção de não voltar a comentar naquele sítio e, se a plataforma o permitir (como devia), denunciar esse comportamento ao provedor da plataforma.

Resumindo: eu acho que a plataforma não deve ser o "grande irmão", ao retirar funcionalidades para "as pessoas não se magoarem"; deve funcionar como um pai, "toma lá o skate, mas toma cuidado para não te magoares".
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 11:15

Hum, tendo em conta que é a plataforma que tem de chamar a ambulância, ir para o hospital, pagar a conta, e demais burocracias associadas, acho preferível o actual método.

(Deixa lá o off topic, que esta coisa tem piada se a malta puder conversar, independentemente da netiquette :)

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De Marco a 24.10.2011 às 11:26

Pronto, o meu exemplo do "pai" não foi dos mais felizes do mundo...

Não sei se me estou a fazer entender: a plataforma não devia restringir uma funcionalidade só porque existe a possibilidade, ainda que remota, de ser abusada. Isso é a mesma coisa do que abolir o uso de facas de cozinha...

Os benefícios, neste caso, ultrapassam largamente os riscos. Dar liberdade implica sempre um crescimento em responsabilidade. Nas palavras imortais de Ben Parker, com grande poder, vem grande responsabilidade.
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 11:32

A questão é que, numa plataforma usada por dezenas de milhar de pessoas (ou centenas de milhar, como preferires), não há possibilidades remotas.

É, aliás, um dos maiores gozos no desenvolvimento da plataforma, ver que uso dão as pessoas às funcionalidades que desenvolvemos. Muitas, mas muitas vezes mesmo, as pessoas usam para objectivos muitíssimo diferentes daqueles que tínhamos em mente. A sério, as pessoas são muito criativas. E isso é bom :)
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De Marco a 24.10.2011 às 12:10

Neste caso em concreto, os abusos seriam marginais, e passíveis de serem praticados por uma base de utilizadores menor (apenas pelos autores - quando falas em dezenas de milhar de pessoas, estás a incluir os comentadores, certo?).

De qualquer forma, como em vários outros casos, os abusos teriam de ser monitorizados e sancionados.

Afinal, pelo menos o WordPress (a plataforma de blogging mais usada, somando o serviço WordPress.com e a versão de instalação independente) permite-o. Este é um daqueles casos em que era positivo copiar o que é de bem feito pela concorrência...
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 12:38

Ehehehe vamos ter de concordar em discordar...... eu não quero uma plataforma onde o que EU escrevo pode ser editado por terceiros.

Quanto aos abusos serem monitorizados e sancionados..... quem é que identificava os abusos? O que é um abuso? E como é que distinguias uma utilização abusiva duma utilização legítima? E que sanções? E terias de ter uma equipa de pessoas que não fariam outra coisa.

Não tenho problemas em desenvolver funcionalidades que existam noutras plataformas, mas apenas e só se forem funcionalidades que se enquadrem no que se pretende para a plataforma. Essa não é uma delas :)
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De Marco a 24.10.2011 às 12:43

Claro que concordamos em discordar: isto não é uma ciência exacta...

Como é que é diferente de, sei lá, prestares declarações a um jornalista, ou até mesmo comentares alguma coisa com amigos? Ao comentares num blog doutra pessoa, existe um contracto social, que não é diferente dos outros do dia-a-dia.

Os abusos seriam identificados por queixa, verificada a sua veracidade directamente na BD, as sanções seriam o bloqueio do blog, caso fosse autor único, expulsão do autor, caso fossem vários, e, na minha opinião, não seria preciso uma equipa para isto (as pessoas não vão abusar disto de forma sistemática).
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 12:47

Vamos deixar de lado as questões sociais, da miudagem que edita comentários sem se aperceber do que está a fazer, vamos deixar tudo de lado..... e vamos só pensar num comentador que, depois de um longo processo, prova por a+b que o seu comentário foi editado para além do que era razoável (sendo que a razoabilidade é um conceito muito subjectivo), bloqueávamos o Blog.

O que é que o impedia de abrir um blog ao lado e persistir?

