Em Fátima deve estar o caos, pelo menos se todos os carros que hoje NÃO estiveram, como de costume, na Marginal de Lisboa lá estiverem.
Os habituais 45 minutos que levo a chegar à escola do puto transformaram-se em 15 + meia hora parada à porta da escola.
Foi toda a gente para Fátima ou tolerância de ponto é um mero eufemismo para "podem baldar-se à vontade"?
É-me indiferente.
Venha mais vezes, Bento XVI, a mim deu-me um jeitaço, e adoraria que fosse sempre assim. Os reais 15 minutos que demora a fazer o percurso, em vez dos 45 que habitualmente dura a viagem.
(Por outro lado, o número de acessos aos Blogs e à Internet vão decrescer dramaticamente).
De
I. a 13 de Maio de 2010 às 09:55
Abençoada seja a tolerância de ponto, que cheguei ao trabalho em dez minutos (de carro, hoje não é dia bom para transportes públicos, aposto que diminuiram as carreiras). E isto aqui está um sossego, maravilha, assim até dá gosto trabalhar (not - mas ao menos não me interrompem).
Só é chato porque é nestes dias que nos apercebemos de forma mais dramática o tempo que perdemos todos os dias no trânsito.
Em compensação, as lojas devem estar cheias, e à hora do almoço deve estar tudo a abarrotar :)
De z a 13 de Maio de 2010 às 10:25
dá para ver a quantidade de funcionário públicos que o estado tem. alguns deles, arrisco dizer, vão trabalhar todos os dias (qd n há tolerância). outros vão apenas para o emprego.
Não será só isso, há-de haver muita gente que foi obrigada a ficar em casa porque a escola dos filhos fechou.
Esqueceu-se dos funcionários públicos que vão trabalhar mesmo quando há tolerância de ponto. :)
(as generalizações são perigosas).
Eu até agradeço, 3 dias a levar apenas 20 minutos para chegar ao trabalho.
Não me queixo, quer dizer até me queixo mas pronto eheheh :P
Aposto que os centro comerciais vão estar cheios... verdadeiros templos da nova fé....
Pois a mim o papa fez-me disparar as visitas.. há muita gente interessada em quanto custou ao país montar todo este circo... mas cá para mim o gajo podia ter ficado em Roma ..sempre se poupavam uns trocas e não se diminuía a produtividade.
Jorge Soares
Por outro lado, os católicos que apreciam o Papa não teriam a oportunidade de o verem e de o ouvirem de viva voz.
Acho um bocado exagerada a tolerância de ponto, e os gastos do Estado (os gastos que ultrapassaram os que envolvem uma visita de qualquer chefe de estado), mas não podemos ser mais papistas que o papa, que viesse, para que os católicos pudessem ter a sua festa, mas que nos saísse mais baratinho pelo menos a nós, que nada temos a ver com o assunto :)
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