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Dia dos namorados

por jonasnuts, em 03.02.10

Fevereiro é o mês das efemérides idiotas. Pronto, a bem do politicamente correcto, será melhor dizer que são duas efemérides que não aprecio. O dia dos namorados e o carnaval.

 

O dia dos namorados é mais uma americanada comercial, que apenas serve de pretexto para se gastar mais dinheiro. E o comércio, obviamente, aproveita.

 

Outra coisa que me desagrada é a segmentação. Sabem? Aquela coisa do cor-de-rosa é para meninas e o azul é para meninos. Bonecas e trens de cozinha para as meninas, para eles carros e power rangers. Para elas o kit de enfermeira, para eles o kit de médico. Irrita-me que diminuam as mulheres logo desde cedo. Começam a enfiar-lhes a cassette de que não são tão boas, ou não têm as mesmas capacidades que os homens. E depois admiram-se.

 

E a coisa continua pela vida fora. Os conteúdos para mulheres são sempre relacionados com filhos, culinária, lavores, moda, maquilhagem, decoração. Uma mulher que escreva um artigo de opinião, inteligente e bem escrito é notícia, não pelo conteúdo do que escreveu, mas porque é mulher e, oh, espanto dos espanto, sabe escrever.

 

E isto tudo para chegar à promoção do dias dos namorados da Fnac.

 

Para ele adrenalina, para ela romance, porque nem elas gostam de adrenalina (deve ser coisa difícil de limpar), nem eles gostam de romance e, já se sabe, romance é coisa de gaja, deve ser para promover a auto-satisfação. Para ele um nokia E72 (de €429), para ela um Samsung B5722 (de €229, mas é cor de rosa, para comepnsar), porque, a bem dizer, para que é que elas precisam de equipamento mais robusto e mais funcionalidades num telemóvel? Elas só usam aquilo para a calhandrice e para a coscuvilhice. Para eles um portátil de €700, para elas um de €400. Não vale a pena mais. Afinal aquilo é para o solitaire e para o farmville, com sorte.

 

A diferença de valores, no total dos presentes é esclarecedora. Os presentes para ele custam €2.175.99, para ela custam €1.693.72. Saem mais baratinhas, as senhoras.

 

Odeio que me tratem como se eu fosse atrasada mental.

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41 comentários

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De Flavia Paluello a 03.02.2010 às 11:36

Foi o primeiro email de spam que vi logo pela manhã, este da FNAC. Já vai directo para a caixa de spam, porque nem vale a pena perder tempo.

Adorei esta análise, é bom ver o quanto a FNAC valoriza as prendas para as senhoras e o que perde ao sugerir este tipo de coisas :)

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De Pedro Aniceto a 03.02.2010 às 11:43

O quê? O Mário Crespo tem um Samsung?
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De MrCosmos a 03.02.2010 às 12:23

O Jonas, desculpa lá,
Em que é que o Cor de Rosa- é inferior ao azul? (à excepção dos equipamentos de futebol ;-);
Em que é que bonecas e trens de cozinha se inferiorizam aos carros e power rangers?
Kits de enfermeira vs kit de médico até dava de barato, mas não vejo onde é que se diminui alguém assim logo desde cedo...

E pela vida fora... "Os conteúdos para mulheres são sempre relacionados com filhos, culinária, lavores, moda, maquilhagem, decoração."
Desculpa lá, again, mas isto é auto-critica? Saberás melhor que ninguém que estes são os temas mais inatos e tipicos de 'gaja'. A blogosfera é das maiores e melhores evidências disso mesmo...

"Uma mulher que escreva um artigo de opinião, inteligente e bem escrito é notícia, não pelo conteúdo do que escreveu, mas porque é mulher e, oh, espanto dos espanto, sabe escrever."
Por isso gosto do teu blogue!! E lá tás tu com o mau feitio.