E, desculpa lá puxar dos galões, mas a minha longa experiência diz-me que sim, as pessoas abusam de forma sistemática e continuada :)
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De Marco a 24.10.2011 às 12:56

Nada impede, como é lógico; é essa a natureza da internet...

O meu ponto principal é que a dimensão reguladora da plataforma deve ser o mais reduzida possível. In extremis, até acho que isto não devia ser regulado. Os autores dos blogs devem ter a liberdade de fazer o que lhes aprouver aos comentários, e os comentadores são livres de denunciar os abusos que sofrem da maneira que acharem mais apropriada (tenho um post no meu blog sobre um abuso que sofri, e um trackback de alguém que sofreu o mesmo, do mesmo autor).

Puxa lá à vontade dos galões - tens, obviamente, acesso a informação que eu não tenho. Na minha experiência, e nota que eu "ainda sou do tempo" (lol) das BBS, este tipo concreto de abuso seria marginal; baseio-me, sobretudo, nos blogs que consumo mais regularmente (técnicos, e "lá fora").
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 13:00

Os meus galões não vêm do tempo da coisa, vêm do tipo de experiência, a antiguidade não é um posto :) Faço gestão de plataformas de comunidade há 15 anos, e aprendi umas coisas :)

Vais ao Codebits, este ano? Esta é uma discussão interessante para ter cara a cara :)
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De Marco a 24.10.2011 às 13:12

Vou. Agora é evento que não perco nem que chovam canivetes... assim me continuem a aprovar a inscrição.
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De jonasnuts a 23.10.2011 às 23:46

Não é automático, tem de ser explcitamente requerido.

Ramalho Eanes.

E a lei em causa não me choca, se colocas uma pessoa de Lisboa a trabalhar no Porto, e essa pessoa não tem casa onde ficar, acho bem que lhe seja dado um apoio, por parte do empregador.

O que me chateia não é o apoio, é quem dele usufrui sem qualquer necessidade.

Sim, concordo contigo, as pessoas com verdadeiras competências não estão na política, e em Portugal não há aquela coisa tão nórdica, de serviço público. É endémico.
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De Marco a 23.10.2011 às 23:57

Infelizmente, não consigo encontrar a regulamentação da lei, só o decreto-lei de 1988, mas continuo a pensar que é automático, a partir da data da nomeação. Tens alguma fonte que possa confirmar ou desmentir ao certo?

Não, não foi Ramalho Eanes - acho que ele nem sequer alguma vez foi deputado, muito menos durante 8 anos.

Foi Pedro Passos Coelho. Era líder da JSD na altura, foi deputado entre 1991 e 1999 e recusou explicitamente a reforma que lhe era devida. É o único ex-parlamentar a tê-lo feito.

Como diria o saudoso Fernando Pessa, e esta, hein?
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De Marco a 24.10.2011 às 00:42

Já encontrei - o decreto-lei de 1988 que tinha encontrado era outro, e não se aplica aos membros do governo, mas apenas a outros funcionários públicos.

O decreto-lei relevante é o 72/80 de 15 de Abril, e diz que o valor será fixado "sob proposta do Ministro interessado".

O despacho do gabinete do PM que fixou estes últimos é o 12988/2011, de 20 de Setembro.
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 08:36

Portanto, é algo que tem de ser requerido pelo ministro (ou governante, ou seja lá o que for), certo?
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De Marco a 24.10.2011 às 09:28

É o que depreendo da letra da lei, sim.
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De Amadeu a 24.10.2011 às 13:27

Passos Coelho sim, mas não só. Há muitos exemplos que ainda há pouco vi citados de políticos que, expressamente, recusaram essas benesses por terem passado pela assembleia. (muitos mesmo, embora não seja por acaso que o nome de Passos Coelho surja agora como "o exemplo"). Não creio por isso que os políticos profissionais (chamemos-lhes assim), sejam mais dados a desvios éticos ou morais (sejamos suaves, hoje ainda é 2ª feira), do que os seus eleitores.

Agora, há aqui diferenças entre épocas, e da integridade e lisura no tratamento destas questões, que faz com que não se possa meter tudo no mesmo saco: é verdade que a deputada Inês de Medeiros e, eventualmente outros deputados, tinham uma bonificação (ou subsídio ou lá o que era) por se ter considerado que vivia regularmente noutro país. Mas a verdade é que não recordo (antes pelo contrário, como é acusado agora), que o governo que ela apoiava tivesse aberto aberto qualquer campanha de contornos morais e/ou com justificações financeiras para acabar com os subsídios a quem quer que seja e muito menos aos funcionários do estado.
É nisto, é neste quadro, que o que agora foi descoberto é diferente, moralmente muito reprovável, e que diz muito sobre o(s) seu(s) protagonista(s).

p.s. Siga a conversa sobre a edição de comentários nos blogs que estava a gostar de ler a Jonas e o Marco. Não tenho muito a dizer sobre o assunto, mas se me permitem o palpite de utilizador, era uma boa haver possibilidade de, em tempo útil (sei lá, isto também é complicado saber qual o tempo "útil") poder haver edição do comentário pelo comentador.
Siga.
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 16:45

A conversa/debate sobre os comentários vai continuar irl (in real life), quando o Marco vier ao Codebits :) Presumo que não concordemos, mas que debatamos com gosto :)

Eu concordo, deve ser dada a quem comenta a possibilidade de editar o comentário em tempo útil (que é subjectivo, lá está, mas que não deverá ser menos de 15m nem mais de 30m, na minha opinião).
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De Amadeu a 24.10.2011 às 18:17

Era bom, sim. (volto a dizer que isto são bitaites de utilizador) talvez não dependentes do tempo, como 15 ou 20 ou 30 minutos, mas dependentes da própria dinâmica do processo (esta foi à Jorge Jesus caraças!, ou Manel Machado, talvez).
Há quanto a mim duas situações a considerar: o caso dos comentários serem moderados, ou não. No caso de ser moderado, o tempo de edição pelo comentador devia ser até ficar disponível. Isso implica que o comentário, durante esse tempo, esteja visível (e editável) apenas para o comentador e boss do blog. No caso de blogs não moderados (este por expl.) o tempo de edição poderia ser até que houvesse alguma resposta ao próprio comentário. Isto para que não se perdesse por eventual alteração o sentido de algumas conversas.
Aguardam-se portanto novidades ;)
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De Marco a 24.10.2011 às 20:17

Mandaram-me um mail a perguntar se eu tinha sido "silenciado" até novas ordens...

Não, não fui silenciado, estão a ver? Se eu quiser continuar a rosnar sobre este assunto, continuo, mas se a Jonas está disposta a discutir este e outros assuntos IRL daqui a menos de um mês, porque raio é que hei-de estar aqui a escrever?

E de certeza que não conhecem a Jonas para fazer uma pergunta dessas...
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 20:43

LOL :)

Silenciado é bonito..... estou para saber como é que eu faria isso, se quisesse, e não quero :)

Se eu pudesse fazer isso, certamente usaria a sabedoria noutros que não tu :)

Podemos continuar o debate aqui, mas acho que será mais enriquecedor, para ambas as partes, que o façamos irl. Pelos vistos não estava a contar com outra parte da equação....a assistência :)

Ainda não saí da equipa dos Blogs há tempo suficiente para me sentir à vontade para escrever sobre o tema, mas daqui a uns tempos faço um post só sobre a coisa, e aí podemos conversar todos.

Acho que já dei provas suficientes de que gosto pouco de silenciamentos, na perspectiva dos silenciados, pelo que, mesmo que pudesse, não silenciaria ninguém, não faz o meu estilo.

(Além de não fazer o estilo do Marco, ser silenciado, presumo :)

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De Marco a 25.10.2011 às 22:57

Olha, fui "silenciado", mas foi por uma gastroenterite... Logo a seguir a meu comentário; não há coincidências.

Anyway, acho estúpido alguém colocar, sequer, essa hipótese. É absurdo e é insultuoso.

De qualquer forma, a discussão a partir deste ponto já se prestaria pouco a ser continuada de forma escrita: os argumentos sólidos já acabaram; eu continuaria a insistir na responsabilização através da liberdade, a Jonas continuaria a insistir na prevenção através da limitação.