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De jonasnuts a 03.02.2010 às 12:36

O rosa não é inferior em nada, mas ajuda a encarneirar...... desde cedo que começas a passar a mensagem de que existem coisas que tu não podes fazer (se fores mulher) e coisas que não queres fazer (se fores homem).

Gosto pouco de carneiradas, principalmente se me são impostas.
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De Cátia a 07.02.2010 às 17:30

"E pela vida fora... "Os conteúdos para mulheres são sempre relacionados com filhos, culinária, lavores, moda, maquilhagem, decoração."
Desculpa lá, again, mas isto é auto-critica? Saberás melhor que ninguém que estes são os temas mais inatos e tipicos de 'gaja'. A blogosfera é das maiores e melhores evidências disso mesmo..."

A questão, parece-me, é que se reduz as mulheres a isso. Como se as mulheres nunca falassem de mais nenhum tema do que desses. E como se por natureza, os seus gostos e actividades se resumissem a isso.

A vida real e a Internet mostram que, desde que as mulheres "se emanciparam", isso mudou. Há mulheres que só falam e fazem coisas no âmbito desses temas. Há mulheres que falam de tudo e mais alguma coisa e têm actividades tão fora desse âmbito, como a de engenheira informática, política, professora universitária em área como a economia e as letras, etc. Há blogues de mulheres sobre culinária, há blogues de mulheres sobre a actualidade, há blogues de mulheres sobre literatura e por aí fora.
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De playmaker 10 a 03.02.2010 às 12:38

Muito bom! E muito bem observado.

Como resposta ao MrCosmos, essa é a velha história da galinha e do ovo!

Como resposta à Jonas, a grane questão é se ser MÃE e cuidar da família não é mesmo o maior privilegio e de todos e o mais difícil de ser bem sucedido. Muito mais que perder tempo a escrever textos incrivelmente inteligentes ou desenvolver "coisas altamente" como a internet.

A verdade é que os papéis na sociedade estão entranhados desde há anos e agora "queremos" mudá-los. A questão é se será uma boa ideia!

O tempo o dirá.
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De jonasnuts a 03.02.2010 às 12:47

Uma coisa não invalida a outra. :)

Ser mãe e cuidar da família pode ser o maior privilégio, se EU quiser. Não são os outros que decidem quais são os meus privilégios. Se eu achar mais importante escrever textos, ou pintar paredes, do que ter filhos, não é contestável. Sou EU que decido, e não a sociedade e os guardadores dos bons costumes.

E sim, eu quero mudar uma sociedade que como papel para a mulher apenas vê a maternidade e o lar e profissões femininas. O argumento dos "papéis entranhados" não funciona, porque o que está entranhado, desentranha-se e se baixássemos a cabeça a outras entranhadelas, as mulheres não votavam e a escravatura era prática corrente.
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De aespumadosdias a 03.02.2010 às 12:43

Eu vejo uma vantagem - assim gastamos menos dinheiro do que elas.
:)
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De António Bento a 03.02.2010 às 13:54

Isso das mulheres saírem mais baratinhas é como quem diz. Até ao divórcio, talvez, mas chegando aí os homens pagam tudo com juros. É impressionante a quantidade de Nokias que nos saem do pêlo - é a vingança pelos Samsungs ; )
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De jonasnuts a 03.02.2010 às 15:15

Mas ainda existe essa figura do casal que se divorcia e o homem fica a pagar à mulher?

(Eu sou solteira).
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De António Bento a 04.02.2010 às 02:14

Jonasnuts, a resposta curta e grossa é; sim, existe. Se houver filhos, então a aberração pode ser monstruosa. Não há igualdade nesse campo. As leis foram feitas numa altura em que a mulher era a parte fraca da relação, e básicamente continuam a ser as mesmas. As condições das mulheres mudaram muito entretanto, mas nem elas querem mexer numa lei que as beneficia, nem os homens querem mexer nesse vespeiro.
Há sempre a hipótese do homem contestar, mas em Portugal é coisa para uma boa dúzia de anos em tribunal.
Eu dou-te o meu singelo exemplo (eu tenho dois divórcios), mas a nível mais pessoal, ok?
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De Nélio a 03.02.2010 às 19:00

Este post foi tendencioso :)
Não foste procurar em lojas de acessórios, roupa, lingerie, jóias... a balança aí descamba completamente.

Telemóveis, portáteis, relógios, carros: isso são brinquedos de homens, assim não vale.
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De jonasnuts a 03.02.2010 às 19:47

Um dia, quando tiveres idade, eu explico-te qual é o verdadeiro brinquedo do homem :)

Eu não fui procurar em sítio nenhum, na realidade, o spam da fnac chegou-me, via Eduardo, com uma mensagem a dizer que ficava à espera do post :)
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De António Bento a 05.02.2010 às 09:23

O Benfica?
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De jonasnuts a 05.02.2010 às 09:25

Esse não é exclusivo do homem :)
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De António Bento a 05.02.2010 às 11:40

Epa, agora fiquei baralhado. Qual é então o verdadeiro brinquedo do homem, que é exclusivo do homem? A não ser que seja a próstata , não estou a ver...
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De jonasnuts a 05.02.2010 às 11:45

A pila senhor...... não conheço um único homem que não brinque (ou tenha brincado) com a pila :)
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De António Bento a 05.02.2010 às 16:35

Essa estava armadilhada. Não é exclusivamente o homem que brinca com ela. Não valeu.
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De PortoMaravilha a 03.02.2010 às 21:10

Concordo bem com o teu texto Jonas, exceptuando a simbólica do Carnaval.

Acho que há uma verdadeira lavagem de cérebro aos meninos pequeninos.

O papel da mulher é ficar em casa e ser espancada ( creio que Portugal Bate o recorde com a Espanha ) .

É completamente louco como desde cedo se tenta pre-figurar , quer uma vida quer as tendências sexuais duma pessoa.

As estatísticas quanto à utilização da net , por exemplo, tendem mostrar que tudo é feito para expulsar as mulheres, quanto à sua utilização . Seria outro debate ( mas que por aqui na Gaúlia começa a ser levantado ).

Não sei bem quando aparece a cor cor de rosa. Ela é recente. Se pegas nas Bd dos anos 60-90 não encontras tintol misturado com branco. Isto no espaço Europeu. Fora deste espaço não tenho dados.

Quanto ao Carnaval : Podemos gostar ou não. Mas tem uma memória que transporta até à idade perdida da oralidade que a escrita salvou como transmissão.

Já o dia dos namorados é efectivamente uma americanada ( Nossa : e eu a pensar que o adjectivo era nosso , ou seja bem Francês )

Não sei se incomodei .

Os Portugueses e as Portuguesas são tão susceptíveis.

Se calhar a reforma ortográfica vai ajudar pra análise psi. Tira-se o p grande e o p pequeno. E pronto !

Nuno

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De Anónimo a 04.02.2010 às 01:02

"As estatísticas quanto à utilização da net , por exemplo, tendem mostrar que tudo é feito para expulsar as mulheres"

E verdade sim senhora. Eu para postar isto tive de colocar a pila num acessorio USB para confirmar e se nao a tivesse nao tinha podido comentar.

Mas isto sao pormenaores porque nem sequer ensinam as mulheres a ler nem escrever. Uma autentica conspiracao.
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De PortoMaravilha a 04.02.2010 às 10:59

Segundo Isabelle Collet , cientista na Universidade de Paris-Ouest e autora de " L'informatique a-t-elle un sexe ? Hackers, mythes et réalités " , ed l'Harmattan , Paris 2006 , as Grandes Escolas Francesas de Engenheiros feminizaram-se, exceptuando a área da informática ( 11 % de meninas ).

Nuno
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De Anónimo a 04.02.2010 às 18:54

E daí?