O que sobra são considerações sociais e humanas, muitas vezes derivadas das próprias experiências pessoais, que se prestam mais a serem debatidas IRL.
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 08:40

O Ramalho Eanes fartou-se de recusar merdas dessas, e não é minimamente reconhecido por isso.

Acho muito bem que o Passos Coelho tenha recusado a reforma, só lhe fica bem, e lamento que tenha sido o único, até hoje, a fazê-lo. O meu post não é motivado por divergências de cor..... fosse o ministro doutro partido e o post era o mesmo, e, como refiro...... a merda é igual em todos os partidos, sobretudo quando os políticos têm cargos de poder. Aquela coisa do poder corromper....é a mais pura das verdades.
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De Anónimo a 23.10.2011 às 23:31

...não admira que só atraiam macacos.

Será qe a jonas se está a referir aos amigalhaços dos comentadores, que com ela fazem a festa, lançam o foguetório e no fim apanham as canas?

É sempre a mesma lega, lenga...

MAC
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De Luís Marado a 23.10.2011 às 23:34

Não acho que tenha sido vitória nenhuma! Até porque o que esse senhor recebia era legítimo por lei! Se era imoral é outra questão, mas o que Miguel Macedo fez ao desistir do apoio foi dar força para que esta lei seja revista! Até que isso aconteça nunca se poderá declarar uma vitória! No entanto, quero destacar que ainda assim esta será sempre uma vitória de pirro ! O verdadeiro problema deste país está noutros lados como em parte indicas!

Enquanto os portugueses não deixarem de pensar que o xico espertismo é um bom modelo, muito dificilmente saímos da cepa torta! :)
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De jonasnuts a 23.10.2011 às 23:36

Perfeitamente de acordo, o problema não é o senhor desistir da coisa (que teve de explicitamente requerer, já agora, há menos de 4 meses).

O problema é a moral de quem pede, pede o tanas, impõe sacrifícios às pessoas, e não está disponível para fazer esses sacrifícios.

Só quando começarmos a ser mais exigentes connosco próprios, é que começaremos a ser exigentes com as pessoas em quem votamos.
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De Izzie a 24.10.2011 às 09:28

Mais me encanita o senhor engenheiro Mira Amaral andar a largar postas de pescada moralizantes, que temos de nos habituar a viver comk menos e nhé nhé nhé, quando sua excelência recebe uma fortuna por ter estado na CGD uns tempinhos. Tem direito? Parece que sim. Devia ter? Nem por sombras. Os desgraçados que, segundo ele, têm de se habituar a viver com menos, e que nunca na vida vão ganhar o que ele recebe dessa subvenção (ou lá o que é), vão ter de trabalhar 40 anos para receber seja o que for (e, neste momento, nem garantia que vejam a cor à reforma há).
É um mundinho podre. E quem tem poder para o mudar não tem vontade, e quem tem vontade não tem poder. porque não tenhas dúvidas: quem precisa de trabalhar para pagar as contas não pode largar tudo para se meter na política.
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De jonasnuts a 24.10.2011 às 10:13

Cria-se um ciclo vicioso.... quem tem competências não quer ser mal pago, e quem não tem competências não se importa de ser mal pago durante uns tempos, porque pensa no que ganha por fora (mesmo que de forma inteiramente legal).

Não há o sentido do serviço público, que é o que exigem aos funcionários públicos......
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De Anónimo a 24.10.2011 às 22:10

É preciso ter lata! No post anterior fui acusado de desocupado.

A "patroa" do "blogue da treta," não faz outra vida, que não seja sentada de volta do seu PC (atenção que não é o do Jerónimo de Sousa) a mandar uns bitaites. Será que a patroa está a RSI? Bom...! Há patrões, que ganham milhões e estão a RSI. Ou será que é accionista da GALP está sempre a postos...

MAC
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De Alfredo a 25.10.2011 às 20:00

É necessário ter mais pachorra para os defensores dos atiradores de amendoim,porque como será óbvio,são eles próprios atiradores...disfarçando a sua macaquisse !

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