O que é feito para "expulsar as mulheres" desses cursos em particular ou da net em geral com é acusado?
Isso é que eu gostava de saber.
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De jonasnuts a 04.02.2010 às 19:00

Mas eu disse que havia expulsões?

Houve alguma acusação nesse sentido?

O que eu digo (e basta ler o post) é que desde cedo condicionamos a percepção das crianças (quer dos rapazes quer das raparigas), e que o socialmente correcto acaba por ter um peso demasiado grande. O socialmente instituído é difícil de ultrapassar embora nem sempre seja o melhor ou o mais correcto.

Não expulsamos ninguém, mas desde que nascem, criamos barreiras emocionais e sociais que impedem o acesso a determinadas actividades/profissões.
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De Anónimo a 05.02.2010 às 00:25

Nao disse, mas o PortoMaravilha disse/escreveu.

Eu ate citei.
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De Terebi-kun a 05.02.2010 às 01:07

Isto lembra-me que um amigo indiano contou-me à pouco tempo que na Índia, dás um pontapé numa pedra e saem lá debaixo três mulheres informáticas. Para onde quer que se vire, é só informáticas.

Ele deu como explicação, há uns anos, ser um emprego muito bem pago e houve uma explosão na procura. No entanto, aqui (no Ocidente) também foi, e os cursos de informática estão longe de ser 50-50 em termos de sexo.

Aqui, eu sugeria outra coisa: na Índia, a cultura de castas leva as pessoas a trabalharem naquilo que é "suposto" fazerem. Se querem ganhar dinheiro, é "suposto" ir para informática, seja homem ou mulher.

Compara com o Ocidente, em que há a cultura do trabalhar naquilo que achamos ser a nosso "sonho", e junta o tal "encarneiramento" de que já falaste.
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De PortoMaravilha a 04.02.2010 às 21:21

A língua Portuguesa , em todas as suas variantes, possui aspectos fantásticos. Que se escreva com cç ou com ç isso é estória de tipografia.

Já agora a existência ( sem falar do infinitivo pessoal ) do verbo mentalizar em pt é fora de série.

Mentalizer é um verbo e um neologismo que vou dando a conhecer no meu círculo de amigos.

Da mesma maneira que se mentaliza as meninas que o funcionamento do motor dum carro não interessa e que só interessa o saber andar do carro , guiar, da mesma maneira se mentaliza as meninas que o importante é saber tocar no computador sem que conheçam o fio da meada.

Uma expulsão calada !

Quantas mulheres são mecánicas ? Ou será que é uma profissão pra homens ?

Uma expulsão calada ?

Nuno !
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De Anónimo a 05.02.2010 às 00:30

E ja pensou que pode haver base biologica para esses comportamentos?

Sei la, como ao mulheres serem em media mais baixas que os homens e estes terem menor capacidade de multitarefa do que elas.

E embora houvesse tempos em que realmente algumas areas eram vedadas as mulheres, para quem tem menos de 40 anos e viveu em paises "ocidentalizados" isso nao se aplica e e apenas uma desculpa (esfarrapada).
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De jonasnuts a 05.02.2010 às 09:17

Há com certeza muito biologia metida ao barulho, mas penso que o que nos rodeia, socialmente, tem uma enorme importância. Não me parece que haja qualquer razão biológica para que as meninas briquem com tábuas de engomar e os meninos com carrinhos. As meninas brincam com tábuas de engomar porque imitam as mães, e porque lhes oferecem tábuas de engomar em miniatura. Se os pais engomassem mais (ou as mães engomassem menos) e oferecessem carros às meninas, a ver se eles se punham a engomar.

O tanas é que punham.
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De Joaquim Santos a 05.02.2010 às 14:19

Não sei se não se punham.
Já agora diz-me lá uma coisa, se estiveres para aí virada obviamente, tu deste em informática porque quiseste ou os teus pais impuseram-te o computador? Nós somos sobretudo aquilo que quisermos ser e não aquilo que nos impõem. Quanto ao resto se a prenda para ele é mais interessante compra-la para ti e resolve-se o problema, a menos que a FNAC só venda as prendas para homens a mulheres e vice-versa, mas aí já concordo contigo a descriminação era brutal. :)

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De jonasnuts a 05.02.2010 às 14:43

Bom, eu não sou informática..... trabalho numa área que usa muitos computadores, mas não sou (nem percebo nada de) informática.

Nós não somos aquilo que quisermos, somos também aquilo que nos metem na cabeça que nós podemos ser.

E eu não sou grande exemplo :)
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De Terebi-kun a 06.02.2010 às 08:49

"somos também aquilo que nos metem na cabeça que nós podemos ser."

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De Cátia a 07.02.2010 às 17:48

No seu texto cometeu o erro de dar pouca relevância ao papel da educação. Nós somos influenciados pela educação e pelas regras que nos regem.

Dois exemplos.

A maioria das mulheres portuguesas sabem ler e escrever e muitas africanas não. Porque as portuguesas tiveram a oportunidade de frequentar a escola e aí apresender a ler e escrever.

Oportunidade essa (das portuguesas) que não tem a ver com o que as mulheres querem, mas com as condições, a existência de escolas públicas e apoios à sua frequência, o ensino obrigatório e as mudanças sociais, como a mudança da ideia de que a mulher deve ficar em casa a cuidar dos filhos para a de que a mulher deve ter algumas possibilidades de escolha.

Há actualmente muito mais mulheres portuguesas divorciadas do que há vários anos atrás. Não por o quererem, mas porque a lei o permite e de forma mais fácil do que há vários anos atrás e porque a sociedade não as marginaliza tanto.
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De Cátia a 07.02.2010 às 17:49

O meu texto é dirigio ao Joaquim Santos.
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De Ognito Inc. a 04.02.2010 às 10:29

Eu acho que este post revela uma certa dose de preconceito. A máquina fotográfica para ela é melhor do que a Fnac sugere para ele, creio. Pelo menos é mais cara tal como a consola para ela. Portanto, seguindo o espírito do post, posso inferir que as mulheres merecem melhores máquinas fotográficas. Os gajos nem têm jeito para tirar fotografias mesmo. Coitados. Deve ser porque são canalizados a apenas gostar de coisas com acção e adrenalina desde novos . Para elas a newsletter da Fnac sugere o dobro dos livros do que para eles!!!! Não admira que no universo dos estudantes a percentagem de mulheres no ensino superior seja muito maior.... Está feita uma pequena e apressada análise na perspectiva inversa. Espero ter ilustrado o ponto de vista. Agora vou voltar ao rafting.
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De jonasnuts a 04.02.2010 às 10:52

Eu queixo-me do que me chateia a mim, mas isso não invalida que possa haver outras queixas, e acho muito bem que os homens, se se sentirem minimizados ou desvalorizados pela campanha da Fnac, refilem :)

Agora vou terminar o trabalho de crochet que tenho e mãos :)
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De António Bento a 04.02.2010 às 11:54

Olhando de novo para os números, assim em bruto, ocorre-me outra interpretação. Dado que os valores das prendas "para eles" são quase o dobro das "para elas", não quererá isso dizer que as mulheres têm muito mais poder de compra? Minhas senhoras, desconfio que andam a chorar de barriga cheia ; )
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De Pedro Aniceto a 04.02.2010 às 19:30

Não é piada, mas está na Câmara Federal Brasileira um projecto de Lei sobre pensões de alimentos que vai (caso seja aprovada) mudar por completo o cenário das pensões de alimentos...

http://maneblog.mgate.com.br/2010/01/29/a-vinganca-contra-o-ricardao/
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De António Bento a 05.02.2010 às 00:19

A expressão "minha cara amante" vai ter outro sabor, lá isso vai...

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